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7 de junho de 2026

Professor e escritor Joshua Noha Azriel visitou a “herança judaica” de Castelo de Vide

Foto © CV Explorer/NCV
O professor e escritor Joshua Azriel, que se deslocou a Portugal a convite da Universidade Católica para lançar o seu livro mais recente intitulado “Jewish renewal in Portugal”, esteve em Castelo de Vide para visitar os traços locais da herança judaica.
Acompanhado por Francisco Martins Barata, da Castelo de Vide Explorer, e para além de uma apresentação de Castelo de Vide, visitou a Sinagoga, a Casa da Inquisição e o Museu Garcia de Orta.
Joshua Noah Azriel participou em Lisboa no passado dia 1 de Junho numa conversa sobre o seu mais recente livro, Jewish Renewal in Portugal: Identity, Memory and Return (Renovação Judaica em Portugal: Identidade, Memória e Retorno) organizada pela UCP Editora.
Renascimento das comunidades judaicas em Portugal
“Jewish renewal in Portugal”
A obra “Jewish renewal in Portugal” analisa o renascimento das comunidades judaicas em Portugal nas últimas décadas, sublinhando a reconstrução contemporânea da identidade judaica no país.
”Duzentos anos após o fim da Inquisição, as comunidades judaicas de Portugal estão a entrar numa renascença nunca vista há séculos. Antes da Inquisição, os judeus faziam parte do tecido cultural do país. Portugal não tem uma história moderna de antissemitismo. Hoje em dia, há judeus a mudarem-se para Portugal vindos de França, do Brasil, dos Estados Unidos, de Israel e de outros países. Estão a juntar-se a uma população de judeus nascidos em Portugal cujas famílias viveram numa sociedade tolerante durante mais de um século. Este livro traça o perfil das novas e emergentes comunidades judaicas por todo o país“. © NCV

26 de fevereiro de 2026

2º Encontro da Comunidade Portuguesa da Via Ferrata marcado para Castelo de Vide no sábado 2 de Maio

Clicar na imagem para ampliar o cartaz.
Acaba de ser tornada pública a realização em Castelo de Vide no próximo dia 2 de Maio do 2º Encontro da Comunidade Portuguesa da Via Ferrata, iniciativa que conta com o apoio da Câmara Municipal de Castelo de Vide
Depois de ter sido o local de formação do I, II e III curso de condução de clientes em Via Ferrata das escolas de Turismo de Portugal, Castelo de Vide foi agora escolhido como local para eeste encontro dos praticantes desta modalidade.
Recorda-se que participou nesta formação o empresário Francisco Martins Barata, da empresa local Castelo de Vide Explorer, que tem sido uma grande divulgadora e utilizadora da utilização concreta deste equipamento municipal.
Criada há 2 anos e atualmente com cerca de 600 membros, esta Comunidade Portuguesa da Via Ferrata, de natureza digital, tem com o objetivo promover a troca e partilha de experiências e conhecimentos dentro do tema de Vias Ferratas, assim como promover a sua prática, quer a nível nacional, quer a nível internacional.
Os seus organizadores e mentores sublinham o facto de esta comunidade “não ter qualquer carater comercial ou objetivo de rentabilidade económica”. 
Via ferrata desde 2015
Recorda-se que, com cerca de 200 metros de extensão, a Via Ferrata de Castelo de Vide foi construída em 2015 no topo da serra de S. Paulo e resultou de uma parceria da Câmara Municipal de Castelo de Vide com o projeto Alentejo Feel Nature, da Comunidade Intermunicipal do Alto Alentejo (CIMAA). © NCV

7 de fevereiro de 2026

Vida económica local:
Francisco Martins Barata considerado “apto” pelo SNATTI como Guia Intérprete Regional do Alentejo

Foto © EHTP/NCV
Francisco Martins Barata.
O empresário Francisco Martins Barata da "Castelo de Vide Explorer" foi considerado “apto para as funções de Guia Intérprete Regional do Alentejo” na provas de acesso ao Selo de Qualidade do SNATTI (Sindicato Nacional de Atividade Turística – Tradutores Intérpretes), que decorreram na Escola de Hotelaria e Turismo de Portalegre. Estas provas contaram com as boas-vindas do novo diretor da Escola, Nuno Miranda.
As provas foram realizadas pelos alunos que concluíram o curso de Guia Intérprete Regional (Região Alentejo), durante as quais os formandos deram mais um passo para garantir o acesso ao Selo de Qualidade de Guia Intérprete Regional, depois de um percurso formativo de 600 horas na Escola de Hotelaria e Turismo de Portalegre e da respetiva conclusão e certificação pelo Turismo de Portugal. © NCV

6 de maio de 2023

Vida económica local:
Castelo de Vide Explorer de Francisco Martins Barata “encartada” para conduzir clientes em “vias ferrata”

Clicar na imagem para ampliar.
A agência de turismo de passeio turístico “Castelo de Vide Explorer”, do empresário Francisco Martins Barata, acaba de anunciar que está formalmente autorizada pelo Turismo de Portugal (RNAAT 34/2023) a fazer a condução de clientes em “vias ferrata”, uma das quais existe precisamente em Castelo de Vide.
A Castelo de Vide Explorer organiza passeios a pé e de carro em Castelo de Vide e Alto Alentejo (ver toda a informação AQUI). © NCV

