O jornal “A Ponte” entrevistou Rui Conchinha, Comandante Sub-Regional do Alto Alentejo da Proteção Civil que alerta para a necessidade de limpeza e gestão dos sobrantes entrevista com o Comando Sub-Regional do Alto Alentejo. © NCV
Mostrar mensagens com a etiqueta ANPC - Autoridade Nacional de Proteção Civil. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta ANPC - Autoridade Nacional de Proteção Civil. Mostrar todas as mensagens
25 de abril de 2023
4 de agosto de 2020
Proteção Civil: declarada situação de alerta
em todo o país até à meia noite de hoje
- risco MÁXIMO de incêndio até pelo menos 6ª feira
![]() |
| Clicar na imagem para ampliar. |
Risc de incêndio: de muito elevado a máximo até 6ª feira
Em Castelo de Vide, Marvão, Portalegre e Nisa o risco de incêndio florestak é máximo até pelo menos à próxima sexta-feira e no Crato é muito elevado durante toda a semana.
Medidas preventivas e especiais de reação
Esta declaração decorre da necessidade de adotar medidas preventivas e especiais de reação, face ao risco de incêndio máximo e muito elevado, com a implementação das seguintes medidas de caráter excecional:
a) Proibição do acesso, circulação e permanência no interior dos espaços florestais, previamente definidos nos planos municipais de defesa da floresta contra incêndios, bem como nos caminhos florestais, caminhos rurais e outras vias que os atravessem, com as exceções previstas no artigo 23.º do Decreto-Lei n.º 124/2006, de 28 de junho, na sua atual redação, nomeadamente o acesso, a circulação e a permanência de residentes permanentes ou temporários e de pessoas que ali exerçam atividade profissional;
b) Proibição da realização de queimadas e de queimas de sobrantes de exploração;
c) Proibição de realização de trabalhos nos espaços florestais com recurso a qualquer tipo de maquinaria, com exceção dos associados a situações de combate a incêndios rurais;
d) Proibição de realização de trabalhos nos demais espaços rurais com recurso a motorroçadoras de lâminas ou discos metálicos, corta-matos, destroçadores e máquinas com lâminas ou pá frontal;
e) Proibição da utilização de fogo-de-artifício ou outros artefactos pirotécnicos, independentemente da sua forma de combustão, bem como a suspensão das autorizações que tenham sido emitidas.
As poucas exceções...
A proibição prevista nas alíneas c) e d) do número anterior não abrange:
a) Os trabalhos associados à alimentação e abeberamento de animais, ao tratamento fitossanitário ou de fertilização, regas, podas, colheita e transporte de culturas agrícolas, desde que as mesmas sejam de carácter essencial e inadiável e se desenvolvam em zonas de regadio ou desprovidas de florestas, matas ou materiais inflamáveis, e das quais não decorra perigo de ignição;
b) A extração de cortiça por métodos manuais e a extração (cresta) de mel, desde que realizada sem recurso a métodos de fumigação obtidos por material incandescente ou gerador de temperatura;
c) Os trabalhos de construção civil, desde que inadiáveis e que sejam adotadas as adequadas medidas de mitigação de risco de incêndio rural. © NM/NCV
17 de janeiro de 2019
Comando Operacional Distrital da Proteção Civil reuniu ontem nos Paços do Concelho de Marvão
| Foto © CMM/NCV |
O Centro Distrital de Operações de Socorro de Portalegre (Autoridade Nacional de Proteção Civil) realizou ontem, dia 16 de Janeiro, no Salão Nobre dos Paços do Concelho de Marvão, o primeiro briefing descentralizado do CCOD - Centro de Coordenação Operacional Distrital do ano de 2019.
A reunião foi presidida pelo Presidente do Município de Marvão, Luís Vitorino, e contou com a presença do Comandante Operacional Distrital, Rui Conchinha, de diversos representantes autárquicos, técnicos dos Gabinetes Florestais de vários Municípios do Distrito, GNR, Bombeiros e outros agentes de Proteção Civil.
Tal como acontece em todos os briefings, a Autoridade de Proteção Civil fez um resumo das ocorrências assinaladas desde o briefing anterior e que envolveram meios de operações de socorro, com especial destaque para as registadas no concelho de Marvão. © NCV
13 de outubro de 2018
Proteção Civil alerta para “condições meteorológicas adversas” (vento e chuva) na próxima madrugada
A situação meteorológica que irá condicionar o
território continental português é ainda muito incerta,
nomeadamente quanto à trajetória da depressão Leslie e aos efeitos
que a mesma produzirá em relação a vento, precipitação e
agitação marítima.
