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20 de novembro de 2017

“Os Verdes” apresentam hoje em Portalegre projeto de resolução para „salvar património da Robinson“

O Grupo Parlamentar do Partido Ecologista “Os Verdes” vai divulgar esta tarde em Portalegre mais uma iniciativa desenvolvida para "Salvar o Património Corticeiro da Robinson“. Vai fazê-lo em conferência de imprensa, que terá lugar pelas 17 horas, junto ao portão principal da Fabrica Robinson em Portalegre.
Trata-se de um projeto de resolução que recomenda ao Governo a salvaguarda da Robinson, agora apresentado pelo PEV - cujo conteúdo será revelado na Conferência de Imprensa – e que será debatido no Plenário da Assembleia da República, em conjunto com a Petição Salvem a Robinson - Património Industrial Corticeiro (ver AQUI), na terça feira dia 28 de Novembro.
A petição foi assinada por 1461 pessoas e são seus primeiros signatários Luís Pargana, Manuela Cunha, José Lopes Cordeiro, Manuela Mendes e Ana Narciso.
A apresentação do documento conta com a presença da dirigente nacional do PEV, Manuela Cunha e com a representante do PEV eleita pela CDU na Assembleia Municipal de Portalegre, Rosário Narciso. © NCV

4 de dezembro de 2014

Petição da FENPROF na Assembleia da República
contesta municipalização da Educação

A FENPROF entregou na Assembleia da República a Petição “Professores contestam municipalização da Educação”, subscrita por 12 897 professores e educadores. Estas são as primeiras assinaturas, recolhidas em menos de duas semanas, de uma petição que continua nas escolas a recolher assinaturas de docentes.
A delegação da FENPROF foi recebida pela Senhora Vice-Presidente da AR, a Deputada Teresa Caeiro, aguardando agora ser chamada à Comissão de Educação, Ciência e Cultura para apresentar os seus argumentos face ao que se peticiona. Esta Petição, que continua a ser subscrita nas escolas, já reuniu um número de assinaturas que triplica o indispensável para ser debatida em plenário parlamentar.
Autonomia das escolas em causa
Os peticionários contestam o secretismo de todo o processo em curso, considerando que o texto de “Contrato Interadministrativo de Delegação de Competências” que, informalmente, foi posto a circular em alguns municípios, representa, em muitos aspetos, uma inaceitável intromissão na vida das escolas e dos professores e sublinhando como muito negativa a exclusão dos docentes do debate sobre este processo de municipalização.
Refere a Petição que “se a autonomia das escolas não tem passado de retórica, neste quadro de municipalização da educação, ela fica irremediavelmente posta em causa – a autarquia passa, inclusive, a interferir na esfera da autonomia profissional dos docentes, quando, por exemplo, se propõe definir os “conteúdos, metodologias, atividades e avaliação” das componentes curriculares locais. O município poderá também contratar docentes para “projetos específicos de base local” e “proceder à gestão dos recursos docentes disponíveis entre os AE/E”. E, entre outras coisas, ao abrigo de um designado “coeficiente de eficiência”, terá ainda direito a receber um prémio financeiro de 13.594,71€/ano por cada docente que consiga dispensar dos “estimados como necessários” pelo MEC para cada concelho”.
Suspensão imediata do processo em curso

Os peticionários consideram “inadmissível a assinatura de um contrato desta natureza e com estas implicações, sendo afastados dos níveis de decisão os docentes e a maioria dos parceiros educativos”, pelo que exigem a suspensão imediata do processo em curso, cujo secretismo consideram intolerável em democracia,manifestam a sua oposição à ingerência das autarquias na organização curricular e pedagógica das escolas, assim como na gestão do pessoal docente e reclamam a abertura de um debate público alargado que permita aprofundar caminhos de descentralização para o nível local e para as escolas. © NCV

15 de abril de 2014

Grupo de cidadãos promove petição
“a favor e em defesa do cumprimento
da vontade expressa de Salgueiro Maia”


