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5 de abril de 2020

Receitas locais em tempo de "Páscoa em casa": à mesa dos castelovidenses não pode faltar o sarapatel

Foto © A. Busca/NCV
Em tempo de "Páscoa em casa", nas suas casas no concelho ou distanciados este ano dos seus familiares pelo surto epidémico do Covid-19, ou  à mesa dos castelovidenses não pode rá faltar o tão conhecido e apreciado sarapatel, um dos pratos regionais tão genuínos do nosso vasto património gastronómico.
Os ingredientes:
  • “fressuras” de borrego ou cabrito ( fígado, pulmões, coração)
  • sangue de borrego já cozido
  • azeite
  • cebola picada
  • alho picado (1 dente)
  • salsa e hortelã (1 ramo generoso)
  • colorau (pouco)
  • cravinho (2 cabeças)
  • sal
A preparação:
Migam-se o fígado, os pulmões e o coração, estas são as fressuras normais, mas também pode e deve acrescentar a língua e os rins do animal, para enriquecer ainda mais esta sopa é costume juntar-se uma parte das abas do borrego cortada em pedaços pequenos e um ou dois molhinhos (rolinhos das tripas).
À parte coza o sangue dentro de um saco de plástico, numa panela com água, durante mais ou menos 20 minutos.
Numa panela ponha o azeite, cebola picada, alho picado (1 dente), salsa, hortelã (1 ramo generoso), colorau (pouco) e cravinho (2 cabeças).
Assim que a cebola ficar translúcida acrescenta-se a carne, refoga-se ligeiramente, cobre-se com água e coze.
Passado esse tempo junte ao resto o sangue já desfeito (com as mãos ou com um garfo) acrescente sal e água se necessário, não se esqueça que é para comer com "sopas" e retifique os temperos. Deixe ferver mais 10 minutos, finalmente a 2 minutos de desligar o lume deite na panela um golpe de vinagre.Serve-se sobre fatias finas de pão duro alentejano e folhas de hortelã. © NCV

Receitas locais em tempo de "Páscoa em casa":
bolos fintos, "lagartos" e folares da Páscoa

Em tempo de "Páscoa em casa" recorda-se a receita local de um bolo tradicional com especial relevância na região: o folar que é um "bolo de massa seca, doce, e ligada, feito com farinha de trigo, ovos, leite, azeite, banha ou pingue, açúcar e fermento;  condimentado com canela e erva-doce - uma espécie de fogaça - é encimado, conforme o seu tamanho, por um ou vários ovos cozidos inteiros, meio incrustados e visíveis sob as tiras de massa que os recobrem.
Ingredientes:
2,5 kg de farinha
1/2 colher de chá de canela
50 g de erva-doce
125 g de fermento de padeiro
1 colher de sopa de sal
1,5 l de água
3 ovos
500 g de manteiga e banha (em conjunto)
1 ovo para pincelar
açúcar para polvilhar
Preparação:
Peneira-se a farinha e a canela para um alguidar. Junta-se a erva-doce. À parte, dissolve-se o fermento e o sal na água morna. Faz-se uma cova no meio da farinha, deita-se aí o fermento e mexe-se com a mão em círculo, ao mesmo tempo que se vai juntando a farinha.
Depois de tudo ligado, adicionam-se os ovos, mistura-se bem e juntam-se as gorduras, a pouco e pouco, amassando.
Estando a massa bem amassada, polvilha-se com um pouco de farinha e põe-se a levedar em local temperado durante 3 horas. Depois de finta, tende-se a massa em bolas que se espalmam e se dobram ao meio, ficando os bolos ovalados.
Pincelam-se com ovo batido e polvilham-se em açúcar. Deixam-se repousar cerca de 15 minutos e levam-se a cozer em forno quente (200ºC), até adquirirem uma boa cor castanha-dourada.
Os famosos "lagartos"
Com esta mesma massa, fazem-se folares que aqui são moldados em forma de lagarto ou em redondo, sugerindo estes uma flor, segundo dizem alguns, ou dois corações recamados, segundo dizem ou vêem outros. São aqueles "lagartos" os folares que as madrinhas oferecem aos afilhados na quinta-feira Santa. 
Tanto os folares redondos como os lagartos levam os habituais ovos cozidos em água com cascas de cebola - os lagartos na boca e os folares redondos no centro - e são preciosamente decorados com amêndoas confeitadas. Estas amêndoas, assim como o primeiro laço da fita de cor que enfeita o pescoço dos lagartos, são colocadas na massa antes de ser pincelada com ovo batido e só depois vai ao forno. Depois de cozidos, para ficarem bem brilhantes, pincelam-se com uma calda de açúcar em ponto baixo. © NCV

