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15 de agosto de 2013

Um ano após o seu encerramento:
GAFNA defende reactivação do ramal de Cáceres
- turismo entre Vale do Peso e Beirã (Marvão)

Um ano após o encerramento do ramal de Cáceres, o Grupo de Amigos da Ferrovia do Norte Alentejano (GAFNA) insiste na necessidade de reactivação da linha, sustentando que o traçado "aproxima" Lisboa a Madrid (Espanha). 
“O caminho mais perto em termos ferroviários entre Lisboa e Madrid é pelo ramal de Cáceres, mas infelizmente tem-se investido pouco em ferrovia no nosso país e muito em rodovia”, disse Paulo Fonseca, do GAFNA, em declarações à agência Lusa. Para o representante do GAFNA, "a via está em bom estado de conservação, com infraestruturas relativamente boas e que não são aproveitadas", o que considerou "uma estupidez”. 
“Manter aberta” a questão 
Paulo Fonseca adiantou que o GAFNA tem feito contactos com várias entidades no sentido de “manter aberta” a questão desta via ser “reaproveitada”, situação que “não está fácil” de resolver. 
O ramal de Cáceres foi encerrado à exploração ferroviária a 15 de agosto de 2012, passando o comboio internacional Lusitânia Expresso a circular pela linha da Beira Alta, na sequência de uma decisão da Rede Ferroviária Nacional (REFER). 
O encerramento do ramal, após orientações estabelecidas pelo Plano Estratégico dos Transportes (PET), foi bastante contestado por autarcas e sindicalistas de Portugal e Espanha. 
O ramal de Cáceres tem 81,5 quilómetros e ligava Torre das Vargens, na Linha do Leste, à fronteira com Espanha na estação de Marvão-Beirã, seguindo depois até Madrid. 
Ligações regionais e internacionais 
O GAFNA defende que o ramal de Cáceres deverá voltar a abrir para que sejam feitas ligações regionais e internacionais, incluindo o transporte de mercadorias entre os dois países. 
“O ramal de Cáceres faz parte do caminho ferroviário mais perto entre o litoral centro de Portugal e Madrid, a maior área metropolitana da Península Ibérica, e deve servir para fazer essas ligações internacionais”, disse. 
Turismo entre Vale do Peso e Beirã? 
De acordo com Paulo Fonseca, a via poderia também ser aproveitada para a componente turística, nomeadamente entre as estações de Vale do Peso (Crato) e Beirã (Marvão), no distrito de Portalegre. 
“A paisagem é linda, as estações são muito bonitas e deveria ser criado um serviço ferroviário turístico, mas, para isso, é preciso criar uma dinâmica e envolver várias entidades para captar fundos europeus”, defendeu. 
“Se isso é feito em França, se isso se faz na Alemanha e Inglaterra, por que razão não se pode fazer por cá”, questionou. 
Paulo Fonseca indicou ainda que a REFER tem efetuado ao longo do último ano uma manutenção “mínima” no ramal de Cáceres. 
Para o GAFNA, esta situação poderá contribuir no futuro para, quando “houver uma outra ideia” de utilização do traçado, “minimizar” os custos de reativação do ramal. © NCV

27 de novembro de 2011

GAFNA apela aos Municípios
para “reunir e dialogar” com o Governo sobre
“modernização e revitalização” das vias férreas


O GAFNA - Grupo de Amigos da Ferrovia Norte Alentejana tornou público o conteúdo de uma mensagem dirigida às câmaras municipais do distrito de Portalegre e à CIMAA - Comunidade Intermunicipal do Alto Alentejo. O texto dessa mensagem é o que a seguir se publica na íntegra.
“Exmo Senhor Presidente da Câmara Municipal
Soube-se hoje que o Governo adiou as supressões de comboios regionais na linha do Leste e do Lusitânia Comboio Hotel no ramal de Cáceres com paragem em Marvão-Beirã, que estavam previstas para o dia 1 de Janeiro de 2012 (ver: http://www.sabado.pt/Ultima-hora/Dinheiro/Linhas-do-Vouga-e-Oeste-nao-fecham-em-Janeiro.aspx).
É nossa opinião que este adiamento deveria ser aproveitado pelas Câmaras Municipais em conjunto com a associação de municípios para reunir e dialogar com o Governo, nomeadamente com o Secretário de Estado dos Transportes, no sentido deste proceder à modernização e revitalização destas vias férreas, de maneira que sejam colocadas eficazmente ao serviço das populações do Norte Alentejano. Deveria ser relembrado ao Governo que o transporte rodoviário colectivo não é a solução, pois é mais moroso (como exemplo uma viagem entre Portalegre e Coimbra de comboio tem uma duração aproximada 3,30H enquanto de autocarro é de 5,45H) e a nível individual (automóvel privado) apresenta uma elevada sinistralidade, não esquecendo as portagens das auto-estradas, inclusive na A23, e o aumento crescente dos combustíveis.
Tem que ser dito ao Governo que os encerramentos irão corresponder um aumento do isolamento geográfico com todos os inconvenientes que isso representa para uma região já de si desvitalizada.
Sugerimos ainda que sejam acordadas entre as autarquias e a Rodoviária do Alentejo ligações entre as estações e os centros urbanos de forma a potenciar a utilização dos transportes públicos”.
Atentamente
Pelo GAFNA - Grupo de Amigos da Ferrovia Norte Alentejana
Henrique Santos

