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18 de novembro de 2025

José Luís Porfírio falou sobre "Artes plásticas: aquém e além da visão” no Museu da Tiflologia

Fotos © CEV_MT/NCV
Foto © CEV_MT/NCV
O Centro de Experiência Viva - Museu da Tiflologia organizou ao final da tarde da passada sexta-feira dia 14 de Novembro uma atividade durante a qual o crítico de arte José Luís Porfírio fez uma comunicação sobre o tema "Artes plásticas: aquém e além da visão".
Junto divulgamos a gravação integral deste evento, para ver e rever por parte de quem não pode assistir. © NCV

21 de agosto de 2023

Cartas ao diretor: José Luís Porfírio, o Mercado Medieval 2023 e a Casa da Inquisição

Caros Director e Chefe da Redacção do Notícias de Castelo de Vide,
"Começo quase sempre o dia ao sentar-me à secretariaria por abrir o Noticias de C V, antes do Público, do El Pais, do Obs e dos mails. Asmais das vezes incomodo-me com origem camarária, mas reconheço a grande utilidade do jornal embora pudesse haver alguma hierarquia nas notícias, os poluentes amigos das motorizadas não têm o mesmo valor que a União Artística, e os torneios de sueca da actividade cultural e desportiva de jovens e adultos. No entanto as notícias chegam, dão muito trabalho a organizar e é bom que cheguem.
Percebo a prudente ausência de contraditório muito embora tudo fique igual a tudo, o que pode gerar descrédito, em mim gera não poucas vezes.
Acabo de ler o título espantoso: “Viver tempos de Inquisição” é o mote deste ano do Mercado Medieval”.
Como a Inquisição foi estabelecida em Portugal 80 anos depois do fim da Idade Média trata-se obviamente de um milagre, ou muito simplesmente trata-se de levar mais incautos a visitar a Casa da Inquisição.
Poupo-vos a minha opinião sobre os Mercados Medievais, uma actividade comercial e de entretenimento, bem como sobre a Casa da Inquisição um desastre pseudo museológico pelo que já vi no vosso jornal pois, confesso, ainda não tive coragem para a visitar.
Desculpem este desabafo, mas a consideração que tenho por vós, bem como a utilidade do Notícias de C V, levaram-me desta vez a não meter para dentro o que penso sobre o que por vezes aparece no vosso jornal".
Com o forte abraço do
José Luís Porfírio
N.R.- Agradecemos as palavras do atento leitor José Luís Porfírio na mensagem dele recebida que com muito gosto junto publicamos. As páginas do NCV sempre estiveram e continuam abertas a contribuições e aos ”desabafos” de José Luís Porfírio.
A notícia a que se refere (ver AQUI) só é de facto notícia relativamente ao “mote” escolhido para a edição deste ano do Mercado Medieval, evento cujas realização e data já tinham sido atempadamente noticiadas.
Como órgão de comunicação, e de acordo com o seu estatuto editorial, ao NCV compete - neste como noutros assuntos - noticiar aquilo que considera de interesse público local, nomeadamente devido a uma inusitada confusão de tempos históricos no quadro de um evento municipal, deixando aos leitores e à comunidade a faculdade de livremente de estabelecerem os seus juízos pessoais.

11 de abril de 2021

“Comosechamodiahoje?”: Augusto Rainho (fotos) e José Luís Porfírio (textos) juntos em livro

Capa do livro. Clicar na imagem para ampliar.

Capa do livro. Clicar na imagem para ampliar.

Intitula-se “Comosechamodiahoje?” (Como Se Chama o Dia Hoje?) o livro que contém, nas suas 122 páginas, um conjunto de 50 fotografias a preto e branco da autoria de Augusto Rainho acompanhadas por 50 curtos textos de José Luís Porfírio (verdadeiras “legendas poéticas” ou um exercício de “haiku”...), tudo dedicado a Pedro Morais que foi professor do fotógrafo.
O prefácio e a apresentação foram confiados a Marta Morais, filha de Pedro Morais, e a obra foi editado pela “Sistema Solar/Documenta” e já está se encontra à venda no sítio da editora na Internet (AQUI).
O design da capa e contracapa (com verso de Cristóvam Pavia) e a paginação foram efetuadas por Augusto Rainho
A apresentação da obra terá lugar em Lisboa - em data ainda a agendar - na Fundação Carmona e Costa, que patrocinou a edição do livro. © NCV

26 de março de 2021

“Comosechamodiahoje?”: Augusto Rainho (fotos) e José Luís Porfírio (textos) juntos em livro

Capa do livro. Clicar na imagem para ampliar.
Capa do livro. Clicar na imagem para ampliar.

Intitula-se “Comosechamodiahoje?” (Como Se Chama o Dia Hoje?) o livro que contém, nas suas 122 páginas, um conjunto de 50 fotografias a preto e branco da autoria de Augusto Rainho acompanhadas por 50 curtos textos de José Luís Porfírio (verdadeiras “legendas poéticas” ou um exercício de “haiku”...), tudo dedicado a Pedro Morais que foi professor do fotógrafo.
O prefácio e a apresentação foram confiados a Marta Morais, filha de Pedro Morais, e a obra foi editado pela “Sistema Solar/Documenta” e já está se encontra à venda no sítio da editora na Internet (AQUI).
O design da capa e contracapa (com verso de Cristóvam Pavia) e a paginação foram efetuadas por Augusto Rainho
A apresentação da obra terá lugar em Lisboa - em data ainda a agendar - na Fundação Carmona e Costa, que patrocinou a edição do livro. © NCV

19 de outubro de 2020

José Luís Porfírio prepara técnicos municipais para abordarem a obra de seu pai Mestre Ventura Porfírio

Fotos © CMCV/NCV
Fotos © CMCV/NCV
Durante a passada semana “a maioria dos técnicos municipais afetos aos serviços de turismo e cultura da Autarquia receberam formação de José Luís Porfírio (ex-Conservador do Museu de Arte Antiga e crítico de arte), o qual falou da obra de seu pai o Mestre Ventura Porfírio”.
Segundo adiantou também o Presidente da Câmara Municipal, “para além das sessões teóricas em sala, foram igualmente observados outros trabalhos da obra deste ilustre castelo-vidense, não apenas na sua casa como também as pinturas dos Paços do Concelho, as quais estão a ser objeto de restauro”.
“É um verdadeiro privilégio poder contar com um filho-crítico de arte nesta transmissão de conhecimentos sobre a personagem-pai que marcou a vida artística do século XX em Castelo de Vide”, referiu António Pita.
“Com esta ação formativa pretende-se dotar os técnicos municipais de conhecimentos suficientes para abordarem autonomamente a divulgação da vida e obra do autor dos projetos do Penedo Monteiro, da Fonte da Senhora da Penha, entre outros”, sublinha o autarca. © NCV