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20 de fevereiro de 2026

Luís Pedro Cruz expõe "O desenho do lugar e o lugar do desenho" até 27 de Março no Centro de Arte e Cultura da Fundação Nossa Senhora da Esperança

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É inaugurada esta tarde no Centro de Arte e Cultura da Fundação Nossa Senhora da Esperança a exposição “O desenho do lugar e o lugar do desenho” com trabalhos da autoria do arquiteto Luís Pedro Cruz que ali ficará patente até dia 27 de Março.
"A(r)riscar em Castelo de Vide... à lupa"
A exposição revela parte do trabalho desenvolvido para o próximo livro de ilustração e texto do autor intitulado "A(r)riscar em Castelo de Vide... à lupa", na sequência de "A(r)riscarem Castelo de Vide... desenhos descritos", "A(r)riscar em Póvoa e Meadas... a cores" e "A(r)riscar em Montalvão". E por outro lado incide no método de trabalho do arquiteto que explora o desenho como ferramenta e "leva-nos a refletir sobre o uso do desenho e o porquê do sítio".
A memória do Lugar e o sentido de pertença
"Na sequência de tudo o que já fiz nesta área - explorando rotas que nos revelam Castelo de Vide e outros lugares com relações de proximidade, de modo a interagir com a população local, exaltando a memória do Lugar e o sentido de pertença -, no novo trabalho os apontamentos de rua são selecionados em função da existência de detalhes merecedores de atenção: é assim que aos desenhos a preto e branco das ruas se sucedem pormenores a cores devidamente destacados", adianta Luís Pedro Cruz numa nota sobre esta exposição. © NCV

16 de fevereiro de 2026

Luís Pedro Cruz expõe desenhos de 22 de Fevereiro a 27 de Março no Centro de Arte e Cultura da FNSE

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O Centro de Arte e Cultura da Fundação Nossa Senhora da Esperança confirma a inauguração no próximo Domingo dia 22 de Fevereiro da exposição “O desenho do lugar e o lugar do desenho” com trabalhos da autoria do arquiteto Luís Pedro Cruz que ali ficará patente até dia 27 de Março. © NCV

6 de fevereiro de 2026

Adiada para 20 de Fevereiro a inauguração da exposição de desenhos de Luís Pedro Cruz no Centro de Arte e Cultura da FNSE

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O Centro de Arte e Cultura da Fundação Nossa Senhora da Esperança (FNSE) adiou para o próximo dia 20 de Fevereiro pelas 18 horas a inauguração da exposição "O Desenho do Lugar e o Lugar do Desenho" de Luís Pedro Cruz, que estava marcada para este sábado dia 7 de Fevereiro.
A razão do adiamento fica a dever-se às atuais condições climatéricas adversas. © NCV

26 de janeiro de 2026

Luís Pedro Cruz expõe desenhos de 7 de Fevereiro a 27 de Março no Centro de Arte e Cultura da FNSE

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O Centro de Arte e Cultura da Fundação Nossa Senhora da Esperança acaba de anunciar a exposição “O desenho do lugar e o lugar do desenho” com trabalhos da autoria do arquiteto Luís Pedro Cruz que será inaugurada no dia 7 de Fevereiro e ficará patente até dia 27 d Fevereiro. © NCV

5 de junho de 2025

Exposição de desenhos de Bárbara Assis Pacheco até 13 Julho no Centro de Arte e Cultura da FNSE

