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17 de novembro de 2024

Cecília Oliveira e Tiago Malato eleitos para o novo Secretariado da Federação Distrital de Portalegre do PS

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Cecília Oliveira e Tiago Malato foram eleitos para o novo Secretariado da Federação Distrital de Portalegre do PS na reunião da Comissão Política da Federação Distrital de Portalegre do Partido Socialista em Monforte no passado dia 8 de Novembro.
Esta nova equipa “representa um compromisso renovado com o desenvolvimento e progresso do nosso distrito, reforçando a proximidade, dedicação e trabalho pela nossa comunidade, com as Autárquicas de 2025 no horizonte”. © NCV

19 de janeiro de 2024

Clube Ubuntu iniciou na quarta-feira as atividades no Agrupamento de Escolas de Castelo de Vide

Foto ©AECV/NCV
Arrancou na passada quarta-feira o Clube Ubuntu no Agrupamento de Escolas de Castelo de Vide. Numa primeira sessão orientada pelo coordenador do Clube, professor Tiago Malato, foi apresentado o conceito Ubuntu e os 5 pilares de um Líder Ubuntu. Foi ainda desenvolvida a atividade "Bingo Humano".
O Clube UBUNTU vai desenvolver atividades todas as quartas-feiras no âmbito do Espaço Comunidade. © NCV

22 de novembro de 2023

Resultados do projeto JUSTENERGY e sua relevância no contexto de Castelo de Vide debatidos este sábado (11 - 13 horas) no Centro Municipal de Cultura

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A equipa do projeto exploratório JUSTENERGY, liderada pela investigadora Susana Batel (CIS-Iscte), estará em Castelo de Vide no próxima sábado de manhã para um debate de "Discussão de resultados do projeto exploratório FCT JUSTENERGY e sobre a sua relevância no contexto de Castelo de Vide", que terá lugar entre as 11 e as 13 horas, em formato presencial no Centro Municipal da Cultura de Castelo de Vide, com participação gratuita. 
Ana Paula Travassos, António Simão e Tiago Malato
Após a divulgação dos resultados pela investigadora Susana Batel, terá lugar uma mesa-redonda com a participação de Ana Paula Travassos, diretora do Agrupamento de Escolas de Castelo de Vide, António Simão, presidente da Junta de Freguesia de Póvoa e Meadas e Tiago Fragoso Malato, antigo vereador do PS e professor no Agrupamento de Escolas de Castelo de Vide.
Transição energética e populismos de extrema-direita
O projeto de investigação “JUSTENERGY - Interseções do populismo de extrema-direita com as transições energéticas rurais (in)justas em Portugal” é um projeto financiado pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia, I.P. (FCT – EXPL/COM-CSS/1510/2021) que pretende explorar potenciais relações entre a forma como a transição energética para as energias renováveis está a ser realizada em Portugal na sua vertente sócio-territorial, e a adesão a discursos e retóricas populistas de extrema-direita, que cresceram nos últimos anos em Portugal.
Para além do Centro de Investigação e Intervenção Social (CIS-Iscte), é parceiro no projeto o Centro em Rede de Investigação em Antropologia da Universidade Nova de Lisboa (CRIA – NOVA FCSH). © NCV

21 de dezembro de 2022

Cecília Oliveira e Tiago Malato eleitos para o Secretariado da Federação Distrital do Partido Socialista

Foto © PS/NCV
Cecília Oliveira e Tiago Malato foram eleitos para o Secretariado da Federação Distrital do Partido Socialista durante a reunião da Comissão Política da Federação de Portalegre do Partido Socialista que decorreu em Campo Maior.
A reunião ficou marcada pela eleição do deputado Ricardo Pinheiro como Presidente da Comissão Política da Federação Distrital do PS.
Também participaram na reunião (ver foto) o vereador João Diogo Carlos, Ana Rita Canário vereadora substituta nalgumas reuniões da Câmara Municipal, e António Simão, presidente da Junta de Freguesia de Póvoa e Meadas.
O Presidente da Concelhia de Castelo de Vide, Filipe Luz, interveio nesta reunião para deixar uma mensagem de solidariedade para com toda a população do Alto Alentejo que sofreu com as intempéries durante a última semana e para analisar alguns tópicos da atual situação política e lançar desafios para o futuro. © NCV
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8 de janeiro de 2022

Processo disciplinar a Nuno Santana:
PS pede esclarecimento sobre informações em falta no processo de inquérito

