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20 de agosto de 2026

Profissionais do Arquivo Municipal de Lisboa visitaram o Museu de Tiflologia, a Biblioteca Braille e o Jardim Sensorial em Castelo de Vide

Fotos © FNSE/NCV
Fotos © FNSE/NCV
As técnicas Sofia Castro e Joana Pinheiro, do Arquivo Municipal de Lisboa, visitaram na última terça-feira a Fundação Nossa Senhora da Esperança em Castelo de Vide acompanhadas por Sebastião Antunes, músico e elemento da equipa do - Arte e Educação para a Acessibilidade e Inclusão que a isntituição tem em curso.projeto Todagente
Entre uma conversa com o Presidente do Conselho de Administração da Fundação e alguns elementos da equipa do projeto Todagente e a visita ao Museu de Tiflologia, à Biblioteca Braille e ao Jardim Sensorial, “houve espaço para trocar experiências, levantar questões, aprender e pensar em novas possibilidades de colaboração”, porque “a acessibilidade também se constrói em parceria e com vontade de aprendermos uns com os outros”.
“Foi um dia de encontro e muitas partilhas”, refere uma nota divulgada na qual se adianta a possibilidde de prosseguir os contactos entre as duas partes.
Visitas guiadas para pessoas cegas ou com baixa visão
Sofia Castro e Joana Pinheiro são profissionais do Arquivo Municipal de Lisboa (que trabalham especificamente no polo do Arquivo Fotográfico na Rua da Palma), onde colaboram em projetos de curadoria, produção de exposições, design gráfico e mediação cultural.
Sofia Castro assume frequentemente a coordenação, o conceito e a curadoria de exposições fotográficas e apresentações de espólios documentais, e Joana Pinheiro é responsável pelo design gráfico e pelo grafismo de catálogos, publicações e montagens expositivas da instituição.
Ambas orientam visitas guiadas especializadas, incluindo percursos acessíveis para pessoas cegas ou com baixa visão. © NCV

1 de junho de 2026

Fotorreportagem:
exposição "Lavadores" de Adelino Marques até 5 de Outubro no Jardim Sensorial do Museu de Tiflologia

Fotos © DR/NCV
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Foi inaugurada na tarde do passado dia 28 de Maio no Jardim Sensorial do Museu da Tiflologia, da Fundação Nossa Senhora da Esperança, a exposição de fotografia intitulada "Lavadores", do fotógrafo Adelino Marques, que ali pode ser apreciada até dia 5 de Outubro próximo.
O conjunto de imagens desta exposição convida a mergulhar na “lenda da pedra-moura” da Praia de Lavadores (Vila Nova de Gaia) através da fotografia a preto e branco, num olhar que cruza memória e património (ver mais informação AQUI). © NCV

27 de maio de 2026

Exposição de fotografia “Lavadores” de Adelino Marques até 5 de Outubro no Jardim Sensorial da Fundação Nossa Senhora da Esperança

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A exposição “Lavadores (lenda da pedra-moura)”, do fotógrafo Adelino Marques, é inaugurada esta quinta-feira dia 28 de Maio no Jardim Sensorial do Museu da Tiflologia da Fundação Nossa Senhora da Esperança, onde ficará patente até ao próximo dia 5 de Outubro.
A mostra reúne uma série de fotografias a preto e branco que reinterpretam visualmente a tradicional lenda da pedra-moura da Praia de Lavadores (Vila Nova de Gaia).
A lenda conta a história de uma moura que carregava pedras do mar. Para evitar que o oceano levasse o maior penedo de volta, ela colocou-o num lugar alto e seguro. Esse penedo ficou conhecido como a “Pedra Moura”. Diz-se que a moura desapareceu após esse esforço, mas que o seu tesouro permanece escondido sob a rocha.
Adelino Marques utiliza a fotografia (frequentemente em preto e branco) para registar as texturas e formas das formações rochosas. O trabalho funciona como um diálogo entre o tempo, a luz e a mutação da própria pedra pela força da natureza.
Antes desta paragem, este ensaio fotográfico já integrou outras iniciativas culturais importantes como o MIP_OFF / Mês da Imagem do Porto, tendo sido apresentado originalmente em circuitos de fotografia na Rua de Miraflor (Campanhã) e em debates no espaço Mira Fórum, e a Exposição Metamorfoses fazendo parte integrante da mostra coletiva do autor que passou pelo Auditório Municipal de Vila do Conde.
Quem é Adelino Marques ?
Foto © A. Bracons/NCV
Adelino Marques é um fotógrafo contemporâneo português, natural de Gondomar onde reside e trabalha e cujo percurso concilia uma sólida formação técnica com uma sensibilidade artística voltada para a transfiguração da paisagem e o misticismo da natureza.
O seu primeiro contacto estruturado com o mundo da fotografia ocorreu no final dos anos 70, enquanto frequentava a Faculdade de Medicina do Porto. Nessa época, integrou ativamente o Departamento de Fotografia da Associação de Estudantes.
Para aprofundar os seus conhecimentos, frequentou o Curso Livre de Fotografia na prestigiada Cooperativa Árvore (Porto). Mais tarde, concluiu a formação profissional no Instituto Português de Fotografia (IPF), também na delegação do Porto.
O trabalho de Adelino Marques tem uma forte presença em circuitos de fotografia “fine art”, tanto em Portugal como no estrangeiro. Tem apresentado as suas obras em mostras individuais e coletivas num vasto leque de países, que inclui Espanha, França, Itália, Alemanha, Polónia, Finlândia, Chéquia, Ucrânia, Brasil, México, Argentina e Estados Unidos.
Além de estar representado em coleções particulares e institucionais, o seu trabalho já mereceu destaque em publicações internacionais de relevo, como o jornal britânico The Guardian, que analisou o seu olhar geométrico sobre as paisagens da costa norte portuguesa. © NCV