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O Centro de Arte e Cultura da FNSE inaugura esta sexta-feira dia 6 de Junho uma exposição de desenhos da artista Bárbara Assis Pacheco que ali e ficará patente ao público até ao Domingo dia 13 Julho.
Bárbara Assis Pacheco “faz desenhos e coisas". Nasceu em 197 em Lisboa, onde vive e trabalha. Licenciou-se em Arquitetura (FAUTL, Lisboa) e em Filosofia (FCSHUNL, Lisboa), e entre estas duas licenciaturas fez “Desenho” e o “Curso Avançado de Artes Plásticas” na Ar.Co em Lisboa. Participou na primeira edição do curso de Fotografia do Programa Gulbenkian Criatividade e Criação Artística.
Bárbara Assis Pacheco: “o que faço”...
Bárbara Assis Pacheco.
O anúncio de lançamento da exposição foi acompanhado de um curiosos texto da artista que a seguir republicamos na íntegra.
“Fazer isto não foi uma decisão ou escolha consciente, foi acontecendo. Sempre gostei muito de animais mas não fui para Veterinária porque seria incapaz de executar atos médicos. Como sempre desenhei (e sou privilegiada, eu sei), fui indo nessa direção, fui desenhando e fui ficando a fazer isto. O que desenho é o resultado de ver o mundo como um “cabinet de curiosités”, acho que posso resumir assim. Os suportes ou materiais que uso vêm parar-me às mãos (claro que gostaria de poder estar sempre a pintar telas enormes e a desenhar rolos de papel grande) e cada vez mais tomo a liberdade de usar tudo.
Paralelamente ao “cabinet de curiosités” aparecem séries auto-irónicas, feias, brutas e pungentes porque tenho que fazer e porque é o que há disponível. A par disto tudo e de vez em quando vou fazendo piscinas porque acho bonitas e atractivas (e são fáceis de usar, não têm bandeira encarnada, vê-se o fundo e não têm algas, aspectos que contam e ficaram de medos infantis).
E por fim, gosto de romantizar a ida de Gauguin para o Tahiti e admiro a sua coragem. Ah, e gostava de saber pintar a sério”. © NCV

20 de maio de 2025

Centro de Arte e Cultura da FNSE anuncia exposição de desenhos de Bárbara Assis Pacheco de 7 Junho a 13 Julho

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Bárbara Assis Pacheco.
O Centro de Arte e Cultura da FNSE acaba de anunciar que vai receber uma exposição de desenhos da artista Bárbara Assis Pacheco que será inaugurada no sábado dia 7 Junho e ficará patente ao público até ao Domingo dia 13 Julho.
Bárbara Assis Pacheco “faz desenhos e coisas". Nasceu em 197 em Lisboa, onde vive e trabalha. Licenciou-se em Arquitetura (FAUTL, Lisboa) e em Filosofia (FCSHUNL, Lisboa), e entre estas duas licenciaturas fez “Desenho” e o “Curso Avançado de Artes Plásticas” na Ar.Co em Lisboa. Participou na primeira edição do curso de Fotografia do Programa Gulbenkian Criatividade e Criação Artística.
Bárbara Assis Pacheco: “o que faço”...
O anúncio de lançamento da exposição foi acompanhado de um curiosos texto da artista que a seguir republicamos na íntegra.
“Fazer isto não foi uma decisão ou escolha consciente, foi acontecendo. Sempre gostei muito de animais mas não fui para Veterinária porque seria incapaz de executar atos médicos. Como sempre desenhei (e sou privilegiada, eu sei), fui indo nessa direção, fui desenhando e fui ficando a fazer isto. O que desenho é o resultado de ver o mundo como um “cabinet de curiosités”, acho que posso resumir assim. Os suportes ou materiais que uso vêm parar-me às mãos (claro que gostaria de poder estar sempre a pintar telas enormes e a desenhar rolos de papel grande) e cada vez mais tomo a liberdade de usar tudo.
Paralelamente ao “cabinet de curiosités” aparecem séries auto-irónicas, feias, brutas e pungentes porque tenho que fazer e porque é o que há disponível. A par disto tudo e de vez em quando vou fazendo piscinas porque acho bonitas e atractivas (e são fáceis de usar, não têm bandeira encarnada, vê-se o fundo e não têm algas, aspectos que contam e ficaram de medos infantis).
E por fim, gosto de romantizar a ida de Gauguin para o Tahiti e admiro a sua coragem. Ah, e gostava de saber pintar a sério”. © NCV

17 de abril de 2025

Exposição “Os Loucos 60’s” da AveiroArte a partir desta quinta-feira no Centro de Arte e Cultura da FNSE

