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12 de julho de 2022

Portugal em “situação de contingência” até à meia noite da próxima sexta-feira dia 15 de Julho

Face às previsões meteorológicas para os próximos dias, que apontam para o agravamento do risco de incêndio rural, os Ministros da Defesa Nacional, da Administração Interna, do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, da Saúde, do Ambiente e Ação Climática e da Agricultura e da Alimentação determinaram a Declaração da Situação de Contingência em todo o território do Continente.
A Situação de Contingência abrange o período compreendido entre as 00h00 do dia 11 de Julho até às 23h59 da próxima sexta-feira dia 15 de Julho.
Esta declaração resulta da elevação do Estado de Alerta Especial da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), em função do agravamento das previsões do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), com grande parte do território continental nos níveis Elevado, Muito Elevado e Máximo de risco de incêndio. Considera ainda o esforço que impende sobre o dispositivo operacional e a necessidade de serem adotadas medidas preventivas e especiais de reação face ao risco.
A Declaração de Situação de Contingência, que pode ser prolongada caso seja necessário, não exclui a adoção de outras medidas que possam resultar da permanente monitorização da situação.
Medidas de caráter excecional
Assim, no âmbito da Declaração da Situação de Contingência, prevista na Lei de Bases de Proteção Civil, serão implementadas as seguintes medidas de caráter excecional:
bição do acesso, circulação e permanência no interior dos espaços florestais, previamente definidos nos planos municipais de defesa da floresta contra incêndios, bem como nos caminhos florestais, caminhos rurais e outras vias que os atravessem,
- Proibição da realização de queimadas e de queimas de sobrantes de exploração;
- Proibição de realização de trabalhos nos espaços florestais com recurso a qualquer tipo de maquinaria, com exceção dos associados a situações de combate a incêndios rurais;
- Proibição de realização de trabalhos nos demais espaços rurais com recurso a motorroçadoras de lâminas ou discos metálicos, corta-matos, destroçadores e máquinas com lâminas ou pá frontal;
- Proibição da utilização de fogo-de-artifício ou outros artefactos pirotécnicos, independentemente da sua forma de combustão, bem como a suspensão das autorizações que tenham sido emitidas.
Trabalhos não abrangidos
Esta proibição não abrange:
- Os trabalhos associados à alimentação e abeberamento de animais, ao tratamento fitossanitário ou de fertilização, regas, podas, colheita e transporte de culturas agrícolas, desde que as mesmas sejam de carácter essencial e inadiável e se desenvolvam em zonas de regadio ou desprovidas de florestas, matas ou materiais inflamáveis, e das quais não decorra perigo de ignição;
- A extração de cortiça por métodos manuais e a extração (cresta) de mel, desde que realizada sem recurso a métodos de fumigação obtidos por material incandescente ou gerador de temperatura;
- Os trabalhos de construção civil, desde que inadiáveis e que sejam adotadas as adequadas medidas de mitigação de risco de incêndio rural. © NCV

8 de junho de 2021

Risco de incêndio “muito elevado” e “máximo” nos próximos dias desta semana no Norte do Alto Alentejo

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O risco de incêndio nos concelhos do Norte do Alto Alentejo estão nos níveis “muito elevado” nos próximos dias desta semana atingindo mesmo o nível “máximo” nas quarta e quinta-feiras, de acordo com as informações disponibilizadas pelo IPMA.
Nestas circunstâncias, nos próximos dias é PROIBIDO nomeadamente:
>> utilizar fogareiros e grelhadores em todo o espaço rural, salvo se usados fora das zonas críticas e nos locais devidamente autorizados para o efeito.
>> fumigar ou desinfestar em apiários exceto se os fumigadores tiverem dispositivos de retenção de faúlhas.
>> lançar balões de mecha acesa e foguetes. O uso de fogo-de-artifício só é permitido com autorização da Câmara Municipal.
>> usar motorroçadoras (exceto se possuírem fio de nylon), corta-matos e destroçadores nos dias de Risco Máximo. Evitar o uso de grades de discos. © NCV

24 de julho de 2019

Proteção Civil Municipal avisa para níveis muito elevados de risco de incêndio até à próxima 6ª-feira

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De acordo com a informação disponibilizada pelo IPMA, prevê-se a manutenção de níveis Muito Elevados de risco de incêndio, para os dias de hoje e amanhã (24 e 25 de Julho), face à subida gradual da temperatura máxima e à diminuição da humidade relativa.
A Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil e a Proteção Civil Municipal recomendam, a toda a população a adequação dos comportamentos e atitudes face à situação de perigo de incêndio existente, observando as proibições legais em vigor em matéria de uso do fogo e adotando medidas adequadas de autoprotecção na utilização de maquinaria nos espaços rurais.
A Proteção Civil Municipal

26 de setembro de 2015

Castelo de Vide, Marvão e Portalegre
em risco “muito elevado” de incêndio

O concelho de Castelo de Vide, juntamente com os de Marvão, Portalegre, Gavião, Arganil, Pampilhosa da Serra, Oleiros, Vila de Rei, Sardoal, Mação e Monchique estão hoje em risco "muito elevado" de incêndio, de acordo com o IPMA.
O risco de incêndio classificado pelo IPMA tem cinco níveis: reduzido, moderado, elevado, muito elevado e máximo. Esta classificação é atribuída com base em valores relativos à temperatura do ar, humidade relativa, velocidade do vento e quantidade de precipitação nas últimas 24 horas. Para hoje não existe nenhum concelho em Portugal Continental com a classificação de risco “máximo” de incêndio.
Quanto ao estado do tempo, o IPMA prevê para hoje e amanhã em Castelo de Vide temperaturas máximas de 31ºC e mínima de 19ºC; na segunda e terça-feiras a temperatura máxima desce par 29ºC e 27ºC e as mínimas para 18ºC na 3ª feira, com aguaceiros que serão “fortes” na 3ª feira. © NCV

