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16 de abril de 2026

Relatório de contas municipais de 2025 aprovadas pela maioria do PSD com abstenção do PS
- documento segue para a Assembleia Municipal

Foto © Portugal Carving/NCV
O Relatório e Contas do Município de Castelo de Vide relativo ao exercício de 2025 foi aprovado pela maioria PSD na última reunião do Executivo Municipal, com duas abstenções dos vereadores do Partido Socialista e vai ser enviado para aprovação pela Assembleia Municipal na sua próxima reunião que está calendarizada e deverá realizar-se no próximo dia 24 de Abril (sexta-feira).
A análise do documento ficou reduzida apenas a uma extensa e promenorizada intervenção política da vereadora Cecília Oliveira em nome da oposição, reconhecendo os aspetos positivos das contas estáveis e equilibradas, mas demosntando com dados do próprio documento que “havia condições para fazer mais do que foi feito” em termos de resposta às necessidades concretas da população, nomeadamente em matéria de habitação e saúde.
“O verdadeiro critério de avaliação de uma autarquia não é apenas o dinheiro que sobra nas contas. É a diferença que faz na vida das pessoas”, assim rematou Cecília Oliveira a sua intervenção cujo conteúdo a seguir republicamos no essencial ou ser ouvida na gravação vídeo parcial que juntamos. © NCV

Contas estáveis e equilibradas mas fragilidades importantes
“A análise do Relatório de Contas de 2025 exige seriedade, equilíbrio e rigor. E é com esse espírito que o Partido Socialista olha para este documento”, começou por referir a vereadora socialista.
“Da nossa parte, não haverá nem oposição de negação, nem complacência. Quando os números revelam aspetos positivos, temos a obrigação de os reconhecer”, continuou referindo “alguns indicadores financeiros que devem ser assinalados: o Município encerra 2025 com um saldo de gerência de 1 819 730,24 euros; a dívida a fornecedores, no final do ano, é de apenas 231 22 euros; e a margem de endividamento mantém-se muito folgada, com uma dívida total relevante de 422 133,57 euros, muito abaixo do limite legal de 9 580 595,44 euros. Isto significa que, do ponto de vista da tesouraria, da liquidez e do enquadramento legal, o Município apresenta contas estáveis e equilibradas. E isso, por rigor e por honestidade política, deve ser dito”.
“Mas (...) uma autarquia não se mede apenas pela robustez dos seus saldos, nem pelo conforto da sua tesouraria. Mede-se, acima de tudo, pela capacidade de transformar recursos em respostas concretas para as pessoas. E é precisamente aqui que este relatório revela fragilidades importantes”.
“Linha de maioria PSD atravessa este relatório”
Desde logo, importa não aceitar leituras politicamente convenientes. É verdade que este Relatório de Contas de 2025 reflete, em larga medida, a gestão do anterior executivo, porque as eleições autárquicas ocorreram em outubro e a tomada de posse do novo mandato apenas aconteceu a 1 de novembro de 2025. Mas também é verdade que o atual Presidente da Câmara era já o Vice-Presidente desse executivo, e que a atual Vice-Presidente era já vereadora em regime de permanência. Portanto, ninguém pode agora tentar apresentar-se como se chegasse de fora ou como se nada tivesse a ver com as opções de gestão refletidas neste documento. Há continuidade política, há continuidade de responsabilidades e há, naturalmente, uma linha de maioria PSD que atravessa este relatório”.
Insuficiência de resposta às necessidades da população
Do mesmo modo, importa deixar claro que os vereadores do Partido Socialista — eu própria e o Vereador João Diogo - também integrávamos esse Executivo, mas em oposição, tal como hoje acontece, e com uma visão diferente das prioridades do concelho, designadamente nas áreas das respostas sociais, da saúde e da habitação. E isso também deve ficar politicamente claro.
Ora, quando saímos da leitura mais celebratória das considerações gerais e entramos nos números concretos do relatório, percebemos que a principal fragilidade da gestão de 2025 não está na falta de dinheiro. Está, sim, na capacidade de execução e na insuficiência de resposta às necessidades reais da população”.
“Havia margem, havia previsão, havia condições para fazer mais”...
“O próprio relatório mostra que a execução das Grandes Opções do Plano ficou pelos 69,28%. Ou seja, dos mais de 6,3 milhões de euros previstos, ficaram por concretizar quase 2 milhões de euros. Isto é um dado politicamente muito relevante. Porque o orçamento não serve para enfeitar papel. Serve para concretizar prioridades e melhorar a vida das pessoas”.
Também a despesa global executada ficou apenas nos 78,2%, e a despesa de capital, que é precisamente a que mais diretamente se relaciona com investimento, obra e transformação do território, ficou nos 60,9%. Isto quer dizer que havia margem, havia previsão, havia condições para fazer mais — e, ainda assim, ficou muito por concretizar.
E quando vamos às áreas concretas, os números são ainda mais elucidativos. Na área da habitação, a execução foi de apenas 25,89%. Na área dos serviços individuais de saúde, ficou pelos 11,40%. No ordenamento do território, pelos 37,34%”.
“Ficou muito por fazer onde mais fazia falta”
Estes números não são opinião. São os números do próprio relatório. E o que eles nos dizem é simples: ficou muito por fazer onde mais fazia falta.
Na habitação, continuamos sem uma oferta de habitação acessível e pronta a habitar que responda, de forma séria, às dificuldades de quem quer viver no concelho, de quem cá trabalha, de quem aqui quer fixar família e de quem se vê confrontado com um mercado cada vez mais inacessível. E isto não é uma abstração. É um dos maiores bloqueios ao futuro do concelho.
Na saúde, continuamos sem respostas que façam verdadeiramente diferença na vida das pessoas. Continuamos com a questão dos médicos de família sem solução adequada. Continuamos com populações, sobretudo mais envelhecidas, a viverem a angústia da falta de resposta regular e próxima. E perante isto, uma execução de 11,40% na função saúde não pode deixar-nos satisfeitos.
E é exatamente aqui que o discurso da “boa saúde financeira” tem de ser confrontado com a realidade. Porque ter contas certas é importante. Mas não basta. Um Município pode ter saldos positivos, baixa dívida e dinheiro em caixa — e, ainda assim, falhar naquilo que mais importa: responder às necessidades concretas da população. E quando isso acontece, a estabilidade financeira deixa de ser, por si só, um mérito suficiente. Passa a ser também um espelho daquilo que ficou por fazer.
Relatório de Contas de 2025 mostra uma realidade contraditória
“Nós reconhecemos que as contas do Município têm aspetos positivos. Mas uma Câmara Municipal não pode ser avaliada apenas pelo dinheiro que sobra ou pelos números que apresenta no papel. Tem de ser avaliada pela diferença que faz na vida das pessoas”.
O próprio relatório mostra outras fragilidades de gestão que não devem ser ignoradas. Refere, por exemplo, que em 2025 ficaram retidos na DGAL mais de 770 mil euros, por atrasos nos reportes mensais nas plataformas SIAL e SISAL, situação que o próprio relatório justifica com falta de capacidade de resposta dos recursos humanos da divisão financeira (pp. 19-20). Independentemente do enquadramento nacional desta matéria, isto revela dificuldades administrativas e de organização que também fazem parte da avaliação política da gestão. Porque governar bem não é apenas anunciar. É também garantir capacidade de execução, de acompanhamento e de resposta.
Aquilo que este Relatório de Contas de 2025 nos mostra, portanto, é uma realidade contraditória: por um lado, um Município financeiramente estável; por outro, uma execução política e orçamental insuficiente em áreas essenciais. E essa contradição deve ser dita com frontalidade”.
“Castelo de Vide não precisa apenas de contas certas“
“Da parte do Partido Socialista, o que afirmamos é simples: reconhecemos os dados positivos das contas, porque fazemos política com seriedade. Mas não confundimos equilíbrio financeiro com boa gestão política. E não aceitaremos que saldos e rácios sejam usados para esconder a falta de respostas concretas na habitação, na saúde e noutras áreas decisivas para a vida das pessoas.
Castelo de Vide não precisa apenas de contas certas. Precisa de políticas certas. Precisa de investimento executado. Precisa de respostas que se sintam no dia a dia das famílias. Precisa de opções de gestão que coloquem as pessoas no centro.
E é por isso que a nossa leitura deste relatório é esta: há estabilidade financeira, sim; mas há também subexecução, atraso e insuficiência de resposta. E isso, para nós, não pode ser ignorado nem branqueado”.