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Banda ADN.
O Presidente da Fundação Nossa Senhora da Esperança, João Palmeiro, e o Presidente da AveiroArte, Sérgio Azeredo, anunciaram a inauguração da Exposição “Os Loucos 60’s”, que terá lugar no próximo dia 17 de Abril de 2025, pelas 18 horas no Centro de Arte e Cultura em Castelo de Vide.
No dia da inauguração o evento conta com a presença da Banda ADN e de dança com um grupo de membros da Sociedade Recreativa 1º de Dezembro. Um convite para “reviver essa época, a alegria contagiante, a irreverência, a criatividade… (…) a época dourada dos anos 60, com instalações, arte de rua, e muito mais…”.
Grupo de dança da SR1Dezembro.
“Os lendários e inesquecíveis anos ‘60 não são apenas uma década, mas representam uma era de mudança que tem o mérito de ter lançado as bases da contemporaneidade. É uma verdadeira revolução, que teve como protagonistas as gerações juvenis: desde o nascimento de ideologias libertárias que, às vezes de forma extrema, minaram um sistema sociedade repressiva e obsoleta, ao combate ao autoritarismo e às convenções na família, na escola, nas fábricas, do difícil caminho rumo à emancipação dos grupos sociais mais débeis no ponto de viragem, graças à difusão da tecnologia, na música, arte, moda e estilo da vida em todo o Ocidente”.
“Esta “louca” década é fonte de inspiração inesgotável para a exposição “Loucos ‘60”, agora itinerante e que começa o seu percurso em Castelo de Vide… deixe-se “mergulhar”. © NCV
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20 de março de 2025

Livro "O teatro de Deus" apresentado no Domingo de Ramos no Centro de Arte e Cultura da FNSE

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Desenhos © LP Cruz/NCV
A apresentação em Castelo de Vide do livro "O teatro de Deus", da autoria do arquiteto Luís Pedro Cruz e de Rui Casal Ribeiro terá lugar no próximo dia 13 de Abril (Domingo de Ramos) no Centro de Arte e Cultura da Fundação Nossa Senhora da Esperança.
O evento resume-se essencialmente a um teatro concebido por Luís Pedro Cruz no qual participa também, filmado em vídeo pelo Pedro Sáàgua e musicado por António Martins. As filmagens reinterpretam os desenhos do livro. E a linguagem teatral é recuperada no evento através dos poemas ditos por Cristina Mão-de-Ferro. © NCV

14 de fevereiro de 2025

Fotorreportagem: exposição "Com as folhas que me deste" de Bruno Tavares Metelo inaugurada no Centro de Arte e Cultura da FNSE

Fotos © CAC-FNSE/NCV
Foi inaugurada esta semana no Centro de Arte e Cultura da Fundação Nossa Senhora da Esperança a exposição de pintura de Bruno Tavares Metelo intitulada “"Com as folhas que me deste", que ali ficará patente até ao final do próximo mês de Março.
O Centro de Arte e Cultura da Fundação Nossa Senhora da Esperança apresenta uma programação regular (ver notícia AQUI), assente no diálogo com o território. © NCV

2 de janeiro de 2025

"Between Lights and shadows":
prossegue em Janeiro a exposição de pintura de Ana Camilo no Centro de Arte e Cultura da FNSE

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Algumas das obras de Ana Camilo.

O Centro de Arte e Cultura da Fundação Nossa Senhora da Esperança inaugura este sábado dia 23 de Novembro pelas 16 horas um
A exposição de pintura de Ana Camilo intitulada "Between Lights and shadows" continua patente até Janeiro de 2025 no Centro de Arte e Cultura da Fundação Nossa Senhora da Esperança.
Ana Camilo nasceu a 1989 em Lisboa e reside e trabalha no concelho de Cascais. Licenciada em Conservação e Restauro pelo IPT e com Mestrado em Museologia e Museografia pela FBAUL, participa em exposições desde 1998, das quais cerca de uma centena de coletivas e uma dezena de individuais, realizadas em Portugal, Bélgica, Brasil, Estados Unidos, França e Itália.
As sua obras estão representada em coleções privadas em Portugal e no estrangeiro e algumas das obras expostas foram premiadas.
“Between Lights and shadows”, 2024
Ana Camilo. 
“Os trabalhos apresentados na exposição Between Lights and Shadows são excertos de diários iniciados por mim durante o meu percurso de conservadora-restauradora de pintura mural, onde registei momentos, ambientes e situações, com o intuito de despertar o observador para diversas realidades físicas e emocionais.
No meu trabalho procuro assumir e explorar as técnicas tradicionais, nomeadamente o desenho a tinta-da-china, e a sua impossibilidade de apagar ou alterar qualquer traço feito.
A crueza do preto e branco, simboliza também o infinito, o fim e o começo, bem como a dualidade humana, em sentido abstrato. Esta série apela a necessidade de (re)conexão, com os lugares e a natureza. A natureza no seu estado mais puro, sem presença humana. Um regresso às origens que nos permite, através da imagem, ouvir o vento nas árvores, a dança das plantas quase em surdina. Um momento de introspeção, de meditação.
Pequenos detalhes e recantos muitas vezes esquecidos. Uma chamada de atenção para o que nos rodeia, uma pausa na rotina diária, que com pressa, nos obriga a percorrer sempre os mesmos caminhos com a mesma cadência”. © NCV

