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18 de abril de 2025

Receita do sarapatel castelovidense

Foto © Joaquim Tomé (Tutatux)/NCV

Ingredientes: 
800 grs de fígado, bofe e coração (as “fressuras) de borrego 
2 postas de sangue de borrego já cozido (mais ou menos 20 minutos dentro de um saco de       plástico) 
2 cebolas grandes 
4 dentes de alho 
2 folhas de louro 
1 dl de azeite 
2 cabeças de cravinho 
1 colher de sobremesa de colorau 
cominhos
sal q.b. 
1 ramo de hortelã 
salsa 
500 grs de pão alentejano 
Preparação:
Leva-se ao lume o azeite, com as cebolas e os alhos e junta-se logo o louro e a salsa. Coze tudo em lume brando até que a cebola esteja translúcida, momento em que se juntam as “fressuras” (já migadas) com sal e deixa-se cozinhar mais um pouco até que a carne mude de cor. 
Em Castelo de Vide, para enriquecer o prato, acrescentam-se tradicionalmente a língua e os rins e também uma parte das “abas” do borrego cortada em pedaços pequenos bem como um ou dois molhinhos (rolinhos das tripas). 
Depois deixa-se ferver mais um pouco sempre em lume brando e junta-se o colorau, 1 litro e meio de água e as 2 cabeças de cravinho e cominhos. Já na fase mais final, o sangue cozido e um ramo de hortelã. 
Deixa-se ferver até estar tudo bem cozido (cerca de 10 minutos), habitualmente retira-se a salsa e tempera-se também com um pouco de vinagre 2 ou 3 minutos antes de estar terminado. 
Entretanto, cortam-se fatias de pão alentejano, que se dispõem numa terrina grande ou em várias pequenas (ou mesmo já nos pratos individuais) e as folhas de hortelã. 

O pão assim disposto é depois coberto, imediatamente antes de se iniciar a refeição, com a carne e tudo bem regado com o molho. © NCV 

16 de maio de 2023

“Herança judaica sefardita” e novos roteiros turísticos esta tarde no arranque da Semana de Castelo de Vide na Casa do Alentejo em Lisboa

Clicar na imagem para ampliar o cartaz.
Começa esta tarde a Semana de Castelo de Vide que decorre mais uma vez na Casa do Alentejo em Lisboa desta terça-feira dia 16 até ao próximo Domingo.
Clicar na imagem para ampliar o cartaz.
A tarde de hoje será dedicada, a partir das 15:30 horas, à divulgação da estratégia conjunta da Rede de Judiarias de Portugal e do Turismo de Portugal no que respeita à “captação, comunicação e internacionalização”, do projeto “Estratégia digital – genealogias judaicas portuguesas” e sua integração na Casa da Inquisição, dos “novos roteiros turísticos” para Castelo de Vide, terminando o dia com uma degustação de sarapatel.
Para além destas ativiades, terá lugar pelas 18:30 horas um “ato simbólico de abertura” desta Semana de Castelo de Vide na Casa do Alentejo.
Comemorações dos 50 anos de Abril
Na quarta-feira dia 17 de Maio, a tarde será consagrada a divulgar o que serão as comemorações dos 50 anos de Abril no próximo ano de 2024, incluindo a parceria “Castelo de Vide-Grândola-Santarém”, o mural de Salgueiro Maia na Av. de Berna em Lisboa (FSCH da UNL), o Chiafdo-Carmo-Paris da FBAL, o projetado mural de Vhils e Alfredo Cunha em Castelo de Vide, os “heróis anómnimos de Castelo de vide no Ultramar (IPP)”, tudo com degustação de “produtos regionais com cachafrito”.
Urban Sketchers e Festival de Cerveja Artesanal
Na quinta-feira dia 18 de Maio será mais uma vez o “Dia a Juventude” com divulgação do II Encontro Nacional de Urban Sketchers e do Festival de Cerveja Artesanal “Barona Beer Garden” em Castelo de Vide com degustação de “febrinhas do alguidar”.
Futuros projetos culturais
Finalmente na sexta-feira dia 19 de Maio serão divulgados alguns futuros projetos culturais: o Centro de Interpretaçã Garcia d’Orta, a 19ª edição do Festival Terras sem Sombra e o “Guia das Aves da Albufeira de Póvoa e Meadas”.
Jornada de confraternização no sábado
O programa de sábado dia 20 de Maio está consagrado para uma jornada de confraternização entre castelovidenses e povoenses e amigos de Castelo de Vide residentes na zona da Grande Lisboa, incluindo uma arruada e atuação da Banda da Sociedade Recreativa e Musical de Póvoa e Meadas.
No Domingo concretiza-se uma visita já anunciada dos “Maiores em Afetos” à Casa do Alentejo em Lisboa (ver notícia em separado). © NCV