Um grupo de cidadãos de diversos quadrantes políticos e sociais tomaram a iniciativa de lançar uma petição ao Presidente da Assembleia da Republica defendendo que se continue a respeitar a vontade expressa do capitão de Abril, Fernando Salgueiro Maia, de “ser sepultado em Castelo de Vide, em campa rasa, e utilizar o caixão mais barato do mercado”.
Os peticionários não colocam em causa o merecimento de outras honrarias nacionais por parte do capitão de Abril castelovidense, mas manifestam o seu descontentamento face às tentativas de enveredar pelo caminho de iniciar o processo de trasladação dos seus restos mortais para o Panteão Nacional.
A petição, cujo curto texto abaixo se transcreve,pode ser assinadaAQUI.
Texto completo da petição
“Salgueiro Maia referiu que «não se preocupem com o local onde sepultar o meu corpo. Preocupem-se é com aqueles que querem sepultar o que ajudei a construir», muitos castelovidenses, alentejanos e portugueses já manifestaram publicamente o seu descontentamento face às intenções de Manuel Alegre e da Associação 25 de Abril, uma vez que Salgueiro Maia fez questão de deixar no seu testamento que desejava «ser sepultado em Castelo de Vide, em campa rasa, e utilizar o caixão mais barato do mercado». Essa sua vontade tem de continuar a ser cumprida! Respeito ao nosso Capitão!”. © NCV
Nota da Redacção - O direito de petição pode considerar-se como um dos mais antigos direitos fundamentais dos cidadãos face ao poder político, encontrando-se previsto no artigo 52.º da Constituição da República Portuguesa, no capítulo dos direitos, liberdades e garantias de participação política.Por outro lado, o site Petição Pública utilizado neste caso encontra-se registado na Comissão Nacional de Protecção de Dados (CNPD) com o número 9327/2009.

9 de março de 2014

Grupo de cidadãos promove petição
“a favor e em defesa do cumprimento
da vontade expressa de Salgueiro Maia”


Um grupo de cidadãos de diversos quadrantes políticos e sociais tomaram a iniciativa de lançar uma petição ao Presidente da Assembleia da Republica defendendo que se continue a respeitar a vontade expressa do capitão de Abril, Fernando Salgueiro Maia, de “ser sepultado em Castelo de Vide, em campa rasa, e utilizar o caixão mais barato do mercado”.
Os peticionários não colocam em causa o merecimento de outras honrarias nacionais por parte do capitão de Abril castelovidense, mas manifestam o seu descontentamento face às tentativas de enveredar pelo caminho de iniciar o processo de trasladação dos seus restos mortais para o Panteão Nacional.
A petição, cujo curto texto abaixo se transcreve,pode ser assinada AQUI.
Texto completo da petição
“Salgueiro Maia referiu que «não se preocupem com o local onde sepultar o meu corpo. Preocupem-se é com aqueles que querem sepultar o que ajudei a construir», muitos castelovidenses, alentejanos e portugueses já manifestaram publicamente o seu descontentamento face às intenções de Manuel Alegre e da Associação 25 de Abril, uma vez que Salgueiro Maia fez questão de deixar no seu testamento que desejava «ser sepultado em Castelo de Vide, em campa rasa, e utilizar o caixão mais barato do mercado». Essa sua vontade tem de continuar a ser cumprida! Respeito ao nosso Capitão!”. © NCV
N. R. - O direito de petição pode considerar-se como um dos mais antigos direitos fundamentais dos cidadãos face ao poder político, encontrando-se previsto no artigo 52.º da Constituição da República Portuguesa, no capítulo dos direitos, liberdades e garantias de participação política.Por outro lado, o site Petição Pública utilizado neste caso encontra-se registado na Comissão Nacional de Protecção de Dados (CNPD) com o número 9327/2009.