25 de abril de 2018

Televisão austríaca ORF filmou esta semana
na Casa do Parque e no centro histórico

Fotos © D.R./NCV
Uma equipa do canal ORF da televisão austríaca, que veio ao Alentejo descobrir aquilo que de melhor a nossa região tem para oferecer, esteve esta semana em reportagem na Casa do Parque. As imagens destinam-se a um programa de viagens que será exibido na Áustria, Suíça e Alemanha.
“Foi-nos proposto confeccionarmos um dos pratos típicos de Castelo de Vide, o sarapatel, uma experiência que de acordo com os presentes superou todas as expectativas e que de certeza irá ter um grande impacto na promoção da nossa identidade”.
“Após se terem deliciado com a nossa cozinha, prosseguiram com as filmagens no centro histórico de Castelo de Vide”, refere a nota da unidade hoteleira nas redes sociais. © NCV
Fotos © D.R./NCV

31 de março de 2018

Receitas locais:
bolos fintos, "lagartos" e folares da Páscoa

“Festa comemorativa da Ressurreição de Jesus Cristo, a Páscoa está associada a práticas alimentares em que os ovos, os folares, as amêndoas e os cordeiros ocupam o primeiro lugar”, refere um comunicado promocional da Autarquia, que sublinha que o "folar" tem particular relevância, havendo diferentes espécies; a tradição do folar, “assenta num ritual de dádiva, solidariedade e convívio profundamente enraizado na sociedade portuguesa”.
O folar é um "bolo de massa seca, doce, e ligada, feito com farinha de trigo, ovos, leite, azeite, banha ou pingue, açúcar e fermento, e condimentado com canela e erva-doce - uma espécie de fogaça - encimado, conforme o seu tamanho, por um ou vários ovos cozidos inteiros, meio incrustados e visíveis sob as tiras de massa que os recobrem".
Ingredientes:
2,5 kg de farinha
1/2 colher de chá de canela
50 g de erva-doce
125 g de fermento de padeiro
1 colher de sopa de sal
1,5 l de água
3 ovos
500 g de manteiga e banha (em conjunto)
1 ovo para pincelar
açúcar para polvilhar
Preparação:
Peneira-se a farinha e a canela para um alguidar. Junta-se a erva-doce. À parte, dissolve-se o fermento e o sal na água morna. Faz-se uma cova no meio da farinha, deita-se aí o fermento e mexe-se com a mão em círculo, ao mesmo tempo que se vai juntando a farinha.
Depois de tudo ligado, adicionam-se os ovos, mistura-se bem e juntam-se as gorduras, a pouco e pouco, amassando.
Estando a massa bem amassada, polvilha-se com um pouco de farinha e põe-se a levedar em local temperado durante 3 horas. Depois de finta, tende-se a massa em bolas que se espalmam e se dobram ao meio, ficando os bolos ovalados.
Pincelam-se com ovo batido e polvilham-se em açúcar. Deixam-se repousar cerca de 15 minutos e levam-se a cozer em forno quente (200ºC), até adquirirem uma boa cor castanha-dourada.
Os famosos "lagartos"
Com esta mesma massa, fazem-se folares que aqui são moldados em forma de lagarto ou em redondo, sugerindo estes uma flor, segundo dizem alguns, ou dois corações recamados, segundo dizem ou vêem outros. São aqueles "lagartos" os folares que as madrinhas oferecem aos afilhados na quinta-feira Santa. 
Tanto os folares redondos como os lagartos levam os habituais ovos cozidos em água com cascas de cebola - os lagartos na boca e os folares redondos no centro - e são preciosamente decorados com amêndoas confeitadas. Estas amêndoas, assim como o primeiro laço da fita de cor que enfeita o pescoço dos lagartos, são colocadas na massa antes de ser pincelada com ovo batido e só depois vai ao forno. Depois de cozidos, para ficarem bem brilhantes, pincelam-se com uma calda de açúcar em ponto baixo. © NCV