4 de agosto de 2009

Castelo de Vide é hoje o único concelho
com risco”máximo” de incêndio

O concelho de Castelo de Vide é o único do país que hoje se encontra em situação de risco”máximo” de incêndio. Num dia em que a radiação ultravioleta (UV) se apresenta a um nível “muito alto” em todo o território continental.
Em matéria de risco de incêndio, nos distritos de Viseu, Guarda, Castelo Branco, Santarém, Portalegre e Faro existem alguns concelhos com risco “muito elevado”.
Quanto à radiação UV, apenas Santa Cruz, Madeira, e Ponta Delgada, nos Açores não se encontram no índice «Muito Alto» de radiação UV. O restante território nacional está no valor «Máximo» de radiação UV, segundo o Instituto de Meteorologia. © NCV

6 de julho de 2009

Risco máximo de incêndio
hoje em Castelo de Vide e Nisa

Os concelhos de Castelo de Vide e Nisa correm esta segunda-feira um risco máximo de incêndio, de acordo com as previsões do Instituto de Meteorologia. NA mesma situação apenas se encontra o concelho de Monchique no distrito de Faro.

Ontem Domingo, a Autoridade Nacional para a Protecção Civil registou um total de 29 fogos que foram extintos por 370 bombeiros auxiliados por 86 veículos. © NCV

17 de março de 2009

Risco de incêndio no concelho
passa de “elevado” a “máximo”

O risco de incêndio no concelho de Castelo de Vide passa de “elevado” a “máximo” de ontem para hoje, de acordo com os termos de um comunicado emanado do Comando Operacional Distrital da Protecção Civil, assinado pelo comandante Luís Belo Costa.
De facto, até ao final desta semana a situação meteorológica caracterizar-se-á por “tempo quente e relativamente seco, vento moderado a forte de Leste nas regiões do Norte e Centro e de Sueste na região Sul, valores de HRA baixos em especial para amanhã” (terça-feira).
Por isso, “espera-se tempo quente com céu geralmente limpo e consequente aumento do Risco Meteorológico de Incêndios”.
De acordo com o mesmo comunicado de imprensa, a Autoridade Nacional de Protecção Civil através da Sala de Operações do Comando Distrital de Operações de Socorro de Portalegre, continuará a acompanhar permanentemente a situação o risco de incêndio, sempre em permanente ligação com o Comando Nacional de Operações de Socorro, difundindo os comunicados que se julguem necessários.
Por outro lado, a Protecção Civil recomenda à população “a tomada das necessárias medidas de prevenção e precaução” tomando especial atenção ao cumprimento das medidas previstas na legislação em vigor nomeadamente no que concerne “à realização de queimadas, queima de sobrantes e realização de fogueiras e outras formas de fogo em espaços rurais, e em particular no que concerne à proibição de tais práticas nos locais onde se verifique o risco temporal de incêndio de níveis muito elevado e máximo”. © NCV

26 de junho de 2008

Risco de incêndio é hoje "Muito Elevado"
no concelho de Castelo de Vide

O risco de incêndio apresenta-se hoje "Muito Elevado" em vários concelhos dos distritos de Faro, Santarém, Portalegre, Castelo Branco, Guarda e Viseu, sendo que o risco é "Máximo" no concelho de Castelo de Vide, distrito de Portalegre, anuncia a agência Lusa em despacho desta manhã. A classe de risco de incêndio varia entre "Reduzido" e "Máximo".

Segundo a mesma fonte, são seis os distritos do interior Portugal continental que estão hoje com “aviso Amarelo” devido à previsão de tempo quente, num dia em que os termómetros vão ultrapassar os 30 graus na maior parte do território, de acordo com dados do Instituto de Meteorologia (IM).

Os distritos com aviso Amarelo (o segundo de uma escala que vai até quatro), são Bragança (para onde se aguarda uma máxima de 32 graus Celsius), Guarda (31º), Castelo Branco (35º), Portalegre (34º), Évora e Beja (ambas com uma máxima de 37º). Faro e Lisboa vão chegar aos 30º enquanto o Porto vai ficar pelos 26º.

Índices de radiação ultravioleta

Por outro lado, os índices de radiação ultravioleta variam entre "Baixo" a "Extremo" e a radiação ultravioleta vai apresentar hoje valores também muito altos em todo o território, alcançando níveis extremos na Madeira e na Beira Interior. Nestes casos o Instituto de Meteorologia aconselha que se evite o mais possível a exposição ao sol.

Para a Direcção Geral de Saúde (DGS) a "exposição à radiação ultravioleta do sol pode conduzir a problemas agudos e crónicos para a saúde, com graves repercussões na saúde, nomeadamente ao nível da pele, olhos e sistema imunitário". Estes "efeitos crónicos incluem dois problemas principais: cancro de pele e cataratas", adianta a DGS no seu site, onde é ainda aconselhado a redução da exposição à radiação para prevenir os problemas de pele, olhos e sistema imunitário. © NCV