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20 de setembro de 2025

Eleições Autárquicas 2025:
candidatura propõe Programa “Bata Branca” para complementar o SNS em Castelo de Vide

 

A candidatura “Vencer o Futuro” do Partido Socialista às próximas Eleições Autárquicas de 12 de Outubro, liderada pela candidata a Presidente da Câmara Municipal, Cecília Oliveira, tornou pública a sua proposta concreta de adotar “o Programa Bata Branca Castelo de Vide - Saúde para Todos: uma resposta concreta para complementar o SNS, garantindo que ninguém fica sem acompanhamento médico”.
Segundo a candidata Cecília Oliveira, “há 9 meses que o concelho de Castelo de Vide vive sem médico de família e “não podemos aceitar que a saúde das pessoas fique em suspenso”.
“Com responsabilidade, rigor e ação, a Câmara Municipal tem de ser parte da solução” adianta a líder da candidatura “Vencer o Futuro” do Partido Socialista, para quem “em Castelo de Vide e Póvoa e Meadas, cuidar das pessoas será sempre uma prioridade”.
O NCV soube que as duas médicas neste momento ao serviço no Centro de Saúde, não sendo especialistas de medicina geral e familiar, e embora atendam utentes e os recebam em consulta, não podem ser responsabilizadas por listas de utentes como “médicos de família”.
O programa “Bata Branca”
O NCV adianta que este programa “Bata Branca” é adoptado através de um acordo de colaboração a celebrar com a ACSS-Administração Central do Sistema de Saúde e cada Município.
Trata-sede garantir um serviço que permite acesso a consultas de clínica geral a todos os munícipes inscritos nas Unidades de Saúde do Concelho que não tenham médico de família atribuído.
Este programa “Bata Branca” poderá ser também reforçado com a realização de teleconsultas, destinadas a utentes sem médico de família que se encontram em situação de dependência e impedidos de se deslocar para fora da sua residência. © NCV

3 de setembro de 2021

Eleições Autárquicas 2021:
Cecília Oliveira (PS) propõe creche/infantário gratuito para todas as crianças do concelho até aos 3 anos

Clicar na imagem para ampliar o cartaz.
A candidatura Cecília Oliveira (PS) começou a divulgar as suas propostas para as áreas da Saúde, Ação Social e Terceira Idade, a primeira das quais visa garantir o pagamento total da creche/infantário até aos 3 anos de idade a todas as crianças do concelho. © NCV

23 de agosto de 2021

Eleições Autárquicas 2021: compromissos em matéria de Saúde, Ação Social e Terceira Idade da candidatura “Visão e Coração” (PS)