10 de dezembro de 2025

Executivo Municipal aprovou por unanimidade todos os Documentos Previsionais de 2026 e as propostas fiscais a enviar à Assembleia Municipal

Foto © CMCV/NCV
O Executivo Municipal aprovou por unanimidade ontem de manhã em reunião extraordinária o conjunto dos Documentos Previsionais para 2026.
Foram votadas em bloco as Grandes Opções do Plano/Plano Plurianual de Investimentos/Atividades Mais Relevantes, o Orçamento para o ano financeiro de 2026, o Plano Orçamental Plurianual e o Mapa de Pessoal para o ano de 2026.
Registou-se apenas uma intervenção da vereadora Cecília Oliveira que fez uma apreciação política geral dos primeiros documentos previsionais neste mandato, a que o NCV fará referência autónoma detalhada.
Reunião durou apenas 30 minutos
Numa reunião que durou apenas cerca de 30 minutos foram ainda aprovados também por unanimidade as propostas de Atualização das Tabelas de Preços do Regulamento de Cedência e Utilização de Viaturas de Transporte Coletivo Municipal, da Tabela de Tarifas Anexa ao Regulamento Municipal de Recolha de Resíduos Sólidos e de Limpeza Pública do Concelho, da Tabela de Tarifas Anexa ao Regulamento Municipal de Recolha de Resíduos Sólidos e de Limpeza Pública do Concelho, Participação no IRS, Lançamento de Derramas e ainda das Taxas a aplicar aos Prédios Urbanos, de acordo com o Código do Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) e da Taxa Municipal de Direitos de Passagem.
As atualizações de valores foram feitas com base na taxa de inflação e foram mantidos os critérios referentes à participação no IRS, lançamento de derramas, taxas de IMI rústico e urbano e Taxa Municipal de Direitos de Passagem.
Todas estas propostas são agora endereçadas à Assembleia Municipal que as deverá analisar e votar na sua sessão ordinária de Dezembro que estará prevista para a sexta-feira dia 19 de Dezembro.
Como constava da ordem de trabalhos foi também revogada uma deliberação de Fevereiro de 2023 (e aprovada pela Assembleia Municipal) que aprovou uma operação de locação financeira (leasing) para aquisição de veículo pesado de passageiros, a fim de agilizar esta aquisição que tem encontrado diversos problemas. © NCV

1 de novembro de 2025

Marta Ruivo renunciou ao seu mandato na Assembleia Municipal dando lugar à entrada de Sérgio Graça

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Marta Isabel da Graça Ruivo.
Marta Isabel da Graça Ruivo que integrava no segundo lugar a lista de candidatos do Partido Social Democrata à Assembleia Municipal de Castelo de Vide, renunciou ao mandato para que foi eleita, segundo informou André Barrigas através de edital datado e divulgado com data de 28 de Outubro (ver documento AQUI).
Recorda-se que Marta Ruivo constava como segunda candidata à Assembleia de Freguesia de Póvoa e Meadas lugar para que foi igualmente eleita, tendo inclusive sido eleita e tomado posse para secretária do Executivo desta autarquia.
O seu lugar na Assembleia Municipal deverá assim ser agora confiado ao membro seguinta da respetiva lista do PSD, o também povoense Sérgio Graça que regressa assim à função de deputado municipal. © NCV

31 de outubro de 2025

Assembleia e Câmara Municipal 2025-29 instaladas amanhã no Cine-Teatro Mouzinho da Silveira

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A Câmara Municipal de Castelo de Vide emitiu um convite à população incentivando a sua participação na cerimónia de instalação, ou tomada de posse, dos últimos dois órgãos autárquicos para o mandato 2025-2029 que vai decorrer este sábado, dia 1 de Novembro pelas 17 horas no Cine-Teatro Mouzinho da Silveira.
O evento é público e aberto a toda a população e marca a tomada de posse dos recém-eleitos membros da Assembleia Municipal e da Câmara Municipal. © NCV