7 de abril de 2023

Receita de sarapatel norte alentejano

Foto © Joaquim Tomé (Tutatux)/NCV

Ingredientes: 
800 grs de fígado, bofe e coração (as “fressuras) de borrego 
2 postas de sangue de borrego já cozido (mais ou menos 20 minutos dentro de um saco de       plástico) 
2 cebolas grandes 
4 dentes de alho 
2 folhas de louro 
1 dl de azeite 
2 cabeças de cravinho 
1 colher de sobremesa de colorau 
sal q.b. 
1 ramo de hortelã 
salsa 
500 grs de pão alentejano 
Preparação:
Leva-se ao lume o azeite, com as cebolas e os alhos e junta-se logo o louro e a salsa. Coze tudo em lume brando até que a cebola esteja translúcida, momento em que se juntam as “fressuras” (já migadas) com sal e deixa-se cozinhar mais um pouco até que a carne mude de cor. 
Em Castelo de Vide, para enriquecer o prato, acrescentam-se tradicionalmente a língua e os rins e também uma parte das “abas” do borrego cortada em pedaços pequenos bem como um ou dois molhinhos (rolinhos das tripas). 
Depois deixa-se ferver mais um pouco sempre em lume brando e junta-se o colorau, 1 litro e meio de água e as 2 cabeças de cravinho. Já na fase mais final, o sangue cozido e um ramo de hortelã. 
Deixa-se ferver até estar tudo bem cozido (cerca de 10 minutos), habitualmente retira-se a salsa e tempera-se também com um pouco de vinagre 2 ou 3 minutos antes de estar terminado. 
Entretanto, cortam-se fatias de pão alentejano, que se dispõem numa terrina grande ou em várias pequenas (ou mesmo já nos pratos individuais) e as folhas de hortelã. 
O pão assim disposto é depois coberto, imediatamente antes de se iniciar a refeição, com a carne e tudo bem regado com o molho. © NCV

4 de janeiro de 2023

Teresa Paixão Carapeto levou sarapatel e boleima ao programa “A tarde é Nossa” esta 3ª feira na RTP1

Fotos © RTP1/NCV
Teresa Paixão Carapeto participou esta terça-feira no programa “A tarde é Nossa” de Tânia Ribas de Oliveira na RTP1.
Esta participação saldou-se pela confeção de sarapatel e de boleima de maçã, dois dos pratos mais conhecidos da culinária local que têm servido como arma promocional de Castelo de Vide, nomeadamente associados à Páscoa castelovidense. © NCV

5 de abril de 2020

Receitas locais em tempo de "Páscoa em casa": à mesa dos castelovidenses não pode faltar o sarapatel

