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1 de março de 2021

Já foi alvo de uma primeira intervenção de escoramento a parte da muralha que ruiu junto do Forte de S. Roque

Fotos © NCV
Fotos © NCV
Já foi objeto de uma primeira intervenção o pano de muralha que ruiu em Outubro passado junto ao Forte de S. Roque, mais concretamente no arruamento que liga o Largo do Calvário ao Largo de S. Roque, conforme o NCV tem noticiado (ver notícias AQUI e AQUI). 
A intervenção por parte dos serviços municipais teve lugar na passada sexta-feira e ficou a dever-se à existência de mais "pedras soltas" que perderam sustentação e faziam temer estar iminente nova derrocada.
Esta primeira intervenção (ver fotos atuais que publicamos junto) traduziu-se por um escoramento básico através de barrote de madeira que visará evitar novos eventos de ruína daquele pano de muralha sul do Forte de S. Roque.
Recorda-se que anteriormente a Câmara Municipal de Castelo de Vide começou por assinalar o perigo, como lhe compete, e cautelarmente cortou mesmo por alguns dias a circulação naquela artéria, apesar do pouco movimento que regista.
Também as pedras que caíram e estavam amontoadas fora da via pública e próximo do local foram acauteladas para posterior reutilização no arranjo do pano de muralha.
De referir ainda que a parte recuperada que se vê nas fotos tem cerca de uns 20 anos e foi efetuada na altura pela Câmara Municipal de Castelo de Vide.
Existem outros casos de perigo de ruína em determinados pontos do amplo conjunto de muralhas abaluartadas de Castelo de Vide, não sendo de momento muito claro a quem compete e responsabilidade direta pela sua manutenção: se ao Governo Central, como seria se se tratar de um monumento nacional, ou ao Município se assim não for ou enquanto assim não for. © NCV

13 de fevereiro de 2021

Continua sem intervenção o pano de muralha que ruiu parcialmente em Outubro junto do Forte de S. Roque

Fotos © NCV
Fotos © NCV
Continua sem ser objeto de qualquer intervenção o pano de muralha que ruiu em Outubro passado junto ao Forte de S. Roque, mais concretamente no arruamento que liga o Largo do Calvárioao Largo de S. Roque, conforme o NCV noticiou na altura, em que se registaram fortes chuvadas em Castelo de Vide, à semelhança do que aconteceu nos últimos dias.
Na altura, face ao perigo de poderem ruir maiores pedaços do mesmo pano de muralha, a Câmara Municipal de Castelo de Vide imediatamente assinalou as circunstâncias e cautelarmente cortou a circulação naquela artéria, apesar do pouco movimento que regista.
O perigo mantém-se: apenas as pedras que caíram acabaram por ser amontoadas no local, mas já fora da via pública, que foi reaberta ao trânsito sem limitações de segurança, situação que assim permanece nos dias de hoje (ver fotos atuais que publicamos junto).
A parte recuperada que se vê nestas fotos tem cerca de uns 20 anos e foi efetuada na altura pela Câmara Municipal de Castelo de Vie.
Existem outros casos de perigo de ruína em determinados pontos do amplo conjunto de muralhas abaluartadas de Castelo de Vide, não sendo de momento muito claro a quem compete e responsabilidade direta pela sua manutenção: se ao Governo Central, como seria se se tratar de um monumento nacional, ou ao Município se assim não for ou enquanto assim não for.
Muralhas em processo de “reclassificação”
Recorda-se que está pendente desde 2015 um pedido formal de “reclassificação” ou de “ampliação da classificação” referente ao conjunto das muralhas abaluartadas erigidas em Castelo de Vide entre os séculos XIII a XVII.
Este procedimento foi despoletado e pretende aclarar a situação criada pelo atual Presidente da Câmara Municipal, António Pita, que sustentou e conseguiu fazer valer a sua tese de não estarem estas muralhas classificadas como Monumento Nacional, contrariando o disposto desenhado no decreto de 1910 (datado de 16.06.1910, publicado no DG, I Série, nº 136, de 23 de Junho de 1910), que se resumirá apenas ao castelo medieval, entendimento que nunca tinha sido assumido anteriormente, durante mais de um século.
Este pedido foi liderado vereador Tiago Malato e visa reverter a questão da aparente “desclassificação” do sistema de “muralhas modernas” de Castelo de Vide uma decisão considerada “inaceitável” por diversos sectores entretanto comunicada pela Direção regional de Cultura do Alentejo ao Município. © NCV

29 de outubro de 2020

Ruiu parte de um pano de muralha do lado sul do Forte de S. Roque (entre o Calvário e o Largo de S. Roque)

Fotos © NCV
Na sequência das mais recentes chuvadas, nomeadamente com a passagem da depressão “Bárbara”, ruiu mais um espaço de muralha junto ao Forte de S. Roque, mais concretamente no arruamento que liga o Largo do Calvário e o Largo de S. Roque, como as imagens demonstram.
Face ao perigo de poderem ruir maiores pedaços do mesmo pano de muralha, a Câmara Municipal de Castelo de Vide imediatamente assinalou as circunstâncias e cautelarmente cortou a circulação naquela artéria, ue aliás regista pouco movimento.
Não é a primeira vez que naquele sector da muralha se registam fenómenos de ruína como este. Há cerca de uns 20 anos terá ocorrido um outro episódio destes naquela zona, cuja reconstruçao aliás ainda é claramente visível, como as fotos evidenciam.
Muralhas em processo de “reclassificação”
Recorda-se que está pendente desde 2015 um pedido formal de “reclassificação” ou de “ampliação da classificação” referente ao conjunto das muralhas abaluratadas erigidas em Castelo de Vide entre os séculos XIII a XVII.
Este procedimento foi despoletado e pretende aclarar a situação criada pelo atual Presidente da Câmara Municipal, António Pita, que sustentou e conseguiu fazer valer a sua tese de não estarem estas muralhas classificadas como Monumento Nacional, contrariando o disposto desenhado no decreto de 1910 (datado de 16.06.1910, publicado no DG, I Série, nº 136, de 23 de Junho de 1910), que se resumirá apenas ao castelo medieval, entendimento que nunca tinha sido assumido anteriormente, durante mais de um século.
Este pedido foi liderado vereador Tiago Malato e visa reverter a questão da aparente “desclassificação” do sistema de “muralhas modernas” de Castelo de Vide uma decisão considerada “inaceitável” por diversos sectores entretanto comunicada pela Direção regional de Cultura do Alentejo ao Município. © NCV