13 de outubro de 2025

Eleições Autárquicas 2025:
PSD voltou a ganhar em Castelo de Vide e recuperou ao Partido Socialista a Freguesia de Póvoa e Meadas

Resultados globais da votação para a Câmara Municipal. Clicar para ampliar.
O PSD voltou a ganhar as Eleições Autárquicas de 2025 em Castelo de Vide e reforçou mesmo o número global de votos para a Câmara e para a Assembleia Municipal, tendo ainda ganho (por dois votos) a Assembleia de Freguesia de Póvoa e Meadas ao Partido Socialista e mantido as de São João Batista e de Santiago Maior. O Partido Socialista apenas manteve a Assembleia de Freguesia de Santa Maria da Devesa.
Na Câmara Municipal o PSD viu serem eleitos 3 vereadores e o Partido Socialista dois e na Assembleia Municipal o PSD elegeu 8 deputados a que se juntam 3 presidentes de Junta de Freguesia e o Partido Socialista elegeu 7 deputados a que se junta um presidente de Junta de Freguesia.
Resultados globais da votação para a Assembleia Municipal. Clicar para ampliar.
PS apenas venceu votações para a Câmara e Assembleia em Póvoa e Meadas
Para a Câmara Municipal votaram 1993 dos 2641 eleitores (abstenção de 24,4%); o PSD recolheu 1027 votos contra 833 do PS que apenas venceu em Póvoa e Meadas (por 165 contra 143). A CDU registou 56 votos e o Chega 30 tendo havido 25 votos em branco e 27 nulos.
A votação para a Assembleia Municipal registou precisamente a mesma votação global (abstenção de 24,4%); o PSD obteve 1023 votos contra 836 do PS que mais uma vez também apenas teve mais votos em Póvoa e Meadas (154 contra 149 do PSD). A CDU registou 15 votos e houve 14 votos brancos e 8 nulos.
Resultados globais da votação para as Assembleiaa de Freguesia. Clicar para ampliar.
Votações para as Assembleias de Freguesia
Na eleição para a Assembleia de Freguesia de Santa Maria da Devesa votaram 945 dos 1281 eleitores inscritos (abstenção de 26,2%) e o Partido Socialista averbou 454 votos contra 430 do PSD; houve 14 votos em branco e 15 nulos.
Para a Assembleia de Freguesia de S. João Batista o PSD venceu com 318 votos contra 178 do PS e 20 da CDU, com 4 votos brancos e 10 nulos, e tendo exercido o direito cívico 530 dos 679 inscritos (abstenção de 21,9%).
Em Póvoa e Meadas votaram 341 dos 443 eleitores inscritos tendo o PSD averbado 155 contra 153 do PS, a CDU 14 votos, com 8 votos em branco e 8 nulos.
Finalmente, para a Assembleia de Freguesia de Santiago Maior votaram 177 dos 238 inscritos (abstenção de 25,6%), houve 2 votos brancos e 4 nulos, e o PSD venceu por 126 contra 42 do PS e 3 da CDU.
Composição do Executivo Municipal eleito
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Com base nestes resultados, e de acordo com os mandatos eleitos, Nuno Calixto será o Presiente da Câmara Municipal de Castelo de Vide até 2029, tendo como vereadores Helena Esteves e Rui Bengala (PSD) e Cecília Oliveira e João Diogo Carlos (PS), ou seja um Executivo Municipal muito idêntico ao anterior, apenas com a entrada de Rui Bengala para a saída de António Pita (agora na Assembleia Municipal).
Bancadas do PSD e do PS na Assembleia Municipal
Por outro lado, na Assembleia Municipal foram eleitos oito deputados municipais para a bancada do PSD: André Barrigas (que deverá ser reeleito como presidente), Marta Ruivo, António Pita, Joana Belo Costa, Inês Mariquito Tavares, Diogo Cúmano, Hugo Folgado e Helena Aires, a que se juntam os presientes de três Juntas de Freguesia - José António Belo (Póvoa e Meadas), José Serra (Santiago Maior) e Nuno Vaqueiro (S. João Batista).
Para a bancada do PS foram eleitos 7 deputados: Filipe Luz,Ana Rita Canário, João Guimarães, Antónia Palmeiro, Carla Ventura, Tomás Oliveira e Isabel Carita a que se junta João Carlos (eleito presidente da Junta de Freguesia de Santa Maria da Devesa).
Quem é quem nas Assembleias de Freguesia
A Assembleia de Freguesia de Santa Maria da Devesa terá 5 eleitos do PS (João Carlos, Joana Ceia, Francisco Carapeto, Patrícia Ribeiro e Marina Barreta) e 4 do PSD (Álvaro Bengala, Francisco Vieira, Elsa Turíbia e Isabel Ferreira Carvalho), a de São João Batista 5 do PSD (Nuno Vaqueiro, Vera Esteves, João Prezado, José Carlos Costa Pinto e Sónia Ribeiro Faustino) e 2 do PS (José Luís Branquinho e João Vaqueiro) e a de Póvoa e Meadas 4 PSD (José António Belo, Marta Ruivo, Rui Galhofas e João Maria Miranda) e 3 PS (Susana Simão, Nuno Fidalgo e Ricardo Simão).
No caso de Santiago Maior a Assembleia de Freguesia terá 5 eleios do PSD (José Serra, Luísa Costa, Fábio Carapeto e João Manuel Ramiro de Carvalho) contra 2 do PS (João Carapeto e Rosa Gomes). © NCV

7 de outubro de 2025

Eleições Autárquicas 2025: André Barrigas (PSD) propõe-se implementar Jornadas de Desenvolvimento Comunitário e dinamização dos “momentos de abertura” das reuniões da Assembleia Municipal

