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18 de outubro de 2026

Concelho de Castelo de Vide volta a estar em grande destaque nas páginas da revista TuriPortugal

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Castelo de Vide surge como um “Concelho com vida!” na edição de Outubro da revista TuriPortugal, uma publicação de promoção turística, feiras e negócios focada em destinos e concelhos portugueses.
Na página 7 da revista, pode (re)descobrir Castelo de Vide como "uma vila onde a história, a cultura e a tradição se vivem durante todo o ano".
O texto publicado dá destaque às festas tradicionais, como as Festas de Santa Maria de Agosto, às celebrações religiosas, como a Páscoa, à cultura, nomeadamente, aos espaços museológicos, ao desporto, com referência à Via Ferrata e ao Parque Aventura, bem como ao património arqueológico. © NCV

13 de setembro de 2023

"Gazeta Lusófona” coloca “Leiria e Castelo de Vide de mãos dadas” na divulgação da arquitetura Korrodi

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A Gazeta Lusófona dedicou uma página inteira da sua edição de Agosto às recentes iniciativas de divulgação da obra do arquiteto suíço Ernesto Korrodi (e seu filho Camilo) que deixou “obra imensa” em Portugal onde se radicou e deixou família até aos dias de hoje.
Para além de uma curta biografia do arquiteto articulista Adélio Amaro refere nomeadamente as iniciativas recentes de “Leiria e Castelo de Vide de mãos dadas”: o lançamento do livro sobre a vida e obra de Korrodi em Leiria e o “Roteiro Korrodi” em Castelo de Vide fruto de uma parceria entre a associação Grupo de Amigos de Castelo de Vide e a Câmara Municipal de Castelo de Vide.
Dirigido por Adelino Sá há mais de 20 anos, o jornal “Gazeta Lusófona” publica-se em língua portuguesa desde 1998 em Lucerna na Suíça e dirige-se essencialmente aos portugueses emigrados naquele país. © NCV

3 de janeiro de 2021

Portal Turismo-SA: Castelo de Vide é um dos "7 pequenos destinos do Alentejo cheios de charme"

O portal brasileiro Turismo-SA destaca num artigo recente Castelo de Vide como um dos "7 pequenos destinos do Alentejo que são cheios de charme" (ver AQUI).
Para o portal, o Alentejo é uma “região portuguesa é repleta de vilas com poucos habitantes e muita tranquilidade”. A listagem inclui (por esta ordem) Marvão, Évora Monte, Monsaraz, Mértola, Castelo de Vide, Arraiolos e Vila Nova de Mil Fontes.
Sobre Castelo de Vide sublinha que “bem próximo a Marvão está Castelo de Vide, com uma população que gira em torno de 2,3 mil pessoas. É um dos mais belos vilarejos portugueses, com ruas estreitas de pedra e casas brancas.
Também oferece uma bela vista dos arredores, e em dias claros, é possível ver até mesmo o começo do território espanhol! Neste destino, o que chama a atenção é a herança judaica, muito presente em locais como o bairro da Judiaria e a Sinagoga medieval”. © NCV

12 de abril de 2020

Jornal “Alto Alentejo”:
uma Aleluia diferente em Castelo de Vide


                             (voz de Manuel Isaac Correia)
Numa noite diferente de Sábado de Aleluia, pelas 22h soou a sirene dos Bombeiros e os sinos de Santa Maria e da Câmara encheram a noite com as suas badaladas, a que se juntaram as dos chocalhos e sinetas nas janelas da Carreira de Cima e por muitas artérias da vila.
Uma noite de chocalhada diferente e certamente única na vida de todos nós.
"Para o ano será diferente", ouvimos comentar numa janela quando já regressávamos ao carro. Todavia este ano é que foi diferente, e para o ano a Igreja e as ruas encher-se-ão mais uma vez de alegria e com centenas ou milhares de chocalhos em toque esfusiante.
Aleluia, aleluia, Cristo ressuscitou!

