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9 de abril de 2015

Castelo de Vide Cup foi certificado
com classe A pela sua sustentabilidade

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O Castelo de Vide Cup, Torneio Internacional de Futebol 7, foi certificado pela LiderA com a classe A de eficiência ambiental pela sua sustentabilidade. 
A Câmara Municipal de Castelo de Vide e o Grupo Musical e Desportivo 1º de Julho de Alcoitão, organizadores da prova, receberam o diploma no dia 30 de Março, no final de um debate, integrado no Castelo de Vide Cup, relativo ao futebol de formação.
A apreciação conseguida pelo Torneio provém das boas práticas e políticas de sustentabilidade atingidas pela organização, a nível ambiental, social e económico. Como explicou Manuel Duarte Pinheiro, responsável pelo Sistema de Avaliação da Sustentabilidade LiderA, o Castelo de Vide Cup conseguiu esta certificação devido às boas práticas ambientais, tendo "uma estratégia ambiental" e uma "política de reciclagem". Em termos sociais "mostrou-se um torneio acessível" monetariamente para os participantes e, em termos económicos, veio "fomentar a economia local". Devido a este evento, os pequenos atletas tiveram a oportunidade de conhecer a História e envolvência de Castelo de Vide, através de diversas atividades que também promoveram o contacto com a natureza. Segundo Isabel Espírito Santo, membro da organização do Castelo de Vide Cup, nesta edição do torneio "realizaram-se novas atividades no âmbito da sustentabilidade para promover a região e práticas saudáveis", o que conferiu acesso à certificação pelo LiderA.
A certificação do torneio foi divulgada no final do debate promovido pela organização, que teve por base as práticas de treino em futebol de formação, juntando à conversa, moderada pelo jornalista Alexandre Santos, Fernando Madeira, organizador do Castelo de Vide Cup, os treinadores Marco Nascimento, do Grupo Desportivo Estoril Praia; João Lourenço, do Sporting Club de Portugal, e Jorge Portela, da Associação Desportiva Geração de Génios, para além de Rodrigo Ramos, jogador dos Infantis do Sport Lisboa e Benfica. © CMCV/NCV
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26 de novembro de 2011

Hotéis de Lisboa e Alentejo apresentam
consumo mais eficiente de energia


Os empreendimentos turísticos de Lisboa e Alentejo são os que, de uma forma global, melhor utilizam os recursos energéticos, segundo as conclusões do inquérito Boas Práticas Ambientais desenvolvido pelo Turismo de Portugal junto de mais de mil empreendimentos turísticos a nível nacional.
Mais de 95% dos empreendimentos destas regiões possuem climatização com intensidade regulável pelo cliente e cerca de 77% têm ar condicionado eficiente (classe A ou B), medidas de extrema importância para minimizar os consumos.
O Alentejo destaca-se também pelo aproveitamento da energia solar para o aquecimento de água, presente em 42% dos hotéis analisados.
Na área da redução do consumo de água, os hotéis de Lisboa ocupam uma posição de destaque no País, em particular pela utilização de redutores de caudal nas torneiras/chuveiros (84% dos hotéis).
As conclusões do inquérito revelam o contributo crescente das unidades de alojamento para afirmar Portugal como destino turístico sustentável.
Os principais resultados do inquérito “Impacte Ambiental e Responsabilidade Social dos Empreendimentos Turísticos” integram o Relatório de Sustentabilidade de 2010 do Turismo de Portugal, que acaba de ser disponibilizado na sua terceira edição.
Este relatório, pioneiro a nível mundial no setor e na Administração Pública nacional, analisa a evolução do desempenho das atividades características do turismo em Portugal e reforça o papel do Instituto enquanto exemplo de boas práticas para o setor. 
Recentemente, o Instituto ficou bem posicionado entre as entidades públicas mais sustentáveis do País, no âmbito do Prémio “Desenvolvimento Sustentável 2010/11”, desenvolvido pela consultora Heidrick & Struggles.
O desempenho ambiental, social e de gestão do Turismo de Portugal está acima da média da Administração Pública, com destaque para o desenvolvimento do capital humano, a prática laboral, o código de conduta, o relacionamento com as partes interessadas e o reporte social e ambiental. © NCV

30 de setembro de 2010

Tertúlia Projectos Partilhados discute
"reabilitação como reciclagem e motor da sustentabilidade”

No âmbito das comemorações do Dia Mundial da Arquitectura, que se assinala na segunda-feira dia 4 de Outubro, o grupo Projectos Partilhados volta a encontrar-se para a realização de mais uma a tertúlia (a sexta) às 18 horas na Taberna Santo Amaro em Castelo de Vide. Desta vez o tema em discussão será “Reabilitar o quê, porquê, para quem e como...? A Reabilitação como reciclagem e motor da sustentabilidade”.
No texto de lançamento de mais esta iniciativa, o grupo refere que, recentemente foi publicado um artigo na revista Visão que revela “números assustadores sobre novas construções para habitação que saltam directamente do estatuto de obra concluída e habitação licenciada para fogo devoluto”.
2O desajuste entre a construção nova de habitação e as reais necessidades das populações é escandaloso, no entanto, continuamos a abandonar os centros históricos e os edifícios existentes de tipologias versáteis e qualidade construtiva, continuamos a contribuir desmesuradamente para o aumento volumoso e poluente de entulho construtivo (lixo) com demolições avulsas e construções realmente desnecessárias e crescentemente destabilizadoras de um sistema já doente2.
O grupo Projectos Partilhados já se reuniu diversas vezes em torno de situações concretas “que cada um foi trazendo de acordo com a sua área profissional.
É agora proposta uma reflexão colectiva e coerente com os valores e motivações que nos unem em torno da Arquitectura de Reabilitação e os nossos papéis colectivo e individual”.
Constituída em Janeiro de 2010 em Castelo de Vide, a tertúlia “ Projectos Partilhados” integra um grupo de pessoas ligadas ao território, à paisagem, à arquitectura, ao urbanismo, ao património, à arte e ao design, que se reúne mensalmente “para troca de experiências, preocupações, dúvidas e cumplicidades e pretende ser uma plataforma de divulgação de trabalhos e de áreas profissionais diversificadas” com o objectivo de “contribuir de forma clara e eficaz para a valorização do património e para um diálogo crescente de qualidade e compromisso entre a Sociedade e a Natureza, entre o Homem e a Paisagem”. © NCV