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André Barrigas, candidato “a presidente” da Assembleia Municipal nas listas do PSD, desvendou através do espaço pessoal nas redes sociais quais serão os seus dois grandes eixos de ação no caso de voltar a ser escolhido pelos castelovidenses para um terceiro mandato no órgão deliberativo como deputado municipal.
Serão eles a realização de Jornadas de Desenvolvimento Comunitário e a dinamização dos “momentos de abertura” das reuniões da Assembleia Municipal. Propostas que o candidato se propõe apresentar “logo nas primeiras Assembleias Municipais, com o objetivo de criar uma metodologia participativa e aberta, onde todos — independentemente da cor política — possam contribuir para a construção democrática local”.
Jornadas de Desenvolvimento Comunitário
As Jornadas de Desenvolvimento Comunitário serão “sessões temáticas abertas à comunidade, dedicadas a dar mundo às pessoas, estimular o pensamento crítico e construir uma visão estratégica para o concelho”, que André Barrigas vê e pretende que sejam como “momentos de partilha de conhecimento, reflexão e capacitação, porque só com informação e visão de futuro conseguimos preparar melhor o presente”.
Dinamizar os “momentos de abertura” das reuniões 
Quanto aos “momentos de abertura” as reuniões da Assembleia Municipal André Barrigas pretende que sejam promovidos como “espaços de diálogo democrático em cada sessão, com temas específicos e úteis à comunidade” que “sirvam para a apresentação de necessidades, valorização do que já existe e propostas de melhoria, abordando áreas como o ambiente, a educação, o desporto, o envelhecimento ativo e o associativismo”.
“Mas também queremos que sejam dinâmicos e plurais, permitindo que os partidos representados na Assembleia proponham novas temáticas e que o próprio público possa apresentar propostas e ideias concretas”, acrescenta o candidato.
"Continuar a aproximar a Assembleia Municipal da população"
O espírito subjacente a estas propostas é o de “continuar a aproximar a Assembleia Municipal da população, dos mais novos aos mais velhos, reforçando o papel cívico de cada cidadão na vida pública”.
“Hoje, mantemos a mesma vontade de fazer mais e melhor”, assegura. “Porque a democracia não se vive de quatro em quatro anos - constrói-se todos os dias, com escuta, com participação e com o envolvimento de todos”. © NCV

27 de junho de 2025

Assembleia Municipal reúne esta sexta-feira no Museu de Póvoa e Meadas sem agenda na “ordem do dia”

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A Assembleia Municipal de Castelo de Vide reúne em sessão ordinária na noite desta sexta-feira dia 27 de Junho, pelas 20 horas no Museu de Póvoa e Meadas, como vem sendo habitual todos os anos neste mês.
Desta vez a ordem de trabalhos publicada pelo seu Presidente, André Barrigas (ver AQUI o documento completo), regista a particularidade de não conter quaisquer assuntos na ordem do dia.
Os trabalhos iniciam-se assim com os sempre preenchidos períodos de intervenção do público e de “antes da ordem do dia”.
E segundo a agenda publicada, depois dos assuntos administrativos (aprovação da ata anterior e “expediente”) passa-se de imediato à “Informação do Senhor Presidente da Câmara” e a eventuais outros assuntos que a Assembleia decida entretanto introduzir para análise e deliberação. © NCV

24 de junho de 2025

Assembleia Municipal reúne na sexta-feira no Museu de Póvoa e Meadas sem agenda na “ordem do dia”

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A Assembleia Municipal de Castelo de Vide reúne em sessão ordinária no próximo dia 27 de Junho (sexta-feira), pelas 20 horas no Museu de Póvoa e Meadas, como vem sendo habitual todos os anos neste mês.
Desta vez a ordem de trabalhos publicada pelo seu Presidente, André Barrigas (ver AQUI o documento completo), regista a particularidade de não conter quaisquer assuntos na ordem do dia.
Os trabalhos iniciam-se assim com os sempre preenchidos períodos de intervenção do público e de “antes da ordem do dia”.
E segundo a agenda publicada, depois dos assuntos administrativos (aprovação da ata anterior e “expediente”) passa-se de imediato à “Informação do Senhor Presidente da Câmara” e a eventuais outros assuntos que a Assembleia decida entretanto introduzir para análise e deliberação. © NCV

21 de junho de 2025

Eleições Autárquicas 2025: PS candidata Filipe Luz a Presidente da Assembleia Municipal

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A candidatura “Vencer o Futuro”, do Partido Socialista de Castelo de Vide, liderada por Cecília Oliveira anunciou esta semana Filipe Luz como cabeça de lista à Assembleia Municipal nas próximas eleições Autárquicas de Setembro próximo.
Natural de Castelo de Vide, Filipe Luz é Presidente da Concelhia do PS de Castelo de Vide desde Fevereiro de 2020, é líder do Grupo Municipal do PS na Assembleia Municipal e membro da Assembleia Intermunicipal da Comunidade Intermunicipal do Alto Alentejo.
“Tenho muito orgulho na nossa terra”
“Tenho muito orgulho na nossa terra, na nossa história, na nossa comunidade. Castelo de Vide é a nossa casa, Póvoa e Meadas é a nossa casa. Esta nossa terra é a nossa casa comum!”, refere o candidato numa primeira declaração pública na qual adianta que “somos um Concelho cheio de tradições, repleto de recursos naturais incríveis e de pessoas extraordinárias que nos garantem a oportunidade de sonhar com um futuro coletivo melhor para todos”.
“Acredito na democracia como motor de desenvolvimento social”
“Acredito na democracia como motor de desenvolvimento social, uma democracia participada, em que a opinião de cada um conta, em que a discussão positiva e construtiva assegura o progresso dos territórios e da comunidade”.
“Estou certo que precisamos de uma Assembleia Municipal forte, que não se limite à estrita fiscalização da atuação da Câmara Municipal que a lei lhe atribui, assente num modelo construtivo, liderada com a sensibilidade, o equilíbrio e a transparência que a nossa realidade exige. Juntos, Vamos Vencer o Futuro!”, remata a curta declaração de Filipe Luz.
Percurso académico, associativo e profissional
Filipe Luz, natural de Castelo Vide, licenciado em Economia e pós-graduado em Economia Financeira pela Universidade de Coimbra. É gestor comercial, desde 2015, numa empresa que opera no setor da distribuição alimentar e do retalho especializado.
Durante o seu percurso académico, foi dirigente em várias estruturas da Associação Académica de Coimbra e foi conselheiro de Ação Social da Universidade de Coimbra.
Em Castelo de Vide, a partir de 2013, dedicou-se à Ekosiuvenis – Associação Juvenil de Castelo de Vide, de que foi Presidente da Direção de 2017 a 2019.
Atualmente é Presidente do Conselho Fiscal da Associação Desportiva de Castelo de Vide e da Associação de Natação do Interior Centro.
Fruto destas experiências de participação ativa e da sua formação académica desenvolveu competências de coordenação de projetos, liderança de equipas e organização de eventos. Assume um forte perfil analítico, visão estratégica e capacidade de negociação, sempre disponível para o debate e para a concertação. © NCV