9 de abril de 2017

Receitas locais: Sarapatel

Foto © A. Busca/NCV

A cozinha alentejana afirma-se, cada vez mais, como reveladora de um vasto património gastronómico, fruto da imaginação popular e elitista que soube tirar o maior proveito dos recursos endógenos.
Na grande mesa alentejana, Castelo de Vide oferece um conjunto de paladares de exceção e de pratos genuínos que mantêm segredos ancestrais, onde o Sarapatel é rei.
Ingredientes:
“fressuras” de borrego ou cabrito ( fígado, pulmões, coração)
sangue de borrego já cozido
azeite
cebola picada
alho picado (1 dente)
salsa
hortelã (1 ramo generoso)
colorau (pouco)
cravinho (2 cabeças)
sal
Preparação:
Migam-se o fígado, os pulmões e o coração, estas são as fressuras normais, mas também pode e deve acrescentar a língua e os rins do animal, para enriquecer ainda mais esta sopa é costume juntar-se uma parte das abas do borrego cortada em pedaços pequenos e um ou dois molhinhos (rolinhos das tripas).
À parte coza o sangue dentro de um saco de plástico, numa panela com água, durante mais ou menos 20 minutos.
Numa panela ponha o azeite, cebola picada, alho picado (1 dente), salsa, hortelã (1 ramo generoso), colorau (pouco) e cravinho (2 cabeças).
Assim que a cebola ficar translúcida acrescenta-se a carne, refoga-se ligeiramente, cobre-se com água e coze.
Passado esse tempo junte ao resto o sangue já desfeito (com as mãos ou com um garfo) acrescente sal e água se necessário, não se esqueça que é para comer com "sopas" e retifique os temperos. Deixe ferver mais 10 minutos, finalmente a 2 minutos de desligar o lume deite na panela um golpe de vinagre.
Serve-se sobre fatias finas de pão duro alentejano e folhas de hortelã. © NCV

2 de abril de 2017

Receitas locais: bolos fintos e folares da Páscoa

“Festa comemorativa da Ressurreição de Jesus Cristo, a Páscoa está associada a práticas alimentares em que os ovos, os folares, as amêndoas e os cordeiros ocupam o primeiro lugar”, refere um comunicado promocional da Autarquia, que sublinha que o "folar" tem particular relevância, havendo diferentes espécies; a tradição do folar, “assenta num ritual de dádiva, solidariedade e convívio profundamente enraizado na sociedade portuguesa”.
O folar é um "bolo de massa seca, doce, e ligada, feito com farinha de trigo, ovos, leite, azeite, banha ou pingue, açúcar e fermento, e condimentado com canela e erva-doce - uma espécie de fogaça - encimado, conforme o seu tamanho, por um ou vários ovos cozidos inteiros, meio incrustados e visíveis sob as tiras de massa que os recobrem".
Ingredientes:
2,5 kg de farinha
1/2 colher de chá de canela
50 g de erva-doce
125 g de fermento de padeiro
1 colher de sopa de sal
1,5 l de água
3 ovos
500 g de manteiga e banha (em conjunto)
1 ovo para pincelar
açúcar para polvilhar
Preparação:
Peneira-se a farinha e a canela para um alguidar. Junta-se a erva-doce. À parte, dissolve-se o fermento e o sal na água morna. Faz-se uma cova no meio da farinha, deita-se aí o fermento e mexe-se com a mão em círculo, ao mesmo tempo que se vai juntando a farinha.
Depois de tudo ligado, adicionam-se os ovos, mistura-se bem e juntam-se as gorduras, a pouco e pouco, amassando.
Estando a massa bem amassada, polvilha-se com um pouco de farinha e põe-se a levedar em local temperado durante 3 horas. Depois de finta, tende-se a massa em bolas que se espalmam e se dobram ao meio, ficando os bolos ovalados.
Pincelam-se com ovo batido e polvilham-se em açúcar. Deixam-se repousar cerca de 15 minutos e levam-se a cozer em forno quente (200ºC), até adquirirem uma boa cor castanha-dourada.
Com esta mesma massa, fazem-se folares que aqui são moldados em forma de lagarto ou em redondo, sugerindo estes uma flor, segundo dizem alguns, ou dois corações recamados, segundo dizem ou vêem outros. São aqueles "lagartos" os folares que as madrinhas oferecem aos afilhados na quinta-feira Santa. Tanto os folares redondos como os lagartos levam os habituais ovos cozidos em água com cascas de cebola - os lagartos na boca e os folares redondos no centro - e são preciosamente decorados com amêndoas confeitadas. Estas amêndoas, assim como o primeiro laço da fita de cor que enfeita o pescoço dos lagartos, são colocadas na massa antes de ser pincelada com ovo batido e só depois vai ao forno. Depois de cozidos, para ficarem bem brilhantes, pincelam-se com uma calda de açúcar em ponto baixo. © NCV

