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8 de outubro de 2008

Pintura de Mário Rodrigues até 31 de Outubro
na Fundação Alentejo-Terra Mãe

Entre os dias 09 e 31 de Outubro, o Salão de Exposições da Fundação Alentejo-Terra Mãe recebe uma exposição de pintura de Mário Rodrigues, que pode ser visitada no seguinte horário: de terça a sábado, das 10h00h às 13h00 e das 15h00 às 18h00 e domingos das 10h00 às 13h00.
Uma parte das receitas líquidas desta exposição resultantes da venda de obras destinam-se a financiar iniciativas e instituições de apoio a crianças em risco e/ou abandonadas apoiadas pela Fundação Alentejo-Terra Mãe.
A mostra é constituída por cerca de 20 acrílicos que abordam diversos temas e perspectivas, e a sua inauguração está marcada para a próxima quinta-feira, dia 9 de Outubro, no Salão de Exposições da Fundação Alentejo-Terra Mãe, a partir das 17.30 horas, onde será servido um "Alentejo de Honra" pela Herdade do Pinheiro.
Quem é o pintor?
Mário Rodrigues nasceu em Santiago de Montalegre, Sardoal, Portugal, no ano de 1949. Frequentou vários cursos ligados às artes, dos quais se destacam os frequentados na Sociedade Nacional de Belas Artes: Pintura, Estética e História de Arte Contemporânea.
Com um longo percurso, Mário Rodrigues foi vencedor de diversos prémios de pintura, tendo também participado em vários certames: 1986 – 1º Prémio ex-aequo de Pintura e 1ª de Cerâmica – Salão Outono, Santarém; 2º Prémio no Concurso “Arte e Desporto”em Santarém; 1989 – Prémio Manuel Filipe (Pequeno Formato), Galeria Viragem, Cascais; Seleccionado para participar num Encontro de Artistas Plásticos em 1992, em Inglaterra; 1993 – 1º Prémio Pintura – Salão Outono, Santarém; 2002 Workshop de Artes Plásticas em Leba, Polónia, 2003 - Menção honrosa - 1ª Bienal de Coruche.2005 – Workshop de Artes Plásticas em Leba, Polónia, .2008-Participação na 5ª Biennale Méditerrannée des Arts de la Ville de Tunis. © NCV

2 de setembro de 2008

Exposição de Pintura
“Caça e Natureza” (Sensibiliddades)
na Fundação Alentejo-Terra Mãe, em Évora

“Caça e Natureza” – (Sensibilidades) é o título da exposição de pintura de Joaquim Jorge Oliveira que estará patente, entre 4 e 25 de Setembro, no Salão de Exposições da Fundação Alentejo-Terra Mãe, em Évora.
Joaquim Jorge Oliveira expõe os seus quadros em acrílico assim como aguarelas a partir do dia 4 de Setembro, no Salão de Exposições da Fundação Alentejo-Terra Mãe, a qual poderá ser apreciada até ao dia 25 de Setembro, de terça-feira a sábado, das 10 às 17.30h e das 15 às 18 horas e ao Domingo das 14.00h às 18.00h.
Joaquim Jorge Oliveira, nasceu em Arraiolos, onde trabalha mas actualmente reside em Évora.Iniciou a sua ligação à Arte, na “Casa dos Arcos”, onde desempenhou as funções de Desenhador de Tapeçaria de Arraiolos, sendo da sua autoria inúmeros desenhos de obras emblemáticas da tapeçaria de Arraiolos, para entidades oficiais e particulares em Portugal e no estrangeiro.
Joaquim Jorge Oliveira tendo já realizado mais de duas dezenas de exposições, amante da natureza, e em particular da caça, dá-nos a conhecer em Sensibilidades, a sua visão singular da relação que mantém com a mesma, dando relevância à beleza das paisagens em harmonia com a fauna e a flora.
As receitas líquidas da exposição resultantes da venda de obras e respectivo catálogo destinam-se a financiar iniciativas e instituições de apoio a crianças em risco e/ou abandonadas apoiadas pela Fundação Alentejo-Terra Mãe. © NCV

