Mostrar mensagens com a etiqueta Início das obras. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Início das obras. Mostrar todas as mensagens

11 de maio de 2025

Assinatura de contratos de financiamento e da empreitada permite finalmente o início das obras da Barragem do Pisão

Fotos © CIMAA/NCV
Foram assinados na última sexta-feira, dia 9 de Maio, no Salão Nobre dos Paços do Concelho do Município do Crato, o novo Contrato de Financiamento, o contrato de concessão para a Construção das Infraestruturas Primárias e o Auto de Consignação da Obra (ver toda a informação AQUI).
Foi um “momento marcante e decisivo para o início das obras, num projeto liderado pela CIMAA, em articulação com os municípios do Alto Alentejo e o Governo de Portugal”.
Nesta cerimónia estiveram presentes os autarcas representantes da Comunidade Intermunicipal, vários membros do Governo, o Ministro Adjunto e da Coesão Territorial, a Ministra do Ambiente e Energia, e o Secretário de Estado do Planeamento e Desenvolvimento Regional, bem como o deputado da Assembleia da República, Ricardo Pinheiro, e os Presidentes da CCDR-A, da APA, do ICNF, da Estrutura de Missão Recuperar Portugal e da Comissão de Acompanhamento do PRR, entre muitas outras individualidades.
Obras podem finalmente ter inicio
“O dia 9 de Maio ficará principalmente escrito na história do Alto Alentejo como o dia da assinatura do Auto de Consignação da empreitada, o dia a partir do qual a obra pode oficialmente e finalmente ter início. O dia pelo qual todos esperávamos, o dia há décadas desejado e ansiado pela população”.
“Os 15 municípios do Alto Alentejo deram provas de conseguirem consensualizar prioridades, definir ambições e serem o motor do desenvolvimento do território, concretizando as aspirações das suas populações. A CIMAA e todos os autarcas dos Municípios do nosso Distrito agradecem a todos os que têm colaborado para a concretização deste projeto transformador do nosso Alto Alentejo, destacando a resiliência da população do Pisão, neste que é um triunfo da cooperação, da visão
estratégica e da competência política”.
Orçamento de Estado financia 222,2 milhões de euros (+IVA)
O financiamento da Barragem do Pisão está agora a cargo do Orçamento de Estado, com um montante total de 222,2 milhões de euros (mais IVA) e um prazo de execução até 2027, por decisão do Governo em Março 2025.
A sua concretização permitirá garantir de forma sustentada o abastecimento público de água, o estabelecimento de novas áreas de regadio e a produção de energia a partir de fontes renováveis, contribuindo de forma decisiva para o desenvolvimento económico da região e consequentemente com um profundo impacto positivo na qualidade de vida da população. © NCV

23 de julho de 2021

Obras começam em Setembro: Rossio Palace Hotel em Póvoa e Meadas poderá receber turistas a partir de 2022

Fotos © D.R./NCV
Fotos © D.R./NCV
Foi assinado esta semana o contrato de empreitada referente ao investimento no Rossio Palace Hotel, um equipamento hoteleiro em Póvoa e Meadas cujas obras arrancam a 1 de Setembro próximo e está previsto durem 14 meses. 
Pelo que, segunda avança o Presidente da Câmara Municipal de Castelo de Vide, “Póvoa e Meadas poderá começar a receber turistas neste futuro equipamento hoteleiro de charme a partir do final de 2022”.
António Simão agradeceu escolha dos investidores
Assistiram à cerimónia o Presidente da Câmara Municipal de Castelo de Vide, António Pita e também o Presidente da Junta de Freguesia de Póvoa e Meadas, que agradeceu ao investidores “por terem escolhido a nossa Freguesia e desejar-lhe os maiores sucessos para o futuro”.
O proprietário/promotor da obra de requalificação do “palacete D. Amélia” – ou da “casa da senhora D. Alice” dá assim mais um passo na concretização do sonho idealizado desde há 3 anos. Para uma segunda fase estará prevista nova intervenção no sentido de recuperar e integrar no projeto todo o vasto e interessante logradouro do imóvel.
Unidade dirigida ao mercado nórdico
O casal Filipe e Mathilde Leal pretende “que esta unidade possa afirmar-se no mercado nórdico como resposta de excelência e de qualidade em face das características e do conceito do projeto, bem como pela vantagem dos negócios já estabelecidos na Dinamarca”, segundo o Presidente da Câmara Municipal. © NCV

16 de julho de 2021

Póvoa e Meadas: vão arrancar as obras do “Palace Rossio Hotel” no antigo Palacete da Dona Amélia