7 de setembro de 2016

Gastronomia castelovidense em destaque
no programa “A Praça” da RTP1


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“A gastronomia de Castelo de Vide esteve na 2ª geira, dia 5 de Setembro, em destaque no programa "A Praça" da RTP1. Alhada de cação, molhinhos e pezinhos de tomatada e coentrada foram alguns pratos apresentados por Patrícia Martins, técnica de Turismo da Câmara Municipal de Castelo de Vide. Para sobremesa, não faltou a típica boleima”.
“A recente rubrica inserida no programa da manhã abrange diversas temáticas, sendo dado protagonismo a quatro localidades do país, em cada edição. Castelo de Vide foi escolhido para o programa de hoje e poderá voltar a estar em destaque nesta da rubrica em edição futura”. © CMCV/NCV
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25 de março de 2016

Receitas locais: Sarapatel

Foto © A. Busca/NCV
A cozinha alentejana afirma-se, cada vez mais, como reveladora de um vasto património gastronómico, fruto da imaginação popular e elitista que soube tirar o maior proveito dos recursos endógenos.
Na grande mesa alentejana, Castelo de Vide oferece um conjunto de paladares de exceção e de pratos genuínos que mantêm segredos ancestrais, onde o Sarapatel é rei.
Ingredientes:
“fressuras” de borrego ou cabrito ( fígado, pulmões, coração)
sangue de borrego já cozido
azeite
cebola picada
alho picado (1 dente)
salsa
hortelã (1 ramo generoso)
colorau (pouco)
cravinho (2 cabeças)
sal
Preparação:
Migam-se o fígado, os pulmões e o coração, estas são as fressuras normais, mas também pode e deve acrescentar a língua e os rins do animal, para enriquecer ainda mais esta sopa é costume juntar-se uma parte das abas do borrego cortada em pedaços pequenos e um ou dois molhinhos (rolinhos das tripas).
À parte coza o sangue dentro de um saco de plástico, numa panela com água, durante mais ou menos 20 minutos.
Numa panela ponha o azeite, cebola picada, alho picado (1 dente), salsa, hortelã (1 ramo generoso), colorau (pouco) e cravinho (2 cabeças).
Assim que a cebola ficar translúcida acrescenta-se a carne, refoga-se ligeiramente, cobre-se com água e coze.
Passado esse tempo junte ao resto o sangue já desfeito (com as mãos ou com um garfo) acrescente sal e água se necessário, não se esqueça que é para comer com "sopas" e retifique os temperos. Deixe ferver mais 10 minutos, finalmente a 2 minutos de desligar o lume deite na panela um golpe de vinagre.
Serve-se sobre fatias finas de pão duro alentejano e folhas de hortelã.