7 de fevereiro de 2023

Vida económica local:
Francisco Martins Barata deu início à operação da empresa de passeios “Castelo de Vide Explorer”

O empresário Francisco Martins Barata já colocou em operação a Castelo de Vide Explorer (ver AQUIAQUI ou AQUI), com sede na Rua de Santa Maria de Baixo, 38, que oferece aos turistas visitantes locais um primeiro menu de passeios a pé e de carro para conhecer “o Alentejo que está para além das fotografias”.
“Apaixonado pelas terras do Alto Alentejo, quero dar a conhecer todos os hábitos, tradições e as magníficas paisagens desta terra que foi o berço da minha família”, refere o empresário que trocou Lisboa pelo Alto Alentejo e cuja família tem origem em Póvoa e Meadas.
Passeios de carro à volta da Barragem ou do Parque NAtural
A primeira oferta de passeios de carro, através de um “SUV com teto panorâmico que nos levará a todos os recantos”, inclui um “à volta da barragem” com a duração de 6 horas e piquenique incluído, e outro “à volta do Parque Natural de São Mamede com a duração de 4 horas.
O primeiro tem o custo de 30 euros por pessoa (mínimo 2) ou de 25 euros por pessoa (máximo 4) incluindo o piquenique. O segundo custa 35 euros por pessoa (mínimo 2) ou 30 euros por pessoa (máximo 4).
Pelas rotas do contrabando e do Megalítico de Marvão
A oferta de passeios de carro e a pé inclui a Rota do Contrabando do Café e a Rota do Megalítico de Marvão, ambas com a duração de 4 horas e com preços de 35 euros por pessoa (mínimo 2) ou 30 euros por pessoa (máximo 4).
A pé do jardim ao Castelo ou de Castelo de Vide a Marvão
Os passeios a pé oferecidos inicialmente são “Do jardim ao castelo” em Castelo de Vide com a duração de 2:30 horas para um mínimo de 2 pessoas e um máximo de 10 pessoas. O custo é de 20 euros/pessoa de 2 a 5 participantes e de 15 euros/pessoa de 6 a 10 participantes.
Junta-se-lhe o passeio “De Castelo de Vide a Marvão” com a duração 6 horas (distância 10 kms), com desnível 350 metros, com o custo de 30 euros por pessoas (mínimo 2) 08 de 25 euros por pessoa (3 a 4 participantes).
Para qualquer dúvida, esclarecimento ou pedido de orçamento, a Castelo de Vide Explorer ou Francisco Martins Barata são contactáveis através do e-mail <castelo.vide.explorer@gmail.com> ou do telefone (351) 91 490 71 76. © NCV

14 de agosto de 2022

Francisco Martins Barata: visita a Guiomar Mendes na "Casa da Inquisição" em Castelo de Vide

                    Fotos © F.M. Barata/NCV

Guiomar Mendes foi condenada - num auto de fé - à morte na fogueira. É com base nesse processo que vamos visitar a "Casa da Inquisição" em Castelo de Vide.
Hoje a visita guiada foi feita por Susana Machado e Sandra Clélia.
A inquisição entrou em Portugal por pedido do Rei de Portugal ao Vaticano (o Rei queria a bênção para o seu casamento com uma princesa Espanhola - onde já existia A Santa Inquisição e a expulsão de Judeus e Mouros).
Guiomar Mendes foi denunciada por familiares.
Era normal que pessoas próximas fossem os denunciantes (família,criados, vizinhos, etc).
A inquisição não perseguia só Judeus e Mouros. Perseguia todos o que atentassem contra a moral e bons costumes (tal como falsos padres, homossexuais, amantes, praticantes de contra-natura e outros).
À entrada para a Inquisição, o preso aguardava cerca de três meses até a primeira audiência. Os homens, numa sala como a representada na Casa da Inquisição (onde estariam três a seis pessoas), recebiam dois baldes, 2 vezes por semana: um com água para beber e o outro para as fezes. Era neste espaço que também eram cozinhadas as refeições com lenha, o que na soma destas (fumo, má qualidade de ar e água, espaço fechado durante muito tempo) levava alguns à loucura, outros ao suicídio.
As mulheres eram colocadas em celas mais limpas e arejadas, com uma freira ou uma senhora de confiança do tribunal.
Na primeira audiência, aos arguidos, era perguntado o nome, morada, ocupação e ainda se sabiam do que eram acusados e se confessavam.
Se confessassem, a pena a seria mais leve; se negassem, eram levados para a tortura. Durante o processo estava sempre presente um médico para parar o acto, evitando que o acusado morresse.
As penas eram diferentes consoante a acusação. A mais grave era a condenação à fogueira.
E porquê a fogueira (quando a pena de morte era por enforcamento)? O fogo representava a purificação.
Tudo o que era decidido no tribunal ficava na Sala dos Decretos, onde nenhum dos arguidos podia contar o que ali era fora dito e/ou escrito.
Os autos de fé com condenação à fogueira, ocorriam sempre à sexta feira, sendo o condenado colocado numa cela, isolado. Um pintor fazia o seu retrato para que o mesmo fosse exposto (durante duas ou mais gerações) na igreja que este frequentara, criando assim constrangimentos para a família.
Francisco Martins Barata (texto e fotos)