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21 de novembro de 2020

Subsídio pontual de 2500 euros da Câmara Municipal à Casa do Benfica em Castelo de Vide

A Casa do Benfica em Castelo de Vide recebeu um subsídio financeiro pontual de 2500 euros por parte da Câmara Municipal, “reconhecendo a importância das dinâmicas sociais da Instituição”. A decisão foi tomada por maioria com a abstenção do vereador António José Miranda.
Este apoio foi concedido na sequência de um “pedido/exposição” apresentado pela Casa do Benfica local, “onde apresenta a fundamentação do mesmo” (não divulgada) que foi analisado pela Equipa de Avaliação prevista no Regulamento Municipal de Apoio ao Associativismo e a Iniciativas de Interesse Público do Concelho de Castelo de Vide. © NCV

8 de abril de 2007

Aprovados 3590 Euros mensais
de subsídios a sete colectividades em 2007

Já estão aprovados os valores dos subsídios mensais que o Município atribui às colectividades do concelho durante o corrente ano de 2007, no montante global de 3590 Euros por mês para sete associações. Acrescem 2500 Euros mensais atribuídos às 2 associações desportivas do concelho, como o NCV noticiou (ver AQUI).
No essencial, mantêm-se os valores do ano anterior, “atendendo às restrições orçamentais que são impostas por parte do Governo” no dizer do Presidente da Câmara, António Ribeiro.
O maior apoio mensal vai directamente para a
Associação dos Bombeiros Voluntários, no valor de 1750 Euros, seguindo-se a Banda União Artística e o Rancho Folclórico de Castelo de Vide, cada um com 375 Euros, a Cerci-Portalegre, com 360 Euros, a Escola de Música da Banda União Artística, com 350 Euros, o Grupo de Folclore e Cultura de Póvoa e Meadas, com 175 Euros, a Ekosiuvenis – Associação Juvenil de Castelo de Vide, com 105 Euros e o Grupo de Amigos de Castelo de Vide, com 100 Euros mensais.
“Estes subsídios são válidos para o ano de 2007, na condição da apresentação dos Planos de Actividades e Relatórios de Contas, para justificar a atribuição desses subsídios (…), podendo ser revisto a qualquer altura, se assim for entendido pelo Executivo”, nos termos precisos da proposta aprovada por unanimidade pelos vereadores.

A Sociedade Recreativa e Musical de Póvoa e Meadas foram excluídas desta proposta de António Ribeiro porque “não tem desenvolvido a sua actividade com regularidade”.
© NCV