A candidatura “Visão e Coração” de Cecília Oliveira às próximas eleições autárquicas de 26 de Setembro em Castelo de Vide continua a divulgar os principais compromissos que assume com a comunidade desta vez em matéria de saúde, Ação Social e Terceira Idade.
Reuniões preparatórias com as IPSSs do concelho
Fá-lo na sequência de reuniões de trabalho visando a elaboração do seu programa eleitoral havidas com o Presidente da Direção do Lar da Terceira Idade de Nossa Senhora da Graça de Póvoa e Meadas, com o Presidente do Conselho de Administração da Fundação Nossa Senhora da Esperança e com o Provedor e o Vice-provedor da Santa Casa da Misericórdia de Castelo de Vide.
Articulação entre IPSSs, medicamentos, transporte para consultas e exames
Para a área da Saúde, Ação Social e Terceira Idade, são as seguintes algumas das propostas que a candidatura do PS liderada por Cecília Oliveira apresenta à comunidade como compromissos eleitorais:
- 𝗣𝗿𝗼𝗺𝗼𝘃𝗲𝗿 𝗮 𝗮𝗿𝘁𝗶𝗰𝘂𝗹𝗮𝗰̧𝗮̃𝗼 𝗲𝗻𝘁𝗿𝗲 𝗮𝘀 𝗜𝗣𝗦𝗦 𝗽𝗮𝗿𝗮 𝗮 𝗰𝗿𝗶𝗮𝗰̧𝗮̃𝗼 𝗱𝗲 𝗻𝗼𝘃𝗮𝘀 𝘃𝗮𝗹ê𝗻𝗰𝗶𝗮𝘀;
- 𝗖𝗼𝗺𝗽𝗮𝗿𝘁𝗶𝗰𝗶𝗽𝗮𝗿 𝗮 𝗽𝗼𝗽𝘂𝗹𝗮𝗰̧𝗮̃𝗼 𝗶𝗱𝗼𝘀𝗮 𝗻𝗮 𝗰𝗼𝗺𝗽𝗿𝗮 𝗱𝗲 𝗺𝗲𝗱𝗶𝗰𝗮𝗺𝗲𝗻𝘁𝗼𝘀 𝗰𝗼𝗺 𝗰𝗿𝗶𝘁é𝗿𝗶𝗼𝘀 𝗱𝗲𝗳𝗶𝗻𝗶𝗱𝗼𝘀;
- 𝗚𝗮𝗿𝗮𝗻𝘁𝗶𝗿, 𝗲𝗺 𝗰𝗮𝘀𝗼 𝗱𝗲 𝗻𝗲𝗰𝗲𝘀𝘀𝗶𝗱𝗮𝗱𝗲, 𝗼 𝘁𝗿𝗮𝗻𝘀𝗽𝗼𝗿𝘁𝗲 𝗽𝗮𝗿𝗮 𝗰𝗼𝗻𝘀𝘂𝗹𝘁𝗮𝘀 𝗲 𝗲𝘅𝗮𝗺𝗲𝘀 𝗲𝗺 𝗽𝗮𝗿𝗰𝗲𝗿𝗶𝗮 𝗰𝗼𝗺 𝗮 𝗔𝘀𝘀𝗼𝗰𝗶𝗮𝗰̧𝗮̃𝗼 𝗛𝘂𝗺𝗮𝗻𝗶𝘁á𝗿𝗶𝗮 𝗱𝗼𝘀 𝗕𝗼𝗺𝗯𝗲𝗶𝗿𝗼𝘀 𝗱𝗲 𝗖𝗮𝘀𝘁𝗲𝗹𝗼 𝗱𝗲 𝗩𝗶𝗱𝗲;
- 𝗖𝗿𝗶𝗮𝗿 𝗼 𝗖𝗮𝗿𝘁𝗮̃𝗼 𝗠𝘂𝗻𝗶𝗰𝗶𝗽𝗮𝗹 𝗱𝗼 𝗜𝗱𝗼𝘀𝗼 𝗾𝘂𝗲 𝗽𝗲𝗿𝗺𝗶𝘁𝗮 𝗼 𝗮𝗰𝗲𝘀𝘀𝗼 𝗮 𝘀𝗲𝗿𝘃𝗶𝗰̧𝗼𝘀, 𝗹𝗶𝗻𝗵𝗮 𝗱𝗲 𝗮𝗽𝗼𝗶𝗼 𝗮𝗼 𝗶𝗱𝗼𝘀𝗼, 𝘃𝗮𝗻𝘁𝗮𝗴𝗲𝗻𝘀 𝗻𝗮 𝘂𝘁𝗶𝗹i𝘇𝗮𝗰̧𝗮̃𝗼 𝗱𝗼𝘀 𝗲𝗾𝘂𝗶𝗽𝗮𝗺𝗲𝗻𝘁𝗼𝘀 𝗲 𝘀𝗲𝗿𝘃𝗶𝗰̧𝗼𝘀 𝗺𝘂𝗻𝗶𝗰𝗶𝗽𝗮𝗶𝘀.
Papel fundamental das IPSSs
A candidatura do PS adianta que “estas instituições têm um papel fundamental no nosso concelho, não só ao nível de resposta social para os nossos idosos, mas também enquanto polos de emprego em Castelo de Vide e Póvoa e Meadas” e que, por isso, “é fundamental estreitar a relação com todas as instituições e garantir apoio na procura de soluções para os problemas com que estas se debatem no dia-a-dia”. © NCV




14 de abril de 2015

Comunicado do Bloco de Esquerda de Portalegre
sobre o “desinvestimento na saúde“ no distrito