Arquiteto Nuno Santana.
O Executivo Municipal tomou conhecimento na reunião de 5 de Janeiro da abertura do Procedimento Disciplinar ao Arquiteto Nuno Santana, na sequência do Inquérito nº 01/2021 (ver notícia do NCV AQUI).
O relatório final do processo de inquérito data de 25 de Novembro, foi apresentado pela instrutora nomeada Ana Júlia Duarte Rocha, secretariada pela Sociedade de Advogados Correia Fernandes RL (Lisboa), e mereceu concordância com a proposta de abertura de procedimento disciplinar em despacho do Presidente da Câmara Municipal datado de 16 de Dezembro, no qual António Pita refere que aquele relatório “foi por mim devidamente analisado tendo merecido a minha concordância”.
Recorde-se que o anterior vereador do PS, Tiago Malato foi quem denunciou uma série de factos em sede de reunião do Executivo de 16 Dezembro de 2020, o que deu início a todo este procedimento.
Seguiram-se, mais tarde, uma série de relatos adicionais que o então vereador Tiago Malato continuou a apresentar, durante o ano de 2021, e a solicitar que os mesmos fossem tidos em conta neste processo de inquérito.
Informação em falta no processo de inquérito
Na reunião desta semana o Vereador João Diogo Carlos fez por isso um pedido de esclarecimento - que o PS divulgou na íntegra - sobre alguma dessa informação relatada nas várias atas de 2021 que se encontra em falta no processo apresentado. Foi o seguinte o teor desse pedido de esclarecimento, agora divulgado pelo PS.
“Sr. Presidente, não tendo a Vereadora Cecília, nem eu, (embora tenha estado presente em algumas reuniões em que o assunto foi levantado), acompanhado todo este processo, fizemos o levantamento das atas em que o assunto foi tratado, e verificamos que está alguma informação relatada na altura em falta.
Derrocada do prédio na Rua da Fonte
Na Reunião de Executivo Municipal de 17 de Fevereiro de 2021, ata nº 4, “No Ponto Antes da Ordem do dia “Arquiteto municipal Nuno Santana Usa de Posição em Proveito próprio protelando Decisão Municipal”, o anterior Vereador Tiago Malato relata a derrocada do prédio na Rua da Fonte, de há muito prevista pelo Arquiteto Municipal e promotor de decisão municipal não cumprida, com 15 anos de aprovação em urgência, de uma casa que entretanto, e após aquele parecer comprou na Judiaria e que, pela data da derrocada, a tentava vender por 35 mil euros.
Solicitou o então Vereador Tiago Malato, participante, a averiguação de eventual abuso de posição profissional, para contrariar decisão municipal e a lei, em procedimento proposto pelo próprio arquiteto antes da compra do edifício.
E solicitou e passo a citar “a inclusão da situação exposta, no procedimento de averiguação disciplinar ao Técnico da Autarquia de Castelo de Vide, Arquiteto Nuno Santana".
Por não ver a situação no Relatório Final do processo de Inquérito, solicitamos que esta possa ser integrada explicitamente no procedimento e que a Drª Ana Júlia nos esclareça se tiveram formalmente em conta os factos relatados naquela reunião”.
Deliberação da Ordem dos Arquitetos sobre “infração disciplinar”
“Solicitamos também que seja esclarecido se também foi tida em conta a informação da ata nº 12, da Reunião de Executivo de 16 de Junho de 2021 - Pedido de informação sobre o procedimento disciplinar instaurado ao arquiteto municipal Nuno Santana e injunção de Nova Informação, e onde consta a deliberação do Conselho Regional de Disciplina do Alentejo, da Ordem dos Arquitetos, onde se censura a ultrapassagem da hierarquia e a quebra do dever de funcionário que dita a lealdade ao Órgão Autárquico Câmara Municipal, e se afirma “que o queixoso (Arq. Nuno Santana) não tem qualquer legitimidade para semelhante participação” e que “vêm imputadas ao ora participante (Nuno Santana) diversos factos suscetíveis de integrarem infração disciplinar”.
Tiago Malato não se negou a “prestar declarações”
“Por fim referir como incorreta a afirmação que “não foi ouvido o denunciante por o mesmo se ter negado a prestar declarações”.
Como podemos verificar na ata de Reunião de Câmara de 15 de Setembro, ata nº 18, sobre o ponto “Declaração sobre convocatória para ser ouvido enquanto “testemunha “no Processo de inquérito em Relação à conduta do Arquiteto Municipal Nuno Miguel Carrilho Santana” onde o então Vereador Tiago Malato declara, após explanar todo o procedimento, que “nada mais tenho a acrescentar, por ora, ao afirmado e registado, pois tudo o que tenho a comunicar ou esclarecer se encontra vertido nas ditas atas deste órgão, que respondem como documento formal”, e comunica assim formalmente a esta Câmara, que não vê qualquer razão para ser ouvido sobre os diversos atos reportados e que as declarações oficiais que prestou falam por ele.
Ao que o senhor Presidente respondeu que iria dar conhecimento ao responsável do processo conforme solicitado pelo Vereador Tiago Malato”.
Garantir toda a informação no processo
Da nossa parte, e como já referi no início, não tendo acompanhado em permanência todo este processo, nem tendo conhecimento de todos os dados que foram relatados em Dezembro de 2020 e ao longo do ano de 2021, queremos garantir apenas que toda a informação relatada foi tida em consideração neste processo”.
Este pedido de esclarecimento do vereador João Diogo Carlos foi posteriormente remetido por escrito para que possa ser esclarecido. © NCV
N.R. - A comunicação do PS é acompanhada pelos seguintes links para assuntos relacionados:
Arquiteto Municipal usa de posição em proveito próprio protelando decisão municipal
Vereador Tiago Malato denuncia licenciamento NUCHBEAR/Pingo Doce ao Ministério Público

22 de junho de 2021

Militantes do PS em Castelo de Vide votaram em António Costa (84%) e elegeram João Diogo Carlos como delegado ao Congresso

Decorreram no passado fim-de-semana as eleições para Secretário-Geral do Partido Socialista, e para a Presidente e Comissão Política Nacional das Mulheres Socialistas - Igualdade e Direitos (MS-ID) e Delegado(s) ao 23º Congresso Nacional do Partido Socialista, que se realiza nos próximos das 10 e 11 de Julho.
Os militantes do Partido Socialista de Castelo de Vide participaram de forma expressiva (78% de participação), com 84% dos votos para Secretário-Geral do PS a recaírem em António Costa e 16% em Daniel Adrião.
João Diogo Carlos no Congresso com Filipe Luz, Cecília Oliveira e Tiago Malato
Por outro lado, João Diogo Carlos foi eleito delegado ao 23° Congresso Nacional do PS - com Rita CAnário como suplente - numa lista que obteve 92% dos votos. Da estrutura castelovidense do PS participam ainda no Congresso Filipe Luz, Cecília Oliveira e Tiago Malato.
No que diz respeito à Presidente e Comissão Política Nacional das MS-ID, 90% das militantes inscritas exerceram o seu direito de voto e Elza Pais e a estrutura apresentada a sufrágio colheram a totalidade dos votos.
A nível nacional António Costa foi reeleito Secretário-Geral do Partido Socialista e Elza Pais Presidência das MS-ID. © NCV

15 de maio de 2021

Tiago Malato: pode não estar a ser cumprida a vontade da benemérita povoense que deixou legado ao Museu de Póvoa e Meadas em 2013