20 de julho de 2025

Exposição “As tintas tontas” de Fernando Tordo e “workshop/jantar” com Ricardo Hamann no 162º aniversário da Fundação Nossa Senhora da Esperança

A Fundação Nossa Senhora da Esperança celebra hoje Domingo dia 20 de Julho o seu 162º aniversário.
A inauguração no Centro de Arte e Cultura da exposição “As tintas tontas” de Fernando Tordo - que ali ficará patente até ao dia 14 de Setembro (ver notícia AQUI) e um “workshop/jantar” com Ricardo Hamann Centro de Experiência Viva - Museu de Tiflologia (ver notícia AQUI) assinalam mais um aniversário da instituição.
As “tintas tontas” de Fernando Tordo
Fernando Tordo dispensa apresentações. A sua vertente artística na pintura é, porém, uma surpresa para o público que o aplaude nos palcos desde 1965.
Em 2023, decidiu-se pela sua primeira exposição individual na galeria de arte do quarteirão cultural WOW, em Vila Nova de Gaia.
Em 29 de Março de 2025, no concerto em que celebrou os seus 60 anos de carreira e 77 de idade, presenteou o público com nova exposição.
Chegou agora a vez de Castelo de Vid onde apresenta 22 trabalhos em acrílico, uns sobre tela, outros sobre cartão, expressando os seus devaneios com as tintas. “Tintas tontas”, como lhes chama.
“Workshop/jantar” com Ricardo Hamann
Por seu lado, o Centro de Experiência Viva - Museu de Tiflologia acolhe a partir das 19 horas no seu Jardim Sensorial um “workshop/jantar” com Ricardo Hamann, com cogumelos à moda da Baviera e salsicha alemã com salada de batata no menu.
Trata-se de um evento que combina culinária com o ambiente do Alto Alentejo, promovendo uma experiência sensorial e gastronómica única dado a conhecer uma vez mais o Jardim Sensorial Manuel da Costa Leite. © NCV

17 de julho de 2025

“Workshop/jantar” com Ricardo Hamann no Domingo no Jardim Sensorial do Museu da Tiflologia

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O Centro de Experiência Viva - Museu de Tiflologia em Castelo de Viude acolhe no próximo dia 20 de Julho um “workshop/jantar” com Ricardo Hamann a partir das 19 horas no seu Jardim Sensorial.
Com cogumelos à moda da Baviera e salsicha alemã com salada de batata, o menu custa “5 paladares à entrada” e a inscrição obrigatória (limitada a 100 participantes) deve ser efetuada até à próxima sexta-feira dia 18.
Trata-se de um evento que combina culinária com o ambiente do Alto Alentejo, promovendo uma experiência sensorial e gastronómica única dado a conhecer uma vez mais o Jardim Sensorial Manuel da Costa Leite. © NCV

3 de janeiro de 2025

Exposição “O que esconde a pedra” continua até 31 de Janeiro no Jardim Sensorial do Museu Tiflologia

