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9 de julho de 2025

CIMAA acolheu discussão pública do Programa de Reordenamento e Gestão da Paisagem (PRGP) da Serra de São Mamede e Terras de Nisa

Fotos © CIMAA/NCV
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A Comunidade Intermunicipal do Alto Alentejo (CIMAA) recebeu no passado dia 7 de Julho nas suas instalações o evento de discussão pública referente ao Programa de Reordenamento e Gestão da Paisagem (PRGP) da Serra de São Mamede e Terras de Nisa (ver AQUI notícia anterior) .
O evento foi organizado pela Direção Geral do Território, que é a entidade pública responsável pela elaboração do programa, com a apresentação do mesmo a cargo da empresa Biodesign, que elaborou as suas componentes.
Os Programas de Reordenamento e Gestão da Paisagem (PRGP) são programas sectoriais que se destinam a planear e programar a transformação em territórios de floresta vulneráveis, visando uma paisagem multifuncional e resiliente, novas atividades económicas e a remuneração dos serviços dos ecossistemas.
Os documentos que integram este instrumento encontram-se na Fase de Consulta Pública, e podem, por isso, ser consultados acedendo AQUI à plataforma “participa.pt”, até ao dia 18 de Julho.
Porque “o sucesso da nossa região depende de todos”, a CIMAA apela a todos os cidadãos, empresários, associações, entre outros, a que consultem as peças que compõem o Programa de Reordenamento e Gestão da Paisagem (PRGP) da Serra de São Mamede e Terras de Nisa. © NCV
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28 de agosto de 2023

Atualização dos limites do Parque Natural da Serra de São Mamede em discussão pública até 26 de Setembro

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Vai estar em discussão pública de 30 de Agosto a 26 de Setembro uma proposta de “republicação” dos limites do Parque Natural da Serra de São Mamede por iniciativa do ICNF — Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas. Datado de 11 de Julho o respetivo aviso foi publicado no dia 16 de Agosto em Diária da República (ver AQUI).
A partir da quarta-feira dia 30 de Agosto, os documentos que compõem o processo referente à proposta de republicação dos limites do PNSSM podem ser consultados no portal Participa (AQUI).
A iniciativa visa dotar o Parque da melhor informação geográfica relativa à definição do seu âmbito territorial, atualizando os seus limites geográficos com maior precisão, com o objectivo de garantir uma uniformização e clarificação do limite desta Área Protegida, afastando situações geradoras de incerteza.
Ainda segundo o ICNF, essa actualização compreendeu a transposição do limite publicado para cartografia vectorial, adequando-a às novas tecnologias SIG e ao actual modelo de requisitos cartográficos.
Por outro lado, e seguindo a descrição original publicada (Decreto n.º 121/89, de 14 de Abril e Decreto Regulamentar n.º 20/2004 de 20 de Maio), aumentaram-se os níveis de precisão e exactidão dos limites com um descritivo mais detalhado e rigoroso.
Como participar
As observações e sugestões deverão ser apresentadas directamente no portal Participa, ou através de correio electrónico para o endereço dppre@icnf.pt ou por correio postal dirigido ao presidente do conselho directivo do ICNF, para a morada da sede do ICNF, mediante o preenchimento da ficha de participação (aqui), até à data do termo da consulta — ICNF, I. P. Avenida da República, 16, 1050-191 Lisboa.
Para qualquer assunto relacionado com a discussão pública deverá ser remetido correio electrónico para o endereço duralppre@icnf.pt.
O Parque Natural
Com uma superfície de 56.061,31 ha, o Parque Natural da Serra de São Mamede passa por quatro concelhos do distrito de Portalegre: Portalegre, Castelo de Vide, Marvão e Arronches.
No seu coberto vegetal do Parque Natural de São Mamede coabitam carvalhais, castinçais, sobreirais e azinhais, a par de mantos de giesta, esteva e carqueja, indicando estarmos numa fronteira entre as influências atlântica e mediterrânica, atestada por paisagens diversificadas que ganham em ser observadas em altitude. E à diversidade dos habitat corresponde a presença de diversas espécies animais, com destaque para as aves de presa e os morcegos. Esta é também a zona do país com maior número de espécies de anfíbios e répteis, com efeito, das 17 espécies de anfíbios da fauna portuguesa, 14 existem ali.
O Parque Natural da Serra de São Mamede (PNSSM), foi criado através do Decreto n.º 121/89, de 14 de Abril, que fixou os limites desta Área Protegida, os quais foram alterados pelo Decreto Regulamentar n.º 20/2004 de 20 de Maio. © NCV
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1 de março de 2021