4 de junho de 2008

Exposição de pintura de Manuel Fé dos Santos
na Fundação Alentejo-Terra Mãe

“Alentejo Terra Minha” é o título da exposição de pintura de Manuel Fé dos Santos que estará patente, entre 6 de Junho e 4 de Julho, no Salão de Exposições da Fundação Alentejo-Terra Mãe, em Évora.
A exposição que reúne cerca de 25 óleos, será inaugurada no dia 6 de Junho, pelas 17h30, no Salão de Exposições da Fundação Alentejo-Terra Mãe, em Évora.
Manuel Fé dos Santos, alentejano de berço, mas residente na capital, após se reformar, dedica o seu tempo a pintar o Alentejo.
Estudou no Liceu d´Évora, onde teve como professor o aguarelista João Tavares e a pintora Manuela Martins, tendo também frequentado a Sociedade Nacional de Belas-Artes, onde depois de se reformar, tirou um curso de pintura. É com óleo sobre tela que Manuel Fé Santos retrata a luminosidade e serenidade do Alentejo. A liberdade de composição dos quadros é o que mais agrada a este artista, desde que o produto final consiga retratar o Alentejo: seja a sua paisagem, os seus monumentos ou o seu casario branco.
Manuel Fé Santos, já realizou mais de 50 exposições, entre individuais e colectivas, tendo já exposto em diversos concelhos do Alentejo (Elvas, Portalegre, Nisa, Campo Maior, Vendas Novas, Ferreira do Alentejo, entre outros) assim como em Lisboa, Porto, Sesimbra, Almeirim, Sardoal e Azeitão.Parte das receitas resultantes da venda das obras desta exposição, destinam-se a financiar iniciativas e instituições de apoio a crianças em risco e/ou abandonadas apoiadas pela Fundação Alentejo-Terra Mãe. © NCV

Horário: segunda a sexta-feira, das 9.00h às 17.30h, e sábados e domingos das 14.00h às 18.00h.

14 de maio de 2008

“Pintura Heróica Alentejo Terra-Mãe”:
tela de 2 por 6 metros levou 1000 horas de trabalho a alunos da Universidade de Évora

O atelier de pintura Estúdio Portugal do Curso de Artes Visuais da Universidade de Évora, chefiado pelo Mestre Pedro Portugal, apresenta no próximo dia 15 de Maio, pelas 18 horas, na Fundação Alentejo-Terra Mãe, a maior pintura feita até hoje sobre o Alentejo.

Uma tela com 2 por 6 metros com o título “Pintura Heróica Alentejo Terra-Mãe”. Esta obra corresponde a 1000 horas de trabalho dos alunos da Universidade de Évora e estará patente ao público na Fundação Alentejo-Terra Mãe até dia 31 de Maio. De segunda a sexta-feira, das 9.00h às 17.30h, e aos sábados e domingos das 14.00h às 18.00 horas.

Simbologia da “mater” Alentejo
A tela incorpora simbolicamente a geografia, a política e a natureza da matter Alentejo. Estão presentes "O Sobreiro", a pintura realizada em 1905 por D. Carlos, o Alqueva, o Sol, a fertilidade, a magnética telúrica, o poder animista, o Atlântico a Poente, o Tejo a Norte, Espanha a Nascente, o Algarve a Sul e os retratos dos 47 Presidentes de Câmara da região, Bispos, Reitores e Directores de nomeação central desta zona administrativa de Portugal.
Rituais de preparação e técnica mista

A preparação da tela obedeceu planeadamente a diversos rituais: sequestro da tela pela Art Terror Foundation; colocação da tela no piso da Praça do Giraldo para espezinhamento da população da cidade de Évora; seguidamente a tela foi pisada e defecada por um rebanho de 2000 ovelhas e posteriormente por um tractor agrícola durante 6 horas. Por fim a lavagem do tecido foi executada nas águas do rio Guadiana.