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O CAC – Centro de Arte e Cultura da Fundação Nossa Senhora da Esperança anunciou que a exposição de esculturas em pedra intitulada “O que esconde a pedra” de Lucia Beijlsmit continua patente até ao dia 31de Janeiro próximo no “Jardim Sensorial” do Museu da Tiflologia em Castelo de Vide, convidando os visitantes “a tocar” nas diferentes obras.
A artista visual Lucia Beijlsmit
 Lucia Beijlsmit
A vida da artista visual Lucia Beijlsmit, (natural de Amesterdão, Holanda) passou pelo seu país natal os Países Baixos, El Salvador, Angola e Espanha, donde se foi formando como artista. Vive atualmente, desde 2004, em Salorino na vizinha comarca de Valência de Alcântara.
Esta vivência por terras tão distintas e a íntima aproximação a diferentes culturas deixaram marca na sua obra e na sua coleção de arte contemporânea. Artista autodidata, sente paixão pela pedra e pela sua capacidade como suporte da linguagem artística.
Em particular pela escultura direta, onde a sua procura do jogo de retas, curvas, buracos e aberturas, linhas que se torcem, o equilíbrio, todo obliquo, inclinado e torcido, enfatizando a assimetria, reflete a variedade de caminhos que a vida lhe proporcionou.
Lucia Beijlsmit mostra-se consciente de que não pode melhorar a natureza, mas no entanto aspira a acrescentar o seu próprio carácter enquanto mantém a pedra o mais próximo possível do seu estado original, respeitando as suas imperfeições e idiossincrasias. Procura enfatizar os contrastes entre cores, linhas e formas, nas superfícies naturais lavradas e polidas. © NCV 

14 de novembro de 2024

Exposição “O que esconde a pedra” continua até 31 de Janeiro no Jardim Sensorial do Museu Tiflologia

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O CAC – Centro de Arte e Cultura da Fundação Nossa Senhora da Esperança anunciou que a exposição de esculturas em pedra intitulada “O que esconde a pedra” de Lucia Beijlsmit continua patente até ao dia 31de Janeiro próximo no “Jardim Sensorial” do Museu da Tiflologia em Castelo de Vide, convidando os visitantes “a tocar” nas diferentes obras.
A artista visual Lucia Beijlsmit
 Lucia Beijlsmit
A vida da artista visual Lucia Beijlsmit, (natural de Amesterdão, Holanda) passou pelo seu país natal os Países Baixos, El Salvador, Angola e Espanha, donde se foi formando como artista. Vive atualmente, desde 2004, em Salorino na vizinha comarca de Valência de Alcântara.
Esta vivência por terras tão distintas e a íntima aproximação a diferentes culturas deixaram marca na sua obra e na sua coleção de arte contemporânea. Artista autodidata, sente paixão pela pedra e pela sua capacidade como suporte da linguagem artística.
Em particular pela escultura direta, onde a sua procura do jogo de retas, curvas, buracos e aberturas, linhas que se torcem, o equilíbrio, todo obliquo, inclinado e torcido, enfatizando a assimetria, reflete a variedade de caminhos que a vida lhe proporcionou.
Lucia Beijlsmit mostra-se consciente de que não pode melhorar a natureza, mas no entanto aspira a acrescentar o seu próprio carácter enquanto mantém a pedra o mais próximo possível do seu estado original, respeitando as suas imperfeições e idiossincrasias. Procura enfatizar os contrastes entre cores, linhas e formas, nas superfícies naturais lavradas e polidas. © NCV

24 de setembro de 2024

Exposição “O que esconde a pedra” termina Domingo no Jardim Sensorial do Museu Tiflologia

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A exposição de esculturas em pedra de Lucia Beijlsmit intitulada “O que esconde a pedra”,, convidando os visitantes “a tocar” nas diferentes obras, termina no próximo Domingo dia 29 de Setembro no “Jardim Sensorial” do Museu da Tiflologia em Castelo de Vide.
A artista visual Lucia Beijlsmit
Lucia Beijlsmit.
A vida da artista visual Lucia Beijlsmit, (natural de Amesterdão, Holanda) passou pelo seu país natal os Países Baixos, El Salvador, Angola e Espanha, donde se foi formando como artista. Vive atualmente, desde 2004, em Salorino na vizinha comarca de Valência de Alcântara.
Esta vivência por terras tão distintas e a íntima aproximação a diferentes culturas deixaram marca na sua obra e na sua coleção de arte contemporânea. Artista autodidata, sente paixão pela pedra e pela sua capacidade como suporte da linguagem artística.
Em particular pela escultura direta, onde a sua procura do jogo de retas, curvas, buracos e aberturas, linhas que se torcem, o equilíbrio, todo obliquo, inclinado e torcido, enfatizando a assimetria, reflete a variedade de caminhos que a vida lhe proporcionou.
Lucia Beijlsmit mostra-se consciente de que não pode melhorar a natureza, mas no entanto aspira a acrescentar o seu próprio carácter enquanto mantém a pedra o mais próximo possível do seu estado original, respeitando as suas imperfeições e idiossincrasias. Procura enfatizar os contrastes entre cores, linhas e formas, nas superfícies naturais lavradas e polidas. © NCV