Clicar na imagem para ampliar.
Clicar na imagem para ampliar.
Vão iniciar-se em breve as obras que vão transformar o antigo “Palacete da Dona Amélia”, em Póvoa e Meadas, no Palace Rossio Hotel. Nesse sentido está marcada para o próximo dia 20 de Julho (terça-feira) a assinatura simbólica do respetivo contrato numa cerimónia reservada, segundo anunciou o Presidente da Câmara Municipal.
A notícia surgiu nas redes sociais na sequência de um encontro de trabalho ocorrido esta semana entre António Pita e os empresários Filipe e Mathilde Leal a que esteve presente também António Simão, Presidente da Junta de Freguesia de Póvoa e Meadas.
Recorda-se que se trata de reconverter e adaptar o palacete do centro da aldeia num hotel de charme, “um importante investimento externo para a freguesia e para o concelho” daquele casal luso-dinamarquês que acreditou que “o nosso concelho lhes dá garantias de futuro”, no dizer do presidente da Câmara Municipal. © NCV
Foto © D.R./NCV

Foto © D.R./NCV


12 de maio de 2020

Começaram as obras de requalificação da Zona Industrial de Castelo de Vide que duram até meados de 2021
- investimento global ascende a 1,15 milhões de euros

Clicar na imagem para ampliar.
Foto © D.R./NCV
Com a assinatura do respetivo “Auto de Consignação” celebrado ontem de manhã começaram oficial e formalmente a 11 de Maio de 2020 as obras de “Requalificação da Zona Industrial de Castelo de Vide”. Ao dar nota pública deste facto nas redes sociais, o Presidente da Câmara Municipal, António Pita, considera ser esta “a execução de mais uma obra estrutural que irá ser decisiva para a futura economia do concelho”.
A empreitada foi confiada à empresa URBIGAV, Construções e Engenheira, SA, será acompanhada e fiscalizada pelo técnico municipal José Fernando Dias, e dura por um período estimado em 14 meses (420 dias), ou seja até meados do próximo ano. O valor da obra ascende a 1 150 847,09€ (com IVA), e o Município beneficia de uma contrapartida de cerca de 85% oriunda de fundos comunitários.
Doze novo lotes e recuperação de mais 5 “abandonados”
Para além dos 12 (doze) novos lotes a Câmara Municipal “está a tentar recuperar antigos lotes abandonados que, infelizmente, nunca tiveram uso, de modo a ampliar e maximizar as respostas com futuras bolsas de terrenos disponíveis de modo a chegar-se aos 25 000 m2, distribuídos por 17 lotes”. 
Por outro lado, no novo Plano de Pormenor fica também já projetada “uma segunda fase de expansão para que, mais tarde e num segundo momento, o Município em caso de necessidade possa estender a zona Industrial para norte e com uma ligação direta à EN 246/Alpalhão no sítio das Limpas da Melriça”.
“Regulamentação da venda de lotes”
Ainda segundo António Pita, o decurso da obra será acompanhado pelo “processo de regulamentação da venda de lotes”, e brevemente “será efetuada uma divulgação pública específica para o efeito, bem como das restrições do acesso aos serviços da Valnor”.
Para o autarca, “durante décadas, e por sucessivos mandatos autárquicos, muito se falou da inexistência de uma Zona Industrial que pudesse impulsionar o desenvolvimento do setor industrial e comercial do nosso Concelho”. Mas foram “circunstâncias diversas (que) ditaram que tal nunca tivesse sido possível. Não nos resignámos e agora é tempo de ação!”
“Importância decisiva”
Fotos © D.R./NCV
Esta Requalificação da Zona Industrial de Castelo de Vide, assume no futuro, de acordo com António Pita, uma importância decisiva porque:
“1° - Vão permitir que empresários locais já instalados e com atividade ativa tenham condições para expandir, reorganizar e modernizar as atuais condições de trabalho, podendo ser mais competitivos e concorrenciais.
2° - Vão dar mais opções de crescimento ao setor industrial/comercial fomentando a instalação de novas empresas e novas atividades independentemente da classificação, pois a construção de uma ETAR no local permitirá responder a distintas necessidades.
3° - Irão contribuir para a gradual limpeza da paisagem urbana e periurbana na medida em que um número considerável de empresários (sobretudo ligados à construção civil) foram criando nela estaleiros improvisados que são elementos dissonantes a corrigir.
4° - Por fim, e consequentemente, irão promover mais emprego e novas oportunidades de crescimento económico no Concelho”. © NCV