19 de novembro de 2019

Castelo de Vide na Imprensa: entrevista de António Pita à edição Alentejo da revista “SemMais"

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António Pita concedeu uma entrevista à edição Alentejo da revista “SemMais” onde avançou uma visão de conjunto das obras em curso nesta segunda metade do seu segundo mandato”.
Para o autarca, segundo o título, “finalmente chegou a hora dos “projetos estruturantes” e há seis milhões de euros em cima da mesa. © NCV
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20 de abril de 2019

Manuel Vilas Boas na TSF: em 1975, tumultos atrapalharam a Páscoa de Castelo de Vide

Castelo de Vide tem a sua história ligada à presença dos judeus desde 1496, foragidos, então, devido à fúria dos reis católicos.
Os costumes judaicos estão enraizados em Castelo de Vide, desde os finais do século XV.
A festa da Páscoa tem, nesta terra, com cerca de quatro mil habitantes, um maior significado pela troca de rituais de cristãos e judeus, como a bênção e a venda de cordeiros.
Ouça AQUI a reportagem de Manuel Vilas Boas sobre as tradições da Páscoa em Castelo de Vide
Foi numa destas celebrações, a 18 de abril de 1975 - há precisamente 44 anos -, nas cerimónias presididas pelo pároco, o cónego Albano Vaz Pinto, que se iniciaram tumultos, apenas apaziguadas com a intervenção do Copcon.
O jornalista Manuel Vilas Boas entrevistou o comendador Carolino Tapadejo, autarca da época, sobre os incidentes que marcaram a história da Páscoa de Castelo de Vide, em 1975. © TSF/NCV
Ouça AQUI a reportagem sobre os tumultos na Páscoa de 1975 em Castelo de Vide
(TSF - 18 de ABRIL DE 2019 - 14:46)

14 de abril de 2019

A Páscoa de Castelo de Vide na Revista Saúda através de André Barrigas e do “historiador” Carolino Tapadejo


André Barrigas, presidente da Assembleia Municipal: “partilhando o que é nosso, de todos! Os costumes e as tradições, a nossa identidade. Castelo de Vide faz-se com a vida dos que nos procuram. Sejam sempre bem vindos!”
“Em Castelo de Vide a Páscoa é uma mistura entre o cristão, o judaíco e o pagão, conta-nos o historiador Carolino Tapadejo. Saiba mais na Revista Saúda de Abril”.

14 de março de 2019

António Pita à Rádio Portalegre:
Andanças 2019 deverá atrair mais de 100 mil participantes no conjunto dos sete dias

Foto © RP/NCV
O Andanças regressa este ano à barragem de Povoa e Meadas, em Castelo de Vide, de 4 a 10 de Agosto.

Depois do trágico incêndio de 2016, em que arderam cerca de 400 carros no parque de estacionamento do festival, que decorria no espaço envolvente à barragem, a organização recebeu o aval da Agência Portuguesa do Ambiente (APA), para regressar a Póvoa e Meadas.
Para o presidente da Câmara Municipal de Castelo de Vide, António Pita, a realização do evento na barragem “abre uma nova janela de oportunidades” para potenciar e valorizar os “inúmeros recursos deste oásis”.
O autarca acrescentou que o Andanças 2019 deverá atrair mais de 100 mil participantes, no conjunto dos sete dias.
O Andanças é um festival de músicas e danças tradicionais do mundo, organizado pela associação PédeXumbo.
O evento, que vai na 24 edição, chegou a Castelo de Vide em 2013, realizaram-se quatro edições na barragem de Póvoa e Meadas, até ao trágico incêndio de 2016.
Nos últimos dois anos, o Andanças realizou-se na vila de Castelo de Vide, num formato menor, adaptado às condições existentes. © Carla Aguiã/RP/NCV

16 de fevereiro de 2019

Diário de Notícias: Festival Andanças absolvido no incêndio que atingiu 458 carros