Na execução deste monumento pictórico foram utilizados materiais como: amostras de terra dos 47 concelhos do Alentejo, azeite, cortiça, lã, pele de ovelha, pele de vaca, pigmentos naturais, feno, acrílico, papel e vinho. Na realização da tela foi utilizada a técnica mista. © NCV

15 de fevereiro de 2008

Fundação Alentejo Terra-Mãe expõe
“O Renascimento do Tapete de Arraiolos”

Entre 28 de Fevereiro e 20 de Março o Salão de Exposições da Fundação Alentejo-Terra Mãe, em Évora, vai receber a exposição “O Renascimento do Tapete de Arraiolos”, promovida por Alfredo Barbeiro.
Recuperando as tradições da manufactura de bordados de Arraiolos, com mais de 400 anos, constituíram-se na década de dez do século passado, as bases do renascimento do actual Tapete de Arraiolos.
Este sublime trabalho feito por Jacinta Leal Rosado e reconhecido em 1930, pelo então Presidente da República através do Grau de Comendador da Ordem de Mérito Agrícola e Industrial, será agora lembrado em parte, através desta exposição.

A Exposição contará com a apresentação de uma dúzia de peças de tapeçaria de Arraiolos do princípio do século XX.

A inauguração da exposição será no dia 28 de Fevereiro pelas 17.30 horas, e poderá ser visitada das 3ª feiras aos Sábados entre as 10 e as 13horas e das15 às18 horas; aos Domingos o horário é das 10 às 13 horas.

Breve História do Tapete de Arraiolos

Contrariamente aos tapetes orientais e aos espanhóis, manufacturados pelo processo de nozinhos feitos com lã fina presos em volta dos fios longitudinais do tear, os tapetes de Arraiolos utilizam a técnica do bordado a fios contados.

Característica clássica de todos os tipos de tapete de Arraiolos é a divisão do mesmo em 4 partes. O desenho divide-se pelo centro, campo, barra e circundado por uma franja.
Durante a sua evolução histórica o tapete de Arraiolos conhece, pelo menos, três fases ou épocas quanto aos elementos decorativos usados. Durante o século XVI surgem os primeiros tapetes bordados que se conhecem. Os motivos usados são claramente baseados nos tapetes orientais e o vermelho é a côr dominante. No século XVII surge a segunda época, em que se começaram a misturar os motivos orientais com uma variedade de animais estilizados como aves de capoeira, animais de estimação, veados, etc. Alguns dos exemplares mostram claramente influências dos tapetes do levante espanhol, franceses (flor de lis) e alemães (águia bicéfala), sendo que os motivos de inspiração oriental foram desaparecendo.
Já no século XVIII, considerada a terceira época, o mundo de ornatos que animaram as reproduções anteriores dão lugar aos ramos de flores, em geral sobre fundos claros ou azuis. No século XIX não houve praticamente qualquer produção de tapetes em Arraiolos digna de nome.

Por estranho que pareça, não há qualquer investigação sobre os corantes usados para tingir as lãs dos tapetes antigos. Sabe-se recentemente que já no período da ocupação moura se tingia lã em grande escala em Arraiolos, como o provam a recente redescoberta de 95 talhas encravadas na rocha que se encontram na praça central da vila.
Sabe-se que o azul se obtém a partir do índigo de que a Índia foi o grande produtor, principalmente a partir da espécie vegetal Indigofera tinctoria. Já o vermelho pode ter várias origens desde um insecto (Cochinilha), passando por uma raiz (Erva ruiva) ou uma árvore (Pau Brasil). Provavelmente todas estas origens foram usadas para colorir os tapetes de Arraiolos antigos.
© NCV

