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14 de maio de 2025

Câmara Municipal vai substituir as caldeiras de aquecimento das salas da Escola Garcia de Orta
- investimento municipal de 35 mil euros (+IVA)

Foto © AECV/NCV
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A Câmara Municipal de Castelo de Vide vai substituir as caldeiras para o aquecimento das salas da Escola Garcia de Orta. Para tal, o Presidente da Câmara determinou por despacho de 5 de Maio corrente a abertura de um concurso por consulta prévia tendente ao “Fornecimento e Montagem de Caldeiras de Condensação a Gás para a Escola EB2/3 Garcia de Orta em Castelo de Vide” (ver despacho AQUI).
A deliberação de António Pita refere que as caldeiras existentes “avariaram e os referidos modelos foram descontinuados, já não existindo peças de substituição disponíveis para a sua manutenção e continuidade de funcionamento”. Pretende-se por isso substituir as atuais caldeiras da marca Roca Modelo G400/260 (310KW) “por novas caldeiras equivalentes e mais eficientes”.
Investimento municipal de 35 mil euros (+IVA)
O valor base do procedimento é de 35 000 euros (mais IVA), “tendo em conta a consulta preliminar de mercado, ficando desta forma fundamentado o preço base e que a entidade adjudicante estipulou como valor máximo que aceita pagar”. Esta despesa ficou desde já aprovada e está devidamente cabimentada na seguinte rubrica orçamental: - 01.02/07.01.03.05 e nas G.O.P. projeto 2025/11.3 – Beneficiação e Conservação de Edifícios Escolares – Escola EB2/3 Garcia D’Orta.
O autarca determina que sejam convidadas as empresas Eletro-Leal Lda, com sede em Arraiolos, J.C. Salvador, Instalações Especiais, Lda, com sede no Redondo, e SertãSol, Sociedade de Aproveitamento de Energia Lda, com sede na Sertã.
Clisante Gasalho preside ao júri e gere o contrato
Clisante Jorge Pinheiro Gasalho, Chefe da DTOU, foi designado para gestor do contrato e também como presidente do júri constituído também por José Fernando Alegria Dias, Dirigente Intermédio de 3.º Grau – Serviços de Projetos e Obras Municipais, como 1º vogal efetivo, e Luís Miguel Carrilho Patrício, Fiscal Municipal, como 2º vogal efetivo, sendo suplentes António Maria Fiéis Marmelo, Coordenador Técnico, como 1º vogal suplente, e Rui Sérgio Dionísio Bengala, Assistente Técnico, como 2º vogal suplente. © NCV

7 de julho de 2014

Rádio Portalegre: Município de Marvão vai comprar terreno e imóveis da antiga fronteira de Galegos

A Assembleia Municipal de Marvão deu “luz verde” para a aquisição dos imóveis da antiga estação fronteiriça e bairro residencial na fronteira de Galegos, onde funcionaram os serviços alfandegários e o posto da guarda-fiscal.
Para consumar a compra dos imóveis, construídos de forma dispersa numa área com cerca de seis hectares, e que pertencem ao Ministério das Finanças, o município precisa agora da aprovação do Tribunal de Contas.
Investimento de 1 milhão de euros
Este negócio deverá custar aos “cofres da autarquia” cerca de um milhão de euros, sendo que a Câmara Municipal terá ainda que suportar os custos com a reabilitação das infraestruturas existentes na área que engloba a antiga estação fronteiriça e bairro residencial.
Além da recuperação das redes de iluminação, saneamento básico, arruamentos, espaços verdes, posto de transformação e depósito de água potável, a autarquia terá de encontrar uma solução consensual para os moradores permanentes e ocasionais dos fogos das moradias isoladas e bi-familiares, atualmente ocupadas, na zona nascente do bairro residencial.
Novo aglomerado urbano
A autarquia pretende transformar aquele espaço num novo aglomerado urbano do concelho, bem como criar uma zona de serviços criativos para atrair empresários espanhóis e construir um parque de campismo para caravanas.
Desde a abolição das fronteiras, que entrou em vigor a 1 de janeiro de 1993, que foram desativados os serviços que funcionavam na fronteira de Galegos e todo o património ficou ao abandono.
O edifício do antigo posto da Guarda Fiscal ainda foi transformado em Posto de Turismo em 1997, mas 10 anos depois deixou de funcionar por falta de condições. © Rádio Portalegre/NCV
(subtítulos da responsabilidade da Redacçãodo NCV)