Foto © NCV (arquivo)
Foto © NCV (clicar para ampliar)
Volvidos sete meses sem obter resposta às suas perguntas, na última reunião do Executivo Municipal (dia 5 de Maio), o vereador Tiago Malato insistiu com o Presidente da Câmara Municipal de Castelo de Vide sobre a habilitação e utilização da herança da Benemérita Maria d´Assunção Semedo Albuquerque, natural de Póvoa e Meadas, por parte da Câmara Municipal de Castelo de Vide (ver notícia AQUI), voltando a exigir respostas que, segundo ele, também são devidas à população de Póvoa e Meadas.
Eventual abuso sobre o testamento ?
Tiago Malato solicitou ainda que junto às respostas o Presidente da Câmara Municipal inclua “as devidas medidas de correção a eventual abuso sobre o testamento da benemérita” Maria d'Assunção Semedo Albuquerque, natural de Póvoa e Meadas.
Claramente em relação ao respeito pelas condições do legado e pelas vontade expressa pela benemérita doadora, Tiago Malato pretende saber objetivamente “o valor que a câmara recebeu da herança e de que forma foi contabilizado”, “em que contexto de habilitação, no necessário respeito integral da última vontade da benemérita”, “como está a ser usada aquela verba, e através de que rubricas” e “como está a ser contabilizado financeiramente o uso do edifício, prédio urbano nº 24 da Rua do Castelo, legado ou ao Museu de Póvoa e Meadas ou ao Lar”.
Foto © NCV 
O autarca referiu agora que foi visitar o local da casa e verificou o facto de “uma das janelas estar de há muito arrombada, a necessitar de ser substituída” e que ali existe uma placa dando conta de que “Esta casa foi legada à Câmara Municipal para prosseguir interesses da freguesia de Póvoa e Meadas, pela Testamentária Maria d´Assunção Semedo Albuquerque 1928-2013” (ver foto junto).
“A casa não foi legada à Câmara Municipal” mas à população de Póvoa e Meadas
Ora Tiago Malato sublinha que, relendo o testamento, a casa não foi legada à Câmara Municipal. O prédio, destinado a habitação e todo o seu recheio, foi doado à entidade “Museu de Póvoa e Meadas da Câmara Municipal de Castelo de Vide”. E, “se o referido museu não quiser ou não puder aceitar o legado, em sua substituição reverterá o mesmo legado para o Lar da Terceira Idade de Nossa Senhora da Graça de Póvoa e Meadas”. Mais consta no testamento que a benfeitora povoense “lega 40 % do remanescente em contas e passo a citar “para o Referido Museu de Póvoa e Meadas em Castelo de Vide”.
“Não havendo qualquer dúvida que a última vontade da benemérita, era contribuir legando à População de Póvoa e Meadas, quer por via do Museu, quer por via do Lar da Póvoa e Meadas”, conclui o vereador socialista.
Há afinal Museu de Póvoa e Meadas?
Nesta sequência, e tendo em conta a a Lei Quadro dos Museus (2004) o vereador questiona ainda sobre se “há afinal Museu de Póvoa e Meadas?” e também sobre “como é que o Museu da Póvoa pôde receber a habitação em causa”, se não está hoje nem estava à data formalmente constituído, desconhecendo-se também o plano de atividades, o diretor do Museu, a segurança dos bens e coleções, o inventário,os programas e projetos de apoio à musealização, a exposição e depósito temporário de bens e espólios, as eventuais aquisições e permutas, o acesso público e o apoio da ação educativa, etc. Para atestar que não há museu. O Presidente da Câmara Municipal foi inquirido sobre “se entende que os Museus de Castelo de Vide são museus sem o serem” à face da Lei.
A utilização da habitação
“Aparentemente não há museu em 2021. Muito menos em 2013. Ora, segundo a vontade testamentada não poderia o Museu que não existe, ter recebido o referido Prédio”, sublinha o autarca, “e muito menos a Câmara andar a usar da casa que foi legada ao museu que não existe, segundo as suas palavras (do atual Presidente) de sete de outubro de 2020 que cito “para apoio às suas atividades normais, turismo e a trabalhadores a trabalhar no concelho”.
No entendimento do autarca do Partido Socialista, existe claramente “a possibilidade de a testamentária pretender levar a Câmara Municipal à constituição prévia do Museu, de forma a poder este receber então os bens legados nas condições da sua última vontade. Até porque, em nenhum momento do referido testamento se dá o Museu como não existente e se diz, explícita ou implicitamente, que a verba doada servirá para a construção de um museu. E muito menos que as verbas em causa e o edifício em causa, fossem legados à Câmara Municipal”. © NCV

Vereador Tiago Malato: pode não estar a ser cumprida a vontade da benemérita povoense que deixou legado ao Museu de Póvoa e Meadas em 2013

Foto © NCV (arquivo)
Foto © NCV
Volvidos sete meses sem obter resposta às suas perguntas, na última reunião do Executivo Municipal (dia 5 de Maio), o vereador Tiago Malato insistiu com o Presidente da Câmara Municipal de Castelo de Vide sobre a habilitação e utilização da herança da benemérita Maria d´Assunção Semedo Albuquerque, natural de Póvoa e Meadas, por parte da Câmara Municipal de Castelo de Vide (ver notícia AQUI), voltando a exigir respostas que, segundo ele, também são devidas à população de Póvoa e Meadas.
Eventual abuso sobre o testamento ?
Tiago Malato solicitou ainda que junto às respostas o Presidente da Câmara Municipal inclua “as devidas medidas de correção a eventual abuso sobre o testamento da benemérita” Maria d'Assunção Semedo Albuquerque, natural de Póvoa e Meadas.
Claramente em relação ao respeito pelas condições do legado e pelas vontade expressa pela benemérita doadora, Tiago Malato pretende saber objetivamente “o valor que a câmara recebeu da herança e de que forma foi contabilizado”, “em que contexto de habilitação, no necessário respeito integral da última vontade da benemérita”, “como está a ser usada aquela verba, e através de que rubricas” e “como está a ser contabilizado financeiramente o uso do edifício, prédio urbano nº 24 da Rua do Castelo, legado ou ao Museu de Póvoa e Meadas ou ao Lar”.
Foto © NCV
O autarca referiu agora que foi visitar o local da casa e verificou o facto de “uma das janelas estar de há muito arrombada, a necessitar de ser substituída” e que ali existe uma placa dando conta de que “Esta casa foi legada à Câmara Municipal para prosseguir interesses da freguesia de Póvoa e Meadas, pela Testamentária Maria d´Assunção Semedo Albuquerque 1928-2013” (ver foto junto).
“A casa não foi legada à Câmara Municipal” mas à população de Póvoa e Meadas
Ora Tiago Malato sublinha que, relendo o testamento, a casa não foi legada à Câmara Municipal. O prédio, destinado a habitação e todo o seu recheio, foi doado à entidade “Museu de Póvoa e Meadas da Câmara Municipal de Castelo de Vide”. E, “se o referido museu não quiser ou não puder aceitar o legado, em sua substituição reverterá o mesmo legado para o Lar da Terceira Idade de Nossa Senhora da Graça de Póvoa e Meadas”. Mais consta no testamento que a benfeitora povoense “lega 40 % do remanescente em contas e passo a citar “para o Referido Museu de Póvoa e Meadas em Castelo de Vide”.
“Não havendo qualquer dúvida que a última vontade da benemérita, era contribuir legando à População de Póvoa e Meadas, quer por via do Museu, quer por via do Lar da Póvoa e Meadas”, conclui o vereador socialista.
Há afinal Museu de Póvoa e Meadas?
Nesta sequência, e tendo em conta a a Lei Quadro dos Museus (2004) o vereador questiona ainda sobre se “há afinal Museu de Póvoa e Meadas?” e também sobre “como é que o Museu da Póvoa pôde receber a habitação em causa”, se não está hoje nem estava à data formalmente constituído, desconhecendo-se também o plano de atividades, o diretor do Museu, a segurança dos bens e coleções, o inventário,os programas e projetos de apoio à musealização, a exposição e depósito temporário de bens e espólios, as eventuais aquisições e permutas, o acesso público e o apoio da ação educativa, etc. Para atestar que não há museu. O Presidente da Câmara Municipal foi inquirido sobre “se entende que os Museus de Castelo de Vide são museus sem o serem” à face da Lei.
A utilização da casa de habitação
“Aparentemente não há museu em 2021. Muito menos em 2013. Ora, segundo a vontade testamentada não poderia o Museu que não existe, ter recebido o referido Prédio”, sublinha o autarca, “e muito menos a Câmara andar a usar da casa que foi legada ao museu que não existe, segundo as suas palavras (do atual Presidente) de sete de outubro de 2020 que cito “para apoio às suas atividades normais, turismo e a trabalhadores a trabalhar no concelho”.
No entendimento do autarca do Partido Socialista, existe claramente “a possibilidade de a testamentária pretender levar a Câmara Municipal à constituição prévia do Museu, de forma a poder este receber então os bens legados nas condições da sua última vontade. Até porque, em nenhum momento do referido testamento se dá o Museu como não existente e se diz, explícita ou implicitamente, que a verba doada servirá para a construção de um museu. E muito menos que as verbas em causa e o edifício em causa, fossem legados à Câmara Municipal”. © NCV

