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3 de novembro de 2016

Associação Milhas e Cedilhas subsidiada em 6440 euros por prestação de serviços no Mercado Medieval

Na sua reunião do passado dia 6 de Outubro, o Executivo Municipal deliberou atribuir um subsídio financeiro de 6440 euros à Associação Milhas e Cedilhas “para fazer face às despesas inerentes à prestação de serviços efetuada no Mercado medieval do ano em curso” (1 a 4 de Setembro). A decisão surge como resposta a uma mensagem de correio eletrónico solicitando um “subsídio extraordinário para custear o serviço de animação”.
Viv'Arte e seis grupos locais
De acordo com fonte municipal, a Associação Milhas e Cedilhas foi apenas um dos seis grupos locais que se juntaram à Viv'Arte (ver notícia AQUI) para “animar o mercado” juntamente com o Grupo de Teatro Amador Espalharte, as Bellydancers, as bandas da Sociedade Musical e Recreativa de Póvoa e Meadas, e União Artística de Castelo de Vide e o ATL Férias com Açúcar.
O valor agora atribuído à Milhas e Cedilhas corresponde e acrescenta um terço aos 18 600 euros pagos à Viv'Arte.
Recorda-se que a Milhas e Cedilhas garante pelo segundo ano consecutivo as atividades de enriquecimento curricular e de animação e apoio à família desenvolvidas no Agrupamento de Escolas (ensino básico) durante o corrente ano lectivo de 2016/2017 (ver notícia AQUI), que lhe foram novamente adjudicados por ajuste direto de 30 de Setembro pela Câmara Municipal pelo valor de de 45 700 euros (isento de IVA), valor inferior aos 50 600 euros de 2015-2016 (menos 4900 euros ou 9,7%).
Subsídio ou custo efetivo?
Os vereadores do PS votaram ao lado da maioria PSD, felicitando a Milhas e Cedilhas e os seus membros, mas sublinharam em declaração de voto que “o valor agora atribuído à Associação, é qualificado como subsídio, mas deverá ser acrescentado aos custos contratados no âmbito da Feira Medieval” e que “este pedido foi feito à posteriori do evento” com base num parecer dos técnicos da Autarquia que indica que o labor da Associação ”muito contribuiu para o sucesso desta Feira, com elevado número de atuações, horas, e pessoas envolvidas”, pelo que propuseram "um subsídio de 1610 Euros por dia, num total de 6440 Euros”.
Proteger as Associações
“Os vereadores do PS querem neste contexto afirmar que as associações deste concelho devem ser protegidas de qualquer utilização menos clara ou instrumentalizadas por poderes terceiros, mesmo que os fins sejam meritosos. As associações são órgãos independentes e devem ser assim respeitadas por todas as entidades com poder, nomeadamente político e financeiro; querem afirmar que todos os contratos feitos entre partes devem ser acompanhados em permanência, acautelando o seu cumprimento e a satisfação das partes e pessoas implicadas; a haver necessidade de se completar qualquer apoio extraordinário, este deve ser decidido com o tempo e na forma necessária, protegendo as partes envolvidas de qualquer expediente fácil, interpretação errada ou mesmo do abuso instrumental”. © NCV

7 de setembro de 2016

António Pita agradece a "munícipes incomodados" e às diversas colaborações no Mercado Medieval

Clicar na imagem para ampliar.