6 de dezembro de 2024

Presidente do Centro Português de Tiflologia visitou exposição de Ana Camilo no Centro de Arte e Cultura da FNSE

Fotos © CAC-FNSE/NCV
A exposição de pintura de Ana Camilo intitulada "Between Lights and shadows" (Entre Luzes e Sombras), que está patente até ao próximo mês de Janeiro de 2025 no Centro de Arte e Cultura da Fundação Nossa Senhora da Esperança (ver notícia AQUI) recebeu esta semana a visita do Presidente do Centro Português de Tiflologia.
O Professor Doutor Augusto Deodato Guerreiro estava acompanhado por Simone Frye, doutoranda em Ciências da Linguagem da Universidade Católica de Pernambuco e da Professora Doutora Anna Maria Feitosa. © NCV

25 de novembro de 2024

Fotorreportagem:
inaugurada a exposição "between lights and shadows" de Ana Camilo no Centro de Arte e Cultura da FNSE

Fotos © CAC-FNSE/NCV
Decorreu no passado sábado dia 23 de Novembro a inauguração da exposição "between lights and shadows" de Ana Camilo no Centro de Arte e Cultura da FNSE (ver notícia AQUI). © NCV
A exposição vista pela artista
"Os trabalhos apresentados na exposição Between Lights and Shadows são excertos de diários iniciados por mim durante o meu percurso de conservadora-restauradora de pintura mural, onde registei momentos, ambientes e situações, com o intuito de despertar o observador para diversas realidades físicas e emocionais.
No meu trabalho procuro assumir e explorar as técnicas tradicionais, nomeadamente o desenho a tinta-da-china, e a sua impossibilidade de apagar ou alterar qualquer traço feito. A crueza do preto e branco, simboliza também o infinito, o fim e o começo, bem como a dualidade humana, em sentido abstrato.
Está série apela a necessidade de (re) conexão, com lugares e a natureza. A natureza no seu estado mais puro, sem presença humana. Um regresso às origens que nos permite, através da imagem , ouvir o vento nas árvores, a dança das plantas quase em surdina. Um momento de introspeção, de meditação.
Pequenos detalhes e recantos muitas vezes esquecidos. Uma chamada de atenção para o que nos rodeia, uma pausa na rotina diária, que com pressa, nos obriga a percorrer sempre os mesmos caminhos com a mesma cadência".
Ana Camilo

22 de novembro de 2024

"Between Lights and shadows":
Ana Camilo inaugura amanhã (16 horas) exposição de pintura no Centro de Arte e Cultura da FNSE