16 de fevereiro de 2014

Grupo de cidadãos lançou petição
“a favor e em defesa do cumprimento
da vontade expressa de Salgueiro Maia”

Um grupo de cidadãos de diversos quadrantes políticos e sociais tomaram a iniciativa de lançar uma petição ao Presidente da Assembleia da Republica defendendo que se continue a respeitar a vontade expressa do capitão de Abril, Fernando Salgueiro Maia, de “ser sepultado em Castelo de Vide, em campa rasa, e utilizar o caixão mais barato do mercado”.
Os peticionários não colocam em causa o merecimento de outras honrarias nacionais por parte do capitão de Abril castelovidense, mas manifestam o seu descontentamento face às tentativas de enveredar pelo caminho de iniciar o processo de trasladação dos seus restos mortais para o Panteão Nacional.
A petição, cujo curto texto abaixo se transcreve,pode ser assinada AQUI.
Texto completo da petição
“Salgueiro Maia referiu que «não se preocupem com o local onde sepultar o meu corpo. Preocupem-se é com aqueles que querem sepultar o que ajudei a construir», muitos castelovidenses, alentejanos e portugueses já manifestaram publicamente o seu descontentamento face às intenções de Manuel Alegre e da Associação 25 de Abril, uma vez que Salgueiro Maia fez questão de deixar no seu testamento que desejava «ser sepultado em Castelo de Vide, em campa rasa, e utilizar o caixão mais barato do mercado». Essa sua vontade tem de continuar a ser cumprida! Respeito ao nosso Capitão!”. © NCV
N. R. - O direito de petição pode considerar-se como um dos mais antigos direitos fundamentais dos cidadãos face ao poder político, encontrando-se previsto no artigo 52.º da Constituição da República Portuguesa, no capítulo dos direitos, liberdades e garantias de participação política.
Por outro lado, o site Petição Pública utilizado neste caso encontra-se registado na Comissão Nacional de Protecção de Dados (CNPD) com o número 9327/2009.

12 de fevereiro de 2014

Grupo de cidadãos lança petição
“a favor e em defesa do cumprimento
da vontade expressa de Salgueiro Maia”

Um grupo de cidadãos de diversos quadrantes políticos e sociais tomaram a iniciativa de lançar uma petição ao Presidente da Assembleia da Républica defendendo que se continue a respeitar a vontade expressa do capitão de Abril, Fernando Salgueiro Maia, de “ser sepultado em Castelo de Vide, em campa rasa, e utilizar o caixão mais barato do mercado”.
Os peticionários não colocam em causa o merecimento de outras honrarias nacionais por parte do capitão de Abril castelovidense, mas manifestam o seu descontentamento face às tentativas de enveredar pelo caminho de iniciar o processo de trasladação dos seus restos mortais para o Panteão Nacional.
A petição, cujo curtotexto abaixo se trnascreve,pode ser assinada AQUI.
Texto completo da petição
“Salgueiro Maia referiu que «não se preocupem com o local onde sepultar o meu corpo. Preocupem-se é com aqueles que querem sepultar o que ajudei a construir», muitos castelovidenses, alentejanos e portugueses já manifestaram publicamente o seu descontentamento face às intenções de Manuel Alegre e da Associação 25 de Abril, uma vez que Salgueiro Maia fez questão de deixar no seu testamento que desejava «ser sepultado em Castelo de Vide, em campa rasa, e utilizar o caixão mais barato do mercado». Essa sua vontade tem de continuar a ser cumprida! Respeito ao nosso Capitão!”. © NCV
N. R. - O direito de petição pode considerar-se como um dos mais antigos direitos fundamentais dos cidadãos face ao poder político, encontrando-se previsto no artigo 52.º da Constituição da República Portuguesa, no capítulo dos direitos, liberdades e garantias de participação política.
Por outro lado, o site Petição Pública utilizado neste caso encontra-se registado na Comissão Nacional de Protecção de Dados (CNPD) com o número 9327/2009.