Terminou mais uma edição do Mercado Medieval


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“Terminou no Domingo, dia 4 de Setembro, mais uma edição do Mercado Medieval em Castelo de Vide. O evento organizado pela Câmara Municipal de Castelo de Vide voltou a ser um sucesso”.
“A edição deste ano contou com várias novidades, destacando-se a aparição de um dragão com dois metros que cuspiu fogo pelas Terras de Vide, tornando-se uma das maiores atrações do Mercado, a par com a Casa dos Espíritos, outra das novidades”.
"A Câmara Municipal agradece a todos os participantes e visitantes que, durante os quatro dias de evento, tornaram o Mercado Medieval único. Esperam-se mais novidades para o próximo ano”. © CMCV/NCV
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4 de setembro de 2016

Viv'Arte manteve valor de 18 600 euros
pelos 3 dias de produção, animação e teatralização
do Mercado Medieval - Viver a História deste ano

A Viv'Arte manteve este ano valor de 18600 euros (isento de IVA) para os 3 dias de trabalho na produção, animação e teatralização da edição deste ano do Mercado Medieval de Castelo de Vide. Um valor líquido que é assim igual ao verificado desde a edição de 2014.
A adjudicaçãoo foi novamente efetuada por ajuste direto à associação privada com sede em Oliveira do Bairro que apoia o evento local desde o seu início.
O procedimento deste ano foi desencadeado por despacho inicial do Presidente da Câmara Municipal datado de 3 de Agosto e concluído a 11 de Agosto, não tendo sido reduzido a contrato escrito nos termos do Código dos Contratos Públicos; mas este ano voltou a ser divulgado - a 24 de Agosto - na plataforma de contratos públicos.
Os serviços da empresa Companhia de Teatro Viv'arte tinham custado em 2013 o valor de 24 300 euros, contra 36 mil euros em 2011, depois de uma participação muito limitada em 2012.
Desde 2014 este valor foi reduzido para os 18 600 euros, a que se juntam diversos custos diretos e indiretos assumidos pela própria estrutura da Câmara Municipal, para além dos custos de diversas outras associações e instituições locais que colaboram na iniciativa. © NCV

3 de setembro de 2016

Rádio Portalegre: Dragão de Fogo espalha magia no Mercado Medieval de Castelo de Vide

Fotos © RP/NCV
Clicar na imagem para visionar as fotos individuais.
Este ano o Mercado Medieval de Castelo de Vide ostenta um Dragão de Fogo, a criatura fantástica da Idade Média é a grande novidade da edição de 2016 do evento que decorre até domingo.
“O dragão é de Castelo de Vide”, foi construído propositadamente para o Mercado Medieval, durante duas longas semanas, nas oficinas municipais.
Em entrevista à Rádio Portalegre, Sara, uma das mentoras do projeto “Dragão de Fogo” explicou que tudo começou com uma conversa entre os artistas e o autarca de Castelo de Vide, António Pita, que exortou o grupo a construir uma nova atração para o Mercado Medieval.
Assim nasceu o dragão, feito de metal e cortiça, uma estrutura com mais de 3 metros de altura e cerca de 5 metros de cumprimento, sustentado por três rodas de bicicleta, com se fosse um triciclo gigante.
O Dragão viaja entre as pessoas cospe fogo e movimenta asas, membros e cauda coma a ajuda de quatro guias.
A Sara descreve o projeto como uma experiência “muito rica, onde foi possível a troca de saberes e a descoberta de novos materiais tal como a cortiça”, agradece a ajuda dos funcionários do município e diz que apesar de poder viajar para outras paragens, “O dragão é de Castelo de Vide”.
Sara remata dizendo que “com este projeto pretende-se que o público seja transportado para um imaginário de magia e mostra que o fogo pode significar a destruição mas também o início e a génese de muitas coisas”.
Os espetáculos com o Dragão de Fogo tem lugar todas as noites do Mercado Medieval de Castelo de Vide. © Carla Aguiã/RP/NCV