23 de fevereiro de 2021

Câmara Municipal lançou ontem apelo ao voluntariado para “figuração hiper-realista” na Casa da Inquisição

Clicar na imagem para ampliar o cartaz.
A Câmara Municipal de Castelo de Vide lançou ontem à tarde um apelo ao voluntariado a todos os residentes no concelho que pretendam “participar voluntariamente na história” local “contribuindo para a narrativa histórica” no âmbito projeto da Casa da Inquisição.
O objetivo concreto é o de “personificar um personagem do tempo da Inquisição” e as inscrições estão abertas até à próxima sexta-feira, dia 26, para pessoas do sexo masculino maiores de 18 anos e residentes no concelho, junto de Rui Bengala, adjunto do Presidente da Câmara Municipal.
Como NCV em tempo noticiou, o próprio autarca já divulgou no final do passado mês de Janeiro que Carolino Tapadejo, Beatriz Filomeno e Rui Bengala já deram cara à “figuração hiper-realista” na Casa da Inquisição (vd notícia com fotos AQUI).
Os “manequins da Inquisição”
Mas na última reunião do Executivo Municipal - na passada quarta-feira dia 17 - o Presidente da Câmara Municipal foi questionado pelo vereador Tiago Malato sobre a igualdade de tratamento da população e a salvaguarda do direito de imagem neste processo do que chamou os “manequins da Inquisição”.
“Deixando para lá a discussão do gosto tétrico, talvez próprio à evocação, interrogo-me mais com a construção daquela “mise-en-céne”. Em particular sobre os conterrâneos contemplados com a imortalidade a três dimensões”, adiantou o vereador.
“Quem definiu a forma de fazer a seleção e quem convidou os participantes? Foi aberto a toda a população ou só a amigos e conhecidos? Há alguém da Póvoa? (eu vi lá o Sr. Carolino, o seu assessor Bengala, a Beatriz… quem mais estará representado?)”.
“Convidados ou voluntários?”
Considerando que “só pode ser voluntário quem tem conhecimento sobre essa possibilidade”, o vereador inquiriu: “convidados ou voluntários? Fala no plural… quem convidou? Uma terceira convocatória… a primeira e a segunda foi privada…O plural que usa é majestático! Como afirma, a decisão foi sua e apenas sua”.
Para Tiago Malato, “sendo este um investimento público, deveria ter havido o cuidado de definir critério que pudesse à partida assegurar que qualquer cidadão que manifestasse interesse em figurar, pudesse ser escolhido, talvez por sorteio”. “Sendo um investimento municipal, não devia estar refém de simpatias pessoais”.
Assegurado o direito de imagem?
Finalmente o vereador deixou a questão sobre se “foi assegurada por parte da Câmara, a cedência de direito de imagem dos imortalizados? Como? e se por quaisquer motivos, que por decoro não nomeio, quem está representado, ou sua família deixar de querer estar representado? Já agora… quanto custou cada manequim?”. © NCV

22 de fevereiro de 2021

Centro Paroquial de Assistência foi excluído dos apoios municipais às IPSSs do concelho em tempos de Covid-19

O Centro Paroquial de Assistência de Castelo de Vide, que mantém em funcionamento um infantário na Vila, não foi incluído na segunda vaga de apoios municipais às IPSSs do concelho no âmbito do combate ao Covid-19 ao contrário do que aconteceu em 2020 quando lhe foram atribuídos 5 mil euros.
O problema foi levantado na última reunião do Executivo Municipal pelo vereador Tiago Malato que questionou o Presidente da Câmara Municipal sobre as razões deste tratamento discriminatório e sobre se a situação vai ser revista ou não.
Porque saiu da lista de apoios?
“E não é evidente porque saiu (o Centro Paroquial) da lista de apoio. Este é o problema de não haver critérios evidentes. É o problema de estar tudo dependente das suas ideias, que passam por decisões”.
O autarca do PS sublinhou mais uma vez “a falta de critérios objetivos na definição de apoios e valores” que tem presidido aos apoios no âmbito das medidas excecionais de combate ao Covid-19.
O Presidente da Câmara Municipal respondeu vagamente que a instituição não necessitava de apoio e que teria outras fontes de possíveis apoios, sem no entanto justificar a alteração dos critérios utilizados nos apoios de 2020.
“Ganhávamos em entender “oposição” como “composição”
Tiago Malato defendeu-se ainda neste âmbito de uma acusação de populismo; dirigindo-se a António Pita referiu que “é minha opinião, de há muito que o maior populista em Castelo de Vide é o senhor”.
Finalmente adiantou-lhe que “pode ter a certeza que me dedico o melhor possível na defesa do que acho importante para a vida de todos nós. Ganhávamos em entender “oposição” como “composição”. Para que fossem sempre procuradas e possíveis as melhores e mais qualificadas decisões”.
Quatro salas em funcionamento
O Centro Paroquial de Assistência de Castelo de Vide é uma Instituição Particular de Solidariedade Social (IPSS) que possui as valências de Creche (dos 0 aos 3 anos) e de Pré -Escolar (dos 3 aos 6 anos).
A instituição dispõe de 3 salas de creche (berçário, sala de 1/ 2 anos e sala de 2/3 anos) e 1 sala de pré-escolar. Possui um recreio coberto, uma sala de audiovisuais e biblioteca. © NCV