© Pedro Rocha-Global Imagens/NCV
O Tribunal da Relação de Évora absolveu a organização do Festival Andanças e a seguradora Caixa Agrícola Seguros num processo movido por uma participante, cujo pedido foi reconfirmado como improcedente no final do passado mês de Janeiro. 
Um outro processo está ainda em curso no Tribunal Administrativo e Fiscal de Castelo Branco com um grupo de 60 lesados e 3 companhias de seguros (direitos de regresso) que reclamam 831 mil euros à Associação PédeXumbo, à Câmara Municipal de Castelo de Vide e à seguraora do Festival; as contestações das entidades rés já foram entregues e o processo deverá ir para julgamento nos próximos meses.
A seguir publicamos a seguir a notícia completa do Diáro de Notícias de ontem dia 16 de Fevereiro. © NCV

Organização cumpriu os requisitos legais e não tem responsabilidade nos danos causados pelo fogo, conclui tribunal em resposta a um processo movido por lesada cujo carro foi atingido pelo incêndio em 2016
A organização do Festival Andanças e a seguradora do evento foram totalmente absolvidas de responsabilidades nos danos causados no automóvel de uma participante na sequência do incêndio que deflagrou em 2016 no parque de estacionamento em Castelo de Vide em que foram destruídos ou afetados 458 automóveis. A decisão judicial foi proferida no ano passado no Tribunal Cível de Portalegre e agora confirmada pelo Tribunal da Relação de Évora após recurso da autora do processo, uma professora de música que teve danos a rondar os mil euros na sua viatura.
Estas são as primeiras decisões de tribunais sobre a responsabilidade civil das entidades organizadoras, após o inquérito-crime ao incêndio ter sido arquivado em 2017 pelo Ministério Público, dado não ter sido possível apurar qual foi a fonte de ignição. Há um outro processo a correr no Tribunal Administrativo e Fiscal de Castelo Branco em que um grupo de 60 lesados e três seguradoras reclamam uma verba de 831 mil euros à associação PédeXumbo (organizadora do festival), à Câmara Municipal de Castelo de Vide e à seguradora da Caixa de Crédito Agrícola. Segundo João Carlos Lage, advogado do Andanças, estes são os únicos processos que correm em tribunal. Ambos visam a responsabilidade civil de entidades de organização.
Este processo movido por uma professora de música que estava no festival com a filha menor correu desde 2017 no juízo cível de Portalegre onde, no ano passado, o pedido da lesada foi considerado improcedente, por não ser possível imputar qualquer responsabilidade de culpa às rés, decisão agora confirmada em acórdão de 31 de janeiro pelo Tribunal da Relação de Évora. Os juízes consideram que a organização cumpriu todos os requisitos de segurança que eram exigidos e como não é possível saber como se iniciou o fogo os tribunais absolvem por completo a Pédexumbo e a seguradora. A autora do processo teve um prejuízo de 975 euros no carro, 300 em despesas e ainda pedia uma indemnização por danos não patrimoniais de 50 mil euros.

"Um incêndio que ocorre dentro de um parque de estacionamento afeto a um recinto onde decorria um festival de dança e música não ocorre no âmbito da atividade do festival, pois o parqueamento resulta de mera cortesia ao participante, o que não significa que o veículo passe a estar confiado ou à guarda da organização do evento", resumem os juízes desembargadores da Relação de Évora, na análise a um dos pontos do recurso em que a autora recorria ao artigo 503 do Código Civil, referente a acidente causados por veículos. "Trata-se da responsabilidade pelos danos causados pelos próprios veículos, sendo que, no caso, não se apurou que o incêndio tivesse tido origem num veículo", justifica o tribunal.