1 de novembro de 2011

GAFNA apela ao Governo para que reconsidere encerramento do serviço de passageiros na Linha do Leste e desactivação do Ramal de Cáceres

Clicar na imagem para ampliar a carta.
O GAFNA – Grupo de Amigos da Ferrovia Norte Alentejana acaba de divulgar uma carta endereçada ao Governo, na pessoa do Secretário de Estado das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, sobre a problemática que rodeia as Linhas do Leste e o Ramal de Cáceres. Pela sua importância publicamos de seguida a versão integral do referido documento.
“De acordo com o Plano Estratégico dos Transportes (PET), pretende o Governo, que V. Exa integra, a partir do dia 1 de Janeiro de 2012, suprimir as ligações regionais na linha do Leste e encerrar o ramal de Cáceres.
No que concerne à supressão do serviço de passageiros na linha do Leste, os argumentos avançados são a baixa procura/utilização do serviço e uma exploração deficitária.
Mas saberá V. Exa., serviços e empresas que tutela, e equipa que elaborou o PET, que a razão da referida baixa procura na linha do Leste, se deve, sobretudo, à inexistência de uma política pró-activa em prol da modernização desta via-férrea, por parte da REFER e da CP? Enumeramos alguns exemplos:
- Horários inadequados à procura;
- Material de transporte obsoleto (lento, ruidoso, pouco confortável, com elevado consumo de combustível e elevados custos de manutenção);
- Via com estrutura envelhecida (apenas os carris e travessas foram melhorados nalguns troços recentemente);
- Exploração assente em moldes arcaicos;
- Reduzida frequência de circulações;
- Ausência de transportes complementares que favoreçam a intermodalidade e que actuem na procura e distribuição de passageiros a nível local.
No que concerne ao ramal de Cáceres, este deveria ser potencializado e encarado como um eixo alternativo às actuais (e futuras) ligações internacionais ferroviárias, que são escassas, permitindo a fluidez e o aumento dos fluxos internacionais de mercadorias e de passageiros (a UE pretende aumentá-las por questões económicas e ambientais). Acresce, por outro lado, que este ramal pela beleza das estações e das paisagens atravessadas tem potencialidades turísticas que deveriam ser aproveitadas e não anuladas.
Mais acrescentamos que:
- Estas vias-férreas são investimentos feitos no passado que devem ser potencializados e não encerrados. Deveriam ser modernizadas e colocadas ao serviço das populações e das economias regionais e nacionais;
- O transporte ferroviário estrutura território e promove a coesão social e territorial;
- O transporte ferroviário deve ser instrumento duma política de combate às assimetrias regionais;
- O transporte ferroviário pelas suas características é um transporte ecológico e como tal deve estar ao serviço duma política de mobilidade sustentável, que o Governo diz querer promover;
- O transporte rodoviário não é alternativa porque mais moroso, mais oneroso e menos seguro (a título de exemplo, saberá V. Exa. que a ligação rodoviária, serviço Expresso, entre Portalegre e Coimbra – cidade muita procurada pela população regional por questões de saúde -, tem um tempo de viagem de 5,35 horas enquanto a viagem de comboio é de 3,22 horas e ainda por cima mais barata cerca de três euros).
Num momento de crise económica e social, a que se junta o elevado custo dos combustíveis, a supressão do serviço referido vem agravar o isolamento geográfico da região e contribuir para o aumento das assimetrias regionais.
Será que o distrito de Portalegre, à semelhança de outras regiões do país, não merece ter um serviço ferroviário, digno e eficaz? Ou será que para o Governo deste país esta região é para ser transformada numa coutada de turismo cinegético/reserva natural? Portalegre também é Portugal!
Fazemos uma observação e um apelo a V. Exa.: não se milite à tomada de decisões a partir do Gabinete, pois nunca são boas. Venha ao terreno observar in loco como funcionam os serviços e depois então tome decisões. De certeza que seriam diferentes daquelas já propostas.
Em função do exposto, o GAFNA solicita a V. Exa. e ao Governo que reaprecie a decisão de supressão do serviço regional ferroviário na linha do Leste e do encerramento do ramal de Cáceres.
Beirã, 28 de Outubro de 2011
O GAFNA – Grupo de Amigos da Ferrovia Norte Alentejana
Paulo Fonseca

