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| Foto © A. Busca/NCV |
Na grande mesa alentejana,
Castelo de Vide oferece um conjunto de paladares de exceção e de
pratos genuínos que mantêm segredos ancestrais, onde o Sarapatel é
rei.
Ingredientes:
“fressuras” de borrego ou
cabrito ( fígado, pulmões, coração)
sangue de borrego já cozido
azeite
cebola picada
cebola picada
alho picado (1 dente)
salsa
hortelã (1 ramo generoso)
hortelã (1 ramo generoso)
colorau (pouco)
cravinho (2 cabeças)
sal
Migam-se o fígado, os pulmões
e o coração, estas são as fressuras normais, mas também pode e
deve acrescentar a língua e os rins do animal, para enriquecer ainda
mais esta sopa é costume juntar-se uma parte das abas do borrego
cortada em pedaços pequenos e um ou dois molhinhos (rolinhos das
tripas).
À parte coza o sangue dentro
de um saco de plástico, numa panela com água, durante mais ou menos
20 minutos.
Numa panela ponha o azeite,
cebola picada, alho picado (1 dente), salsa, hortelã (1 ramo
generoso), colorau (pouco) e cravinho (2 cabeças).
Assim que a cebola ficar
translúcida acrescenta-se a carne, refoga-se ligeiramente, cobre-se
com água e coze.
Passado esse tempo junte ao
resto o sangue já desfeito (com as mãos ou com um garfo) acrescente
sal e água se necessário, não se esqueça que é para comer com
"sopas" e retifique os temperos. Deixe ferver mais 10
minutos, finalmente a 2 minutos de desligar o lume deite na panela um
golpe de vinagre.
Serve-se sobre fatias finas de
pão duro alentejano e folhas de hortelã.



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