UGT Portalegre divulgou contributos enviados para o PRR - Plano de Recuperação e Resiliência

A UGT Portalegre enviou os seus contributos para o PRR - Plano de Recuperação e Resiliência e exorta os cidadãos do distrito a participarem nas consultas públicas: esta que termina hoje e a do Programa de Cooperação Transfronteiriça Espanha-Portugal (POCTEP) 2021-2027 (INTERREG) que está também a decorrer até amanhã.
Entre outras questões, a UGT Portalegre "regista que esta nova versão (do PRR - Plano de Recuperação e Resiliência) apresenta algumas alterações face à versão inicial, como são investimentos fulcrais para o desenvolvimento desta vasta área de interior, mais concretamente o prometido “tornar o comboio como principal meio de transporte nacional” e concretizar a existência de “comboios entre todas as capitais de distrito”; assim como os previstos contractos de desenvolvimento territorial, ou uma nova política fiscal para o interior do país, ao nível do IRC; e evidenciamos ainda que o elevado índice de pobreza não existe só nas áreas metropolitanas do país". © NCV

11 de julho de 2020

Central Fotovoltaica Diogo Cão:
Tiago Malato agenda discussão política prévia face à indisponibilidade de António Pita para o fazer

Na última reunião da Câmara Municipal, o presidente António Pita deu conta de que na próxima reunião do Executivo (na 4ª feira dia 15 de Julho) estará presente o responsável pelo novo projeto de instalação de 400 hectares de painéis fotovoltaicos no concelho (ver notícias AQUI sobre a Central Fotovoltaica Diogo Cão) e o vereador Tiago Malato reafirmou o seu pedido de agendamento de “uma reunião prévia para a discussão política dos Investimentos fotovoltaicos no Concelho” e – com esse fim - solicitou aos serviços “toda a informação formal sobre o processo”.
Neste contexto, o vereador avisou “que se o presidente teimar em fazer a discussão política ao mesmo tempo da discussão com o empresário, a situação será feia e que toda a responsabilidade lhe será inteiramente imputada”.
“Presidente decide e pensa sozinho comprometendo todos”
Reunião com Vasco Casanova, diretor geral p
ara Portugal da Tayan Energy Investments.
“O Presidente decide sozinho e pensa o assunto sozinho comprometendo todos”, acusou o vereador socialista que “tornou a lamentar a atitude prepotente do Presidente de Câmara que nunca em situação alguma trouxe qualquer informação concreta sobre a matéria, sendo nisso mais competente na sua página de facebook”.
António Pita afirma não ter condições para a discussão política, e escuda-se “no facto de não haver ainda qualquer decisão”, mas Tiago Malato adianta que “o que é facto é que não concede qualquer partilha de informação ou discussão prévia sobre o assunto como seria natural num Executivo Municipal. Tanto mais grave quando falamos de um investimento com dimensão nunca vista em Castelo de Vide”.
O que está em causa
Entrega do pedido de licenciamento.
Segundo o vereador socialista Tiago Malato, o que está em causa é a dimensão financeira e material do potencial investimento, na ordem dos 126 milhões de euros, que obriga a que, no mínimo, o Município discuta os eventuais proveitos para o território. Situação que o sr. Presidente tem protelado, não dando espaço para a discussão política necessária neste òrgão”.
“Afinal, essa é a missão do sector público a que pertence: ajustar os investimentos aos interesses também dos territórios e populações que serve”.
No entender do vereador Malato, “essa não é a obrigação do empreendedor, que não tem de ser benemérito. Será natural que procure licitamente a maximização do investimento. E é no encontro entre partes que se pode conciliar a oportunidade de desenvolvimento”.
“Para se ter ideia, a central dos Tendeiros, investimento na ordem dos 6 milhões de Euros, tem sede social em Lisboa nas Amoreiras. Quanto à geração de emprego nos tendeiros todos nós sabemos o que quer dizer. Apresentada com pompa em Orçamentos Municipais, este valor nada tem a ver com o município nem sequer cá paga qualquer imposto”.
O vereador Malato já tinha solicitado ao Presidente da Câmara Municipal, em momento anterior, um “esclarecimento interno da Autarquia, para que se possa determinar uma eventual torna a negociar”, sublinhando que “estes investimentos intensivos em capital e com taxa de remuneração elevada, procuram o nosso território por este ter condições excecionais no quadro nacional. Não vem mal ao mundo se pudermos dele beneficiar diretamente algo mais do que advém da paisagem moderna”. © NCV