11 de dezembro de 2020

Vereador Tiago Malato: “merecemos todos, sem exceção, mais do que este estado local a que chegámos”

Tiago Malato (PS).
O vereador Tiago Malato (PS) insurgiu-se ontem ao início da noite por ter recebido da parte do Presidente da Câmara Municipal, António Pita, um convite em cima da hora para uma visita a obras em curso em Póvoa e Meadas que se realizaria hoje a partir das 11:30 com a presença de António Ceia da Silva, Presidente da CCDR do Alentejo.
Dirigindo-se de forma nas rede sociais de “forma aberta e sem filtro“ aos “munícipes, em particular Povoenses”, o autarca refere a “maneira improvisada e atamancada que se instalou na presidência da Câmara Municipal”, a seu ver “inadmissível”.
“Não sendo a primeira vez que me confronto com esta situação, permito-me falar -vos desta maneira franca; Merecemos todos, sem exceção, mais do que este estado local a que chegámos”, sublinha o vereador.
Pela sua importância e oportunidade, publicamos de seguida na íntegra essa nota intitulada “O Estado a que chegámos e a que alguns se habituaram: a propósito da Visita ao Lar da Terceira idade de Póvoa e Meadas e outras obras”. © NCV
“Caros munícipes, em particular Povoenses,
Permito-me escrever-vos desta forma aberta e sem filtro, contrariando o que tem sido a minha forma de fazer e comunicar, que a devo mais formal por respeito à população (toda) que representamos e ao cargo que ocupo.
Da visita às Obras
Uma visita a uma obra tão importante como a que se realiza amanhã, às obras de Ampliação e Remodelação / novo lar de Póvoa e Meadas, merece a melhor representação e interesse. Creiam que é esse o meu sentimento genuíno.
Contudo, fui hoje, por volta das 18.00 convidado enquanto vereador eleito do PS, telefonicamente pelo Assessor do Sr. Presidente Pita, a integrar a visita que decorrerá amanhã, pelas 11.30 às obras do novo lar, seguida de almoço e périplo a outras obras. A Visita contará com a Presença do Exmo. Senhor Presidente da CCDRA, Dr. Ceia da Silva, entre outros que o Sr. Presidente Pita resolveu convidar, talvez atempadamente.
Visita importante “não é, não deve nem pode ser organizada na véspera!”
Venho junto de vós manifestar o meu repúdio pelo desrespeito à população que todos representamos, em particular à população da Freguesia de Póvoa e Meadas, aos responsáveis do Lar da Terceira Idade de Nossa Senhora da Graça de Povoa e Meadas, aos utentes, ao Presidente da CCDRA e à minha pessoa enquanto eleito. Uma visita desta importância não é, não deve nem pode ser organizada na véspera! A agenda dos implicados não o permite. Pessoalmente não me encontro sentado no tropeço, à espera que o sr. Pita se disponha a mandar convidar. Os compromissos que tenho desde já agendados não o permitem. Seria possível, se houvesse a formalidade normal de convite em tempo útil. Nunca em Véspera de acontecimento.
“Esta forma de fazer vem sendo corrente e é a meu ver pouco séria”
Sejamos sérios; Mas alguém admite esta forma de dispor sobre a vida dos outros e da comunidade, para além de António Pita ? Como eu, os que me acompanham na representação política são pessoas de trabalho e agenda. De salientar que ontem estive reunido com o Sr. Presidente ao princípio da noite, no âmbito do Grupo de Trabalho, que fiz criar, para qualificação das decisões sobre os grandes empreendimentos Fotovoltaicos que procuram o nosso território. Sobre este assunto de agenda nada lhe ocorreu dizer. Esta forma de fazer vem sendo corrente e é a meu ver pouco séria.
“Maneira improvisada e atamancada (...) na presidência da Câmara Municipal”
Quero acreditar que não há maldade neste acto, e que este é apenas resultado da maneira improvisada e atamancada que se instalou na presidência da Câmara Municipal, a meu ver inadmissível. Quero acreditar que não serve o propósito de mais uma vez fazer não representar os eleitos do Partido Socialista, desprestigiando o seu trabalho junto da população. Os que realmente se informam sabem o trabalho que fazemos em condições ainda adversas.
“Merecemos todos, sem exceção, mais do que este estado local a que chegámos”
Quero acreditar que não pretende a promoção da sua imagem sempre presente sem contraditório. A democracia que queremos, aquela por quem Salgueiro Maia lutou pretende a promoção das comunidades e dos seus representantes na construção e defesa das melhores soluções. É contrária a prepotências e abusos de lugar. A improvisos permanentes baseados na aparência pessoal e publicidade das ações. Fomos todos dignam ente eleitos e devemos a representação a todos os munícipes sem exceção.
Não sendo a primeira vez que me confronto com esta situação, permito-me falar -vos desta maneira franca; Merecemos todos, sem exceção, mais do que este estado local a que chegámos.
Proteção Civil de férias...
Aproveito para informar que hoje ao tentar contacto com a Comandante Municipal da Proteção Civil , responsável de topo para esclarecimento de números alvitrados sobre os 46 contagiados COVID, e esclarecimento de questões relativas à grave situação atual, fui informado que esta se encontra de férias desde dia 9 de Dezembro até dia 22 de Dezembro. Sobre este assunto creio não precisar de dizer aqui mais nada.
Este é o estado a que chegámos. Recebam um abraço.
Tiago Fragoso Malato
(título e sub-títulos da responsabilidade da Redação)

3 de dezembro de 2020

Tiago Malato corrigiu informação, esclareceu titularidade de obra e lamentou “simulacro” de reunião do Executivo Municipal que durou 20 minutos