19 de agosto de 2024

Exposição “O que esconde a pedra” até 29 de Setembro no Jardim Sensorial do Museu Tiflologia

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O CAC – Centro de Arte e Cultura da Fundação Nossa Senhora da Esperança inaugura na tarde deste sábado (17 horas) a exposição de esculturas em pedra intitulada “O que esconde a pedra” de Lucia Beijlsmit que ficará patente até ao dia 29 de Setembro no “Jardim Sensorial” do Museu da Tiflologia em Castelo de Vide, convidando os visitantes “a tocar” nas diferentes obras.
A artista visual Lucia Beijlsmit
Lucia Beijlsmit.
A vida da artista visual Lucia Beijlsmit, (natural de Amesterdão, Holanda) passou pelo seu país natal os Países Baixos, El Salvador, Angola e Espanha, donde se foi formando como artista. Vive atualmente, desde 2004, em Salorino na vizinha comarca de Valência de Alcântara.
Esta vivência por terras tão distintas e a íntima aproximação a diferentes culturas deixaram marca na sua obra e na sua coleção de arte contemporânea. Artista autodidata, sente paixão pela pedra e pela sua capacidade como suporte da linguagem artística.
Em particular pela escultura direta, onde a sua procura do jogo de retas, curvas, buracos e aberturas, linhas que se torcem, o equilíbrio, todo obliquo, inclinado e torcido, enfatizando a assimetria, reflete a variedade de caminhos que a vida lhe proporcionou.
Lucia Beijlsmit mostra-se consciente de que não pode melhorar a natureza, mas no entanto aspira a acrescentar o seu próprio carácter enquanto mantém a pedra o mais próximo possível do seu estado original, respeitando as suas imperfeições e idiossincrasias. Procura enfatizar os contrastes entre cores, linhas e formas, nas superfícies naturais lavradas e polidas. © NCV

19 de julho de 2024

Exposição “O que esconde a pedra” até 29 de Setembro no Jardim Sensorial do Museu Tiflologia

Clicar na imagem para ampliar o cartaz.
O CAC – Centro de Arte e Cultura da Fundação Nossa Senhora da Esperança inaugura na tarde deste sábado (17 horas) a exposição de esculturas em pedra intitulada “O que esconde a pedra” de Lucia Beijlsmit que ficará patente até ao dia 29 de Setembro no “Jardim Sensorial” do Museu da Tiflologia em Castelo de Vide, convidando os visitantes “a tocar” nas diferentes obras.
A artista visual Lucia Beijlsmit
Lucia Beijlsmit.
A vida da artista visual Lucia Beijlsmit, (natural de Amesterdão, Holanda) passou pelo seu país natal os Países Baixos, El Salvador, Angola e Espanha, donde se foi formando como artista. Vive atualmente, desde 2004, em Salorino na vizinha comarca de Valência de Alcântara.
Esta vivência por terras tão distintas e a íntima aproximação a diferentes culturas deixaram marca na sua obra e na sua coleção de arte contemporânea. Artista autodidata, sente paixão pela pedra e pela sua capacidade como suporte da linguagem artística.
Em particular pela escultura direta, onde a sua procura do jogo de retas, curvas, buracos e aberturas, linhas que se torcem, o equilíbrio, todo obliquo, inclinado e torcido, enfatizando a assimetria, reflete a variedade de caminhos que a vida lhe proporcionou.
Lucia Beijlsmit mostra-se consciente de que não pode melhorar a natureza, mas no entanto aspira a acrescentar o seu próprio carácter enquanto mantém a pedra o mais próximo possível do seu estado original, respeitando as suas imperfeições e idiossincrasias. Procura enfatizar os contrastes entre cores, linhas e formas, nas superfícies naturais lavradas e polidas. © NCV
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