1 de setembro de 2016

Grupos de seis associações locais
animam Mercado Medieval até Domingo

“Começa hoje, quinta-feira, o VIII Mercado Medieval em Castelo de Vide, que decorre até 4 de Setembro. O evento é organizado pela Câmara Municipal de Castelo de Vide. O programa conta com várias novidades nesta edição, nomeadamente o dragão que cuspirá fogo pelas Terras de Vide e os ofícios de ferreiros e de caligrafia”.
“Dos vários espetáculos a realizar nestes dias, destacam-se: Édito de Expulsão dos Judeus aos Reinos de Espanha por Fernando e Isabel; Fernando D'Orta converte-se ao Cristianismo; Cortejo da Diáspora de Sepharad; D. Manuel decreta a expulsão de Judeus e Mouros de Portugal; o sábio de Tombuctu ensina a tratar o corpo defunto pela peste; instauração do tribunal do Santo Ofício em Évora; O processo de Inquisição contra o falecido Garcia D'Orta”.
Durante os quatro dias do evento, vários grupos locais vão também animar o Mercado, com a participação de: Grupo de Teatro Amador Espalharte, Bellydancers, Banda da Sociedade Musical e Recreativa de Póvoa e Meadas, Banda União Artística de Castelo de Vide, Associação Milhas e Cedilhas e ATL Férias com Açúcar. © CMCV/NCV

Mercado Medieval 2016:
Castelo de Vide vive na Idade Média de 5ª a domingo



A 7ª edição conta com mais de uma centena de "stands" (entre restaurantes, tasquinhas e pontos de venda de artesanato) e apresenta uma novidade no que à animação diz respeito. Arranca esta quinta-feira às 19h00 com a leitura da Carta da Feira, animação de rua e rufares de tambores e ecos de gaitas. © Alentejo 360/NCV
O programa da feira pode ser consultado AQUI.

4 de agosto de 2016

Mercado Medieval "Viver a História":
terminam amanhã inscrições de artesãos e taberneiros

As inscrições de artesãos e taberneiros que desejem participar no próximo Mercado Medieval ‘Viver a História’ (consultar ficha de inscrição AQUI) terminam amanhã, dia 5 de Agosto. 
A edição deste ano do Mercado Medieval "Viver a História" deste ano – que terá lugar de 1 a 4 de Setembro - vai ser concretizado mas uma vez com base nas normas aprovadas em 2014, por deliberação do Presidente da Câmara Municipal, António Pita.
As normas que se mantêm assim em vigor são por isso as aprovadas em reunião do Executivo Municipal de 2 de Julho de 2014 e foram republicadas (ver AQUI).
O Mercado Medieval ”Viver a História” coincide de novo este ano com a realização da Universidade de Verão do PSD. que se realiza de 29 de Agosto a 4 de Setembro (ver notícia AQUI).
Artesãos e taberneiros
São considerados artesãos todos os que promovam a venda de produtos/materiais de produção própria de forma artesanal; os que se enquadrem em ofícios medievais e que recriem o ofício medieval durante o evento; os que promovam o pequeno comércio de bens alimentares de abastecimento diário; as entidades singulares ou colectivas que promovam a venda de produtos/materiais enquadrados na época medieval.
Por seu lado são considerados taberneiros todos os que promovam confecção e venda de sabores e hábitos alimentares característicos da época medieval.
Aos participantes é requerido que se comprometam "a explorar o espaço que lhe venha a ser atribuído no evento Viver a História / Mercado Medieval – 2016, com respeito por todas as regras constantes das Normas de Participação". © NCV

27 de julho de 2016

Mercado Medieval "Viver a História":
inscrições de artesãos e taberneiros até 5 de Agosto