Durou apenas cerca de vinte minutos a primeira reunião ordinária do mês de Dezembro da Câmara Municipal de Castelo de Vide, que se realizou na manhã de ontem. O Executivo Municipal era apenas chamado a tomar conhecimento de uma série de assuntos nenhum dos quais a exigir deliberação.
Tiago Malato (PS) corrige informação
O vereador Tiago Malato (PS) aproveitou para corrigir formalmente uma informação errada que por lapso transmitiu na reunião de segunda-feira sobre o Orçamento Municipal para 2021. Congratulou-se com o facto de nele estar inscrito o valor para concretizar as Bolsas de Mérito recomendadas pela Assembleia Municipal em 2018 por propostas feitas pelo PS e pela JS, e solicitou que subissem à apreciação do Executivo as propostas de regulamento para essas bolsas e para as Bolsas Pré-Superior aprovadas em 1 de Abril passado, existindo em ambos os casos propostas regulamentares apresentadas pela JS local.
Centro de Saúde em Póvoa em Meadas é obra da ULSNA
Relativamente à obra da extensão do Centro de Saúde de Póvoa e Meadas, e perante rumores insistentes que afirmam tratar-se de uma obra da Câmara Municipal, o vereador fez questão de esclarecer que a beneficiária e responsável principal da obra é a ULSNA, que promove esta candidatura para a melhoria das condições e do serviço nos Centros de Saúde em quatro concelhos do Distrito.
Câmara Municipal assume 7,5% da obra
“A Câmara Municipal assume 7,5 % da obra (9.500 euros ) e doa o edifício. O resto da contrapartida é responsabilidade da ULSNA (beneficiária principal) e 85% Feder, num valor total de obra estimado de 126.582,5 euros”, explicou o vereador socialista.
E “para que conste” sublinhou ainda que “igualmente que não faz sentido a afirmação do Senhor presidente de que a Câmara vai conseguir majorar qualquer % da comparticipação, uma vez que esta é de de 7,5% da obra e, além do valor irrisório em causa, o projeto é da ULSNA e corre em mais concelhos”.
Tiago Malato: “reúne-se nesta Câmara por mera rotina legal”
No final da reunião Tiago Malato voltou a registar “com repúdio, o vazio que estas ordens de trabalho e reuniões significam”, numa em declaração de voto em que considerou a reunião ordinária da Câmara Municipal “um simulacro, com apenas nove pontos de trabalho a conhecimento, e nenhum verdadeiramente substancial”.
“Sobre estes pontos nada há a discutir ou a decidir. São sete cartas de entidades externas para a Câmara e uma carta da Câmara para uma secretária de estado”, adiantou o vereador, que desabafou: “é nisto que se tornou a liderança de António Pita, único responsável pela situação descrita. Aparentemente não haverá nada a decidir neste momento em Castelo de Vide. E a haver, não seremos nós aqui achados como importantes para a qualificação das decisões que tratam do presente e do futuro de Castelo de Vide. Reúne-se nesta Câmara por mera rotina legal. Aqui, para além de António Pita, ninguém é importante para António Pita. Este é “o estado a que chegámos”. © NCV

30 de julho de 2020

Atribuído à Associação Ekosiuvenis um subsídio municipal de 250 euros trimestrais retroativo a Janeiro

Na sua primeira reunião de Junho passado, a Câmara Municipal de Castelo de Vide deliberou por unanimidade atribuir à Associação Ekosiuvenis um subsídio de 250 euros por trimestre, com efeitos retroativos a Janeiro do corrente ano, “para fazer face às despesas relacionadas com a logística do desenvolvimento das atividades elencadas no Plano de Atividades da Associação.
Volume de atividades sem custos de pessoal
O vereador Tiago Malato sublinhou “a clareza do relatório, o volume de atividades que a Associação realiza bem como o facto de em nenhuma existirem despesas com recursos humanos, o que atesta bem o nível associativo para a promoção dos eventos propostos”.
“Manter e estimular o Associativismo”
Por seu lado, António Pita adiantou na ocasião ser intenção da Câmara Municipal “manter o valor dos apoios, num ano em que se tem quase como certa, a não realização de parte das atividades constantes dos planos de atividades, aprovados pelas Associações, e rececionadas nesta Autarquia, por forma a manter e estimular o Associativismo”. © NCV

1 de novembro de 2019

Vereador Tiago Malato acusou o Presidente António Pita de “enganar conscientemente a população”


Tiago Malato.
António Pita.











O vereador Tiago Malato acusou na última reunião do Executivo Municipal o Presidente do Município, António Pita, “de enganar conscientemente a população no que toca aos acertos das taxas municipais indevidamente cobradas”.
Ilegalidade pelo menos desde 2013
Numa nota divulgada sobre o assunto pelo PS de Castelo de Vide refere-se que “no mínimo desde 2013, que a atualização anual das taxas e tarifas municipais é ilegal com prejuízo para os munícipes”.
“A Câmara está a cobrar acima da inflação, sendo a diferença acumulada em 2019, segundo o município de 4,43%. Para se ter uma ideia, este valor representa mais que três vezes a média dos acertos anuais! Em cada 100 euros pagos à Câmara, mais de quatro não lhe são legalmente devidos”.
“O Vereador Tiago Malato tem trazido continuadamente esta questão a Executivo, afirmando repetidamente que o Regime Geral das Taxas das Autarquias locais (Lei n.º 53-E/2006 de 29 de dezembro), atualização de valores (Artigo 9.º Ponto 1) não está a ser cumprido, com claro prejuízo para os munícipes e exigindo a sua correção”.
Compromisso não foi cumprido
“Apenas no ano passado, em reunião de Orçamento, o Presidente perante a pressão continuada entendeu dar razão ao Vereador Tiago Malato comprometendo-se a corrigir a ilegalidade, aplicando a forma de cálculo proposta pelo Vereador, de acerto anual entre a inflação estimada e a real, e a repor o valor devido à população, na atualização das taxas e tarifas de 2019” . Mas “acontece que o compromisso feito no ano passado entre a maioria PSD e os Vereadores do PS não foi cumprido”.
“Foi feito apenas meio acerto do que é devido”
“Embora os valores nominais das taxas e tarifas municipais vão baixar este ano, foi feito apenas meio acerto do que é devido, deixando para momento posterior (ano de eleições?) o acerto que falta”, continua a explicar a nota divulgada pelo PS.
“Tiago Malato afirma que tendo confrontado António Pita com a situação o Presidente referiu-se a este procedimento como se de uma deferência sua se tratasse e que “Castelo de Vide deve ser das raras Câmaras do País onde isto acontece”.
Em causa “o que vai ser cobrado a mais este ano”
O Vereador Tiago Malato faz notar que “o que está em causa não é o que foi cobrado a mais nos anos anteriores mas o que vai ser cobrado a mais este ano”. “A lei continua a não ser cumprida. A população tarda em reclamar o que é seu por direito”. 
“Para que o Munícipe entenda a situação, compare-se a situação a um medicamento de doença crónica que custa 100€ com uma comparticipação de 30% . O farmacêutico faz cobrar repetidamente, não os 70€ devidos mas 90€. Instado a repor a taxa legal de 30% em futuras vendas, o farmacêutico em vez de passar a cobrar 70€ devidos por lei, passa a cobrar 80€. O doente fica convencido que o medicamento baixou de preço mas continua a ser enganado e a pagar mais do que devia”.
“É precisamente o que se passa no concelho com todas as tarifas e taxas municipais, desde os escalões de água até às licenças ou qualquer outro serviço municipal cobrado ao munícipe”, conclui o documento. © NCV
(subtítulos da responsablidade da redação do NCV)