13 de dezembro de 2007

Pintura de Oliveira Tavares
na Fundação Alentejo-Terra Mãe

O Salão de Exposições da Fundação Alentejo-Terra Mãe, em Évora, recebe, entre 13 de Dezembro e 3 de Janeiro, a exposição de pintura de Oliveira Tavares, em que uma percentagem das receitas resultantes das vendas reverte a favor de instituições e iniciativas de apoio a crianças desfavorecidas e em risco social da Região. A inauguração da mostra tem lugar quinta-feira, dia 13 de Dezembro, pelas 17h.
Em exposição vão estar cerca de cerca de duas dezenas de acrílicos s/tela que, segundo o próprio artista plástico, “marcam uma fase de transição” na sua carreira.
Elementos da natureza e personagens inspiradas na pintura clássica são o mote predominante das obras apresentadas, concebidas num registo que se situa na fronteira entre o contemporâneo e o antigo, entre a abstracção e a figuração clássica.
Ascendência em Vila Viçosa
Oliveira Tavares, natural de Lisboa, com ascendência em Vila Viçosa, viveu e trabalhou em Bruxelas, residindo actualmente no Alentejo, em Alcáçovas. Antigo aluno do Instituto Superior Técnico de Lisboa, frequentou o Curso de Desenho no A.R.C.O. e o Curso de História de Arte na Sociedade Nacional de Belas-Artes, tendo participado no Whorkshop de Gravura de Bartolomeu Cid dos Santos, em Tavira. É membro da Sociedade Nacional de Belas-Artes e da Associação Nacional de Artistas Plásticos (ANAP).
Na opinião de António Monteiro, embaixador português em Paris (França), a pintura de Oliveira Tavares “...apresenta imagens que nos fazem recordar os grandes mestres da pintura flamenga, como Rubens ou Vermeer, resultando assim, a contemplação dos seus trabalhos numa dupla fruição: pela emoção com que directamente nos tocam e pela evocação das nossas memórias estéticas, de momentos e experiências inolvidáveis”. © NCV

12 de dezembro de 2007

Fundação Alentejo-Terra Mãe lança portal
com primeira Biblioteca Digital do Alentejo

A Fundação Alentejo-Terra Mãe vai proceder hoje, quarta-feira dia 12 de Dezembro, pelas 17horas, na sua sede em Évora, ao lançamento e apresentação pública da Biblioteca Digital do Alentejo (BDA), um projecto pioneiro que tem como principal objectivo a valorização, preservação e difusão de património documental relativo à História e Cultura do Alentejo.
A Biblioteca Digital do Alentejo, desenvolvida pela Fundação através do CEDISA – Centro de Divulgação da História e da Sociedade do Alentejo, órgão operacional da instituição, disponibiliza, via Internet através do portal www.bdalentejo.net – especialmente concebido para o efeito –, diversos fundos documentais referentes ao Alentejo, em especial obras com interesse e que sejam raras ou de difícil acesso, permitindo a democratização e a promoção da igualdade no acesso ao conhecimento da História e Cultura alentejanas.

Trata-se de um projecto que constitui o
único e maior fundo documental virtual do Alentejo, sendo a primeira biblioteca digital de expressão regional.
© NCV

6 de dezembro de 2007

Fundação Alentejo-Terra Mãe lança
primeira Biblioteca Digital do Alentejo

A Fundação Alentejo-Terra Mãe vai proceder no próximo dia 12 de Dezembro, quarta-feira, pelas 17h, ao lançamento e apresentação pública da Biblioteca Digital do Alentejo (BDA), um projecto pioneiro que tem como principal objectivo a valorização, preservação e difusão de património documental relativo à História e Cultura do Alentejo.
A Biblioteca Digital do Alentejo, desenvolvida pela Fundação através do CEDISA – Centro de Divulgação da História e da Sociedade do Alentejo, órgão operacional da instituição, vai permitir o acesso, via Internet através do portal www.bdalentejo.net – especialmente concebido para o efeito, a diversos fundos documentais referentes ao Alentejo, em especial obras com interesse e que sejam raras ou de difícil acesso, permitindo a democratização e a promoção da igualdade no acesso ao conhecimento da História e Cultura alentejanas.
Trata-se de um projecto que constitui o único e maior fundo documental virtual do Alentejo, sendo a primeira biblioteca digital de expressão regional.