Foto © A. Busca/NCV
Em tempo de "Páscoa em casa", nas suas casas no concelho ou distanciados este ano dos seus familiares pelo surto epidémico do Covid-19, ou  à mesa dos castelovidenses não pode rá faltar o tão conhecido e apreciado sarapatel, um dos pratos regionais tão genuínos do nosso vasto património gastronómico.
Os ingredientes:
  • “fressuras” de borrego ou cabrito ( fígado, pulmões, coração)
  • sangue de borrego já cozido
  • azeite
  • cebola picada
  • alho picado (1 dente)
  • salsa e hortelã (1 ramo generoso)
  • colorau (pouco)
  • cravinho (2 cabeças)
  • sal
A preparação:
Migam-se o fígado, os pulmões e o coração, estas são as fressuras normais, mas também pode e deve acrescentar a língua e os rins do animal, para enriquecer ainda mais esta sopa é costume juntar-se uma parte das abas do borrego cortada em pedaços pequenos e um ou dois molhinhos (rolinhos das tripas).
À parte coza o sangue dentro de um saco de plástico, numa panela com água, durante mais ou menos 20 minutos.
Numa panela ponha o azeite, cebola picada, alho picado (1 dente), salsa, hortelã (1 ramo generoso), colorau (pouco) e cravinho (2 cabeças).
Assim que a cebola ficar translúcida acrescenta-se a carne, refoga-se ligeiramente, cobre-se com água e coze.
Passado esse tempo junte ao resto o sangue já desfeito (com as mãos ou com um garfo) acrescente sal e água se necessário, não se esqueça que é para comer com "sopas" e retifique os temperos. Deixe ferver mais 10 minutos, finalmente a 2 minutos de desligar o lume deite na panela um golpe de vinagre.Serve-se sobre fatias finas de pão duro alentejano e folhas de hortelã. © NCV

21 de maio de 2019

Turismo cultural e de natureza com sarapatel amanhã na Semana de Castelo de Vide na Casa do Alentejo

Clicar na imagem para ampliar o cartaz.
A quarta-feira dia 22 de Maio é dedicada ao turismo cultural e ao turismo de natureza na Semana de Castelo de Vide na Casa do Alentejo que está a decorrer em Lisboa (rua das Portas de Santo Antão até ao próximo sábado. Será feito o pré-lançamento do livro "O Segredo dos Caminhos", apresentada a Associação Lugares da Serra de S. Mamede e das Rotas e Trilhos de S. Mamede. No campo gastronómico será apresentado o Sarapatel como "um prato de referência da nossa terra" (ver receita AQUI).
Dia da Juventude e Festival da Água e do Tempo
O programa de quinta-feira dia 23 de Maio é referenciado como "Dia da Juventude e do Festival da Água e do Tempo, sendo o programa preenchido pelo "tradicional encontro/convívio de jovens Castelo-videnses no Pátio Manuel da Fonseca" e com a apresentação do Festival da Água e do tempo - Clepsidra 2019.
Boleima e eventos desportivos
A sexta-feira dia 24 de Maio é dedicada a "falar de eventos desportivos". Depois de um Workshop de Boleima (18 horas) tem lugar (19 horas) um enconro de agentes desportivos e promotores de eventos programados para a concelho.
Banda União Artística e Rancho da Senhora da Alegria
A Semana de Castelo de Vide na Casa do Alentejo em Lisboa termina no sábado dia 25 de Maio com o habitual "Dia do Encontro", um "convívio em Lisboa de castelo-videnses e de instituições culturais". A Banda União Artística fará pelas 16 horas uma arruada entre o Rossio e as Portas de Santo Antão e o Rancho Folclórico de Nossa Senhora da Alegria um desfile e atuação pelas 16:30 horas.
Promover "projetos, serviços e/ou produtos"
A iniciativa procura "aproveitar este ponto turístico obrigatório da Capital para promover o nosso concelho" apresentando projetos, serviços e/ou produtos. Mais informações junto do Gabinete Sócio-Cultural da Autarquia atraves do email <sociocultural@cm-castelo-vide.pt> ou pelo telefone 245 908 220. © NCV