16 de novembro de 2017

Câmara Municipal iniciou hoje a remoção dos inertes na “entulheira” do Pouso

Foto de hoje.
Foto de há 2 dias.
Na sequência do reparo feito ontem 4ª feira em reunião do Executivo pelo vereador Tiago Malato (ver notícia AQUI), a Câmara Municipal de Castelo de Vide iniciou hoje a remoção dos inertes irregularmente despejados no sítio do Pouso.
Os eleitos pelo PS vinham sistematicamente abordando esta questão nas reuniões de Câmara dos últimos 4 anos. © NCV

Vereador Tiago Malato: "Entulheira Clandestina Municipal” no Pouso é ilegal e desqualificante


O vereador Tiago Malato insistiu esta semana na reunião de Câmara Municipal na resolução definitiva da situação da "Entulheira Clandestina Municipal” no Pouso, que considerou ilegal e desqualificante, solicitando um “compromisso” do Executivo nesse sentido. A notícia foi divulgada pelo Partido Socialista.
E recordou que este assunto das “entulheiras clandestinas de responsabilidade Municipal” se arrasta desde pelo menos 21 de Maio de 2014, quando, “no anterior mandato, (…) o Sr. Presidente assumiu em reunião de Câmara que iria mandar retirar todos os entulhos do Pouso”. 
“Primeiro a justificação foi a derrocada do muro do Centro de Saúde, com a solução discutível de se usar o entulho no caminho do Pomar de Melo, mas a situação prolonga-se até hoje. Os entulhos depositados são oriundos das obras do bairro da Eira (contadores de água), e Casa do Fura, descarregamentos da varredora da Câmara, calçada, pedaços de alcatrão, assim como entulhos das várias obras particulares, restos de mobílias, restos de alcatrão”.
Do ex-Campo de Tiro para o Pouso?
O vereador do PS relembrou “a entulheira Clandestina Municipal, junto ao Campo de Tiro. Primeiro a responsabilidade era dos construtores e dos particulares abusadores (colocou-se corrente e aviso de coimas) para depois se verificar que a Câmara também usava o espaço como entulheira. Esta acabou, não por decisão eminentemente política, mas devido à urgência de colocação do Andanças na Vila”.
“Será que a função deste espaço migrou para o Pouso? Solicitamos aqui o compromisso para a resolução desta situação que de todo é ilegal para além de desqualificante do território e do Pouso em particular. Está disposto em agendar esta resolução?”, desafiou Tiago Malato dirigindoe a António Pita. © NCV
Ao tornar pública esta tomada de posição o Partido Socialista publicou a lista das 14 reuniões do Executivo Municipal em que este assunto foi tratado por iniciativa dos seus vereadores, convidando à consulta das respetivas atas:


6 de novembro de 2017

Vereadores, dirigentes e eleitos do Partido Socialista ausentes da cerimónia de inauguração da obra Martinho - São José em sinal de protesto

“Como sinal de protesto os vereadores do Partido Socialista, e diversos dirigentes concelhios e eleitos locais do Partido Socialista, não estiveram presentes na Inauguração da Obra da entrada do Martinho - São José, dita de valorização da entrada norte da vila de Castelo de Vide”, referiram os vereadores do Partido Socialista, Tiago Fragoso Malato e Fernando Valhelhas em comunicado distribuído ainda ontem ao final da tarde.

“Este ato que decorreu durante todo o dia de hoje, e é dedicado à população, não substitui aquilo que não aconteceu e foi repetidamente solicitado pelos vereadores do PS desde o início do anterior Mandato”.

Sem envolver a população
No comunicado o Partido Socialista enumera detalhadamente as razões deste seu protesto, a saber:
“- O envolvimento da população e dos seus eleitos e a necessidade de apresentação e discussão pública da Obra, antes de se dar por fechado o projecto. Mais lembram os atuais Vereadores do PS conjuntamente com Paulo Morais, anterior Vereador, que o responsável pela equipa projectista, de fora do concelho, se prontificou em 2013 a fazer um workshop para o efeito, pois compreendeu que esta obra pública, era importante para todos, e por isso ganharia em incluir a população na suposta beneficiação de um espaço público de grande impacto. Nada disto aconteceu!”.
"Manteve-se sempre a dúvida"...
“- O Projecto transitou do último mandato de António Ribeiro;
- Foi alterado no decorrer do último mandato, sem que os vereadores o pudessem sequer discutir;
- Para tal o atual Presidente do Município desprezou, as solicitações sucessivas dos Vereadores, decidindo tudo sozinho ao abrigo das suas competências delegadas;
- Manteve-se sempre a dúvida do momento de aprovação do projecto, e em que mandato aconteceu.
- Manteve-se sempre a dúvida sobre as sucessivas alterações, por ordem direta do Presidente da Câmara”.
"Uma questão de estilo"
O resultado, está à vista. Não sendo uma questão de gosto é uma questão de estilo. Na forma de se decidir ultrapassando tudo e todos. Na forma de se decidir sem avisar, por exemplo, o derrube de árvores, por necessidade de obra. Na forma de agir sobre o espaço público que não é o Jardim do atual Presidente da Câmara. Na forma de se achar que é bastante em democracia inaugurar a obra com pompa e circunstância.
"Autocracia que reina" desprestigia a democracia
Por estes factos e tantos outros sucessivamente relatados, não podem os atuais e anteriores vereadores estar presentes nos atos e cerimónias de inauguração, pois que esta representa toda uma forma de funcionar, da autocracia que reina, que para os vereadores, desprestigiam a democracia e os valores de representação da “Coisa Pública”. © NCV