22 de outubro de 2011

Comunicado do GAFNA apela ao Governo para anular eliminação das ligações regionais na Linha do Leste e encerramento do Ramal de Cáceres


“De acordo com o Plano Estratégico dos Transportes, profusamente divulgado na comunicação social, pretende o Governo, a partir do dia 1 de Janeiro de 2012, suprimir as ligações regionais na linha do Leste e encerrar o ramal de Cáceres.
Em relação à supressão do serviço de passageiros na linha do Leste, os argumentos avançados são a baixa procura/utilização do serviço e uma exploração deficitária.
Impõe-se, contudo, dizer que a razão da baixa procura na linha do Leste, se deve, sobretudo, à inexistência de uma política pró-activa em prol da modernização desta via-férrea, por parte da REFER, CP e do Governo que as tutela, de que enumeramos alguns exemplos:
- Horários inadequados à procura;
- Material de transporte obsoleto (lento, ruidoso, pouco confortável, com elevado consumo de combustível e elevados custos de manutenção);
- Via com estrutura envelhecida (apenas os carris e travessas foram melhorados nalguns troços);
- Exploração assente em moldes arcaicos;
- Reduzida frequência de circulações;
- Ausência de transportes complementares que favoreçam a intermodalidade e que actuem na procura e distribuição de passageiros a nível local.
No que concerne ao ramal de Cáceres, este deve ser potencializado e encarado como um eixo alternativo às actuais (e futuras) ligações internacionais ferroviárias, que são escassas, permitindo a fluidez e o aumento dos fluxos internacionais de mercadorias e de passageiros (a UE pretende aumentá-las por questões económicas e ambientais). Acresce, por outro lado, que este ramal pela beleza das suas paisagens e estações tem potencialidades turísticas que deveriam ser aproveitadas e não anuladas.
Mais acrescentamos que:
- Estas vias-férreas são investimentos feitos no passado que devem ser potencializados e não encerrados. Devem ser modernizadas e colocadas ao serviço das populações e das economias regionais e nacionais;
- O transporte ferroviário promove a coesão social e territorial;
- O transporte ferroviário deve ser instrumento duma política de combate às assimetrias regionais;
- O transporte ferroviário pelas suas características é um transporte ecológico e como tal deve estar ao serviço duma política de mobilidade sustentável, que o Governo diz querer promover;
- O transporte rodoviário não é alternativa porque mais moroso e menos seguro.
Num momento de crise económica e social, a que se junta o elevado custo dos combustíveis e as portagens nas auto-estradas, a supressão do serviço referido vem agravar o isolamento geográfico da região e contribuir para o aumento das assimetrias regionais. O distrito de Portalegre também é Portugal!
Em função do exposto, o GAFNA exige ao Governo que anule a decisão de supressão do serviço regional ferroviário na linha do Leste e o encerramento do ramal de Cáceres e exorta as autarquias da região a participarem nesta luta em prol do transporte ferroviário e da mobilidade sustentável”.
Beirã, 21 de Outubro de 2011
O GAFNA – Grupo de Amigos da Ferrovia Norte Alentejana

14 de setembro de 2011

Petição do GAFNA sobre comboios no Ramal de Cáceres admitida na Assembleia da República


O GAFNA - Grupo de Amigos da Ferrovia Norte Alentejana anunciou que deu entrada na Assembleia da República no passado dia 10 de Agosto a petição “Pelo Melhoramento e Manutenção dos Comboios Regionais no Ramal de Cáceres”, por ele promovida, e que foi assinada por 1 433 peticionários.
Para Paulo Fonseca, “o GAFNA saúda esta admissão e espera que os deputados, pelo menos, analisem séria e aprofundamente a petição e tenham em conta os argumentos apresentados”. A referida petição foi admitida com data de 31 de Agosto, com o nº20/XII/1ª.
Mais detalhes acerca desta admissão poderão ser consultados AQUI. © NCV

2 de fevereiro de 2011

GAFNA: “as alternativas de transporte público
– autocarros da Rede Expresso -
são péssimas, porque mais morosas e caras”