Plano de segurança funcionou

Nesta perspetiva, a organização seguiu todos os passos exigidos, dizem os tribunais. Da sentença de Portalegre ficou dado como provado que o" estacionamento era de acesso livre ao público e gratuito, sem controlo de entradas e saídas" tendo sido "criado essencialmente por imperativos de segurança para prevenir a obstrução da estrada principal que dá acesso ao local, devido ao afluxo previsto de milhares de pessoas, no período do festival". A organização delineou um plano de segurança, apresentado às autoridades competentes - Proteção Civil, Câmara Municipal de Castelo de Vide, Delegado de Saúde Local, GNR, PSP, e bombeiros locais - antes da realização do festival. "Sem que qualquer uma de tais entidades tivesse apresentado qualquer dúvida, nota, sugestão ou reserva sobre o mesmo", nota o juiz.
Nesse plano, apontava-se que o "período entre as 14h e as 19h como o de maior risco de incêndio rural na envolvente do recinto do festival, sendo esse risco classificado como elevado", com os estacionamentos a serem "considerados como um dos pontos perigosos, ou seja, representavam um grau de risco associado mais elevado". O tribunal diz que a organização colocou dez bocas de incêndio, duas das quais junto dos estacionamentos, e cumpriu todos os restantes procedimentos legais de meios de emergência, concluindo que "todas estas medidas previstas no referido Plano de Segurança estavam implantadas e a funcionar no momento do sinistro".
O terreno em causa é particular e foi cedido à Câmara Municipal para os estacionamentos. Ficou também provado que uma equipa de Sapadores limpou o terreno mas já não ficou provado que a vegetação cortada tivesse ficado no chão ou que a organização tivesse colocado palha no chão para evitar o pó.
Para o advogado do Andanças, a decisão é justa. "A organização cumpriu as regras que eram exigidas pelo plano de segurança, e deve haver poucos planos de segurança tão rigorosos como este, e pelas entidades que o fiscalizaram", disse ao DN João Carlos Lage, referindo que recorreram a peritos como Xavier Viegas e outros para procurar apurar as circunstâncias do incêndio. E não se conseguiu saber a fonte de ignição. Este foi um incidente raro, "talvez o maior de sempre na Europa" com um incêndio em cadeia a atingir tantas viaturas, com a nossa jurisprudência a exigir culpa e facto causador para se poder responsabilizar alguém o que, no entender do advogado, aqui não se verifica. Realça ainda que dos mais de 450 atingidos, a maioria deles eram voluntários ou pessoas ligadas ao festival. Daí apenas existirem estes 61 lesados em tribunal. "Muitas pessoas perceberam que isto foi um acontecimento imprevisível e sem responsabilidade da organização." Outras tinham seguros com cobertura contra riscos de incêndio.

Mais 60 lesados em tribunal

Opinião diferente tem Pedro Proença, advogado que representa o sindicato de 60 lesados e três seguradoras, que pagaram já coberturas contra todos os riscos mas querem agora reaver o dinheiro. "Vamos apresentar um conjunto de prova que demonstra que não houve limpeza correta do espaço - a erva seca foi cortada mas ficou no local -, que havia um alerta para o risco elevado de incêndio, que no plano de segurança não foram cumpridos vários requisitos legais, que o parque estava fechada com um cadeado, entre outras", disse ao DN. Do início da ação no Tribunal Administrativo de Castelo Branco (movido nesta instância por envolver uma entidade pública, a Câmara de Castelo de Vide), já "houve algumas desistências" destes lesados de diferentes pontos do país. O processo deve ir para julgamento nos próximos meses, já que as contestações das rés já foram entregues.
O Andanças é um festival de música e dança promovido pela Pédexumbo. Em 2016, numa área de 28 hectares nas margens da albufeira de Póvoa e Meadas, no concelho de Castelo de Vide, tinha milhares de portugueses e estrangeiros presentes quando a meio da tarde do dia 3 de agosto, pouco antes das 15.00, um incêndio deflagrou num dos parques de estacionamento. Em menos de três horas, as chamas atingiram total ou parcialmente 458 viaturas.
Em fevereiro de 2017, o MP arquivou o inquérito por não ter conseguido apurar as circunstâncias concretas em que o fogo ocorreu. "Realizadas todas as diligências, não foi possível apurar quaisquer indícios que permitissem concluir que o fogo tivesse sido ateado de forma deliberada ou intencional", conclui o MP, pelo que "também não foi possível recolher indícios que permitissem apurar as circunstâncias concretas em que o mesmo ocorreu, nem a eventual responsabilidade negligente de alguém." (David Mandim)