Inicialmente a BDA vai colocar on-line cerca de 300 obras de âmbito literário, científico, memorialístico (memórias) ou periodístico (jornais). Os conteúdos disponibilizados no portal são seleccionados tendo em conta os seguintes critérios base: todas as obras têm ligações com a Região Alentejo; e são obras já no domínio público ou cujos direitos de autor foram cedidos pelas entidades parceiras.

A BDA foi desenvolvida no espaço de aproximadamente um ano e meio, tendo a sua concretização implicado a celebração de diversos acordos de parceria entre a Fundação e várias instituições (assentes na cedência de obras e documentos por parte destas com vista à sua digitalização, tratamento adequado, e divulgação por parte da Fundação), nomeadamente: Biblioteca Pública de Évora; Biblioteca do Instituto Superior de Agronomia; Câmara/Biblioteca Municipal de Arronches, Montemor-o-Novo, Sines, Ferreira do Alentejo, Vendas Novas, Alter do Chão, Alvito, Évora, Reguengos de Monsaraz, Almodôvar, Mértola, Monforte, Portel, Fronteira.

O projecto foi co-financiado pelo POS_Conhecimento e FEDER, tendo contado ainda com os apoios da DeltaCafés, EDP, Guedol e Finoinveste. © NCV

13 de novembro de 2007

Fundação Alentejo-Terra Mãe
elegeu novo presidente

Cristina Flamínio Roza é a nova presidente da Fundação Alentejo-Terra Mãe, sucedendo ao seu pai, José Flamínio Roza – fundador e antigo presidente, à frente dos destinos da instituição. A eleição teve lugar no passado dia 9 de Novembro, e decorreu no âmbito da Reunião do Conselho Geral, encontro de carácter anual, em que foi também aprovado o Plano de Actividades da instituição para o próximo ano de 2008, cuja grande aposta será a promoção de acções de solidariedade social.
A eleição de Cristina Flamínio Roza como presidente da Fundação ocorreu na sequência do falecimento do seu fundador e antigo presidente, José Flamínio Roza, no passado dia 28 de Agosto.
Segundo os estatutos da Fundação, o novo presidente teria de ser eleito pelo Conselho Geral, de entre os descendentes em linha recta do fundador, tal como aconteceu.
Para o próximo ano, a Fundação pretende reforçar a sua actuação na área da coesão e solidariedade social com a atribuição de bolsas de estudo e de investigação para estudantes do ensino superior da Região do Alentejo, distribuição de bens alimentares, apoio financeiro a instituições de apoio a crianças em risco social, e a criação de uma “Comissão de Voluntariado”.
No que respeita à actividade sócio-cultural, as principais apostas da instituição passarão pela publicação de um livro de Poetas Populares Alentejanos (contendo um conjunto de poemas de poetas que nasceram ou vivem no Alentejo), bem como pelo prosseguimento da preparação da primeira Biblioteca Digital do Alentejo (BDA), cujo lançamento se prevê venha a ocorrer ainda até final deste ano, para além da já habitual realização de exposições de artes plásticas e da continuidade da publicação da prestigiada revista Alentejo-Terra Mãe, bem como da consolidação da Rádio Terra Mãe (97.5FM) como a “Voz que Une o Alentejo”.
O Conselho Geral da Fundação, presidido por Diogo Pires de Aurélio, professor universitário e conselheiro do Presidente da República, reúne personalidades de reconhecido mérito, nomeadamente: João Cutileiro; Fernando Madrinha; Rui Nabeiro; António Charrua, Manuel Piçarra; Francisco Murteira Nabo; Manuel Patrício; Manuel Lopes Porto; Manuel Fialho; Filipe La Féria; Joaquim Manuel Nazareth; Henrique Granadeiro; Fernando Carpinteiro Albino; António Menezes Cordeiro; Paco Bandeira; Macaísta Malheiros; Rogério Alves; Carlos Monjardino; José Cutileiro; Francisco George; Galopim de Carvalho; Manuel Cidade Moura; José M. Rodrigues; Urbano Tavares Rodrigues; Luís Serrano; António Pinto Basto; Maria Leonardo; António Nunes Mexia; Walter Fruhhloz; Manuel Roseta Fino; João Lopes Baptista; João Moura; António Chaínho e Vitorino Salomé. © NCV

