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10 de novembro de 2016

Marvão: foram vendidas em hasta pública
mais 17 habitações do Bairro da Fronteira

O Município de Marvão tornou público que form vendidas as 17 habitações do Bairro da Fronteira de Marvão (Galegos), colocadas à venda na hasta pública, realizada no passado dia 4 de Novembro, no Salão Nobre dos Paços do Concelho. O que significou um encaixe financeiro global de cerca de 228 mil euros.
Recorda-se que na primeira hasta pública, realizada no dia 31 de Agosto, já tinham sido vendidas onze habitações, por um valor total a rondar os 204 mil euros.
O executivo municipal congratula-se com o sucesso destas hastas públicas, onde foram vendidas 28 habitações, “o que significa que os investidores acreditam no sucesso da reabilitação deste conjunto urbano”. © NCV
Ver mais notícias AQUI.

3 de novembro de 2016

Município de Marvão vai vender em hasta pública 17 habitações do Bairro da Fronteira

O Município de Marvão vai de novo colocar em venda um conjunto de 17 habitações localizadas no Bairro da Fronteira de Marvão nos Galegos (ver notícia AQUI, através de uma hasta pública a realizar amanhã, dia 4 de Novembro, pelas 10 horas, no Salão Nobre dos Paços do Concelho.
Estas habitações encontram-se em área protegida e em fase de classificação, como Conjunto Arquitetónico Fronteiriço de Porto Roque, não sendo permitidas intervenções, para além das obras de recuperação necessárias.
O primeiro lanço deve ser de valor não inferior ao preço base e todos os lances seguintes deverão exceder o lanço precedente, em pelo menos 500 euros. As habitações serão adjudicadas a quem oferecer o preço mais elevado.
O adjudicatário liquidará 10% do valor da licitação, no prazo de 10 dias úteis a contar da data da Hasta Pública, na tesouraria do Município de Marvão. Os restantes 90% serão liquidados no ato da celebração da escritura pública de compra e venda, a realizar no prazo máximo de 90 dias a contar da data da Hasta Pública.
As restantes condições de venda e a planta com a descrição das habitações (áreas e preço base), encontram-se à disposição dos interessados, na Câmara Municipal de Marvão, no horário de expediente (das 9 às 16 horas), e AQUI
As habitações em causa poderão ser visitadas até hoje, dia anterior à hasta pública, por quem o solicitar, fazendo a sua marcação nos serviços de expediente geral da Município, ou pelo telefone 245 909 130. © NCV

5 de setembro de 2016

Marvão: onze das 14 casas do Bairro da Fronteira vendidas em hasta pública renderam 204 mil euros

O Município de Marvão informou que, das 14 habitações colocadas à venda na hasta pública, realizada no passado dia 31 de Agosto, foram vendidas onze. Inicialmente estava prevista a venda de 15 habitações, mas no ato público a habitação nº4 acabou por ser retirada da hasta pública por estar ocupada.

“As habitações foram vendidas, na sua maioria, acima do valor base inicial, o que significou um encaixe financeiro para o Município de cerca de 204 mil euros”, sublinha a Autarquia marvanense.
No ato público, realizado no Salão Nobre dos Paços do Concelho, “as propostas de compra partiram de investidores de nacionalidade portuguesa e espanhola, sendo a maioria dos novos proprietários, portugueses”.
“O executivo municipal congratula-se com o sucesso desta Hasta Pública, uma vez que ficaram apenas três habitações por vender, o que significa que os investidores acreditam no sucesso da reabilitação deste conjunto urbano”. © NCV