24 de outubro de 2018

Nova entrevista de António Pita ao suplemento “Empresas+” distribuído com o jornal Público

Juntamente com uma edição recente do jornal Público foi distribuída nalgumas zonas do país a edição de Outubro da publicação “Empresas+” que inclui novamente uma entrevista do Presidente da Câmara Municipal de Castelo de Vide, António Pita, à semelhança do que aconteceu em Julho passado (ver notícia AQUI).

Com o título “Um concelho de oportunidades e com sucesso”, nesta entrevista António Pita volta a dar a conhecer a estratégia de desenvolvimento para o Concelho, com base na proximidade com os empresários, bem como os projectos estruturantes cuja concretização se prevê ocorrer a curto prazo. O autarca cita nomeadamente a aposta em eventos culturais e desportivos, posiciona o concelho “na linha da frente das energias renováveis” e fala de “especial preocupação” com a Serra de S. Mamede
De referir que esta publicação “Empresas+” é editada pela empresa portuense Páginautêntica – Publicações Lda, tem periodicidade mensal, e assume-se como um “suplemento de cariz generalista, distribuído em conjunto com o jornal Público” que pretende “acima de tudo, dar voz às importantes histórias, ideias e opiniões das empresas, instituições de solidariedade social, organismos de ensino e sociedade em geral”. © NCV
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7 de agosto de 2018

Correio da Manhã: 20 mil fizeram a festa do Andanças em Castelo de Vide

20 mil fazem a festa do Andanças em Castelo de Vide. Centro da vila recebeu o evento pelo segundo ano consecutivo.
Cerca de 20 mil pessoas passaram pela edição de 2018 do Festival Andanças, que termina este domingo em Castelo de Vide. O prato forte foram, como sempre, os bailes, as oficinas de dança de todo o Mundo e, naturalmente, o convívio entre os festivaleiros. 
A 23 ª edição deste festival, que já passou por vários lugares, como Évora, São Pedro do Sul ou Celorico da Beira, teve com o tema 'Roda Viva'. 
Pelo segundo ano consecutivo, o festival teve lugar no interior da vila de Castelo de Vide, num recinto criado junto ao Forte de São Roque, depois do incêndio que em 2016 destruiu mais de 450 carros e acabou por retirar o festival da zona da Barragem de Póvoa e Meadas. 
Segundo a organização, a cabo da associação Pédexumbo, esta localização "reforça o pilar da comunhão com comunidade, proporcionando novas dinâmicas e novas atividades que envolveram toda a população". 
Os mesmos responsáveis dizem ser ainda "prematuro saber se em 2019 haverá condições do Andanças voltar ao espaço criado na barragem", sendo certo que continuará em Castelo de Vide. 
Por seu turno, a autarquia da vila alentejana não esconde que espera poder devolver o festival ao espaço para onde foi pensado mas, para já, o novo modelo tem sido um sucesso. 
Além do recinto há inúmeras atividades no interior da vila, que por estes dias viu aumentar os seus habitantes, isto apesar do muito calor que se tem registado. Jardins, piscinas e cafés estão cheios de gente, trazendo à localidade animação constante. © Pedro Galego-CM/NCV                 (05-08-2018)

29 de abril de 2018

Castelo de Vide na Imprensa:
Una pensión llamada Destino - dormir en la estación por donde pasaba el Lusitania