1 de julho de 2020

Central Fotovoltaica Diogo Cão: discussão e apresentação públicas serão feitas muito brevemente

Foto © D.R./NCV
Vasco Casanova, diretor geral para Portugal da Tayan Energy Investments, fez esta semana um ponto da situação em Castelo de Vide com o Presidente da Câmara Municipal sobre o processo da construção da Central Fotovoltaica Diogo Cão.
Freguesia de São João Batista
António Pita adiantou na redes sociais que o responsável nacional da Tayan Energy Investments, lhe “apresentou esta empresa multinacional e com quem analisámos o processo de licenciamento em curso com vista à construção da Central Fotovoltaica Diogo Cão, em terrenos da freguesia de São João Batista” (ver noticia AQUI).
O autarca castelovidense aproveitou a ocasião para anunciar que “a discussão política deste assunto terá lugar muito brevemente quando o dossiê estiver em condições de tal acontecer, bem como a correspondente apresentação pública”.
Contrapartidas do investimento
“Para além da análise às questões específicas do Ordenamento do Território estiveram também em cima da mesa as contrapartidas deste investimento que ultrapassa os 130 milhões de euros e que irá deter uma importância estratégica de relevo na produção de energia limpa para o país, indo assim ao encontro dos compromissos definidos pelo Governo, designadamente de no ano 2030 ser possível 80% da eletricidade produzida ter como origem fontes renováveis e 100% em 2050.
Vários postos de trabalho permanentes
Recorda-se que o projeto da construção da Central Fotovoltaica Diogo Cão prevê a produção de 600 GWh/ANO, com potência injetada na rede em 250 MW e uma capacidade de armazenamento de 23 708 kWh. Dada a sua dimensão e extensão, irá gerar vários postos de trabalho permanentes, para além dos duzentos na fase da construção”. © NCV
Foto © D.R./NCV

25 de abril de 2015

Abertura de discussão pública da revisão do PDM:
vereadores do PS protestam forma como Presidente e maioria PSD do Executivo têm conduzido o processo