Recebemos do GAFNA - Grupo de Amigos da Ferrovia Norte Alentejana o seguinte comunicado sobre a supressão dos etrviço de passageiros no Ramal de cáceres, que a seguir transcrevemos na íntegra:
O distrito de Portalegre e o Alentejo estão de luto. 131 anos depois de ter sido implementado, o serviço regional ferroviário no ramal de Cáceres foi suprimido.
O GAFNA – Grupo de Amigos da Ferrovia Norte Alentejana lamenta esta decisão unilateral da CP, e consentida pelo Governo, que vai aumentar o isolamento geográfico deste vasto território e diminuir a mobilidade das populações, pois as alternativas de transporte público – autocarros da Rede Expresso - são péssimas, porque mais morosas e caras (1).
Esta medida vai também contribuir para acentuar o despovoamento desta região hipotecando simultaneamente o seu desenvolvimento, impedindo a construção de um Portugal mais coeso social e territorialmente. Vai também desincentivar o uso do transporte público e da mobilidade sustentável e incrementar o uso do transporte automóvel particular, contribuindo também para o agravamento das despesas das famílias residentes na região.
O GAFNA lamenta também que a CP não tenha equacionado outras alternativas que não supressão. Ainda que o serviço fosse deficitário, tal como noutros pontos do país, tal devia-se à ausência de uma política pró-activa em prol de um serviço mais fiável, regular e confortável, algo que a CP nunca equacionou nem nunca propôs à tutela nem aos demais parceiros, nomeadamente autarquias.
O GAFNA agradece todo o apoio que as autarquias prestaram à causa mas lamenta que estas nunca tenham avançado com propostas mais concretas junto da CP no sentido de ser mantido o serviço regional, nomeadamente a criação de uma rede de transportes complementares que ligasse as estações aos principais centros urbanos e que incentivasse o uso do transporte público.
O GAFNA agradece também o apoio da população e demais pessoas nesta luta e apela a que se mantenha unida em torno desta causa, pois a luta vai continuar. A mobilidade sustentável e o futuro da região assim o exigem! ”
Beirã, 1 de Fevereiro de 2011
O GAFNA – Grupo de Amigos da Ferrovia Norte Alentejana
(1) A título de exemplo uma viagem de Castelo de Vide a Coimbra – litoral Centro - terá uma duração de 7:20 H e um custo de 26,50 euros enquanto que de comboio a duração poderia ser de 3:30 H e com um custo de 12 euros – serviço regional – ou 19 euros – serviço regional + serviço intercidades).

19 de janeiro de 2011

Rádio Portalegre: GAFNA impotente para travar supressão do serviço regional no Ramal de Céceres

O presidente do Grupo de Amigos da Ferrovia do Norte Alentejano(GAFNA) admitiu hoje que não é crível que consigam suspender a decisão da CP de suprimir, a partir do dia 1 de Fevereiro, os serviços regionais no ramal ferroviário de Cáceres, entre Torre das Vargens (Ponte Sor) e Beirã (Marvão).
O GAFNA lançou recentemente uma petição com o objectivo de combater a supressão do serviço regional ferroviário no ramal de Cáceres, mas Paulo Fonseca não espera recolher as quatro mil assinaturas necessárias para que o assunto seja debatido na Assembleia da República, antes da decisão da CP entrar em vigor.
A CP justifica a supressão do serviço regional ferroviário no ramal de Cáceres com uma questão de racionalidade de serviços e de sustentabilidade económica e financeira da empresa, adiantando que a média de procura é de três passageiros por comboio.
Gabriel Nunes

5 de janeiro de 2011

GAFNA exige à CP e ao Governo que anule
supressão do serviço no ramal de Cáceres
e exorta autarquias a participarem nesta luta


O GAFNA – Grupo de Amigos da Ferrovia Norte Alentejana, emitiu ontem ao início da noite um comunicado com a sua posição sobre o possível encerramento do Ramal de Cáceres, documento que, pela sua oportunidade e importância, a seguir publicamos na integra:
“Em notícias recentemente vindas a público e de acordo com o plano e orçamento para 2011 da CP – Comboios de Portugal, pretende esta empresa, a partir do dia 1 de Fevereiro do corrente, suprimir as ligações regionais no ramal de Cáceres, concretamente a ligação Torres das Vargens - Marvão/Beirã, com o argumento da baixa procura/utilização do serviço e dos prejuízos que isso causa à empresa.
Impõe-se, contudo, dizer que a razão da escassa procura do modo ferroviário como meio de transporte nesta via-férrea, muito à semelhança do que acontece um pouco por todo o interior do país, apesar das baixas densidades populacionais e deficiente implantação da rede ferroviária no território em relação à rede urbana, se deve, sobretudo, à inexistência de uma política pró-activa por parte da CP, de que enumeramos alguns exemplos:
- Horários inadequados à procura;
- Material de transporte obsoleto (lento, ruidoso, pouco confortável, com elevado consumo de combustível e elevados custos de manutenção);
- Ausência de transportes complementares que favoreçam a intermodalidade e que actuem na procura e distribuição de passageiros a nível local.
Mais acrescentamos que:
- A CP tem como principal objectivo a prestação de um serviço público de transporte, independentemente de este ser deficitário ou não, cabendo ao Governo compensá-la financeiramente desses prejuízos;
- O transporte ferroviário promove a coesão social e territorial;
- O transporte ferroviário deve ser instrumento duma política de combate às assimetrias regionais e nunca o seu contrário;
- O transporte ferroviário pelas suas características é um transporte ecológico e como tal deve estar ao serviço duma política de mobilidade sustentável, que o Governo diz querer promover.
Num momento de crise económica e social, a que se junta o elevado custo dos combustíveis, a supressão do serviço referido vem agravar o isolamento geográfico da região e contribuir para o aumento das assimetrias regionais e das desigualdades sociais na região.
Em função do exposto, o GAFNA exige à CP e ao Governo que anulem a decisão de supressão do serviço regional ferroviário no ramal de Cáceres e exorta as autarquias da região a participarem nesta luta em prol do transporte ferroviário e da mobilidade sustentável”.
Beirã, 4 de Janeiro de 2011
O GAFNA – Grupo de Amigos da Ferrovia Norte Alentejana