27 de fevereiro de 2025

Concursos para Chefes das Divisões Cultural e de Administração Geral da Câmara Municipal avançam depois de aprovados na Assembleia Municipal

Foto © DR/NCV
A Câmara Municipal de Castelo de Vide autorizou por unanimidade na sua última reunião a abertura de procedimentos concursais para provimento de dois cargos de direção intermédia de 2º grau, respetivamente para as Divisões Cultural e de Administração Geral (ver notícia AQUI). 
Em apenas oito dias, as respetivas propostas - ambas datadas de 14 de Fevereiro - foram presentes à reunião do Executivo de dia 19 de Fevereiro e submetidas, nos termos da Lei, à Assembleia Municipal que reuniu no passado dia 21 de Fevereiro. 
As duas propostas do Executivo Municipal foram submetidas, nos termos da Lei, à Assembleia Municipal do passado dia 21 de Fevereiro, e incluiram a necessária constituição dos júris para os referidos procedimentos.
Substituir Ângela Maximiano e Maria José Miranda
Recorda-se que o concurso para a Divisão Cultural decorre do falecimento de Ângela Maximiano,a anterior titular do cargo (ver notícia AQUI), e o cargo foi preenchido em regime (transitório) de substituição por Patrícia Martins (ver notícia AQUI).
Por outro lado no caso da Divisão de Administração Geral a necessidade do procedimento surgiu na sequência da aposentação da titular do cargo, Maria José Miranda (ver notícias AQUI), lugar para o qual até este momento ainda não foi designado nenhum quadro municipal em regime de substituição como alei permite.
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Júri para o concurso da Divisão Cultural
Para o procedimento referente à Divisão Cultural a proposta de constituição do júri aprovada inclui como presidente Pedro Guilherme Mourato Rainha Barbas, Chefe de Divisão de Cultura, Juventude, Desporto, Assuntos Sociais, Educação e Turismo da Câmara Municipal de Portalegre, sendo vogais efetivos Ilda Maria Ramos Lourenço Marques, Chefe da Divisão Administrativa e Financeira da Câmara Municipal de Marvão, e Paulo José Louro Trindade, Chefe de Divisão de Administração,Financeira e Modernização Administrativa da Câmara Municipal de Arronches. Como vogal suplente é proposto Luís Pedro Nogueira da Silva Cruz, Chefe da Divisão de Planeamento e Projetos da Câmara Municipal de Castelo de Vide.
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Júri para o concurso da Divisão de Administração Geral
No que toca ao concurso para Chefe da Divisão de Administração Geral é proposta como presidente do júri Ilda Maria Ramos Lourenço Marques, Chefe da Divisão Administrativa e Financeira da Câmara Municipal de Marvão, com José Manuel Maroco Branco Ramiro de Carvalho, Chefe da Divisão de Gestão Financeira e Patrimonial, e Clisante Jorge Pinheiro Gasalho, Chefe da Divisão Técnica de obras e Urbanismo, ambos da Câmara Municipal de Castelo de Vide, como vogais efetivos, e José Mário Agrelo Calha, Chefe da Divisão de Obras, Ambiente e Qualidade de Vida da Câmara Municipal de Marvão. © NCV

21 de janeiro de 2025

Castelo de Vide já dispõe do seu Plano Municipal de Ação Climática aprovado pela Assembleia Municipal

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Castelo de Vide já dispõe do seu Plano Municipal de Ação Climática, segundo tornou público o Presidente da Câmara Municipal através de edital datado de 14 de Janeiro corrente (ver documento AQUI).
O extenso documento - com 252 páginas - foi aprovado por unanimidade na Assembleia Municipal de Castelo de Vide, na sua última sessão ordinária realizada no dia 13 de Dezembro de 2024, depois de lhe ter sido proposto pela Câmara Municipal na sequência de deliberação tomada em reunião extraordinária realizada no dia 28 de Novembro de 2024.
António Pita fez ainda “saber que nos termos do disposto no Código do Procedimento Administrativo, o referido Plano Municipal foi submetido a consulta pública, e pode ser consultado no sítio institucional desta Câmara Municipal” (embora apenas na sua versão preliminar, ver AQUI). © NCV

27 de fevereiro de 2023

Assembleia Municipal autorizou leasing a 6 anos de autocarro de passageiros (300 mil euros até 2029) e a 4 anos para viatura elétrica ligeira de mercadorias

Autocarro Scania KA 410EB 4*2 carroçaria Irizar i6S (ilistração)
Na sua reunião da passada sexta-feira dia 24 de Fevereiro a Assembleia Municipal deu por unanimidade luz verde à Câmara Municipal para a aquisição de um novo autocarro de passageiros em regime de locação financeira (“leasing”) por um prazo de 6 anos (72 meses), até ao ano de 2029 ou seja até ao final já do próximo mandato autárquico. O novo autocarro de passageiros destina-se também ao transporte de crianças e jovens.
Trata-se de um veículo pesado de passageiros da marca Scania “modelo KA 410EB 4*2 carroçaria Irizar i6S ou equivalente” (51+1+1 lugares) que a Câmara Municipal espera poder entrar efetivamente ao serviço no último trimestre deste ano de 2023.
Concurso público internacional de 301 mil euros (mais IVA)
O preço de mercado da viatura é de 238 mil euros (mais IVA), a que acrescem os juros e encargos do contrato de “leasing” pelo que o valor ascenderá a 273 697,16 euros de acordo com consulta ao mercado. Mas considerando a “atual conjuntura económica e financeira dos mercados internacional e nacional” os serviços municipais propuseram a abertura por concurso público internacional de 301 mil euros (mais IVA).
O voto da Assembleia Municipal autorizou o Executivo a assumir compromissos plurianuais deste montante até 2029, no valor de cerca de 46 mil euros anuais até 2028 e de 58 mil euros em 2029, e a celebrar contrato de locação financeira com prazo superior a 36 meses (3 anos).
Leasing de viatura elétrica ligeira de mercadorias
Na mesma sessão os deputados municipais foram também unânimes em autorizar o Executivo a avançar com um contrato de locação financeira (“leasing”) com prazo de 48 meses (até 2027) para adquirir uma viatura elétrica ligeira de mercadorias no âmbito do programa de apoio à mobilidade elétrica na administração pública que o Fundo Ambiental apoia em 50% do valor da operação.
Trata-se de uma viatura da marca Renault “já adquirida, mas ainda não fornecida” depois de um concurso por consulta prévia e que deu lugar a um contrato datado de Maio de 2022 no valor de 25 035 euros. No entanto o valor do procedimento para contrato de leasing aprovado é de 31 800 euros tendo em conta os juros e encargos deste tipo de financiamento.
Tendo em conta o mapa dos compromissos futuros assumidos, esta viatura deverá entrar em funcionamento efetivo no segundo semestre deste ano. © NCV