“A Coordenadora Concelhia de Portalegre, do Bloco de Esquerda realizou no passado dia 11/04/2015, na sede distrital em Portalegre, um plenário de aderentes onde apresentou o balanço do seu mandato e viu aprovado o processo eleitoral para o biénio 2015-2016.
A Concelhia de Portalegre acusa o governo e a U.E. de promoverem as habituais políticas demagógicas para o interior do país com a recente denominação de “territórios de baixa densidade”, onde fica por perceber quais são as políticas de investimento e sobretudo as políticas de descentralização.
Por falta de resposta, o BE continua a insistir em conhecer o resultado do inquérito da Inspeção-Geral das Atividades em Saúde (IGAS) sobre irregularidades ocorridas no Hospital Dr. José Maria Grande em Portalegre e no Hospital de Santa Luzia em Elvas, ambas unidades hospitalares que integram a Unidade Local de Saúde do Norte Alentejano. 
Também sobre a saúde no distrito se registam os votos contra dos deputados do PSD e do CDS às propostas do BE de melhoria nos serviços do Hospital de Elvas, enquanto as urgências do Hospital de Portalegre continuam um caos para os que lá trabalham e para quem precisa de assistência. Falta espaço e recursos humanos para não falar de camas; continuam os necessitados a ficarem nas urgências quando precisam de ser internados nos pisos e muitas vezes em condições anormais, enquanto os tempos de espera são um 
O governo anunciou medidas, mas não temos soluções e por que razão? Não tomou medidas concretas, como por exemplo, acabar com o grande negócio das Empresas Trabalho Temporário que colocam os médicos, sugam o dinheiro do Estado e prestam um mau serviço; também falhou e abortou a aposta na rede de cuidados de saúde primários e de cuidados de saúde continuados. O principal deste problema resume-se no desinvestimento na saúde que coloca em causa o SNS e em perigo as vidas das pessoas”.
A Coordenadora Concelhia de Portalegre do Bloco de Esquerda
Portalegre, 11 de Abril de 2015

11 de fevereiro de 2015

Deputada Sandra Cardoso (PS) critica
"permanente sobrelotação" das urgências
no Hospital Distrital de Portalegre

A deputada do PS Sandra Cardoso criticou hoje o modelo de funcionamento das urgências do hospital de Portalegre, referindo que a unidade está “permanentemente sobrelotada”, com doentes "internados em camas nos corredores e em cadeirões”. 
Em declarações à agência Lusa, a deputada, eleita pelo círculo eleitoral de Portalegre, disse que o “problema” do serviço de urgências em Portalegre é “estrutural e permanente”, o que conduz à “exaustação” dos profissionais e a um atendimento “menos adequado”.
No diagnóstico apresentado, após um conjunto de reuniões com representantes da Ordem dos Médicos e com a Secção Regional do Sul da Ordem dos Enfermeiros, a deputada socialista refere ainda que se verifica uma “redução drástica” no número de camas no serviço de urgências. 
Houve uma redução drástica de camas de internamento, o que leva a que os doentes estejam nas urgências em cadeirões e camas pelos corredores”, disse.
Segundo Sandra Cardoso, o serviço de urgências do hospital de Portalegre vive também com “uma grande falta” de recursos humanos, nomeadamente de médicos, situação que “coloca em causa o funcionamento de algumas valências".
A deputada criticou ainda a alegada “redução drástica de enfermeiros” e alertou que se "começa também a sentir a falta de auxiliares e de outro tipo de profissionais” ligados à saúde.
A situação deve-se ao desinvestimento e enfraquecimento nos últimos três anos na área da saúde. Não houve políticas estruturais nesta área e a tão prevista reforma hospitalar não foi colocada em prática”, lamentou.
Considerando que o governo PSD/CDS-PP “apenas desenvolveu medidas avulsas e desenquadradas”, Sandra Cardoso disse que, perante as políticas desenvolvidas, “está neste momento em causa” o Serviço Nacional de Saúde.
A Lusa tentou obter uma reação da administração às críticas da deputada socialista, mas o porta-voz da Unidade Local de Saúde do Norte Alentejano (ULSNA), Ilídio Pinto Cardoso, informou que os responsáveis não iriam fazer quaisquer comentários. © Lusa/NCV

30 de março de 2012

Comunicado do Bloco de Esquerda
sobre o “acesso a consultas de especialidade”


