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6 de janeiro de 2026

Presidenciais 2026: Antónia Palmeiro preside no próximo Domingo à mesa de voto antecipado em mobilidade

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Antónia da Conceição Mendes Panasco Palmeiro e Ana Lúcia Salvador Tapadejo, como suplente, foram designadas e nomeadas pelo Presiente da Câmara Municipal, Nuno Calixto, para desempenharem as funções de presidente da única mesa da assembleia de voto antecipado local, que funcionará no horário hyabitual durante o próximo Domingo dia 11 de Janeiro no Centro Municipal de Cultura (ver notícia AQUI).
Nessa tarefa serão acolitadas por Joaquim Emanuel Neves de Carvalho como secretário e pelos escrutinadoras Isabel Maria Gavetanho Pinto e Raquel Isabel Beato Sutil (ver documento AQUI). © NCV

18 de julho de 2021

Arqueólogo Joaquim Carvalho prossegue a vídeo-visita guiada à Cidade Romana da Ammaia

Joaquim Carvalho, arqueólogo da Fundação Ammaia continua a guiar-nos pelas ruínas da Cidade Romana. Depois das vídeo-visitas guiadas pela Porta Sul, A Pedreira dos Bispos, A Torre a Oeste e Marca da Groma (ver AQUI), desta vez seguem-se o Forum, a Porta Oeste e o Anfiteatro de Madeira.
O horário das visitas é entre as 9 e as 12:30 horas e entre as 14 e as 17:30 horas. Mais informação AQUI sobre a cidade romana da Ammaia ou através do telefone 245 919 089. © NCV

11 de julho de 2021

Visita guiada à Cidade Romana da Ammaia pelo arqueólogo Joaquim Carvalho

Joaquim Carvalho, arqueológo da Fundação Ammaia guia-nos pelas ruínas da Cidade Romana. Acompanhe esta visita, ao longo dos cinco vídeos que hoje republicamos: apresentação, Porta Sul, A Pedreira dos Bispos, A Torre a Oeste e Marca da Groma. © NCV



19 de novembro de 2018

“A Arte da Escultura Romana na Cidade da Ammaia”: uma "conferência artística" de Joaquim Carvalho amanhã à tarde no Museu Cidade de Ammaia

“A Arte da Escultura Romana na Cidade de Ammaia” é o tema de uma Conferência Artística de Joaquim Carvalho integrada no Alpalhão Art and Walking Festival (ver notícia AQUI), que terá lugar amanhã, terça-feira dia 20 Novembro, pelas 15 horas no Museu Cidade de Ammaia em São Salvador de Aramenha, concelho de Marvão.
A Cidade de Ammaia é sem dúvida o mais importante vestígio do Período Romano existente na região do norte alentejano. Localizada em pleno Parque Natural da Serra de São Mamede, em São Salvador de Aramenha, no concelho de Marvão, a sua área central é constituída pela Quinta do Deão e pela Tapada da Aramenha, possuindo uma área de aproximadamente 25 ha. Embora as suas ruínas tivessem sido classificadas como Monumento Nacional em 1949, estiveram abadonadas até finais de 1994. A partir desta data e com o aparecimento da Fundação Cidade de Ammaia vêm-se desenvolvendo todos os esforços no sentido de estudar e preservar o que resta desta importante cidade. Ammaia foi elevada a Civitas por volta do ano 44/45 d.C. tendo obtido o estatuto de Mvnicipivm ainda durante o séc. I d.C., no entanto apenas temos dados sobre o mesmo no reinado de Lúcio Vero, no ano de 166 d.C.
A Cidade de Ammaia foi local de uma vida intensa, com todos os espaços e tempos de uma cidade da sua época. Descobrir esse passado tem sido uma tarefa meticulosa de constituição do puzzle da história. Os vestígios de há dois milénios foram roubados, destruídos e reutilizados pelas gerações seguintes ao tempo de grandeza da cidade.
Agora vamos perceber um pouco sobre como era a Arte da Escultura Romana na Cidade de Ammaia, porque se esculpiam tais peças, para que serviam, que simbologia tinham, para onde deslocaram, que novos usos tiveram e, mais que tudo, como tem sido a aventura de as descobrir e de as interpretar. © NCV

13 de novembro de 2018

“Conferência artística” de Joaquim Carvalho sobre “A Arte da Escultura Romana na Cidade da Ammaia” durante o Alpalhão Art and Walking Festival