5 de dezembro de 2022

Unanimidade do Executivo Municipal nas propostas de taxas e fiscalidade a enviar à Assembleia Municipal

Tal como estava previsto na sequência da reunião havida no quadro do exercício do Direito de Oposição, verificou-se unanimidade na última reunião Executivo Municipal (29 de Novembro) em matéria de fiscalidade municipal.
Para além da atualização das tabelas de preços do Regulamento de Cedência e Utilização de Viaturas de Transporte Coletivos Municipal e das tarifas anexa ao Regulamento Municipal de Recolha de Resíduos Sólidos e de Limpeza Pública do Concelho, também mereceram unanimidade as quatro propostas do Executivo relativas à fiscalidade municipal: Taxa Municipal de Direito de Passagem, Participação Variável de IRS, taxa a aplicar aos Prédios Urbanos, de acordo com o Código do Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) e lançamento de Derrama para o ano de 2023.
Taxas municipais atualizados em 5,1%
Mas a atualização da tabela geral de taxas municipais também em 5,1% foi incluída (e votada) no âmbito dos “Documentos Previsionais” e mereceu por esse a abstenção e não o voto positivo dos vereadores do PS no Executivo Municipal. Esta atualização foi decidida “em linha com a valorização salarial global do mesmo montante proposta pelo Governo”.
Compromisso assumido de “um valor de meio-termo”
Os vereadores do Partido Socialista votaram favoravelmente as propostas de atualização de taxas apresentadas, bem como a participação variável do IRS e Lançamento de Derrama. Em declaração de voto tornada pública congratulam-se com a proposta de atualização apresentada (5,1%) “dado o momento que vivemos e no qual se regista uma elevada inflação, e que vai de encontro à proposta do PS e do compromisso assumido em Reunião de Direito de Oposição de se encontrar um valor de meio-termo, para que esta atualização tenha um impacto menor na vida dos munícipes, mas também naquilo que são os aumentos de despesas suportadas pela Câmara Municipal”.
Participação variável de IRS em 2,5%
Relativamente à participação variável de IRS a declaração de voto de Cecília Oliveira e de João Diogo Carlos congratula-se “com a decisão de manter a participação variável de IRS em 2,5% no ano de 2023, proposta apresentada em 2020 pelos então vereadores do PS, pela necessidade de apoiar as famílias do concelho, minimizando assim as dificuldades de muitos munícipes do concelho, neste período de elevado aumento do custo de vida”.
Derrama apoia Bombeiros do concelho
E quanto à proposta de lançamento de Derramas sublinham “a manutenção da aplicação do valor apurado na esfera da Proteção Civil, nomeadamente através da sua atribuição aos Bombeiros do Concelho”. © NCV

28 de novembro de 2021

Assembleia Municipal aprovou em 40 minutos na 6ª feira 3 concursos para cargos de direção e efetuou cerca de 20 eleições e designações de representação

Com a duração de cerca de 40 minutos foi a sessão (extraordinária) da Assembleia Municipal mais curta de que há memória recente. Teve lugar na passada sexta-feira pelas 20 horas no Cine-Teatro Mouzinho da Silveira (ver gravação integral AQUI).
Não houve intervenção do público nem informações do Presidente da Câmara Municipal que esteve presente acompanhado dos vereadores Cecília Oliveira (PS), Nuno Calixto (PSD), Ana Rita Canário (PS) e Helena Esteves (PSD).
Foram efetuadas cerca de uma vintena de eleições e/ou designações para uma série de representações da Assembleia Municipal noutros órgãos e outras escolhas que a lei lhe comete, como a seguir de descreve.
Líderes dos Grupos Municipais
Tomou posse a deputada Joana Belo Costa, eleita nas listas do PSD, que “faltou ao ato de instalação”, Daniel Carreiras da Silva foi indicado como líder de bancada do Grupo Municipal do PSD (e anunciou desde logo que seria substituído nas suas faltas e impedimentos por João Andrade) e Filipe Luz como coordenador da bancada do Grupo Municipal do PS.
Concursos para cargos de direção intermédia
A Assembleia Municipal aprovou por maioria (10 votos do PSD e 9 abstenções do PS) três propostas de abertura de procedimentos concursais para provimento de cargos de direção intermédia: duas de 2º grau para a Divisão de Planeamento e Projetos e para a Divisão Cultural, e uma de 3º grau para o Serviço de Projetos e Obras Municipais.
O último ponto que constava na ordem de trabalhos foi uma “proposta de fixação de valores” para o Seguro de Acidentes Pessoais dos Membros dos Órgãos Autárquicos, que foi votada por unanimidade.
Daniel Carreiras da Silva e Filipe Luz na Assembleia da CIMAA
Antónia Palmeiro (PS) e Helena Aires (PSD) foram escolhidas para integrar um grupo de trabalho para a elaboração do projeto de Regimento da Assembleia Municipal.
Por outro lado, os deputados municipais Daniel Carreiras da Silva e Filipe Luz foram eleitos por unanimidade como membros efetivos da Assembleia Intermunicipal da CIMAA, com Hugo Folgado (PSD) e Raquel Sutil (PS) como suplentes.
O Presidente da Junta de Freguesia de S. João Batista, Nuno Vaqueiro, foi eleito por unanimidade como “autarca de Freguesia” para participar no XXV Congresso da Associação Nacional de Municípios Portugueses; João Santos Carlos, presidente da Junta de Freguesia de Santa Maria da Devesa, foi eleito como suplente.
Conselhos Municipais de Juventude e Educação
Helena Aires (PSD) e Raquel Sutil (PS) foram designadas como representantes da Assembleia Municipal no Conselho Municipal de Juventude.
Apresentado pelo PSD, Nuno Vaqueiro foi eleito por maioria (com 10 votos) em representação das Freguesias do Concelho no Conselho Municipal de Educação, lugar para que foi preterido António Simão (9 votos) apresentado a sufrágio pelo PS.
Bela Andrade nas Bolsas de Estudo
Com a mesma votação foi designada Bela Maria Abelho Santos Calheiros de Andrade como “Cidadã de Reconhecida Idoneidade para Integrar a Comissão de Análise” prevista no Regulamento Municipal de Bolsas de Estudo, sendo preterida Ana Rita Morais Ferreira Canário proposta pelo PS.
Susana Carapeto e João Santos Carlos na Comissão de Fogos Rurais
Finalmente, a Presidente da Junta de Freguesia de Santiago Maior, Susana Carapeto (PSD) e o Presidente da Junta de Freguesia de Santa Maria da Devesa João Santos Carlos (PS) foram designados como representantes das Freguesias do Concelho na Comissão Municipal de Gestão Integrada de Fogos Rurais. © NCV

