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13 de agosto de 2025

Madalena Rabaça (JS) entrevistou a candidata Cecília Oliveira (PS) no Dia Internacional da Juventude

Madalena Rabaça, presidente da Juventude Socialista de Castelo de Vide, entrevistou Cecília Oliveira a candidata do Partido Socialista a presidente da Câmara Municipal como forma de assinalarr o Dia Internacional da Juventude.
“Hoje é Dia Internacional da Juventude e queremos que conheçam a nossa candidata de uma forma diferente”, adianta Madalena Rabaça que questionou com “perguntas rápidas” a candidata do Partido Socialista que lhe respondeu em dois minutos sem filtros sobre as suas preferências e curiosidades, assumindo que “liderar também é mostrar quem somos”. © NCV

29 de janeiro de 2023

Entrevista à Turisver:
“Casa Amarela é o “carro chefe” da oferta hoteleira que Nuno Guimarães gere em Castelo de Vide”

                                     Foto  © Turisver/NCV

Diretor da Casa Amarela TH & Nacional Monument e do Hotel Casa do Parque, em Castelo de Vide, Nuno Guimarães falou ao Turisver sobre esta oferta hoteleira, dos seus principais mercados e também do trabalho de promoção turística do concelho que tem vindo a ser feito em conjunto pela ARPTA, pelo município e pelos empresários.
O “rosto” da empresa é a Casa Amarela em Castelo de Vide, mas a vossa oferta hoteleira vai muito para além desta unidade?
Exatamente, a empresa começou com o Hotel Casa do Parque, que é a unidade mais antiga do grupo, depois cresceu com a Casa Amarela, que é um Turismo de Habitação inserido numa casa classificada como Monumento de Interesse Público, no centro de Castelo de Vide. Posteriormente entrámos no mercado de alojamento local com a Casa do Paço Novo, também em Castelo de Vide e em duas unidades de Turismo Rural que são o Monte das Tílias e a Quinta dos Lilases também no concelho. Ao todo temos cerca de 115 camas.
O nosso objetivo era estarmos presentes nos diversos tipos de mercado com várias tipologias de alojamento de forma a sermos competitivos nos quadros atuais em que o turista procura na nossa região.
Hoje são já o grupo que mais alojamento tem no mercado em Castelo de Vide?
Sim, provavelmente, a par de outro player local, somos quem tem mais unidades de alojamento. O crescimento do Alojamento Local tem vindo a impactar de alguma forma a rentabilidade de algumas unidades como era no passado, mas vamos estar presentes onde devemos estar de forma a captar e rentabilizar e sobretudo diferenciar a oferta para que não seja igual ao que existe neste momento no concelho.
Nunca pensaram em expandir-se para ouras geografias?
Não, neste momento o objetivo passa por reformular e renovar algumas das unidades, se eventualmente no futuro aparecer alguma oportunidade de investimento noutro lugar ou em Castelo de Vide é sempre de considerar em função de negócio.
Quais são os principais mercados com que vocês trabalham?
Depende das unidades, por exemplo no Hotel Casa do Parque é mais o português, Países Baixos, Escandinávia, Espanha. Na Casa Amarela é mais o mercado americano, brasileiro, países baixos, espanhóis e depois muito sazonalmente italianos.
Essa divisão deve-se a quê, à questão do preço?
Tem a ver com preços, com as condições e com os operadores com que trabalhamos e o tipo de oferta que têm para a nossa região, e os pacotes em que estamos inseridos, mas também com a política do município em promover Castelo de Vide em certos mercados e de captar muitos eventos que originam uma tão diversidade de nacionalidades.
O município, em termos de oferta tem feito grandes esforços para captar mais turismo para a região?
O município tem feito um grande trabalho de promoção turística do território, juntamente com a ARPTA (Agência Regional de Promoção Turística do Alentejo), com os empresários locais, com algumas parcerias fora de Castelo de Vide, conseguindo, ao longo do ano, uma dinâmica grande nas mais diversas áreas, desde congressos, eventos desportivos, festivais de música, uma série de acontecimentos que trazem muita gente à região.
As melhorias que o município tem feito têm sido muitas e vão crescer ainda mais com a abertura de novos espaços como a Casa de Inquisição, o Museu Garcia da Orta, e também a nível de acessibilidades a pontos turísticos, com a renovação dos espaços existentes. Ou seja, Castelo de Vide está sempre em mudança, sempre a alterar a forma como um turista encontra a região, por exemplo se um turista foi a Castelo de Vide há um ano, se for lá agora nota alguma coisa diferente. Ou seja, não está monótono, está sempre a acrescentar alguma coisa.
Como está a reagir o mercado nacional em termos de ocupação?
O mercado nacional é mais de fim-de-semana, ou então aquele que vai para um acontecimento específico que existe na região e que podem aumentar mais um pouco o tempo de estadia média. Por exemplo, em julho e agosto não há tanto mercado nacional, porque é mais virado para o sol e praia, mas no inverno temos muito, sobretudo aos fins-de-semana, apesar de estar a crescer mais nas unidades de alojamento local do que nos empreendimentos turísticos.
Sofrem muito com a sazonalidade ou há uma constância ao longo do ano?
Sofremos muito com a sazonalidade, principalmente a partir do dia 15 de novembro até ao fim de fevereiro. É um período muito complicado, é rentabilizar ao máximo na época alta para sobreviver na época baixa.