19 de abril de 2019

Receita de sarapatel norte alentejano

Foto © Joaquim Tomé (Tutatux)/NCV

Ingredientes: 
800 grs de fígado, bofe e coração (as “fressuras) de borrego 
2 postas de sangue de borrego já cozido (mais ou menos 20 minutos dentro de um saco de       plástico) 
2 cebolas grandes 
4 dentes de alho 
2 folhas de louro 
1 dl de azeite 
2 cabeças de cravinho 
1 colher de sobremesa de colorau 
sal q.b. 
1 ramo de hortelã 
salsa 
500 grs de pão alentejano 
Preparação:
Leva-se ao lume o azeite, com as cebolas e os alhos e junta-se logo o louro e a salsa. Coze tudo em lume brando até que a cebola esteja translúcida, momento em que se juntam as “fressuras” (já migadas) com sal e deixa-se cozinhar mais um pouco até que a carne mude de cor. 
Em Castelo de Vide, para enriquecer o prato, acrescentam-se tradicionalmente a língua e os rins e também uma parte das “abas” do borrego cortada em pedaços pequenos bem como um ou dois molhinhos (rolinhos das tripas). 
Depois deixa-se ferver mais um pouco sempre em lume brando e junta-se o colorau, 1 litro e meio de água e as 2 cabeças de cravinho. Já na fase mais final, o sangue cozido e um ramo de hortelã. 
Deixa-se ferver até estar tudo bem cozido (cerca de 10 minutos), habitualmente retira-se a salsa e tempera-se também com um pouco de vinagre 2 ou 3 minutos antes de estar terminado. 
Entretanto, cortam-se fatias de pão alentejano, que se dispõem numa terrina grande ou em várias pequenas (ou mesmo já nos pratos individuais) e as folhas de hortelã. 
O pão assim disposto é depois coberto, imediatamente antes de se iniciar a refeição, com a carne e tudo bem regado com o molho. © NCV

30 de março de 2018

Receita de sarapatel norte alentejano

Foto © Joaquim Tomé (Tutatux)/NCV
Ingredientes: 
800 grs de fígado, bofe e coração (as “fressuras) de borrego 
2 postas de sangue de borrego já cozido (mais ou menos 20 minutos dentro de um saco de       plástico) 
2 cebolas grandes 
4 dentes de alho 
2 folhas de louro 
1 dl de azeite 
2 cabeças de cravinho 
1 colher de sobremesa de colorau 
sal q.b. 
1 ramo de hortelã 
salsa 
500 grs de pão alentejano 
Preparação:
Leva-se ao lume o azeite, com as cebolas e os alhos e junta-se logo o louro e a salsa. Coze tudo em lume brando até que a cebola esteja translúcida, momento em que se juntam as “fressuras” (já migadas) com sal e deixa-se cozinhar mais um pouco até que a carne mude de cor. 
Em Castelo de Vide, para enriquecer o prato, acrescentam-se tradicionalmente a língua e os rins e também uma parte das “abas” do borrego cortada em pedaços pequenos bem como um ou dois molhinhos (rolinhos das tripas). 
Depois deixa-se ferver mais um pouco sempre em lume brando e junta-se o colorau, 1 litro e meio de água e as 2 cabeças de cravinho. Já na fase mais final, o sangue cozido e um ramo de hortelã. 
Deixa-se ferver até estar tudo bem cozido (cerca de 10 minutos), habitualmente retira-se a salsa e tempera-se também com um pouco de vinagre 2 ou 3 minutos antes de estar terminado. 
Entretanto, cortam-se fatias de pão alentejano, que se dispõem numa terrina grande ou em várias pequenas (ou mesmo já nos pratos individuais) e as folhas de hortelã. 
O pão assim disposto é depois coberto, imediatamente antes de se iniciar a refeição, com a carne e tudo bem regado com o molho. © NCV