24 de agosto de 2016

PS de Marvão solicita em comunicado
apresentação de projecto para a Fronteira

“O Município de Marvão vai levar a cabo no próximo dia 31 de Agosto uma sessão de hasta pública para alienação de 15 habitações no Aldeamento de Porto Roque, na Fronteira de Marvão (ver notícia AQUI). Este processo que já foi suspenso no mês de Junho foi agora retomado pela Câmara Municipal que apenas contou com os votos favoráveis do PSD. Esta hasta pública acontece depois do Município ter já alienado 6 habitações por ajuste directo”.
“O Partido Socialista já apresentou uma moção em favor da defesa do interesse municipal e da valorização daquele importante espaço, não se contentando com a apresentação das propostas dos órgãos municipais, que não têm qualquer coerência ou perspectiva. Neste sentido, os responsáveis do PS Marvão têm insistido na ideia da necessidade de um Projecto estruturante para aquela zona de forma a sustentar e garantir a ideia de futuro para todo o edificado que se encontra em ruínas. Para a preparação de uma proposta com consistência, os responsáveis do PS trabalharam de forma a não provocar discussões estéreis, com fogachos e beberetes, trazendo convidados a sessões maçadoras onde no fim ninguém tira grandes conclusões”. 
“Foram por isso contactados especialistas nas áreas do urbanismo, do turismo, da saúde e da economia social. Todas as opiniões têm sido unânimes na importância de salvaguardar e valorizar aquele espaço, nas oportunidades que ele oferece e, portanto a necessidade de um projecto global para todo o conjunto arquitectónico. A própria Câmara já assumiu esta posição, na medida que aprovou a classificação do conjunto de interesse municipal, com todas as consequências que daí advêm”.
“A venda das habitações nunca esteve em causa, segundo o Partido Socialista que tem defendido a primazia da habitação própria e a primeira habitação, de forma a fixar população naquele local, bem como travar quaisquer tentativas de especulação que possa haver em relação àquelas habitações será uma garantia para o sucesso de uma operação desta envergadura. Este desígnio tem o apoio da população e dos actuais moradores que não querem ver aquele espaço transformado num bairro de segundas habitações e de férias”.
“Este processo deveria, em condições normais, ser uma das componentes da operação, a decorrer em paralelo, com a concretização de outros projectos. Isto caso houvesse alguma ideia para o espaço. Neste momento o único processo a ser tratado é alienação no mercado de habitações sem quaisquer condições de habitabilidade porque o que se sabe e o que se pensa resume-se a um conjunto de devaneios imobiliários. O PS entende que dado o potencial que este espaço pode ter para a Economia local e para sectores como a construção civil, deveria haver um projecto gerador de mais-valias”.
“O Partido Socialista que se tem batido pela defesa da valorização do espaço e do interesse municipal, vem solicitar que o executivo Municipal apresente ate dia 31 de Agosto (data da hasta pública), até de forma especial aos possíveis compradores, uma ideia central para aquele bairro que não se fique pela venda de habitações sem condições de habitabilidade. O Partido Socialista está também disponível para ceder ao Executivo o resultado dos contactos que teve com especialistas sobre aquele espaço”.
O Secretariado da Concelhia do PS Marvão



19 de agosto de 2016

Marvão vende em hasta pública 15 habitações do Bairro da Fronteira (Galegos)

O Município de Marvão tornou público que vai vender, em hasta pública, a realizar no dia 31 de Agosto, pelas 10 horas, no Salão Nobre dos Paços do Concelho, 15 habitações, localizadas no Bairro da Fronteira de Marvão, nos Galegos.
As condições de venda e a planta com a descrição das habitações (áreas e preço base, encontram-se à disposição dos interessados, na Câmara Municipal, no horário de expediente (9h às 16h), e em:http://www.cm-marvao.pt/pt/apoio-ao-municipe/editais-avisos-etc
As habitações em causa poderão ser visitadas, até ao dia anterior à Hasta Pública, por quem o solicitar, fazendo a sua marcação nos serviços de expediente geral da Município, ou pelo telefone 245 909 130.
O primeiro lanço deve ser de valor não inferior ao preço base e todos os lances seguintes deverão exceder o lanço precedente, em pelo menos 500,00 €.
As habitações serão adjudicadas a quem oferecer o preço mais elevado.
Cada individuo só pode adquirir uma habitação, das que têm a designação “Moradia Germinada” ou “Moradia de duas habitações”. Esta restrição é extensiva ao cônjuge e a empresas em que o individuo ou o conjugue interfiram como sócios.
O adjudicatário liquidará 10% do valor da licitação, no prazo de 10 dias úteis a contar da data da Hasta Pública, na tesouraria do Município de Marvão.
Os restantes 90% serão liquidados no ato da celebração da escritura pública de compra e venda, a realizar no prazo máximo de 90 dias a contar da data da Hasta Pública.
No caso do não cumprimento dos prazos estabelecidos nas condições constantes na Hasta Pública, a adjudicação fica sem efeito.
O adquirente tem de efetuar todos os procedimentos administrativos e todas as diligências necessárias, para que as obras de reabilitação da habitação, necessárias para garantir a sua habitabilidade, sejam efetuadas no prazo máximo de três anos, a contar da data da escritura de compra e venda.
No caso de incumprimento dos prazos previstos, ou se a edificação da habitação estiver suspensa, ou abandonada, por um período superior a doze meses consecutivos, a Câmara Municipal pode proceder à reversão da habitação, pagando ao adquirente o preço pago na aquisição, sem qualquer atualização. © CMM/NCV