Chegou ao conhecimento do Bloco de Esquerda a crescente dificuldade de acesso a cuidados médicos especializados prestados em hospitais do SNS por parte das/os doentes que vivem no Alentejo. Esta situação encontra-se agravada devido ao facto de vários serviços hospitalares da região de Lisboa e Vale do Tejo (LVT) recusarem receber estes doentes.
De facto, muitas/os utentes do Alentejo deparam-se com a ausência de consultas de especialidade nas proximidade das zonas onde residem, vendo-se forçadas/os a recorrer a serviços em zonas mais distantes. Ora, consoante a zona de residência, há utentes para os quais é conveniente ir a Évora mas, para muitos outros, é mais perto deslocarem-se para a zona de LVT. No entanto, os serviços médicos de LVT não se têm demonstrado disponíveis para atender as/os utentes do Alentejo em consultas de especialidade. Parece-nos essencial que os serviços médicos do Alentejo sejam dotados de meios para poderem desempenhar as suas funções. A escassez de recursos no Alentejo é notória, registando-se falta de médicas/os especialistas, falta de pessoal administrativo, falta de enfermeiras/os e falta de médicas/os de família (cerca de 18 mil utentes não têm médica/o de família). A estes fatores acresce o encerramento de cinco extensões de saúde, em Santiago do Cacém e Odemira, o que obriga muitas/os utentes a deslocarem-se ainda mais para poderem ter uma consulta, isto numa zona do país onde os transportes públicos são deficitários e, em algumas localidades, são mesmo inexistentes.
Face ao exposto, o Bloco de Esquerda considera fundamental que sejam providenciadas condições para que as/os utentes do Alentejo possam aceder às consultas de especialidade de que necessitam em tempo útil, o mais próximo possível da sua residência, nos hospitais do SNS do Alentejo. Consideramos que esta situação carece de intervenção urgente e receamos o seu agravamento se for avante o plano de reestruturação do Hospital Garcia da Orta.
O Bloco de Esquerda está preocupado com esta situação e exige respostas por parte do Ministério da Saúde.
A Comissão Coordenadora Distrital
Portalegre, 29 de Março de 2012

25 de janeiro de 2008

Rastreio gratuito da hipertensão em Portalegre

A Associação dos Hipertensos de Portugal vai realizar no próximo Sábado, dia 26, no Mercado Municipal de Portalegre, um rastreio gratuito da hipertensão, segundo informação divulgada pela Câmara Municipal da cidade capital de distrito.
A sessão decorrerá das 10 às 19h, no Mercado Municipal de Portalegre e está aberta à população em geral. Os profissionais presentes irão medir a tensão arterial e fazer uma avaliação dos factores de risco de todos os interessados. © NCV

21 de janeiro de 2008

Sessão Interactiva em Portalegre
para Doentes Hipertensos

A Câmara Municipal de Portalegre informa que a Associação dos Hipertensos de Portugal vai realizar, no dia 25 de Janeiro, das 17 às 19h, no Pequeno auditório do Centro de Artes do Espectáculo de Portalegre (CAEP), uma sessão interactiva para doentes hipertensos.
Um médico e um enfermeiro (como formadores) estarão à disposição dos participantes/doentes, “com o objectivo de os esclarecer e informar mais aprofundadamente sobre a sua doença”, segundo uma nota da Autarquia portalegrense.

“Dessa forma, será utilizada uma linguagem acessível, garantindo a correcta compreensão da mensagem por todos, independentemente do grau de escolaridade, idade, nível social e económico” – acrescenta-se. © NCV

23 de setembro de 2007

Unidade de Cuidados Continuados da Associação ANTA homologado na 2ª feira em Évora

Um dos 7 acordos que serão homologados na 2ª feira dia 24 de Setembro no Governo Civil de Évora corresponde à Associação Anta, da Beirã. Trata-se de uma Unidade de Cuidados Continuados Integrados Média Duração com 19 camas, que constitui a primeira a nascer no Norte Alentejano, já em funcionamento, conforme o NCV referiu no início de Julho passado (ver AQUI).
As parcerias envolvem um total de 180 camas que vão ficar disponíveis no Alentejo, no âmbito da Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados e se5rão formalmente homologadas pelos secretária de Estado Adjunta e da Saúde, Carmen Pignatelli, e pelo secretário de Estado da Segurança Social, Pedro Marques, na presença do presidente da União das Misericórdias, Manuel Lemos.
No que respeita às restantes unidades, vão ser criadas duas de Longa Duração, com 24 e 27 camas, respectivamente, em Ferreira do Alentejo e em Mértola, distrito de Beja, e uma de Média Duração em Estremoz (distrito de Évora), com 25 camas. Em Ponte de Sor, o acordo cria uma Unidade de Longa Duração, com 28 camas, o mesmo acontecendo em Arronches, que vai ter uma Unidade de Média Duração e Reabilitação com 23 camas. O Alentejo já dispõe de uma Unidade de Convalescença, integrada no Serviço Nacional de Saúde, a funcionar no Hospital de Serpa (Beja) com 20 camas.