Na reunião Extraordinária do Executivo de ontem, que aprovou apenas por maioria a “abertura da discussão pública” darevisão do PDM”, os vereadores do PS mostraram o seu repúdio pelo facto de estarem a aprovar a discussão Pública de um documento que não conhecem manifestando desaprovação pela forma como tem sido conduzido este processo, que já dura faz sete anos e determinará o Desenvolvimento de Castelo de Vide e imputando total responsabilidade à maioria do Executivo e em particular ao seu presidente, António Pita.
Documento-proposta é desconhecido
O sentido de voto (abstenção) dos vereadores do PS "é inerente ao total e formal desconhecimento do processo, imputando por este facto, total responsabilidade à maioria do Executivo PSD". A decisão foi tomada sem ser conhecido qualquer documento com a proposta de PDM mas apenas de um parecer genérico da Comissão de Acompanhamento e de 18 pareceres anexos de diversas entidades, dois terços dos quais “condicionados”.
Segundo o vereador Tiago Malato, a revisão do PDM de Castelo de Vide, não foi desde o princípio vista como prioritária pela maioria PSD. Para se ter ideia durante 3 anos, entre 2012 e 2015, nenhuma reunião formal entre entidades aconteceu e agora tenta-se fechar a revisão do PDM à pressa e de forma atamancada pois se não acontecer antes de Junho, Município de Castelo de Vide ficará obrigado às novas regras da Lei de bases gerais da política pública de solos, de ordenamento do território e de urbanismo- 31/2014.
Questionam os vereadores do PS se algum agente económico e social, conhece o referido documento, ou se alguma vez foram contactados para expressar as suas necessidades, opiniões e propostas, pela equipa técnica.
Vazio e imperfeição de procedimentos
A última reunião da Comissão de Acompanhamento ocorreu apenas na última terça feira sendo que das 18 entidades que se pronunciaram em parecer final, 12 aprovaram de forma condicionada a revisão do PDM. A reunião de ontem foi convocada à pressa, para que se tenha tempo de cumprir os 30 dias de discussão pública. Na reunião foi lido um fax proveniente da CCDRA, dando como suficiente o encontro havido imediatamente após reunião de terça-feira, não se conhecendo ainda sobre o assunto, qualquer informação da Direcção Geral do Território, por lei obrigatória, que ateste a concertação necessária para a resolução dos problemas levantados pelas 12 entidades, e assim também necessária para que o plano possa ser colocado em discussão blica. Segundo os vereadores do PS as prioridades estão todas alteradas. O PDM deixou de ser um documento técnico e político, e “passou a ser um mero problema administrativo a contra relógio, arrestando tudo e todos”.
Os vereadores do PS acusam também o Presidente António Pita de ter sonegado informação sobre o processo, como sejam as atas e notas técnicas das reuniões da Comisão de Acompanhamento, e de não ter providenciado reunião prévia com a equipa técnica responsável pelos trabalhos, solicitação feita repetidamente desde o primeiro ano do mandato atual.
Revisão reduzida a processo administrativo
O Presidente da Câmara e a maioria PSD reduziu a revisão do PDM a um mero processo administrativo, não tendo dado a conhecer nem as opções políticas, nem a equipa que o desenvolve. “Nada se sabe sobre o processo. Agora está cheio de pressa, “correndo atrás do prejuízo”, como infelizmente se vai tornando habitual assistir nas decisões do Executivo. Imagine-se que, durante a reunião para aprovação do momento de discussão Pública, o Presidente comunica que após essa aprovação o responsável técnico irá fazer uma síntese do documento! Mais de um ano passado, espera assim pelo momento de aprovação para discutir em sede de vereação as opções tomadas e desconhecidas, nomeadamente pelos vereadores do PS.
Agentes locais não foram ouvidos
Lembraram que foi opção do Executivo do PSD encomendar todos trabalhos a entidade exterior ao Concelho, sediada em Aveiro, seleccionada por ter apresentado a proposta mais barata.
Ora o que está em causa é a determinação das condicionantes ao desenvolvimento do Concelho e ao não se ter aproveitado para implicar os agentes económicos, sociais e políticos, na discussão das opções políticas limitou-se o documento, que ainda não conhecem, às decisões de poucos e por ventura à opinião simples do presidente da Câmara e aos trabalhos técnicos de uma equipa formalmente desconhecida pelos agentes económicos e sociais de Castelo de Vide, acto que no entender de Tiago Malato é desrespeitoso para com a população e para com a democracia.
Relembraram os Vereadores do PS que Castelo de Vide foi conhecido por querer fazer depender o desenvolvimento do seu planeamento, tendo sido mesmo elogiado pelo então Ministro do Planeamento e da Administração do Território que enaltecia a vontade de desenvolvimento planeado de Castelo de Vide e o referia como exemplo nacional, faz mais de 25 anos! Segundo os vereadores PS, neste aspecto Castelo de Vide entrou em completa regressão.
Opções políticas não foram referidas nem discutidas
Lembram os vereadores do PS que as entidades que pertencem à comissão de acompanhamento apenas se obrigam a assegurar que o PDM cumpra a lei, sendo responsabilidade da Autarquia todas as opções políticas, e estas não foram nem referidas nem apresentadas nem discutidas pelo que provavelmente apenas integram a opinião do Presidente da Câmara sob o território.
Igualmente lembram que a responsabilidade política de todo este processo, feito de atrasos, distância à população, escolha de empresa exterior, e ultimamente de pressa atamancada, nada dignifica a política local, que tudo deve fazer pelo melhor desenvolvimento, implicação e participação cívica, pois que é do futuro de todos e de cada um que se trata.
Numa época em que se evoca o 25 de Abril, na semana em que se enaltecem os valores de Salgueiro Maia e se se compromete a construção da Casa de Cidadania, é no mínimo infeliz a conclusão que falta hoje tanto, para se fazer cumprir os valores da democracia representativa, em Castelo de Vide.
O Plano Director Municipal constitui o documento legal orientador do desenvolvimento do concelho, no mínimo para os próximos 10 anos. Depois de aprovado obrigará toda a população e actividades económicas, promovendo ou não a sua maior atractividade e o desenvolvimento em geral do concelho. © NCV