31 de janeiro de 2017

Eleições Autárquicas 2017:
Tiago Malato é o candidato do Partido Socialista à presidência da Câmara Municipal de Castelo de Vide

A Concelhia do Partido Socialista de Castelo de Vide anunciou ontem, dia 30 de Janeiro, em Assembleia de Militantes e Simpatizantes que Tiago Malato será o Candidato à presidência da Câmara Municipal de Castelo de Vide nas próximas Eleições Autárquicas 2017. 
A decisão foi tomada por unanimidade em reunião da Comissão Política Concelhia. Tiago Malato, já exerce as funções de Vereador não permanente, tendo sido eleito nas eleições autárquicas de 2013.
“Contrariar a monotonia do poder local de há muito acomodado, contrariar a aparência publicitária que não é sentida no bem-estar da população, contrariar o caciquismo e a forma de gerir e distribuir o bem de todos como pertença de alguns.
Acredito profundamente que com trabalho e determinação, com espírito de verdadeiro serviço público ao serviço de todos, sem excepção, podemos fazer muito melhor!” afirmou o candidato através das redes sociais.
Tiago Malato tem 50 anos, é formado em Geografia e Planeamento Regional (UNL) pós graduado em Demografia e Sociologia da População (ISCTE) e Ambiente e Recursos Naturais (ID/ IST). É atualmente professor em Castelo de Vide. Coordenou ações de desenvolvimento de nível municipal, também com a América Latina e PALOP. Ligado ao movimento associativo dirigiu projetos europeus, vocacionados para a inclusão social de populações desfavorecidas, em particular a idosa e juvenil. © NCV

4 de outubro de 2016

Reunião preparatória de trabalho
do Projecto Co-ACTe em Póvoa e Meadas


No passado Domingo dia 25 de Setembro, o coordenador geral do Projecto Co-Acte Samuel Thirion esteve em Póvoa e Meadas, para uma reunião preparatória de trabalho, com os presidentes de Juntas de freguesia da Póvoa e Meadas (anfitriã), Montalvão e Santo António das Areias. 
O objectivo deste encontro entre outros, foi o de conhecer a realidade sentida ao nível dos representantes destas comunidades, e as suas percepções de bem estar, co-responsabilidade e futuro.
Neste encontro foi acompanhado por José Manuel Henriques, (ISCTE) e membro do Conselho das Alianças TOGETHER e por Tiago Malato, Vereador sem Pelouro da Câmara Municipal de Castelo de Vide. Na qualidade de observadores estiveram também presentes Fernando Valhelhas, presidente da Concelhia do PS de Castelo de Vide e Isabel Carita.
Esta reunião com os presidente de Junta, única em Portugal, surgiu da proposta de auscultação e estudo para a possibilidade de integração de territórios do norte Alentejo, no projecto CO-ACTe.
O projeto trabalha propostas de políticas públicas para a corresponsabilidade e o bem-estar de todos, partindo da visão local e da percepção de necessidades da população, sendo para isto essencial a cooperação com os presendentes de junta devido à sua proximidade direta com as comunidades.
Enquadra cerca de 400 comunidades. Procura viabilizar na Comunidade Europeia, formas de suporte a dinâmicas locais, distintas das atuais, com base em contractos de base local. Prepara a apresentação de resultados às mais elevadas instâncias de decisão Europeias no final deste ano.
O Projeto nasceu no âmbito do Conselho da Europa / Societal Progress Indicators for the Responsibility of All e desenvolve-se atualmente com o apoio da Comunidade Europeia (ver mais informações AQUI). 

Tiago Malato em Charleroi (Bélgica)

Entretanto, nos dias 28, 29 e 30 de Setembro, em Charleroi, teve lugar uma reunião com a presença de diversos atores públicos e comunitários e visa a síntese de resultados e consolidação de propostas a apresentar no quadro da Comunidade Europeia.
Tiago Malato participou na Mesa redonda “dos modelos ideais para os territórios concretos” com Eric Piolle, Presidente da Câmara Municipal de Grenoble, Catherine Quignon, ex-Presidente da Câmara Municipal de Montdidier (França), Helder Guerreiro, Vice-Presidente da Câmara Municipal de Odemira, Tiago Malato, vereador na Cãmara Municipal de Castelo de Vide – Rede europeia dos écovillages. O debate foi animado por Guenaël Doré, experto em desenvolvimento local.
Estiveram também presentes representantes de entidades e responsáveis políticos como: Michel Laine, promotor dos programas LEADER e EQUAL a nível europeu, Mohamed Manssouri ex-FIDA e FAO, Rui Marques do Forum sobre a governação integrada, Gilda Farrell promotora da carta de responsabilidades sociais partilhadas, representante da OMS. © NCV


2 de abril de 2016

Cecília Oliveira e João Palmeiro eleitos
para os órgãos distritais do Partido Socialista

Realizou-se ontem à noite a reunião da Comissão Política Distrital do Partido Socialista no Centro de Congressos Transfronteiriço de Elvas, que contou com a presença de vários elementos de Castelo de Vide: a deputada municipal Cecília Oliveira e os vereadores Paulo Morais e Tiago Malato, este por inerência (primeiro eleito nas listas autárquicas do PS).
Cecília Oliveira foi reeleita para a Mesa da Comissão Política, que continua a ser presidida por Correia da Luz (Crato), Cecília Oliveira (Castelo de Vide) e conta com Jorge Grifo (Campo Maior); a votação foi unânime.
Por outro lado, João Palmeiro foi eleito para o Secretariado da Federação numa lista liderada pelo deputado Luís Moreira Testa e que foi eleita por maioria dos presentes; o Secretariado ficou constituída por Luís Testa, Ceia da Silva, Jaime Estorninho, João Palmeiro, Sandra Cardoso, Pedro Murcela, Sérgio Bicho, Nuno Mocinha, Marco Oliveira, Pinto Leite, Deolinda Pinto, Jorge Martins, Rui Henriques, Hugo Hilário e Martina Jesus.
Por inerência pertencem ainda ao Secretariado, Maria da Conceição Grilo, Presidente das Mulheres Socialistas do distrito de Portalegre e o Eduardo Alves, presidente da JS distrital. © NCV