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| Veterinária municipal Marta Viegas. |
Esta técnica superior foi designada como ponto focal do Município junto da CCDR-A (Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Alentejo) para efeito deste trabalho de levantamento dos danos do incêndio.
Prejuízos no domínio público ainda não estão apurados
“Com base nos dados fornecidos, no setor privado, dos poucos lesados que fizeram estimativa monetária, estimam-se prejuízos por volta dos 18 000 euros”, referiu Marta Viegas aos vereadores.
Marta Viegas adiantou ainda que “relativamente aos danos/prejuízos no domínio público ainda não foram todos apurados, mas até ao momento já identificámos 3 habitações danificadas pela passagem do fogo, uma delas devoluta”.
Ardeu área de 322 hectares em 2 freguesias
O incêndio de 14 e 15 de Agosto teve inicio na Tapada do Loureiro e evoluiu para uma área que abrangeu as Freguesias de São João Baptista e Santiago Maior, tendo ardido uma área de 322 hectares, registando-se danos em 18 quilómetros de vedações 2 quilómetros de muros caídos, 7 dependências agrícolas, 4 máquinas agrícolas, diversos equipamentos agrícolas, na maioria tubagens e acessórios e outros como enxadas e carrinhos de mão e também depósitos de água.
Por outro lado, numa habitação permanente foram danificadas pela passagem do fogo caleiras, instalação elétrica e sistema de esgoto e água.
Perdeu-se um número incalculável de carvalhos
As árvores ardidas contabilizadas foram 1690 oliveiras, 7034 sobreiros, 183 árvores de fruto e um número incalculável de carvalhos.
Por outro lado ficou ainda a conhecer-se que os 322 hectares de área ardida incluem 140 de pasto, 54 de Olival, 104 de sobreiros, 17 de castanheiros, 4 de pinheiros e 3 de eucaliptos. © NCV



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