Fotos © D.R./NCV
“Hace años, cuando todavía pasaba por aquí el Lusitania Exprés, me acerqué a conocer estos andenes para escribir un reportaje sobre las estaciones abandonadas de la Raya. Esta de Castelo de Vide era una de las más bellas y de las que mejor explicaban el fracaso comercial de la llamada 'linha' de Cáceres, que unía Entroncamento con Valencia de Alcántara. La estación quedaba a cinco kilómetros del pueblo y algo semejante sucedía con las de Portalegre, Marvão o, ya en Extremadura, Herreruela.
Aquella estación abandonada, por la que cruzaba el Talgo Lusitania de madrugada, era bellísima: pintada de blanco y albero, con los marcos de madera de las ventanas de color azul, con unos azulejos preciosos obra de Jorge Colaço, el mismo que hizo los de la estación de São Bento en Oporto, y ganadora, como certificaba un azulejo grabado, del premio a la estación de ferrocarril más florida de Portugal en 1948.
Pero el Lusitania dejó de pasar cada noche, la 'linha' de Cáceres se cerró y hoy solo circula un tren al mes para mantener las vías. Sin embargo, desde 2015, aquella estación abandonada y apartada de Castelo de Vide ha vuelto a cobrar vida. Se ha convertido en la Pensión Destino, uno de los establecimientos campestres más bonitos de Portugal. Se trata de un clásico Bed & Breakfast, habitación y desayuno, que llevan Ana Patrício, la dueña, y Anabela.
La Pensão Destino tiene seis habitaciones (40 euros la doble con delicioso desayuno) y una acogedora y práctica salita de estar desde la que escribo esta crónica. La sala cuenta con buenas mesas para trabajar, una selecta biblioteca, que incluye un libro de cuentos escrito por Ana Patrício, un sofá, un par de butacones y una cocina donde preparar un café, una infusión o algún plato sencillo. A este salón y a esta estación-hotel, vienen editoras lisboetas para leer tranquilamente los libros que algún día publicarán o no, vienen escritores que buscan tranquilidad y concentración y también fotógrafos reconocidos.
La antigua estación ha sido remozada y restaurada con mucho gusto. En el viejo andén, un banco de madera y varias sillas de tijera de color azul invitan a ver pasar, si no los trenes, sí el tiempo. Alrededor, árboles, campos y la casa de Francisco Lahmever Bugalho, poeta portugués muy significado por su labor en 'Presença', una de las revistas literarias portuguesas más influyentes del siglo XX.
Se pueden dar agradables paseos por los caminos arbolados que rodean la estación, a la que se llega saliendo desde Castelo de Vide camino de Castelo Branco y de Alpalhão. Tras pasar una gasolinera, se toma el cruce a la izquierda que indica la dirección de Portalegre y luego, la primera carretera a la derecha, no señalizada. Así se arriba a Destino, esta estación azul y azulejada, con el andén convertido en terraza y la sala de espera convertida en habitaciones.
Destino no es una pensión lujosa, pero sí preciosa y tranquila. No hay armarios, sino perchas, no arreglan la habitación cada mañana y no hay productos de aseo, salvo una pastilla de jabón. Pero se puede coger un secador, usar la cocina, etcétera. Vienen huéspedes ingleses y alemanes con ganas de perderse por esta región alentejana tan bella y desconocida, pero que se ha puesto de moda en Europa. También pernoctan aquí judíos que vienen a conocer la judería, la sinagoga y el museo de la artesanía hebrea de Castelo de Vide.
Cerca quedan Marvão, Valencia de Alcántara con su campiña y sus aldeas fronterizas, Portalegre, la Serra de San Mamede, el Tajo o las piscinas fluviales de Portagem (Marvão). El ambiente en la Pensão Destino es familiar sin exageraciones. La convivencia con los demás huéspedes es cercana, pero como suelen ser portugueses, no dan una voz más alta que otra y actúan con tal respeto que si no los miras, ni te enteras de que compartes el salón con ellos. Solo un pero: te despiertan los trinos de los pájaros”.
J. R. Alonso de la Torre (Hoy Extremadura)
Ver AQUI a publicação completa online.