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Algumas das obras de Ana Camilo.
O Centro de Arte e Cultura da Fundação Nossa Senhora da Esperança inaugura este sábado dia 23 de Novembro pelas 16 horas uma exposição de pintura de Ana Camilo intitulada "Between Lights and shadows", que ali ficará patente até Janeiro de 2025.
Ana Camilo nasceu a 1989 em Lisboa e reside e trabalha no concelho de Cascais. Licenciada em Conservação e Restauro pelo IPT e com Mestrado em Museologia e Museografia pela FBAUL, participa em exposições desde 1998, das quais cerca de uma centena de coletivas e uma dezena de individuais, realizadas em Portugal, Bélgica, Brasil, Estados Unidos, França e Itália.
As sua obras estão representada em coleções privadas em Portugal e no estrangeiro e algumas das obras expostas foram premiadas.
“Between Lights and shadows”, 2024
Ana Camilo. 
“Os trabalhos apresentados na exposição Between Lights and Shadows são excertos de diários iniciados por mim durante o meu percurso de conservadora-restauradora de pintura mural, onde registei momentos, ambientes e situações, com o intuito de despertar o observador para diversas realidades físicas e emocionais.
No meu trabalho procuro assumir e explorar as técnicas tradicionais, nomeadamente o desenho a tinta-da-china, e a sua impossibilidade de apagar ou alterar qualquer traço feito.
A crueza do preto e branco, simboliza também o infinito, o fim e o começo, bem como a dualidade humana, em sentido abstrato. Esta série apela a necessidade de (re)conexão, com os lugares e a natureza. A natureza no seu estado mais puro, sem presença humana. Um regresso às origens que nos permite, através da imagem, ouvir o vento nas árvores, a dança das plantas quase em surdina. Um momento de introspeção, de meditação.
Pequenos detalhes e recantos muitas vezes esquecidos. Uma chamada de atenção para o que nos rodeia, uma pausa na rotina diária, que com pressa, nos obriga a percorrer sempre os mesmos caminhos com a mesma cadência”. © NCV

9 de novembro de 2024

Festival Ludovina: exposição-instalação “Estendal de memórias” hoje no Centro de Arte e Cultura da FNSE

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Abre este sábado dia 9 de Novembro às 15 horas no Centro de Arte e Cultura da Fundação Nossa Senhora da Esperança uma exposição-instalação intitulada “Estendal de memórias” integrada no Festival Ludovina que está a decorrer em Castelo de Vide até à próxima terça-feira dia 12 de Novembro.
Esta exposição-instalação comemorativa, reúne cronologias, fotografias e testemunhos das 101 avós que participaram, durante cinco anos, no projecto artístico de âmbito comunitário “Para Vós”, da actriz Cláudia Andrade (ver AQUI), que procura reflectir sobre memória, participação e identidade.
Na sua passagem por Castelo de Vide, Cláudia Andrade trabalhará com avós locais e o evento repete-se nos próximos dias 11 e 12 de Novembro, sempre às 15 horas (para grupos, com marcação prévia – ver informação no cartaz).
Festival decorre até terça-feira dia 12
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O “Festival Ludovina” decorre até terça-feira dia 12 de Novembro e é uma realização da Cooperativa d'Alegria com uma programação “que olha para a Idade Maior com Arte, integrando, acolhendo e apostando num movimento comunitário que envolva todas as gerações, ao mesmo tempo que dá visibilidade e protagonismo à Idade Maior”. © NCV 

10 de maio de 2024

Exposição de fotografia “Mundo fora” de Rui Fiolhais inaugura dia 18 no Centro de Arte e Cultura da FNSE

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O Centro de Arte e Cultura da Fundação Nossa Senhora da Esperança inaugura no próximo sábado dia 18 de Maio (17 horas) uma inovadora exposição de fotografia de Rui Fiolhais intitulada “Mundo fora” que ali ficará patente até dia 18 de Julho.
A inauguração fica ainda assinalada por uma animação musical a cargo da Trupe Euterpe que nessa tarde vai percorrer as ruas da Vila.
Esta exposição “Mundo Fora” do fotógrafo Rui Fiolhais ocupará a respetiva galeria de arte e a nave central do Convento de São Francisco e vai trazer até a Castelo de Vide um extenso retrato da relação humana com a arte urbana. As fotografias foram captadas ao longo de mais de uma década de visitas a inúmeros polos de “street art” localizados em mais de 40 países espalhados por todo o mundo.
Uma exposição inovadora
As imagens expostas integram uma proposta estética original, através de um percurso em que os visitantes são convidados a entrar numa realidade multimédia com projeções musicais e cenográficas que proporcionam uma envolvente deslumbrante.
Rui Fiolhais é um fotógrafo apostado na fotografia de rua, arquitetura e arte urbana. Com residência em Marvão, Lisboa e Luxemburgo, tem dedicado o seu olhar fotográfico à captação da relação humana com as diversas expressões da arte urbana, através de inúmeras deslocações pela Europa, África Ocidental, Ásia e Américas. Partilha regularmente as suas produções em redes de fotografia à escala mundial, onde têm merecido diversos prémios e distinções. © NCV