Espera-se que as condições dos estados do tempo
e do mar se agravem a partir das 19 horas de sábado, 13-10-2018,
atingindo-se o pico mais crítico entre as 00 horas e as 06 horas de
domingo, para o vento, as 01 horas e as 16 horas de domingo para a
precipitação, as 03 horas e as 12 horas de domingo, para a agitação
marítima.
O território continental português será afetado
muito provavelmente em toda a sua extensão geográfica, não sendo
possível ainda indicar com precisão as áreas de maior impacto dos
fenómenos meteorológicos.
É essencial recomendar especial cuidado com o
vento, por precaução, na medida em que, podendo soprar forte
nalgumas regiões, pode contribuir sobremaneira para a evolução
rápida dos incêndios rurais que venham a verificar-se.
Efeitos expectáveis
Face à situação acima descrita, poderão
ocorrer os seguintes efeitos:
· Danos em estruturas montadas ou suspensas;
· Possibilidade de queda de ramos ou árvores em
virtude de vento mais forte;
· Possíveis acidentes na orla costeira;
· Dificuldades de drenagem em sistemas urbanos,
nomeadamente as verificadas em períodos de preia-mar, podendo causar
inundações nos locais historicamente mais vulneráveis;
· Piso rodoviário escorregadio e eventual
formação de lençóis de água e gelo;
· Possibilidade de cheias rápidas em meio
urbano, por acumulação de águas pluviais ou insuficiências dos
sistemas de drenagem;
· Possibilidade de inundação por transbordo de
linhas de água nas zonas historicamente mais vulneráveis;
· Inundações de estruturas urbanas subterrâneas
com deficiências de drenagem;
· Fenómenos geomorfológicos causados por
instabilização de vertentes associados à saturação dos solos,
pela perda da sua consistência.
Medidas preventivas
A ANPC recorda que o eventual impacto destes
efeitos pode ser minimizado, sobretudo através da adoção de
comportamentos adequados, pelo que, e em particular nas zonas
historicamente mais vulneráveis, se recomenda a observação e
divulgação das principais medidas de autoproteção para estas
situações, nomeadamente
· Garantir uma adequada fixação de estruturas
soltas, nomeadamente, andaimes, placards e outras estruturas
suspensas;
· Ter especial cuidado na circulação e
permanência junto de áreas arborizadas, estando atento para a
possibilidade de queda de ramos e árvores, em virtude de vento mais
forte;
· Ter especial cuidado na circulação junto da
orla costeira e zonas ribeirinhas historicamente mais vulneráveis a
galgamentos costeiros, evitando a circulação e permanência nestes
locais;
· Não praticar atividades relacionadas com
o mar, nomeadamente pesca desportiva, desportos náuticos e passeios
à beira-mar, evitando ainda o estacionamento de veículos muito
próximos da orla marítima;
· Garantir a desobstrução dos sistemas de escoamento das águas
pluviais e retirada de inertes e outros objetos que possam ser
arrastados ou criem obstáculos ao livre escoamento das águas;
· Adotar uma condução defensiva, reduzindo a velocidade e tendo
especial cuidado com a possível acumulação de neve e formação de
lençóis de água nas vias;
· Não atravessar zonas inundadas, de modo a precaver o
arrastamento de pessoas ou viaturas para buracos no pavimento ou
caixas de esgoto abertas;
· Estar atento às informações da meteorologia e às indicações
da Proteção Civil e Forças de Segurança.
26 de maio de 2018
ANPC esclarece que a proteção civil não cobra coimas e adverte para situações de tentativa de burla
A Autoridade Nacional de Proteção Civil eslareceu em comunicado que “os serviços de proteção civil não procedem à cobrança de coimas por incumprimento das obrigações legais de limpeza dos terrenos florestais, recomendando-se que qualquer tentativa feita nesse sentido seja imediatamente participada às autoridades policiais”.
Fê-lo ao ter “conhecimento de uma situação ocorrida no distrito de Viana do Castelo, em que o burlão em causa demandou um cidadão para que este fizesse o pagamento do valor de uma coima, para um determinado NIB, até ao final desse mesmo dia, sob pena daquele duplicar”.