29 de dezembro de 2010

Funcionamento do Ramal de Cáceres
volta a estar em perigo e poderá acabar em 2011


Volta a estar em perigo o funcionamento regular do Ramal de Cáceres. O primeiro alerta surgiu da parte do GAFNA- Grupo de Amigos da Ferrovia Norte Alentejana, que nas suas Boas Festas se declara já “em luta contra a decisão da CP de suprimir os comboios regionais no Ramal de Cáceres prejudicando as populações dos Concelhos de Alter do Chão, Crato, Nisa, Castelo de Vide e Marvão”. O GAFNA anuncia desde logo que em breve vai colocar à subscrição das populações locais uma petição tentando obviar a esta decisão da CP.
A decisão está prevista para 2011 e foi depois confirmada por uma notícia inserta no diário “Público” que dá conta de que serão “abatidos” cerca de mais “450 quilómetros do serviço regional - o mais deficitário da empresa e onde já foram abatidos 144 quilómetros de linhas -, tornando-o residual em termos da sua área de operação”.
De facto os planos da empresa apontam para que em 2011 o serviço regional “irá acabar nos troços Torre das Vargens-Beirã (65 km), Abrantes-Elvas (129), Beja-Funcheira (62), Ermesinde-Leça (11), Setil-Coruche (32), Pinhal Novo-Beja (138) e Casa Branca-Évora (16)”. Mas “a estes há que somar os 144 quilómetros de linhas que já foram encerradas no primeiro mandato deste Governo, o que significa um total de 597 quilómetros sem regionais”, adianta a mesma fonte.
De facto, desde Janeiro de 2009, “os comboios (já) deixaram de apitar entre a Figueira da Foz e Pampilhosa (51 quilómetros) e nas linhas do Tua (54), do Tâmega (13) e do Corgo (26)”.
Além disso, prevêem-se ainda “reduções do número de comboios nas linhas do Algarve, do Douro, do Oeste e do Minho.
Em 2009, o serviço regional da CP terá registado “prejuízos de 56,6 milhões de euros, sobretudo nas linhas do interior, onde, muitas vezes, as automotoras circulam com menos de dez passageiros”. O jornal PÚBLICO apurou que, por exemplo no ramal de Cáceres, entre Marvão e Torre das Vargens, “cada passageiro transportado custou à CP 68 euros, sendo nesse troço a taxa de cobertura das despesas pelas receitas inferior a seis por cento”.
A oferta actual no Ramal de Cáceres
Recorda-se que, neste momento, a oferta da CP no ramal de Cáceres está resumida a duas circulações diárias em cada sentido. Entre Torre das Vargens e Marvão-Beirã a circulação faz-se às 10:08 horas com chegada a Castelo de Vide às 10:54 horas; à tarde a circulação tem início no Entroncamento às 15:53 horas e chegada a Castelo de Vide às 17:57 horas.
Em sentido inverso, os comboios partem de Castelo de Vide às 12:05 e 19:06 horas e chegam ao Entroncamento às 14 e às 21:20 horas, respectivamente.
Para além destas circulações existe ainda, para quem se desloca de e para Lisboa a possibilidade de utilizar o comboio espanhol Lusitânia Expresso, mas a horas menos próprias, com partidas de Santa Apolónia às 22:30 e chegada a Marvão-Beirã à 01:41 horas do dia seguinte e regressos às 03:34 horas com chegada a Lisboa às 07:41 horas. © NCV

4 de setembro de 2010

GAFNA emite comunicado sobre modernização
e novos horários na Linha do Leste

O Grupo de Amigos da Ferrovia Norte Alentejana (GAFNA) congratula-se em comunicado com os novos horários de comboios regionais na linha do Leste que entraram em vigor no passado dia 1 de Agosto, “e nos quais se regista uma diminuição do tempo de viagem em 27 minutos entre o Entroncamento e Elvas”.
“Este encurtamento do tempo de viagem deve-se às obras de modernização realizadas nos últimos tempos, particularmente no último ano, entre Arronches e a proximidade de Elvas, e que constaram da regularização do traçado e renovação da via (assentamento de carris e travessas monobloco de betão novas)”.
“Desta forma, as automotoras que realizam o serviço regional podem atingir a sua velocidade máxima, que é de 100 quilómetros/hora, permitindo esta redução de tempo”. Os responsáveis do GAFNA referem ainda que, “além da diminuição do tempo de viagem esta modernização traduziu-se igualmente numa melhoria do conforto para o passageiro”.
“O GAFNA deseja que as obras de modernização previstas para o corrente ano para o troço Crato – Assumar se venham a efectivar, de maneira a que o tempo de viagem seja novamente encurtado”. © NCV

