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23 de janeiro de 2017

Está em curso processo de alteração do Regulamento Municipal de Abastecimento de Água

Está em curso uma alteração do artigo 37º do Regulamento Municipal de Abastecimento de Água, na sequência da abertura do correspondente procedimento regulamentar pelo Executivo Municipal. 
Com esta alteração visa-se responder aos diversos pedidos de munícipes relacionados com roturas ou fugas de água detetadas em qualquer ponto da rede ou nos sistemas de utilização, tendo em conta as diretrizes e recomendações da ERSAR.
O procedimento aberto prevê um período prévio de participação pública (10 dias úteis) para “constituição de interessados” (comunicação escrita por correio eletrónico aos serviços municipais) e para recolha de contributos para a concretização da alteração.
Entretanto foi divulgada uma proposta de redação também aprovada pelo Executivo Municipal (ver imagem junto). © NCV

19 de março de 2010

Perdas de água representam 35 a 40%

No ano de 2008 o volume de água não facturado foi de 55% por cento do volume de água entrado no sistema de abastecimento de Castelo de Vide e Póvoa e Medas, fornecido pelas Águas do Norte Alentejano, de acordo com dados de um relatório elaborado pelo Chefe da Divisão Técnica de Obras e Urbanismo presente em recente reunião do Executivo em resposta a uma solicitação do vereador Rui Miranda.

Por outro lado, “até Outubro de 2009, o volume baixou para 51 por cento, previsivelmente pela utilização, nos últimos meses, da água dos furos da Quinta do Prado, para rega do Parque 25 de Abril e gastos com as piscinas municipais” -refere a mesma fonte.

O Chefe de Divisão que coligiu estes dados informou em reunião do Executivo “que se estima que as perdas representam cerca de 35 a 40 por cento (idêntico aos estudos a nível nacional) e o restante não seja cobrado, (instalações municipais, fontanários ainda ligados à rede, rega de outros espaços verdes e outras situações não identificadas, sem medidores de caudal)”.

O vereador Rui Miranda salientou na ocasião que “os dados estão de acordo com aquilo que ele estimava, pelo que, no seu entender, devia ser medida a água gasta nos edifícios municipais, porque só assim de sabe quais são as perdas exactas”. © NCV