11 de novembro de 2007

“Policromias” do Alentejo em exposição
na Fundação Alentejo-Terra Mãe


No próximo dia 22 de Novembro, quinta-feira, pelas 17h00, será inaugurada, no Salão de Exposições da Fundação Alentejo-Terra Mãe, em Évora, a exposição de pintura de Carla Gaspar Ramos, intitulada “Policromias”, patente até 5 de Dezembro.
A mostra apresenta um “conjunto de trabalhos que captam sensações cromáticas que nos rodeiam constantemente, numa terra de colorações tão diversificadas como é o Alentejo”.
Trata-se de um total de cerca de meia centena de obras, em que predomina a técnica mista, num registo essencialmente abstracto. Segundo a artista, são pinturas inspiradas num percurso efectuado pelas “estações do ano na vastidão da paisagem”, em que se retêm “as tonalidades do florido variado dos campos, dos montados e dos olivais, das searas douradas, da terra lavrada... da cromia alentejana!”. © NCV

Nota: o quadro reproduzido intitula-se "Tons da Terra I".

29 de setembro de 2007

Edição da revista Alentejo-Terra Mãe
homenageia José Flamínio Roza

A nova edição da revista Alentejo-Terra Mãe começa a ser distribuída a partir do sábado dia 29 de Setembro. Em destaque neste número, que corresponde à nona edição, vai estar a homenagem a José Flamínio Roza, o fundador e antigo presidente da Fundação Alentejo-Terra Mãe, recentemente falecido. A Agricultura e Desenvolvimento Rural da Região são outros temas que merecem especial relevo. Também a Delta, empresa fundada por Rui Nabeiro, que “colocou o Alentejo no mapa-mundo” estará em destaque, como “uma marca de rosto humano”.
José Flamínio Roza, “o admirável alentejano que pôs de pé a Fundação Alentejo-Terra Mãe”, que “teve uma carreira invejável na advocacia e uma vida irrepreensível.” E que deixou a família e a todos nós cedo demais...” é relembrado num extenso artigo intitulado de “Alentejano Fazedor...”
Paisagem agrícola está a mudar

A paisagem agrícola do Alentejo está a mudar. “Os Agricultores dizem-se abandonados por um Estado ‘surdo’ e numa competição desigual com o invasor espanhol, mas..., não baixam os braços e procuram soluções!” A situação, apelidada de “Tempo de Mudança”, é devidamente revelada na secção Grande Tema.

Rui Nabeiro: a sua maior ‘obra social’ foi dar trabalho.

Rui Nabeiro, fundador da Delta, que emprega actualmente mais de 2500 pessoas, um homem para quem a obra social acontece naturalmente, conta, na secção Economia e Desenvolvimento, que a sua maior ‘obra social’ foi dar trabalho.

Economia alentejana

O cenário das falências declaradas no Alentejo que, de acordo com dados da multinacional francesa de análise financeira Coface, é excepção pela positiva no panorama empresarial nacional, é analisado em Radiografia, e a ampliação do Aeródromo de Ponte de Sôr, para receber a Protecção Civil Nacional, bem como o lançamento da marca “Ourique: Capital do Porco Alentejano”, ambos destacados em Empreendimentos Autárquicos, são outros dos principais assuntos desenvolvidos naquela que é a quarta edição deste ano.
Alentejo e alentejanos

Esta edição inclui ainda os seguintes títulos: “É uma casa-memória para lembrar todo o Alentejo” – Francisco Moita Flores construiu a sua ‘ode’ ao Alentejo ali, no sopé da Serra D’Ossa, em
O Alentejo de...; “O mais notável médico e farmacêutico da sua época”: João Curvo Semedo – o reputado médico do séc. XVII, natural de Monforte, que teve um importante papel na utilização dos medicamentos químicos, em A Nossa História; “Eu sou Alentejana dos pés à cabeça” a fadista montemorense Margarida Guerreiro fala da sua paixão pelo Alentejo, e “No Alentejo é onde estou comigo próprio” – confessa João Gomes Esteves, reconhecido líder da indústria farmacêutica, natural de Nisa, ambos na rubrica Perfil.