Castelo de Vide na Imprensa:
Portugal's Castelo de Vide — a confluence of Jewish culture and Catholic traditions

Por Rathina Sankari no Economic Times/India Times
Fotos © D.R./NCV
In the Alentejo region of Portugal, one can explore its wine routes and destinations steeped in culture and history like Elvas and Marvao. The signature, white-washed houses of Alentejo, with yellow or blue roofs and green shutters, are a welcome sight on a hot day. I am supposed to head back to Lisbon the next day when my host recommends a detour to Castelo de Vide - a town known for its Jewish heritage.
So next morning, I head to the 'Sintra of Alentejo' as it is nicknamed by Don Pedro V, a King of Portugal.
Situated on the northern foothills of the Serra de Sao Mamede, it is very close to Spain. It is said that the medieval burg was called the Terra de Vide (Land of the Vine) and had its share of castle, churches and chapels. I trudge uphill through sinuous narrow cobblestone streets peppered with white houses, potted plants and vines, to the oldest synagogue in Portugal. It is a pleasant change from the warm plains to the nippy hills.
The facade of the 14th century synagogue looks like any unpretentious stone cottage with Gothic wooden doors but for the signboard 'sinagoga'. At the desk, I ask for a guide and 10 minutes later I am greeted by the lovely Patricia Martins who takes me on a tour through the synagogue, which today is a museum. I find myself in the room which originally housed the tabernacle of the synagogue.
Fotos © D.R./NCV
According to Jewish practices, a lamp is lit for Sabbath every Friday at sunset. But during Inquisition, the Jews couldn't do so openly, so they lit a candle inside a pot with a small opening to follow the customs secretly. At the synagogue, Patricia shows me one such earthen pot used by the New Christians (those who had converted to the Catholic Church, often by force).
The Anusim Jews were expected to consume pork which was against kosher, but the clever Jews found an ingenious method of using lamb meat as sausages. The practices of the new religion meant cooking using lard - the fat from the abdomen of the pig. To escape persecution for not practicing the Christian norms, Jewish women cleverly fried onions in olive oil using herbs that perfectly disguised the anomaly.
These were few of the many tactics followed by the Sepharadic Jews to ensure they could follow their faith discreetly and not break the Jewish traditions. They went to the church, took the communion and baptised their children but at home they followed the Jewish traditions discreetly.
In one of the rooms of the synagogue, Patricia points towards the names of the New Christians who were executed during Inquisition for allegedly following Judaism clandestinely. A name that has Indian connections is the famous Portuguese botanist and physician Garcia de Orta who produced the masterpiece Coloquios dos Simples e Drogas e Cousas Medicinais da India. In 1534, he set sail for Goa, one of the Portuguese holdings and lived there until his demise in 1568. It was believed that despite the obligations to follow the Christian faith he practised Judaism in secrecy.
So, 12 years later his remains were exhumed and burnt in Goa on the orders of the Tribunal of the Holy Office of the Inquisition. As I walk around the Jewry, I notice a few Christian symbols engraved on the doorsteps - a cross, a fish with scales. They were probably engraved to show to the external world their allegiance to the new faith.
Towards the right doorpost I find the incision to hold the Jewish mezuzah - parchment scroll, with Shema prayer. As per Jewish traditions, before a Jew steps into the house he touches the mezuzah and then kisses his hand as an expression of faith.
Today, Easter in Castle de Vide is distinct due to the confluence of Catholic traditions and Jewish culture even though the town doesn't have any Jewish population. On Easter Saturday, the shepherds herd their sheep in a procession around the town as per the Jewish ritual of blessing the sheep.
Easter vigil commences that night, followed by the Alleluia Procession and the Easter Mass on Sunday. It is indeed a unique celebration that combines the ethos of both the religions and probably pays homage to the Jews who once resided here and didn't expect much, other than follow their faith openly.
I head to the town square with Patricia when it starts to drizzle. At a nearby cafe, when she asks what I will have, I retort 'Boleima'. The indigenous apple and cinnamon sweet, not surprisingly, has its roots in the Jewish unleavened bread. As I dig into it, I offer a silent prayer to the Jews who lived here in times of intolerance.
Rathina Sankari
(The writer is a Pune-based freelancer)
(Disclaimer: The opinions expressed in this column are that of the writer. The facts and opinions expressed here do not reflect the views of www.economictimes.com.)
Fotos © D.R./NCV