As inscrições de artesãos e taberneiros que desejem participar no próximo Mercado Medieval ‘Viver a História’ estão a decorrer (consultar ficha de inscrição AQUI) até ao próximo dia 5 de Agosto. 
Como aconteceu na maior parte dos últimos anos, a edição de 2016 do Mercado Medieval ”Viver a História” coincide de novo este ano com a realização da Universidade de Verão do PSD. que se realiza de 29 de Agosto a 4 de Setembro (ver notícia AQUI).
A edição deste ano do Mercado Medieval "Viver a História" deste ano – que terá lugar de 1 a 4 de Setembro - vai ser concretizado mas uma vez com base nas normas aprovadas em 2014.
Assim o deliberou por despacho o presidente da Câmara Municipal, António Pita, deliberou em despacho datado de 4 de Julho (ver AQUI), ultrapassando o facto de as mesmas, se alteradas em sede do Executivo, terem de ser submetidas à apreciação da Assembleia Municipal por se tratar de regulamentos com eficácia externa. Recorda-se que a Assembleia Municipal reuniu em Póvoa e Meadas no passado dia 27 de Junho e só volta a reunir em Setembro. 
As normas que se mantêm assim em vigor são por isso as aprovadas em reunião do Executivo Municipal de 2 de Julho de 2014 e foram republicadas (ver AQUI) sem que tenham ainda sido atualizadas para o corrente ano de 2016 nomeadamente em termos de datas e calendário.
Artesãos e taberneiros
São considerados artesãos todos os que promovam a venda de produtos/materiais de produção própria de forma artesanal; os que se enquadrem em ofícios medievais e que recriem o ofício medieval durante o evento; os que promovam o pequeno comércio de bens alimentares de abastecimento diário; as entidades singulares ou colectivas que promovam a venda de produtos/materiais enquadrados na época medieval.
Por seu lado são considerados taberneiros todos os que promovam confecção e venda de sabores e hábitos alimentares característicos da época medieval.
Aos participantes é requerido que se comprometam "a explorar o espaço que lhe venha a ser atribuído no evento Viver a História / Mercado Medieval – 2016, com respeito por todas as regras constantes das Normas de Participação". © NCV

7 de julho de 2016

Mercado Medieval "Viver a História" deste ano
coincide de novo com Universidade de Verão do PSD
(mantidas normas aprovadas em 2014)

A edição deste ano do Mercado Medieval "Viver a História" deste ano – que terá lugar de 1 a 4 de Setembro - vai ser concretizado mas uma vez com base nas normas aprovadas em 2014.
Assim o deliberou por despacho o presidente da Câmara Municipal, António Pita, deliberou em despacho datado de 4 de Julho (ver AQUI), ultrapassando o facto de as mesmas, se alteradas em sede do Executivo, terem de ser submetidas à apreciação da Assembleia Municipal por se tratar de regulamentos com eficácia externa. Recorda-se que a Assembleia Municipal reuniu em Póvoa e Meadas no passado dia 27 de Junho e só volta a reunir em Setembro. 
As normas que se mantêm assim em vigor são por isso as aprovadas em reunião do Executivo Municipal de 2 de Julho de 2014 e foram republicadas (ver AQUI) sem que tenham ainda sido atualizadas para o corrente ano de 2016 nomeadamente em termos de datas e calendário.
Inscrições até dia 5 de Agosto
As inscrições de artesãos e taberneiros que desejem participar no próximo Mercado Medieval ‘Viver a História’ já estão assim a decorrer (consultar ficha de inscrição AQUI) até ao próximo dia 5 de Agosto. 
Como aconteceu na maior parte dos últimos anos, a edição de 2016 do Mercado Medieval ”Viver a História” coincide de novo este ano com a realização da Universidade de Verão do PSD. que se realiza de 29 de Agosto a 4 de Setembro (ver notícia AQUI).
Artesãos e taberneiros
São considerados artesãos todos os que promovam a venda de produtos/materiais de produção própria de forma artesanal; os que se enquadrem em ofícios medievais e que recriem o ofício medieval durante o evento; os que promovam o pequeno comércio de bens alimentares de abastecimento diário; as entidades singulares ou colectivas que promovam a venda de produtos/materiais enquadrados na época medieval.
Por seu lado são considerados taberneiros todos os que promovam confecção e venda de sabores e hábitos alimentares característicos da época medieval.
Aos participantes é requerido que se comprometam "a explorar o espaço que lhe venha a ser atribuído no evento Viver a História / Mercado Medieval – 2016, com respeito por todas as regras constantes das Normas de Participação". © NCV