18 de abril de 2015

Marvão debate hoje nos Galegos o futuro
do Bairro da Fronteira do Porto Roque

Clicar na imagem para ampliar o programa.
O Município de Marvão promove hoje, sábado dia 18 de Abril, a partir das 15 horas, no edifício da antiga alfândega, na fronteira de Galegos, uma sessão pública dedicada ao aldeamento do Porto Roque, com o intuito de avaliar a sua atual situação e procurar os caminhos mais adequados para revitalizar aquele que, outrora, foi um importante polo residencial do concelho.
Participam nesta sessão Victor Frutuoso, Presidente da Câmara Municipal de Marvão, Vitor Reis, Presidente do Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana, Tiago Gaio, Diretor da AREANATejo, Paulo Brito, Diretor da ESTG Portalegre, Luís Baptista, Subdiretor da ESTG Portalegre, Pedro Lopes, dos Cursos de Engenharia Civil e Reabilitação Urbana da ESTG Portalegre, Jorge de Oliveira, Professor da Universidade de Évora, Roberto Grilo, Vice-presidente da CCDR – Alentejo, e Pablo Carrilho, Alcalde de Valencia de Alcántara.
Pedro Ribeiro da Silva, coordenador da rede Cidades e Vilas de Excelência e de Programas de Desenvolvimento local e regional, apresentará a proposta de delimitação da Área de Reabilitação Urbana (ARU) de Porto Roque.
Inaugurado em 1972, o Bairro da Fronteira de Galegos era constituído por 20 fogos e 16 edifícios com uma área coberta de 3450m2, em 20 hectares de terreno. O edifício do antigo posto da Guarda Fiscal ainda foi transformado em Posto de Turismo em 1997, mas 10 anos depois deixou de funcionar por falta de condições.
Apesar de ser a porta de entrada em Portugal, para quem vem de Espanha, desde a abolição das fronteiras (1 de Janeiro de 1993), data em que foram descativados os serviços que funcionavam na fronteira de Galegos, todo o património ficou praticamente ao abandono, com poucas casas ocupadas e edifícios em avançado estado de degradação. © NCV

14 de abril de 2015

Marvão: debate público sábado nos Galegos
sobre o Bairro da Fronteira do Porto Roque

Clicar na imagem para ampliar o programa.
O Município de Marvão promove no próximo sábado, dia 18 de Abril, a partir das 15 horas, no edifício da antiga alfândega, na fronteira de Galegos, uma sessão pública dedicada ao aldeamento do Porto Roque, com o intuito de avaliar a sua atual situação e procurar os caminhos mais adequados para revitalizar aquele que, outrora, foi um importante polo residencial do concelho.
Participam nesta sessão Victor Frutuoso, Presidente da Câmara Municipal de Marvão, Vitor Reis, Presidente do Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana, Tiago Gaio, Diretor da AREANATejo, Paulo Brito, Diretor da ESTG Portalegre, Luís Baptista, Subdiretor da ESTG Portalegre, Pedro Lopes, dos Cursos de Engenharia Civil e Reabilitação Urbana da ESTG Portalegre, Jorge de Oliveira, Professor da Universidade de Évora, Roberto Grilo, Vice-presidente da CCDR – Alentejo, e Pablo Carrilho, Alcalde de Valencia de Alcántara. © NCV