23 de julho de 2017

Castelo de Vide em destaque na revista inglesa “Weather2Travel”

“A edição online do passado dia 14 de julho da revista inglesa de viagens "Weather2travel" inclui um artigo intitulado "Why you need to get to know the Alentejo, Portugal" [trad: "Porque é que tem que conhecer o Alentejo, Portugal", que destaca Castelo de Vide. O artigo resulta da press trip da jornalista Kirsten Henton ao Alentejo, através da Agência de Promoção Turística do Alentejo, que esteve na nossa vila em Junho passado”.
De entre razões como "Descobrir os tesouros da UNESCO", "Rota dos Vinhos do Alentejo", entre outras, Castelo de Vide surge no motivo "Incontáveis vilas bonitas no topo das montanhas". O artigo é acompanhado de uma lindíssima fotografia de Castelo de Vide e refere o seguinte:
A vila branca de Castelo de Vide
“Castelo de Vide é um autêntico postal ilustrado, uma vila com casario tradicional caiado de branco, canteiros floridos e gatos dorminhocos nos sítios certos. É incrivelmente bonita e, se não lhe apetecer fazer mais nada, deambule pelas ruas íngremes para ver as casas – ainda habitadas – no cimo da vila, dentro das muralhas quase desmoronadas do castelo. Castelo de Vide é também conhecida por ter a sinagoga mais antiga de Portugal, que pode visitar na Judiaria. Encontra arquitectura muito interessante por toda a parte, com praças renascentistas lado a lado com ruas de traçado medieval e portais góticos". © CMCV/NCV
Ver o artigo AQUI.

17 de abril de 2017

Castelo de Vide na Imprensa:
a chocalhada vista pela SIC



Em Castelo de Vide, a ressurreição de Cristo é assinalada com uma chocalhada. Milhares de pessoas comemoram com muito barulho, que começa na igreja a acaba nas ruas da vila alentejana.

5 de abril de 2017

Jornal “Alto Alentejo: dois jovens feridos graves em despiste junto ao Pomarinho

Notícia do jornal "Alto Alentejo"
“Na madrugada de sábado ocorreu o despiste de um automóvel na estrada de Portalegre para Castelo de Vide, nas imediações do Pomarinho, que seguia no sentido da vila e onde viajavam dois jovens castelovidenses, de 27 e 24 anos, André “Babinha” e João Fernandes, o último ferido com gravidade e que teve de ser extraído rapidamente para prestação de rápido socorro.
Este jovem foi posteriormente evacuado no helicóptero do INEM para Lisboa, encontrando-se internado no Hospital de S. José, com possível lesão a nível da coluna cervical. 
O outro jovem sofreu ferimentos de menor gravidade nomeadamente fractura de um membro inferior e, de acordo com a informação que conseguimos obter, estará em casa. 
O alarme foi dado às 5h13m por alguém que passava e se apercebeu do acidente. A viatura embateu numa árvore no trajecto do despiste que ocorreu por causas desconhecidas. 
Para além da VMER do Hospital de Portalegre, participaram no socorro os Bombeiros de Portalegre e os do Crato. A GNR tomou conta da ocorrência”. © AA/NCV
Nota da Redação: O NCV está em condições de avançar que a evolução do estado de saúde dos dois jovens castelovidenses está a evoluir favoravelmente e dentro do que era esperado.

23 de fevereiro de 2017

Castelo de Vide na Imprensa:
a Volta ao Alentejo passou por cá...

Foto de Rádio Portalegre. O pelotão da 35ª edição da Volta ao Alentejo em Bicicleta, composto por 150 homens, partiu hoje de Portalegre para a ...
Rinaldo Nocentini, primer líder de la Vuelta al Alentejo
Con un tiempo de 4 horas, 4 minutos y 19 segundos, Nocentini se impuso en la llegada a Castelo de Videpor delante de los españoles Eduard ...