A ANPC advertiu assim em comunicado todos os cidadãos para a “eventualidade de poderem ser abordados por estranhos que, agindo de má-fé e fazendo-se passar por elementos da proteção civil, visem burlar os desprevenidos, fazendo-os crer na existência de coimas em seu nome devidas pelo incumprimento das obrigações legais de limpeza dos terrenos florestais de que são proprietários”. © NCV
7 de agosto de 2016
Proteção Civil recomenda comportamentos
e alerta para elevados riscos de incêndio
Em função da previsão da evolução das condições meteorológicas (ver notícia AQUI) é expectável par os próximos dias tempo quente e seco e vento moderado com permanência de condições favoráveis à eventual ocorrência e propagação de incêndios florestais.
Por isso a Proteção Civil divulgou alguns conselhos em matéria de saúde e recorda disposições legais e recomenda comportamentos em matéria de riscos de incêndio.
Defenda-se do calor
Mantenha-se hidratado (beba água, mesmo se não tiver sede);
Mantenha a casa arejada;
Evite a exposição ao sol nas horas de maior calor (entre as 11h00 e as 17h00);
Se viajar de carro, escolha as horas de menor calor. Não permita que pessoas e/ou animais fiquem dentro da viatura ao sol;
Os recém-nascidos, as crianças, as pessoas idosas e as pessoas doentes, podem não sentir, ou não manifestar sede. Ofereça-lhes água e esteja atento;
Atenção redobrada ao grupos mais vulneráveis, idosos, crianças, doentes crónicos, sem-abrigo, pessoas que desenvolvem a sua atividade no exterior.
Minimizar e prevenir os riscos de incêndio
Nesta altura do ano, e de acordo com as disposições legais em vigor, não é permitido nos espaços
rurais:
Realizar queimadas, fogueiras para recreio ou lazer, ou confecção de alimentos;
Utilizar equipamentos de queima e de combustão destinados à iluminação ou à confecção de alimentos;
Queimar matos cortados e amontoados e qualquer tipo de sobrantes;
Lançar balões com mecha acesa ou qualquer outro tipo de foguetes;
Fumar ou fazer lume nos espaços florestais e vias que os circundem;
A fumigação ou desinfestação em apiários com fumigadores que não estejam equipados com dispositivos de retenção de faúlhas.
Na realização de trabalhos agrícolas e florestais:
Mantenha as máquinas e equipamentos limpos de óleos e poeiras;
Abasteça as máquinas a frio e em local com pouca vegetação;
Tenha cuidado com as faíscas durante o seu manuseamento, evitando a sua utilização nos períodos de maior calor.
Se mora junto a uma área florestal:
Limpe o mato à volta da sua habitação e guarde, em lugar seguro e isolado, a lenha, gasóleo e outros produtos inflamáveis;
Para informações sobre prevenção estrutural de incêndios florestais contacte o Instituto da Conservação da Natureza e Florestas;
Informe as autoridades se presenciar atos negligentes ou comportamentos dolosos. © NCV
6 de novembro de 2015
Funcionários municipais participaram no exercício nacional “A Terra Treme”
Funcionários da Câmara Municipal de Castelo de Vide participaram na 6ª feira de manhã, às 11:06 horas, no Exercício Público de Cidadania no Âmbito do Risco Sísmico – A Terra Treme – promovido pela ANPC (Autoridade Nacional da Proteção Civil), em parceria com várias entidades públicas e privadas. O exercício com a duração de um minuto teve como objetivo preparar e capacitar a população para o risco sísmico.
Segundo o sítio da ANPC, o melhor método de se salvar em caso de risco é através dos três gestos consensualizados entre as comunidades científicas nacional e internacional: baixar, proteger e aguardar. A posição de se baixar sobre os joelhos evita que se caia durante o sismo, mas possibilita ao individuo a sua mobilidade. A proteção da cabeça e pescoço são essenciais e devem ser feitos com os braços e as mãos. A procura de um local para se abrigar, como uma mesa, também faz parte do procedimento de segurança, onde se deverá manter até que a terra pare de tremer.
Esta iniciativa por parte da ANPC está inserida nos objetivos da Estratégia Internacional para a Redução de Catástrofes das Nações Unidas e nas ações que assinalam os 260 anos do sismo de 1755. © CMCV/NCV
Ver mais notícias AQUI.