8 de abril de 2021

Carolino Tapadejo à Agência Ecclesia:
“situação «sui generis» mistura várias tradições religiosas” na Páscoa castelovidense


A Agência Ecclesia divulgou esta semana no Programa Ecclesia uma entrevista com Carolino Tapadejo sobre a Páscoa castelovidense, acompanhado de um vídeo sobre as “Tradições Pascais em Castelo de Vide”. Considerado “investigador”, Carolino Tapadejo recebeu o jornalista Henrique Matos no Salão Nobre dos Paços do Concelho e dissertou sobre uma “situação «sui generis» que mistura várias tradições religiosas”.
Com a devida vénia, publicamos em seguida na íntegra o texto-resumo divulgado e o vídeo do programa. Os título e sub-título são da responsabilidade da Redação do NCV. © NCV
“Mistura entre catolicismo, judaísmo e hábitos pagãos”
“Carolino Tapadejo, investigador das tradições de Castelo de Vide, considera que as vivências pascais na localidade são “sui generis” porque são “uma mistura entre catolicismo, judaísmo e hábitos pagãos”.
“Temos uma Páscoa sui generis porque é uma mistura entre o catolicismo, judaísmo, ma também hábitos pagãos que vinham dos antigos pastores”, disse à Agência Ecclesia.
Na Semana Santa realizam-se “muitas procissões religiosas”, mas a partir de Sexta-feira Santa “tudo se modifica” com o anúncio da “imolação dos cordeiros”.
Em tempos, não muito longínquos, algumas famílias “abatiam os animais” “antes do pôr-do-sol”; outros passaram a fazê-lo no domingo depois “da bênção dos cordeiros”, indicou o entrevistado.
Convivência entre cristãos e judeus
Na localidade de Castelo de Vide (Diocese de Portalegre-Castelo Branco) a convivência entre cristãos e judeus ganhou preponderância a partir do século XVII e essa convivência mantém-se até hoje.
Atualmente, as pessoas “ainda sacrificam os seus animais nos quintais” e fazem todos os rituais “de tirar a pele, para depois vendê-la”, frisou Carolino Tapadejo, antigo presidente da Câmara Municipal de Castelo de Vide,.
O dinheiro realizado com a venda das peles dos animais serve para “comprar o vinho” e as vísceras dos animais são “lavadas com cal branca” para ficarem purificadas.
“Sarapatel, o prato sagrado de Domingo de Páscoa”
Uma conjugação de identidades que deu origem a preferências gastronómicas, como “o sarapatel, o prato sagrado de Domingo de Páscoa”.
O “aparecer da Aleluia” e as “boas festas”
Na noite de Sábado Santo, “as pessoas não falam em Vigília Pascal mas dizem que vão ver aparecer Aleluia” e aguardam no interior e exterior da Igreja que “os sinos toquem” para anunciar a ressurreição de Jesus.
“São milhares de chocalhos” a tocar e os habitantes “dão as boas festas” uns aos outros.
Aqueles que se desentenderam durante o ano, aproveitam para “dar um abraço e pedir desculpa”, descreveu.
Bolos tradicionais a partir do século XVI
A festa continua pela noite fora com “familiares e amigos” onde se comem os “bolos tradicionais da Páscoa” que têm reminiscências, sobretudo a partir do século XVI.
“Um bolo da massa que não é mais do que pão ázimo com açúcar e canela, chamado de boleima”, precisou Carolino Tapadejo.
Uma tradição que se mantém viva, apesar das limitações da pandemia, porque só se consegue “compreender o presente” se o passado também foi compreendido”. © Ecclesia/NCV

19 de novembro de 2019

Castelo de Vide na Imprensa: entrevista de António Pita à edição Alentejo da revista “SemMais"

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António Pita concedeu uma entrevista à edição Alentejo da revista “SemMais” onde avançou uma visão de conjunto das obras em curso nesta segunda metade do seu segundo mandato”.
Para o autarca, segundo o título, “finalmente chegou a hora dos “projetos estruturantes” e há seis milhões de euros em cima da mesa. © NCV
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18 de abril de 2008

Ruy Ventura entrevistado pelo diário “hoy”

O escritor e poeta portalegrense Ruy Ventura, também colaborador do NCV, foi entrevistado pelo diário espanhol “hoy” na sua edição da Extremadura. A entrevista pode ser consultada na íntegra AQUI.
Nela opina que em seu entender “a Extremadura soube desenvolver uma estratégia inteligente de diálogo com Portugal e refere que gostaria de continuar a divulgar o que escreve entre os leitores espanhóis. O poeta afirma ainda que gostaria de publicar uma antologia da sua poesia em castelhano.
Além de colaborar regularmente com a revista “Imagen de Extremadura”, Ruy Ventura tem os seus dois últimos livros editados na vizinha Extremadura sob os títulos 'Un poco más sobre la ciudad' y 'El lugar, la imagen'. © NCV