Mostrar mensagens com a etiqueta inauguração da exposição. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta inauguração da exposição. Mostrar todas as mensagens

24 de maio de 2026

Fotorreportagem:
inauguração da exposição "As Aves do Meu Quintal" de Francisco Barroqueiro na Biblioteca Laranjo Coelho

Fotos © DR/NCV
Decorreu a meio da tarde deste sábado a inauguração na Biblioteca Municipal Laranjo Coelho da exposição de fotografia intitulada "As Aves do Meu Quintal" que exemplifica a volumosa e diversificada coleção de registos do castelovidense Francisco Barroqueiro que “retratam aves do nosso ambiente local, de grande valor genético e patrimonial” (ver também AQUI a notícia anterior). © NCV

14 de fevereiro de 2025

Fotorreportagem: exposição "Com as folhas que me deste" de Bruno Tavares Metelo inaugurada no Centro de Arte e Cultura da FNSE

Fotos © CAC-FNSE/NCV
Foi inaugurada esta semana no Centro de Arte e Cultura da Fundação Nossa Senhora da Esperança a exposição de pintura de Bruno Tavares Metelo intitulada “"Com as folhas que me deste", que ali ficará patente até ao final do próximo mês de Março.
O Centro de Arte e Cultura da Fundação Nossa Senhora da Esperança apresenta uma programação regular (ver notícia AQUI), assente no diálogo com o território. © NCV

25 de novembro de 2024

Fotorreportagem:
inaugurada a exposição "between lights and shadows" de Ana Camilo no Centro de Arte e Cultura da FNSE

Fotos © CAC-FNSE/NCV
Decorreu no passado sábado dia 23 de Novembro a inauguração da exposição "between lights and shadows" de Ana Camilo no Centro de Arte e Cultura da FNSE (ver notícia AQUI). © NCV
A exposição vista pela artista
"Os trabalhos apresentados na exposição Between Lights and Shadows são excertos de diários iniciados por mim durante o meu percurso de conservadora-restauradora de pintura mural, onde registei momentos, ambientes e situações, com o intuito de despertar o observador para diversas realidades físicas e emocionais.
No meu trabalho procuro assumir e explorar as técnicas tradicionais, nomeadamente o desenho a tinta-da-china, e a sua impossibilidade de apagar ou alterar qualquer traço feito. A crueza do preto e branco, simboliza também o infinito, o fim e o começo, bem como a dualidade humana, em sentido abstrato.
Está série apela a necessidade de (re) conexão, com lugares e a natureza. A natureza no seu estado mais puro, sem presença humana. Um regresso às origens que nos permite, através da imagem , ouvir o vento nas árvores, a dança das plantas quase em surdina. Um momento de introspeção, de meditação.
Pequenos detalhes e recantos muitas vezes esquecidos. Uma chamada de atenção para o que nos rodeia, uma pausa na rotina diária, que com pressa, nos obriga a percorrer sempre os mesmos caminhos com a mesma cadência".
Ana Camilo