A revista Alentejo-Terra Mãe é editada trimestralmente desde Outubro de 2005 pela Fundação no âmbito do cumprimento dos seus objectivos estatutários da promoção e divulgação da cultura, história e tradições do Alentejo. Tem como Directora Maria Antónia Goes, como Directora – Adjunta Cristina Flamínio Roza, como Editora a jornalista Emília Freire e conta com a colaboração de um leque alargado de personalidades, especialistas das referidas áreas, como colunistas.
Para além de ser distribuída com um jornal diário de tiragem nacional, a revista pode ser recebida por todos os interessados através de assinatura individual, bastando para tal contactar a Fundação Alentejo-Terra Mãe, através do e-mail fundacao@alentejo-terramae.pt ou para a morada Rua dos Penedos, 13-B, Páteo da Fundação, 7000-351 Évora, ou ainda pelo Tel. 266 746754/Fax. 266 703040.
© NCV

17 de setembro de 2007

“História Postal de Évora” em exposição
na Fundação Alentejo-Terra Mãe

No próximo dia 20 de Setembro, quinta-feira, pelas 18h00, é inaugurada no Salão de Exposições da Fundação Alentejo Terra-Mãe, em Évora, a Exposição Filatélica “História Postal de Évora”, patente até 4 Outubro.
Cartas pré-filatélicas, cartas do período adesivo, inteiros postais, selos, marcas postais e etiquetas de registo são alguns dos principais objectos postais que dão corpo à mostra que visa retratar a história do correio de Évora desde 1797 até à época actual.
Promovida pela Confraria Timbrológica Meridional “Armando Álvaro Bóino de Azevedo” (CTM) em conjunto com a Fundação, a exposição engloba três colecções, num total de cerca de 800 objectos postais, tratando-se de um espólio único que representa a História Postal de uma das mais importantes localidades postais do país, ou não tivesse sido em Évora que, em 1520, D. Manuel I instituiu o correio em Portugal, facto marcante da história posta
l portuguesa.
As colecções apresentadas na mostra são: “História Postal de Évora” da (CTM); “História Postal de Évora” de Rui Manuel Mourato Pires Mendes; e “Templo Diana” de António José Manso Cristóvão.
A exposição poderá ser visitada até 4 de Outubro, de terça a sábado, entre as 10h e as 13h e das 15h às 18h, e aos domingos das 10h às 13h. © NCVProva de cor do selo base de 1935 do templo romano de Évora.
Carta do SNR de Évora para o Redondo com a primeira marca postal EVR1.

1 de setembro de 2007

Faleceu José Flamínio Roza, presidente
da Fundação Alentejo Terra-Mãe

Faleceu na madrugada de dia 28 de Agosto, vítima de doença prolongada, aos 61 anos de idade, José Flamínio Roza, advogado e presidente da Fundação Alentejo – Terra Mãe. O funeral realizou-se no dia 29 de Agosto para o cemitério de Ferreira do Alentejo.
Natural de São Cristóvão, concelho de Montemor-o-Novo, onde nasceu em 17 de Junho de 1946, fez estudos pré-universitários no Alentejo (Distrito de Évora) onde residiu até finais de 1967. Em 1972 licenciou-se em Direito pela Universidade Clássica de Lisboa e era Advogado desde 1974.
A Fundação Alentejo-Terra Mãe era o grande sonho da sua vida que conseguiu tornar realidade em Fevereiro de 2005. Uma Fundação dedicada à divulgação do ‘seu’ Alentejo, da história, cultura e das suas gentes, e também à promoção da acção social junto das crianças desfavorecidas e idosos.
A revista “Alentejo – Terra Mãe”, que viu a luz em Outubro de 2005 e mais recentemente a “Rádio Terra Mãe” eram as ‘meninas dos seus olhos’... © NCV