19 de outubro de 2021

Cuidados de saúde reuniram ontem na Junta de Freguesia de Póvoa e Meadas ULSNA, Câmara e Assembleia Municipal

Fotos © JFPM/NCV
Teve lugar na manhã do dia de ontem na Junta de Freguesia de Póvoa e Meadas, uma reunião com o Conselho de Administração da ULSNA, promovida pela Câmara Municipal de Castelo de Vide.
Estiveram presentes o Presidente da Junta de Freguesia, António Simão, o Presidente da Assembleia Municipal, André Barrigas, o Presidente da Câmara Municipal, António Pita, as vereadoras Cecília Oliveira e Helena Esteves. Da parte da ULSNA, estiveram presentes o Presidente do Conselho de Administração, Joaquim Araújo e o vogal executivo Raul Cordeiro. Esteve ainda presente o Presidente do Lar de Nossa Senhora da Graça de Póvoa e Meadas, Joaquim Belo.
Grande parte da população sem médico de família
Em cima da mesa esteve o pedido de ponto de situação relativamente à presença dos médicos de família em Póvoa e Meadas, por forma a garantir uma resposta a toda a população ao nível dos cuidados de saúde primários. “Este tema tem vindo, nos últimos meses, a ser consecutivamente levantado junto das entidades competentes pelo executivo da Junta de Freguesia, que alertou nesta reunião que atualmente se desloca a Póvoa e Meadas um médico, o que deixa grande parte da população sem médico de família”, sublinha uma nota da Junta de Freguesia.
Extensão do Centro de Saúde: atraso inadmissível...
Foi ainda feito um ponto de situação relativamente à construção da extensão do Centro de Saúde em Póvoa e Meadas, “cujo processo está retido na ARS (Administração Regional De Saúde Do Alentejo), a aguardar parecer técnico. Da parte dos responsáveis da ULSNA mantém-se a garantia de que esta extensão é para avançar, não havendo data prevista para a sua execução. Situação que os órgãos autárquicos presentes entendem por inadmissível, pois a candidatura a tão importante obra para a garantia dos cuidados de saúde da população de Póvoa e Meadas decorre há cerca de três anos”.
Presença da vereadora Cecília Oliveira
A vereadora Cecília Oliveira (PS) participou nesta reunião que analisou “a resposta à comunidade de Póvoa e Meadas no que respeita aos cuidados primários de saúde”, um assunto que disse “vamos continuar a acompanhar até que esta resposta seja a que a população tem direito, de forma digna e humana”. © NCV

10 de outubro de 2021

Fotorreportagem:
instalação da Assembleia Municipal e da Câmara Municipal (mandato 2021-2025)

Assembleia Municipal 2021-2025.

Tomada de posse. Assembleia Municipal 2021-2025.

Câmara Municipal 2021-2025.

Tomada de posse. Câmara Municipal 2021-2025.

8 de outubro de 2021

Assembleia e Câmara Municipal são instaladas amanhã com posse do Presidente e dos vereadores e deputados eleitos

A maioria PSD na Câmara Municipal.
Os vereadores do PS.
A instalação e tomada de posse do membros eleitos no passado dia 26 de Setembro para a Assembleia Municipal e para a Câmara Municipal de Castelo de Vide estão marcadas para amanhã sábado. 
A cerimónia está aprazada para as 10:30 horas e realiza-se no Salão Nobre dos Paços do Concelho.
Na Câmara Municipal foi eleito Presidente António Pita (PSD) que será acompanhado pelos vereadores do PSD Nuno Calixto e Helena Esteves e por Cecília Oliveira e João Diogo Carlos em representação do PS. 
A possível Mesa da Assembleia Municipal.
Assembleia Municipal com 10 deputados do PSD e 9 do PS
No seu conjunto a Assembleia Municipal de Castelo de Vide deverá integrar neste mandato 2021-2025 11 homens e 8 mulheres. André Barrigas deverá ser reeleito para um segundo mandato como Presidente já que o PSD manterá a maioria com 10 deputados (8 eleitos mais os 2 Presidentes das Junta de Freguesia de S. João Batista e de Santiago Maior) contra 9 do PS (7 eleitos e os 2 Presidentes das Junta de Freguesia de Santa Maria da Devesa e de Póvoa e Meadas).
De facto, segundo a “proposta de liderança” adiantada para a mesa da Assembleia Municipal pode ser apresentada pelo PSD uma lista com André Barrigas, presidente, acompanhado por Marta Ruivo e Daniel Carreiras.
Os deputados municipais eleitos
Os deputados municipais eleitos pelo PSD são André Barrigas, Marta Ruivo, Daniel Carreiras da Silva, Hugo Folgado, Joana Belo Costa, João Tiago Andrade, Joaquim Rosado Busca e Helena Sofia da Conceição Aires.
Pelo PS foram eleitos deputados municipais Filipe Luz, Carla Ventura, João Guimarães, Ana Simão, Raquel Sutil, José M. Rosado Filomeno e Antónia da Conceição Panasco Palmeiro. © NCV