1 de abril de 2009

Revitalização do Ramal de Cáceres
demonstra importância estratégica
no transporte de mercadorias

A Junta de Freguesia de Beirã e o GAFNA esperam que, com a revitalização em curso, “o Ramal de Cáceres volte aos tempos áureos, contribuindo para o desenvolvimento da freguesia da Beirã, do concelho de Marvão e de toda a região do Norte Alentejano”.
De acordo com um comunicado conjunto de ambas as instituições, “o Ramal de Cáceres tem sofrido nos últimos meses uma forte reestruturação, ao nível da infra-estrutura, com a substituição de travessas e carris, de forma a melhorar as condições de segurança e de circulação na via”.
A Junta de Freguesia e o GAFNA – Grupo de Amigos da Ferrovia Norte Alentejana realçam também “o contentamento que a população da Beirã tem manifestado pelo novo investimento da REFER nesta via-férrea, pois tal veio trazer um novo alento à freguesia”.Importância estratégica no transporte internacional de mercadorias
“Este investimento, permitiu já, o começo da circulação de novos comboios de mercadorias, nomeadamente da Takargo, empresa ferroviária de transporte de mercadorias do grupo Mota-Engil, que iniciou no dia 24 de Março a sua operação de transporte internacional de contentores entre Alverca e Abronigal (Espanha), via ramal de Cáceres”.
A mesma fonte refere “que esta foi a primeira actividade comercial deste operador, que vai concorrer directamente com a CP no transporte de mercadorias sobre carris, tendo a particularidade de utilizar locomotivas homologadas em ambos os países (locomotivas 6000 Vossloh), facto que permite a circulação sem obrigar a paragem para mudança da unidade motora, possibilitando desta maneira aumentar a competitividade do transporte ferroviário directo de mercadorias entre os dois países”.
“No mesmo dia, também, retomou o seu percurso pelo ramal o comboio Iberianlink (parceria entre a CP Carga e a Renfe Mercancías), transportando contentores entre os dois países peninsulares”. “Estas novas circulações vêm demonstrar a importância estratégica do Ramal de Cáceres no transporte internacional de mercadorias, particularmente entre os dois países ibéricos” – conclui o comunicado das duas entidades. © NCV

7 de julho de 2008

Obras na linha-férrea
entre Cáceres e Valência de Alcântara
só devem ficar concluídas em Outubro

As obras em curso na linha férrea entre Cáceres e Valência de Alcântara só devem estar concluídas em Outubro, apesar de nelas estarem envolvidas três empresas que trabalham 24 horas por dia, segundo soube o GAFNA – Grupo de Amigos da Ferrovia Norte Alentejana junto de meios sindicais da Extremadura (Sector Ferroviário das Comisiones Obreras), que têm acompanhado o processo.
Neste momento já estarão renovados cerca de 7 quilómetros de via faltando ainda renovar mais 25 quilómetros.
Investimento de 5 milhões de Euros

Como o NCV tem vindo a noticiar, Espanha está a investir 5 milhões de Euros na modernização da linha ferroviária que liga Cáceres a Valência de Alcântara, troço este que tem ligação, do lado português, ao denominado ramal de Cáceres (Torre das Vargens - Marvão).
Entidades de ambos os lados da fronteira, com especial destaque para o lado espanhol, têm vindo a pressionar no sentido do rápido restabelecimento da ligação ferroviário Madrid-Lisboa, que se encontra suspensa desde há vários meses, e que motivou a transferência da circulação do Comboio Hotel Lusitânia, que liga ambas as capitais, para a Linha da Beira Alta.
Descarrilamentos do Lusitânia

De facto, o conhecido comboio internacional Lusitânia Expresso descarrilou na segunda quinzena de Janeiro muito perto da localidade de S. Pedro de Alcântara quando fazia o trajecto na direcção Madrid-Lisboa com 38 passageiros a bordo. Anteriormente, a 6 de Novembro de 2006 tinha ocorrido acidente idêntico na mesma zona quando o comboio circulava no sentido contrário, com 73 passageiros a bordo. © NCV

12 de março de 2008

GAFNA e Quercus debatem “alta velocidade Lisboa-Madrid versus Linha do Leste”