5 de novembro de 2015
Proteção Civil convoca exercício “A Terra Treme”
para amanhã 6ª feirapelas 11:06 horas
![]() |
| Clicar na imagem para ampliar o cartaz. |
Amanhã, sexta-feira dia 6 de Novembro, às 11:06 horas, todas as pessoas, onde quer que estejam, estão convidadas a participar num exercício público de cidadania a nível nacional no âmbito do risco sísmico.
Designado como “A Terra Treme” o exercício convida a que os aderentes pratiquem três gestos básicos de proteção em caso de sismo:
Baixar – baixe-se sobre os joelhos, esta posição evita que possa cair durante o sismo, mas permite mover-se;
Proteger – proteja a cabeça e o pescoço com os braços e as mãos e procure abrigar-se, coloque-se se possível sob uma mesa resistente e segure-se a ela firmemente;
Aguardar – aguarde até a terra parar de tremer.
O exercício “A Terra Treme” tem a duração de um minuto e qualquer cidadão pode participar, individualmente ou em grupo.
Promovido pela Autoridade Nacional de Proteção Civil, em parceria com diversas entidades públicas e privadas, este projeto enquadra-se nos objetivos da Estratégia Internacional para a Redução de Catástrofes das Nações Unidas e nas ações que assinalam os 260 anos do sismo de 1755, pretendendo envolver as diferentes comunidades na sua preparação para o risco sísmico
No contexto do lançamento do Referencial de Educação para o Risco – ReRisco, elaborado em parceria com o Ministério da Educação e Ciência, destacamos na campanha deste ano o papel da escola e da comunidade educativa no incentivo a uma cidadania verdadeiramente ativa em matéria de proteção e segurança.
As nossas crianças e jovens são importantes agentes de mudança, não só pela aquisição de competências que lhes permita saber o que fazer e não fazer perante cada risco, mas como valiosos transmissores de uma cultura de prevenção à família e à comunidade onde vivem.
Para além da prática dos 3 gestos, no minuto definido para o exercício, “A Terra Treme” procura promover a discussão e a aprendizagem sobre como agir antes, durante e após um sismo. É um exercício que vai ser realizado pela terceira vez em Portugal e é inspirado no modelo norte-americano ShakeOut. © NCV
2 de novembro de 2015
Proteção Civil convoca para exercício “A Terra Treme” na 6ª feira dia 6 de Novembro pelas 11:06 horas
No próximo dia 6 de Novembro, às 11:06 horas, todas as pessoas, onde quer que estejam, estão convidadas a participar num exercício público de cidadania a nível nacional no âmbito do risco sísmico.
Designado como “A Terra Treme” o exercício convida a que os aderentes pratiquem três gestos básicos de proteção em caso de sismo:
Baixar – baixe-se sobre os joelhos, esta posição evita que possa cair durante o sismo, mas permite mover-se;
Proteger – proteja a cabeça e o pescoço com os braços e as mãos e procure abrigar-se, coloque-se se possível sob uma mesa resistente e segure-se a ela firmemente;
Aguardar – aguarde até a terra parar de tremer.
O exercício “A Terra Treme” tem a duração de um minuto e qualquer cidadão pode participar, individualmente ou em grupo.
Promovido pela Autoridade Nacional de Proteção Civil, em parceria com diversas entidades públicas e privadas, este projeto enquadra-se nos objetivos da Estratégia Internacional para a Redução de Catástrofes das Nações Unidas e nas ações que assinalam os 260 anos do sismo de 1755, pretendendo envolver as diferentes comunidades na sua preparação para o risco sísmico
No contexto do lançamento do Referencial de Educação para o Risco – ReRisco, elaborado em parceria com o Ministério da Educação e Ciência, destacamos na campanha deste ano o papel da escola e da comunidade educativa no incentivo a uma cidadania verdadeiramente ativa em matéria de proteção e segurança.
As nossas crianças e jovens são importantes agentes de mudança, não só pela aquisição de competências que lhes permita saber o que fazer e não fazer perante cada risco, mas como valiosos transmissores de uma cultura de prevenção à família e à comunidade onde vivem.
Para além da prática dos 3 gestos, no minuto definido para o exercício, “A Terra Treme” procura promover a discussão e a aprendizagem sobre como agir antes, durante e após um sismo. É um exercício que vai ser realizado pela terceira vez em Portugal e é inspirado no modelo norte-americano ShakeOut. © NCV
Subscrever:
Comentários (Atom)