“A Arte da Escultura Romana na Cidade de Ammaia” é o tema de uma Conferência Artística de Joaquim Carvalho integrada no Alpalhão Art and Walking Festival (ver notícia AQUI), que terá lugar na terça-feira dia 20 Novembro pelas 15 horas no Museu Cidade de Ammaia em São Salvador de Aramenha, concelho de Marvão.
A Cidade de Ammaia é sem dúvida o mais importante vestígio do Período Romano existente na região do norte alentejano. Localizada em pleno Parque Natural da Serra de São Mamede, em São Salvador de Aramenha, no concelho de Marvão, a sua área central é constituída pela Quinta do Deão e pela Tapada da Aramenha, possuindo uma área de aproximadamente 25 ha. Embora as suas ruínas tivessem sido classificadas como Monumento Nacional em 1949, estiveram abadonadas até finais de 1994. A partir desta data e com o aparecimento da Fundação Cidade de Ammaia vêm-se desenvolvendo todos os esforços no sentido de estudar e preservar o que resta desta importante cidade. Ammaia foi elevada a Civitas por volta do ano 44/45 d.C. tendo obtido o estatuto de Mvnicipivm ainda durante o séc. I d.C., no entanto apenas temos dados sobre o mesmo no reinado de Lúcio Vero, no ano de 166 d.C.
A Cidade de Ammaia foi local de uma vida intensa, com todos os espaços e tempos de uma cidade da sua época. Descobrir esse passado tem sido uma tarefa meticulosa de constituição do puzzle da história. Os vestígios de há dois milénios foram roubados, destruídos e reutilizados pelas gerações seguintes ao tempo de grandeza da cidade.
Agora vamos perceber um pouco sobre como era a Arte da Escultura Romana na Cidade de Ammaia, porque se esculpiam tais peças, para que serviam, que simbologia tinham, para onde deslocaram, que novos usos tiveram e, mais que tudo, como tem sido a aventura de as descobrir e de as interpretar. © NCV


24 de janeiro de 2018

Marvão celebra na Ammaia o 120º aniversário da restauração do concelho

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O Município de Marvão celebra hoje o 120º aniversário da Restauração do Concelho (ver resenha histórica AQUI).
A partir das 18:30 horas, na Cidade Romana de Ammaia, é promovido um apontamento cultural, para assinalar a efeméride. 
A cerimónia começa com uma breve resenha histórica sobre a Restauração do Concelho, a cargo de Joaquim Carvalho, poderá assistir-se a um concerto com António Eustáquio (Guitolão) e Carlos Barretto (Contrabaixo).
“Os Caminhos d’O Conspirador”
As celebrações prosseguem no próximo sábado, dia 27, às 16 horas com a apresentação, no Salão Nobre dos Paços do Concelho, do eBook “Os Caminhos d’O Conspirador”, baseado no conto “O Conspirador”, de Branquinho da Fonseca. 
Uma obra editada pelo Município de Marvão, com a coordenação de Maria Mota Almeida e Luís Branquinho da Fonseca. © NCV

21 de janeiro de 2018

Marvão celebra restauração do concelho na 4ª feira:
anexado a Castelo de Vide entre 1895 e Janeiro de 1898

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No próximo dia 24 de Janeiro (quarta-feira) celebra-se o 120º aniversário da Restauração do Concelho de Marvão.
O Município vizinho promove nesse dia, a partir das 18:30 horas, na Cidade Romana de Ammaia, um apontamento cultural, para assinalar a efeméride. 
A cerimónia começa com uma breve resenha histórica sobre a Restauração do Concelho, a cargo de Joaquim Carvalho, poderá assistir-se a um concerto com António Eustáquio (Guitolão) e Carlos Barretto (Contrabaixo).
Lançamento do e-book “Os Caminhos d’O Conspirador”

Já no sábado, dia 27, às 16 horas vai ser apresentado, no Salão Nobre dos Paços do Concelho, o eBook “Os Caminhos d’O Conspirador”, baseado no conto “O Conspirador”, de Branquinho da Fonseca. Uma obra editada pelo Município de Marvão, com a coordenação de Maria Mota Almeida e Luís Branquinho da Fonseca.
Pequena resenha histórica

A 24 de janeiro de 1898, Marvão recuperou a sua independência administrativa e política. Aqui fica uma pequena resenha histórica sobre a Restauração do nosso Concelho:

“A revolução liberal de 1820 trouxe consigo alterações profundas ao nível da organização administrativa do território. Desde esse período e até aos nossos dias subsiste a divisão territorial: Os distritos que se desdobram em concelhos e estes em freguesias. No entanto, ao longo de todo o séc. XIX e principalmente no interior do país, sentia-se a falta de pessoal habilitado para o exercício dos cargos políticos, bem como carência de recursos para responder às necessidades das populações”.
“Para os municípios de 3ª ordem (como Marvão) era muito complicado captar recursos financeiros necessários à administração corrente e, pelo alto índice de analfabetismo da população, era também muito difícil recrutar indivíduos aptos para participarem nas vereações”.
Anexado a Castelo de Vide a 26 de setembro de 1895
“Foi então, sem grande surpresa, que a 26 de setembro de 1895 foram suprimidos diversos concelhos por todo o País, no âmbito de uma reorganização política e administrativa do território português. Neste contexto, o concelho de Marvão ficou anexado ao de Castelo de Vide. Com esta reforma pretendia-se a racionalização dos recursos financeiros e humanos. No entanto, com esta alteração, foram extintos municípios com raízes seculares. Marvão era um destes casos”.
“Na documentação da altura, não consta que a população de Marvão se tenha revoltado com a situação, até porque os tempos eram de constante mudança”.
Concelho reintegrado em 13 de Janeiro de 1898
“Em fevereiro de 1897 o governo caiu, enfraquecido pela ação da oposição e pela sua própria inoperância. Em 13 de janeiro de 1898, depois de novas eleições para o governo e várias reclamações um pouco por todo o País, o concelho de Marvão foi reintegrado e, portanto, desanexado do concelho vizinho”. © NCV