24 de abril de 2015

Hoje há reunião extraordinária do Executivo
- revisão do PDM avança para discussão pública

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António Pita convocou uma reunião extraordinária do Executivo Municipal que se realizará hoje, sexta-feira dia 24 de Abril, ao início da tarde (14:30 horas) nos Paços do Concelho e Gabinete do Presidente.
Na ordem de trabalhos estará a análise e deliberação sobre a abertura de um período de discussão pública de uma proposta de revisão do PDM - Plano Director Municipal de Castelo de Vide. © NCV

22 de abril de 2015

Reunião extraordinária do Executivo na 6ª feira
- revisão do PDM avança para discussão pública

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António Pita convocou ontem uma reunião extraordinária do Executivo Municipal para a próxima sexta-feira dia 24 de Abril ao início da tarde (14:30 horas) nos Paços do Concelho e Gabinete do Presidente.
Na ordem de trabalhos estará a análise e deliberação sobre a abertura de um período de discussão pública de uma proposta de revisão do PDM - Plano Director Municipal de Castelo de Vide. © NCV

9 de maio de 2014

Projeto de Regulamento das Hortas Comunitárias
em discussão pública até final do mês


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Encontra-se em fase de apreciação pública até ao final do corrente mês (30 dias após a publicação no Diário da república a 29 de Abril) o Projeto de Regulamento das Hortas Comunitárias da Ribeira de São João, aprovado na reunião extraordinária desta Câmara Municipal de 10 de Abril passado.
Os interessados, devidamente identificados, devem dirigir, por escrito, ao Presidente da Câmara Municipal, eventuais sugestões e /ou reclamações, dentro do período atrás referido, para a Câmara Municipal de Castelo de Vide, na Rua Bartolomeu Alvares da Santa, 7320 -117 Castelo de Vide.
O documento está disponível para consulta e descarga AQUI e também pode ser consultado na Secção de Expediente e Assuntos Gerais, Taxa e Licenças da Câmara Municipal de Castelo de Vide, durante o horário normal de funcionamento e no site da Câmara Municipal de Castelo de Vide, www.cm -castelo -vide.pt. © NCV
Vd. mais notícias o projecto das Hortas Comunitárias AQUI .
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21 de outubro de 2011

Regulamento da Concessão de Pesca Desportiva
da Albufeira de Póvoa e Meadas
de novo em discussão pública por 30 dias

Está novamente em discussão pública um projecto de “Regulamento da Concessão de Pesca Desportiva da Albufeira de Póvoa e Meadas”, na Ribeira de Nisa. A discussão pública estende-se por um período de 30 dias contados a partir da publicação em Diárilo da Rrepública que ocorreu no passado dia 19 de Outubro (Diário da República, 2.ª série — N.º 201 — 19 de Outubro de 2011).
Todos os interessados, devidamente identificados, a dirigir, por escrito, ao Presidente da Câmara Municipal, eventuais sugestões e ou reclamações, dentro do período atrás referido, para a Câmara Municipal de Castelo de Vide, Rua Bartolomeu Alvares da Santa,
7320 -117 Castelo de Vide.
O referido projecto poderá ser consultado na Secção de Expediente e Assuntos Gerais, taxas e Licenças da Câmara Municipal de Castelo de Vide, todos os dias úteis e durante o horário normal de expediente, e no site da Câmara Municipal de Castelo de Vide — ver AQUI. © NCV

24 de março de 2010

Regulamento de Utilização de Transporte Colectivo Municipal em discussão pública

Encontra-se em discussão pública por um prazo de 30 dias o Projecto de Regulamento de Cedência e Utilização das Viaturas de Transporte Colectivo Municipal do Concelho de Castelo de Vide que o Executivo Municipal aprovou na sua reunião de 3 de Março passado.
O projecto em duiscussão pode ser consultado todos os dias úteis durante o horário normal de expediente na Secção de Administração Geral da Câmara Municipal ou AQUI. © NCV