18 de julho de 2007

Projecto de solidariedade Sopa Rica:
um ano a alimentar carenciados de Évora

O projecto de solidariedade social “Sopa Rica”, promovido no âmbito de uma parceria entre a Fundação Alentejo Terra-Mãe e a Associação Pão e Paz, completa, no próximo sábado, dia 21 de Julho, um ano a amparar quem mais precisa. Uma ajuda alimentar que pretende acudir aos mais carenciados da cidade de Évora mas que ainda não consegue chegar a todos.
No total são 54 pessoas, o equivalente a dez famílias, os utentes que usufruem do auxílio alimentar da “Sopa Rica”, tratando-se essencialmente de sem-abrigo, idosos sós, reformados e famílias numerosas com crianças, vítimas de situações dramáticas e cujos rendimentos per capita se situam abaixo dos 150 euros: pessoas abaixo do limiar da pobreza.
Para celebrar a data de aniversário do projecto, está a ser preparado um almoço-convívio para os utentes, colaboradores e voluntários do projecto, estando também a ser organizada pela Associação Pão e Paz uma eucaristia de acção de graças, marcada para as 18h30 na Igreja dos Salesianos. © NCV

4 de julho de 2007

Revista Alentejo-Terra Mãe revela
metamorfose em curso no sector da Cortiça

A nova edição da Revista Alentejo-Terra Mãe, publicada pela Fundação Alentejo-Terra Mãe com o objectivo de constituir uma amostra viva e regular da autenticidade alentejana, começa a ser distribuída a partir do próximo sábado, dia 30 de Junho. Neste número, que corresponde à oitava edição, destacam-se as principais mudanças em curso na fileira da cortiça e do montado, o mais importante sector nacional, com forte impacto no Alentejo.
Degradação do montado, qualidade, preço e “guerra” da rolha são os principais problemas que afectam o sector. A solução, aclarada na secção Grande Tema, deverá passar por uma estratégia nacional e a aposta nas características únicas da cortiça: natural, sustentável e ecológica.
O Parque de Ciência e Tecnologia do Alentejo, que poderá surgir dentro de dois anos pela mão da Universidade de Évora é outro dos temas a merecer especial relevo, nomeadamente na secção Economia e Desenvolvimento. O sucesso dos vinhos alentejanos, cuja quota de mercado se situa acima dos 40%, analisado em Radiografia, e a reabilitação do centro histórico de Mértola, bem como a construção do novo complexo termal de Nisa, ambas destacadas em Empreendimentos Autárquicos, são outros dos assuntos desenvolvidos naquela que é a terceira edição deste ano.
A revista é distribuída com um diário nacional e pode também ser recebida por todos os interessados através de assinatura individual, bastando para tal contactar a Fundação Alentejo-Terra Mãe, através do e-mail fundacao@alentejo-terramae.pt ou para a morada Rua dos Penedos, 13-B, Páteo da Fundação, 7000-351 Évora, ou ainda pelo Tel. 266 746754/Fax. 266 703040. © NCV

1 de junho de 2007

“Alentejo Meu”: pintura de Felíia Trales
na Fundação Alentejo-Terra Mãe

No próximo dia 14 de Junho, quinta-feira, ao final da tarde, é inaugurada, no Salão de Exposições da Fundação Alentejo Terra-Mãe, em Évora, uma exposição de pintura de Felicia Trales intitulada “Alentejo Meu”, patente até 5 de Julho, em que uma percentagem das vendas reverte a favor de crianças em risco social.
A mostra reúne cerca de duas dezenas de óleos sobre tela, inspirados no Alentejo, através dos quais Felícia Trales procura ”captar a atmosfera e a pureza da natureza, através de um trabalho cuidado das cores, dos contrastes e dos jogos de luz”.

Trata-se, segundo a própria artista plástica, de uma pintura que se pretende “emotiva, testemunho de uma região com características bem definidas, singulares”.

Num estilo marcadamente “impressionista”, em que se destacam as séries “árvores” e “cactos”, a mostra retrata
as enigmáticas silhuetas dos sobreiros e a beleza das flores dos cactos. © NCV