9 de abril de 2017

Receitas locais: Sarapatel

Foto © A. Busca/NCV

A cozinha alentejana afirma-se, cada vez mais, como reveladora de um vasto património gastronómico, fruto da imaginação popular e elitista que soube tirar o maior proveito dos recursos endógenos.
Na grande mesa alentejana, Castelo de Vide oferece um conjunto de paladares de exceção e de pratos genuínos que mantêm segredos ancestrais, onde o Sarapatel é rei.
Ingredientes:
“fressuras” de borrego ou cabrito ( fígado, pulmões, coração)
sangue de borrego já cozido
azeite
cebola picada
alho picado (1 dente)
salsa
hortelã (1 ramo generoso)
colorau (pouco)
cravinho (2 cabeças)
sal
Preparação:
Migam-se o fígado, os pulmões e o coração, estas são as fressuras normais, mas também pode e deve acrescentar a língua e os rins do animal, para enriquecer ainda mais esta sopa é costume juntar-se uma parte das abas do borrego cortada em pedaços pequenos e um ou dois molhinhos (rolinhos das tripas).
À parte coza o sangue dentro de um saco de plástico, numa panela com água, durante mais ou menos 20 minutos.
Numa panela ponha o azeite, cebola picada, alho picado (1 dente), salsa, hortelã (1 ramo generoso), colorau (pouco) e cravinho (2 cabeças).
Assim que a cebola ficar translúcida acrescenta-se a carne, refoga-se ligeiramente, cobre-se com água e coze.
Passado esse tempo junte ao resto o sangue já desfeito (com as mãos ou com um garfo) acrescente sal e água se necessário, não se esqueça que é para comer com "sopas" e retifique os temperos. Deixe ferver mais 10 minutos, finalmente a 2 minutos de desligar o lume deite na panela um golpe de vinagre.
Serve-se sobre fatias finas de pão duro alentejano e folhas de hortelã. © NCV

25 de março de 2016

Receitas locais: Sarapatel

Foto © A. Busca/NCV
A cozinha alentejana afirma-se, cada vez mais, como reveladora de um vasto património gastronómico, fruto da imaginação popular e elitista que soube tirar o maior proveito dos recursos endógenos.
Na grande mesa alentejana, Castelo de Vide oferece um conjunto de paladares de exceção e de pratos genuínos que mantêm segredos ancestrais, onde o Sarapatel é rei.
Ingredientes:
“fressuras” de borrego ou cabrito ( fígado, pulmões, coração)
sangue de borrego já cozido
azeite
cebola picada
alho picado (1 dente)
salsa
hortelã (1 ramo generoso)
colorau (pouco)
cravinho (2 cabeças)
sal
Preparação:
Migam-se o fígado, os pulmões e o coração, estas são as fressuras normais, mas também pode e deve acrescentar a língua e os rins do animal, para enriquecer ainda mais esta sopa é costume juntar-se uma parte das abas do borrego cortada em pedaços pequenos e um ou dois molhinhos (rolinhos das tripas).
À parte coza o sangue dentro de um saco de plástico, numa panela com água, durante mais ou menos 20 minutos.
Numa panela ponha o azeite, cebola picada, alho picado (1 dente), salsa, hortelã (1 ramo generoso), colorau (pouco) e cravinho (2 cabeças).
Assim que a cebola ficar translúcida acrescenta-se a carne, refoga-se ligeiramente, cobre-se com água e coze.
Passado esse tempo junte ao resto o sangue já desfeito (com as mãos ou com um garfo) acrescente sal e água se necessário, não se esqueça que é para comer com "sopas" e retifique os temperos. Deixe ferver mais 10 minutos, finalmente a 2 minutos de desligar o lume deite na panela um golpe de vinagre.
Serve-se sobre fatias finas de pão duro alentejano e folhas de hortelã.

4 de abril de 2015

Fotorreportagem: Sarapatel e Cachafrito
em workshops no Átrio dos Paços do Concelho


Esta manhã, a partir das 11 horas, o Átrio dos Paços do Concelho, foi o lugar escolhido para mais dois workshops de pratos da gastronomia de Castelo de Vide, desta época pascal: O Sarapatél e o Cachafrito.
A Casa "Os Amigos" apresentou a Sopa de Sarapatél e o Restaurante D. Pedro V confeccionou o Cachafrito.
No final de ambas as demonstrações, o público presente pode provar os pratos já acabados. © Emílio Nunes/NCV






















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