28 de setembro de 2021

Quem é quem nos órgãos autárquicos de Castelo de Vide até 2025

A maioria PSD na Câmara Municipal.
Os vereadores do PS.
Ressalvadas eventuais alterações ou ajustamentos de última hora, com base nos resultados das Eleições Autárquicas do passado Domingo é já conhecida a provável composição dos órgãos autárquicos do concelho para o mandato 2021- 2025, com o PSD a manter a maioria na Câmara e Assembleia Municipal e nas Assembleias de Freguesia de São João Batista e Santiago Maior, enquanto o PS mantém a maioria na Assembleia de Freguesia de Póvoa e Meadas e conquista nova maioria na Assembleia de Freguesia de Santa Maria da Devesa que constitui a maior circunscrição eleitoral do concelho (cerca de metade dos votantes).
Na Câmara Municipal foi eleito Presidente António Pita (PSD) que será acompanhado pelos vereadores do PSD Nuno Calixto e Helena Esteves e por Cecília Oliveira e João Diogo Carlos em representação do PS.
A possível Mesa da Assembleia Municipal.
Assembleia Municipal com 10 deputados do PSD e 9 do PS

Na Assembleia Municipal deverá ser reeleito André Barrigas para um segundo mandato já que o PSD manterá a maioria com 10 deputados (8 eleitos mais os 2 Presidentes das Junta de Freguesia de S. João Batista e de Santiago Maior) contra 9 do PS (7 eleitos e os 2 Presidentes das Junta de Freguesia de Santa Maria da Devesa e de Póvoa e Meadas).
Os deputados municipais eleitos pelo PSD são André Barrigas, Marta Ruivo, Daniel Carreiras da Silva, Hugo Folgado, Joana Belo Costa, João Tiago Andrade, Joaquim Rosado Busca e Helena Sofia da Conceição Aires.
Pelo PS foram eleitos deputados municipais Filipe Luz, Carla Ventura, João Guimarães, Ana Simão, Raquel Sutil, José M. Rosado Filomeno e Antónia da Conceição Panasco Palmeiro.
Segundo a “proposta de liderança” adiantada para a mesa da Assembleia Municipal pode ser apresentada pelo PSD uma lista com André Barrigas, presidente, acompanhado por Marta Ruivo e Daniel Carreiras.
No seu conjunto a Assembleia Municipal de Castelo de Vide deverá integrar neste mandato 2021-2025 11 homens e 8 mulheres.
O novo "Executivo" da Freguesia de Santa Maria da Devesa.
Assembleia de Freguesia de Santa Maria da Devesa

No conjunto das quatro freguesias do concelho o PSD-Partido Social Democrata elegeu 16 membros para as Assembleias de Freguesia e o PS-Partido Socialista 14. Dos 30 mandatos globais 17 foram atribuídos a candidatos do sexo masculino e 13 do sexo feminino.
A Assembleia de Freguesia de Santa Maria da Devesa será constituída por 9 elementos, sendo 5 do Partido Socialista (PS) e 4 do Partido Social Democrata (PSD). Pelo PS foram eleitos João Santos Carlos, Francisco Carapeto, Joana Ceia, Patrícia Ribeiro e Fábio Miguel Pinguelo Dias. Pelo PSD entram Álvaro Bengala, José Paulo Curvelo Alexandre, Bela Maria Calheiros Andrade e Elsa Turíbia.
Segundo indicado na campanha eleitoral, o PS deverá apresentar a seguinte proposta de Executivo a eleger na Assembleia de Freguesia: João Santos Carlos, presidente, Joana Ceia, secretária, e Francisco Carapeto, tesoureiro.
O novo "Executivo" da Freguesia de São João Batista.
Assembleia de Freguesia de S. João Batista

A Assembleia de Freguesia de S. João Batista será constituída por 7 elementos, sendo 4 do PSD e 3 do PS. Pelo PSD foram eleitos Nuno Vaqueiro, Vera Esteves, João Manuel Patacas Prezado e José Carlos Saramago Costa Pinto. Pelo PS entram João Luís Marmelo Vieira, Débora Flipa Junceiro Batista e Rui Manuel de Jesus Pousadas.
Também conforme indicação expressa na campanha eleitoral o PSD deverá apresentar a seguinte lista para constituir o Executivo desta Freguesia: Nuno Vaqueiro, presidente, Vera Esteves, secretária, e João Prezado, tesoureiro.
O novo "Executivo" da Freguesia de Póvoa e Meadas.
Assembleia de Freguesia de Póvoa e Meadas

Para a Assembleia de Freguesia de Póvoa e Meadas foram eleitos 5 candidatos do PS e 2 do PSD, São eles António Bagina Simão, Ricardo Filipe Simão, Andreia Veiga Marques, Isabel Carita e Manuel Fidalgo Franco pelo PSD e Rui Galhofas e Ana Sofia Pereira Caixado pelo PSD.
Segundo indicado na campanha eleitoral, o PS deverá apresentar a seguinte proposta de Executivo a eleger na Assembleia de Freguesia: António Simão, presidente, Ricardo Filipe Simão, tesoureiro e Andreia Veiga Marques, secretária.
O novo "Executivo" da Freguesia de Santiago Maior.
Assembleia de Freguesia de Santiago Maior

Finalmente, na Assembleia de Freguesia de Santiago Maior foram eleitos 6 candidatos do PSD e apenas 1 do PS. Susana Carapeto, José Rui Boto Serra, Luísa Maria Anselmo Costa, João Manuel Ramiro de Carvalho, Fábio Filipe Carapeto e Ana Isabel Barradas foram os eleitos pelo PSD aos quais se junta Elizabete Maria Raposo Tapadejo, eleita na lista do PS.
Conforme indicação expressa na campanha eleitoral o PSD deverá apresentar a seguinte lista para constituir o Executivo desta Freguesia: Susana Carapeto, presidente, José Rui Boto Serra, secretário e Luísa Maria Anselmo Costa, tesoureira. © NCV