O GAFNA - Grupo de Amigos da Ferrovia Norte Alentejana e a Quercus organizam uma conferência-debate subordinada ao tema "A Alta Velocidade Lisboa - Madrid vs articulação com a Linha do Leste" na próxima sexta-feira, dia 14 de Março de 2008, pelas 21,30H, no auditório da Escola Superior de Educação de Portalegre.
A iniciativa conta com o apoio da Escola Superior de Educação de Portalegre e conta como oradores com o Professor Manuel Tão (Doutor em Economia de Transportes) e o geógrafo Paulo Santos Fonseca, para além de um representante da Refer (ainda a indicar). A entrada é livre. © NCV

4 de novembro de 2007

GAFNA:
Espanha moderniza linha ferroviária
entre Cáceres e Valência de Alcântara

Espanha está a investir 5 milhões de Euros na modernização da linha ferroviária que liga Cáceres a Valência de Alcântara, troço este que tem ligação, do lado português, ao denominado ramal de Cáceres (Torre das Vargens - Marvão), segundo apurou o GAFNA - Grupo de Amigos da Ferrovia Norte Alentejana.
“Este facto demonstra que esta ligação ferroviária é de grande importância para o país vizinho, importância esta que esperamos seja reconhecida do lado português pelo nosso Governo e que se venha a traduzir em investimentos no ramal de Cáceres, nomeadamente ao nível da via e das estações” – adianta Paulo Fonseca, porta-voz daquela associação, que confirmou esta situação no terreno. “Nunca é demais referir que esta ligação é o percurso ferroviário mais curto entre as duas capitais ibéricas, bem como entre o Norte Alentejano e a província espanhola de Cáceres” – conclui a nota de imprensa distribuída pelo GAFNA. © NCV

3 de novembro de 2007

GAFNA propõe viagem de combóio
à Feira da Castanha em Marvão

No âmbito da sua política de promoção de turismo ferroviário no Ramal de Cáceres (Torre das Vargens - Marvão), o GAFNA - Grupo de Amigos da Ferrovia Norte Alentejana está a lançar a promoção de uma viagem de comboio à Feira da Castanha de Marvão.
Nos próximos dias 10 e 11 de Novembro o Gafna convida o público em geral a ir “à feira de comboio”, a conhecer “uma das mais belas vias férreas de Portugal” e a visitar “a Vila medieval de Marvão”.
Em concreto o Gafna sugere uma “apertada” viagem de ida e volta no mesmo dia, com partida do Entroncamento às 9:49 e regressa às 15:03, com chegada ao Entroncamento às 17:25. Em alternativa sugere-se a viagem de ida ao Sábado dia 10 e o regresso no dia seguinte com os mesmos horários.

Para mais informações contactar o GAFNA através do email gafna@sapo.pt ou consultar o site www.gafna.net
© NCV

1 de agosto de 2007

GAFNA e Junta da Beirã lançaram Roteiro
de Turismo Ferroviário no Ramal de Cáceres

O GAFNA - Grupo de Amigos da Ferrovia Norte Alentejana e a Junta de Freguesia de Beirã, acabam de lançar o Roteiro de Turismo Ferroviário no Ramal de Cáceres destinado especialmente “aqueles que gostam de viajar e praticar um turismo diferente”.
A proposta integra um roteiro de turismo ferroviário ao longo do Ramal de Cáceres visitando, simultaneamente, o Nordeste Alentejano, e em especial “as vilas medievais de Castelo de Vide e Marvão”.
Duas sugestões bem concretas
Na prática são feitas duas sugestões de viagem bem concretas, com partida do Entroncamento: uma começa por sugerir a visita a Castelo de Vide e depois Marvão e a outra ao contrário.
A partida é sempre da estação do Entroncamento às 9,49H em comboio regional. Na primeira sugestão a chegada à estação de Castelo de Vide é às 12,03H. Sugere-se o transporte de táxi (3 km) para a vila e almoço num dos restaurantes sugeridos (restaurantes D. Pedro V e “A Castanha”?), antes de uma visita à Vila (também com algumas sugestões).
Ao final da tarde o programa indica novamente transporte de táxi (12 km) até Marvão, com dormida em estabelecimentos sugeridos (a Albergaria “O Poejo” em Santo António das Areias, a 6 km de Marvão, a Casa D. Dinis e a Albergaria El-Rei D. Manuel (Marvão).
Para um segundo dia o roteiro sugere de manhã uma visita a Marvão (com sugestões) seguida de almoço (Restaurantes “O Poejo” em Santo António das Areias), “Mil Homens” e Churrasqueira “O Sever” na Portagem. Pelas 14,30H o táxi conduzirá os visitantes até à estação de Marvão/Beirã (10 km), a fim de apanhar às 15,03H o comboio regional que chega ao Entroncamento às 17,25H.
A segunda sugestão sugere o início da visita por Marvão, com dormida já em Castelo de Vide (Albergaria D. Miguel, Hotel Sol e Serra e Hotel de Castelo de Vide) que é visitada no dia 2 de manhã. © NCV

27 de maio de 2007

Junta de Freguesia da Beirã e GAFNA manifestam-se contra táxis a substituir comboios...