Receitas locais: bolos fintos e folares da Páscoa


“Festa comemorativa da Ressurreição de Jesus Cristo, a Páscoa está associada a práticas alimentares em que os ovos, os folares, as amêndoas e os cordeiros ocupam o primeiro lugar”, refere um comunicado promocional da Autarquia, que sublinha que o "folar" tem particular relevância, havendo diferentes espécies; a tradição do folar, “assenta num ritual de dádiva, solidariedade e convívio profundamente enraizado na sociedade portuguesa”.
O folar é um "bolo de massa seca, doce, e ligada, feito com farinha de trigo, ovos, leite, azeite, banha ou pingue, açúcar e fermento, e condimentado com canela e erva-doce - uma espécie de fogaça - encimado, conforme o seu tamanho, por um ou vários ovos cozidos inteiros, meio incrustados e visíveis sob as tiras de massa que os recobrem".
Ingredientes:
2,5 kg de farinha
1/2 colher de chá de canela
50 g de erva-doce
125 g de fermento de padeiro
1 colher de sopa de sal
1,5 l de água
3 ovos
500 g de manteiga e banha (em conjunto)
1 ovo para pincelar
açúcar para polvilhar
Preparação:
Peneira-se a farinha e a canela para um alguidar. Junta-se a erva-doce. À parte, dissolve-se o fermento e o sal na água morna. Faz-se uma cova no meio da farinha, deita-se aí o fermento e mexe-se com a mão em círculo, ao mesmo tempo que se vai juntando a farinha.
Depois de tudo ligado, adicionam-se os ovos, mistura-se bem e juntam-se as gorduras, a pouco e pouco, amassando.
Estando a massa bem amassada, polvilha-se com um pouco de farinha e põe-se a levedar em local temperado durante 3 horas. Depois de finta, tende-se a massa em bolas que se espalmam e se dobram ao meio, ficando os bolos ovalados.
Pincelam-se com ovo batido e polvilham-se em açúcar. Deixam-se repousar cerca de 15 minutos e levam-se a cozer em forno quente (200ºC), até adquirirem uma boa cor castanha-dourada.
Com esta mesma massa, fazem-se folares que aqui são moldados em forma de lagarto ou em redondo, sugerindo estes uma flor, segundo dizem alguns, ou dois corações recamados, segundo dizem ou vêem outros. São aqueles "lagartos" os folares que as madrinhas oferecem aos afilhados na quinta-feira Santa. Tanto os folares redondos como os lagartos levam os habituais ovos cozidos em água com cascas de cebola - os lagartos na boca e os folares redondos no centro - e são preciosamente decorados com amêndoas confeitadas. Estas amêndoas, assim como o primeiro laço da fita de cor que enfeita o pescoço dos lagartos, são colocadas na massa antes de ser pincelada com ovo batido e só depois vai ao forno. Depois de cozidos, para ficarem bem brilhantes, pincelam-se com uma calda de açúcar em ponto baixo.

4 de abril de 2015

Fotorreportagem: Sarapatel e Cachafrito
em workshops no Átrio dos Paços do Concelho


Esta manhã, a partir das 11 horas, o Átrio dos Paços do Concelho, foi o lugar escolhido para mais dois workshops de pratos da gastronomia de Castelo de Vide, desta época pascal: O Sarapatél e o Cachafrito.
A Casa "Os Amigos" apresentou a Sopa de Sarapatél e o Restaurante D. Pedro V confeccionou o Cachafrito.
No final de ambas as demonstrações, o público presente pode provar os pratos já acabados. © Emílio Nunes/NCV






















In blogue "Terras do Alentejo"

21 de março de 2015

Dia do Sarapatel amanhã em Póvoa e Meadas
abre Quinzena Gastronómica até 6 de Abril

Clicar na imagem para ampliar o cartaz.
Começa hoje em Castelo de Vide e decorre até ao dia 6 de Abril (segunda-feira de Páscoa e Feriado Municipal) a Quinzena do Sarapatel, a que este ano se juntam os também tradicionais “molhinhos” e o “cachafrito”.
A marcar o início formal desse evento gastronómico, na freguesia de Póvoa e Meadas tem lugar amanhã um “Dia do Sarapatel” organizado (a partir das 12:30 horas) pela Sociedade Recreativa e Musical da localidade, evento que curiosamente não consta do programa da Quinzena Gastronómica nem está referida no sítio web da Autarquia, apesar do apoio explícito que lhe foi conferido.
Participa no evento um conjunto de 19 restaurantes do concelho, incluindo um na freguesia de Póvoa e Meadas, e junta-se-lhes um grupo de 9 estabelecimentos de doçaria (alguns dos quais também operam na área da restauração). © NCV