A Junta de Freguesia de Beirã e o GAFNA – manifestaram em Comunicado conjunto “o seu desagrado pelo que tem vindo a ocorrer no Ramal de Cáceres”, e apelaram publicamente “à CP para que ela seja corrigida no futuro”.
Segundo as duas organizações, tem acontecido que “algumas vezes o comboio regional que faz a ligação entre Torre das Vargens e Marvão/Beirã – ou seja no ramal de Cáceres – é suprimido por falta de material (segundo fonte da CP), sendo o mesmo transporte assegurado por táxi, facto que muito tem prejudicado os utentes”.
“Os passageiros são obrigados a ficar retidos nas estações, porque o táxi não tem mais lugares vagos, tendo que ficar à espera duas e três horas, a aguardar que o mesmo táxi os venha buscar (como se não existissem mais táxis)” – lê-se no referido documento.

As duas organizações acusam a CP de contribuir “para a desertificação do nosso Alentejo” e por “dar azo ao aproveitamento e benefício de alguns, em prejuízo dos utentes do transporte ferroviário”.
A Junta de Freguesia da Beirã e o GAFNA – que lançaram recentemente um folheto de promoção do turismo no ramal de Cáceres (ver notícia AQUI) - referem também a “desilusão” dos passageiros que escolhem o ramal de Cáceres para turismo pois ao serem transportados por táxi “perdem a oportunidade de conhecer as lindas paisagens e desfrutar de um tranquilo passeio pelo mais belo Alentejo”. © NCV
NOTA: Para ampliar a imagem e poder ler o Comunicado clicar duas vezes de forma sequencial sobre a imagem junto.

12 de maio de 2007

Grupo de Amigos da Ferrovia Norte Alentejana propõe comboios históricos/turísticos nas linhas do Ramal de Cáceres

O Grupo de Amigos da Ferrovia Norte Alentejana (GAFNA) sugeriu em comunicado à CP a “promoção, em parceria com as autarquias locais, de comboios históricos/turísticos no ramal de Cáceres, aproveitando a beleza paisagística da região, potencializando simultaneamente o turismo no triângulo turístico Castelo de Vide – Marvão – Portalegre”.
E às autarquias da região propõe a “implementação, em parceria com a Rodoviária do Alentejo, de transportes complementares entre as estações e os principais centros urbanos, de forma a melhorar a mobilidade em modo público de transporte”.
Noutro registo, o GAFNA lamentou que os horários recentes não tenham comtemplado as suas sugestões e que “o horário do comboio regional da tarde tenha sido antecipado 30 minutos, facto que muito vem prejudicar os utentes (a título de exemplo uma pessoa que chegue no comboio da manhã a Elvas e queira regressar no da tarde tem somente uma 1 hora e 30 minutos para tratar de qualquer assunto e ainda almoçar)”.
Propôs ainda o GAFNA à CP a “criação de um comboio inter-regional na Linha do Leste com destino a Lisboa com partida de Elvas ao início da manhã e ao final da tarde em sentido inverso, com paragem nas estações dos principais centros urbanos de modo a servi-los mais eficazmente”.
Sugere ainda a “adopção de novos horários para os comboios regionais no sentido Elvas – Entroncamento e Marvão – Entroncamento, com partida de Elvas cerca das 7h00 e 17h30 e meia hora depois de Marvão, de modo a servir melhor os utentes, em especial os habitantes da região e os estudantes das escolas superiores de Elvas e Portalegre” e a melhoria da informação aos passageiros nas estações.
Durante um encontro do GAFNA com a imprensa foi também apresentado o seu website (http://www.gafna.net/) e divulgado um interessante folheto desdobrável de divulgação/promoção turística do Ramal de Cáceres, editado em parceria com a Junta de Freguesia da Beirã, com textos e fotos de Paulo Fonseca.
No site do GAFNA disponibilizam-se os horários sobre os comboios que servem a região, transportes complementares de e para as estações, informação sobre localização das estações, história e geografia das várias linhas, descrição dos percursos e, para os turistas, fotos de monumentos e paisagens da região, bem como informações sobre hotelaria e restauração da região, entre outras informações. © NCV


10 de maio de 2007

GAFNA vai tomar posição
sobre situação da ferrovia norte-alentejana

O GAFNA - Grupo de Amigos da Ferrovia Norte Alentejana vai divulgar um “folheto de divulgação/promoção de turismo ferroviário no Ramal de Cáceres” durante uma conferência de imprensa a realizar na próxima quinta-feira, dia 10 de Maio, pelas 16 horas, na sede da Junta de Freguesia de Beirã, concelho de Marvão.
Segundo Paulo Fonseca, entre outros assuntos a tratar, encontram-se ainda uma “tomada de posição sobre situação actual da ferrovia norte-alentejana” e a apresentação da página do GAFNA na Internet. © NCV