A Anta, Associação e IPSS

A nova unidade de cuidados continuados da Beirã está instalada no edifício da antiga alfândega que foi beneficiado para o efeito. Dispõe de 20 camas, com serviços de enfermagem e de fisioterapia e os internamentos serão de 90 dias no máximo, segundo apurou o NCV.
O investimento na criação desta Unidade de Apoio Integrado foi de 672.424,45 Euros, sem contar com os 80 000 Euros iniciais que a Anta investiu na compra do edifício ao Património do Estado a preços especiais.
A Anta transformou-se
em Instituição Particular de Solidariedade Social (IPSS) com utilidade pública e tem actualmente 50 utentes, a pagar apenas o que é exigido por lei, encontram resposta na ANTA e nas diversas valências por ela oferecidas. Dispõe de 3 carrinhas para o transporte das pessoas para o Centro de Dia e para concretizar as acções de Apoio Domiciliário. © NCV

2 de julho de 2007

Associação ANTA abriu na Beirã
uma “unidade de cuidados continuados”

Acaba de abrir na freguesia da Beirã uma unidade de cuidados continuados, no âmbito da actuação da Associação ANTA - Associação Cultural e de Desenvolvimento da Beirã, que constitui uma associação de desenvolvimento local e simultaneamente uma IPSS, Instituição Particular de Solidariedade Social de utilidade pública.
A nova unidade de cuidados continuados da Beirã está instalada no edificio da antiga alfândega que foi beneficiado para o efeito. Dispõe de 20 camas, com serviços de enfermagem e de fisioterapia e os internamentos são de 90 dias no máximo, segundo apurou o NCV.
Concretiza-se assim mais um sonho da Associação. O investimento na criação desta Unidade de Apoio Integrado foi de 672.424,45 Euros, sem contar com os 80 000 Euros iniciais que a Anta investiu na compra do edifício ao Património do Estado a preços especiais. Unidade de Apoio Integrado significa apoio em todas as áreas e articulação com a saúde para os utentes do concelho de Marvão.
A Anta transformou-se em Instituição Particular de Solidariedade Social (IPSS) com utilidade pública e tem actualmente 50 utentes, a pagar apenas o que é exigido por lei, encontram resposta na ANTA e nas diversas valências por ela oferecidas. Dispõe de 3 carrinhas para o transporte das pessoas para o Centro de Dia e para concretizar as acções de Apoio Domiciliário. © NCV

11 de junho de 2007

Nisa já tem Unidade Móvel de Saúde

Nisa passou a dispor desde o dia 8 de Junho de uma Unidade Móvel de Saúde, com vista a assegurar uma maior acessibilidade e melhor qualidade na prestação de cuidados de saúde em Medicina Geral e Familiar às populações da área de influência do Cento de Saúde de Nisa. Nesse dia foi assinado o respectivo acordo no Centro de Saúde do vizinho concelho.
De acordo com informação avançada pelo Jornal de Nisa, esta Unidade Móvel de Saúde de Nisa resulta de um acordo de cooperação inter-institucional entre a Administração Regional de Saúde do Alentejo e a Câmara Municipal de Nisa; a ARS Alentejo colocou no Centro de Saúde de Nisa, a Unidade Móvel apetrechada com meios técnicos diferenciados e meios humanos adequados para a prestação de cuidados de saúde nomeadamente na área clínica e de enfermagem, apoio domiciliário, vigilância de Programas de Saúde como diabetes, hipertensão, anti-coagulação oral entre outras e ainda vigilância do estado de saúde dos idosos, cuidados a acamados, rastreios, plano de vacinação e saúde escolar.
Relatório trimestral
A autarquia assegura a manutenção e o combustível necessário à viatura. A articulação entre a autarquia de Nisa e a ARS Alentejo será feita pela Directora do Centro de Saúde daquela localidade, que enviará à Câmara de Nisa trimestralmente um relatório com informação detalhada da actividade da Unidade Móvel de Saúde.
Carrinha com equipamento médico
Esta Unidade Móvel consiste numa carrinha com mobiliário e equipamento médico com tecnologia de ponta a nível de diagnóstico vocacionada para a prestação de cuidados de saúde em Medicina Geral e Familiar (médicos e de enfermagem) e para acções de promoção da saúde e de prevenção da doença.

“De facto, numa região onde o isolamento e as longas distâncias a percorrer são alguns dos obstáculos com que os seus habitantes se debatem, com a actividade desempenhada por esta Unidade Móvel, está a contribuir-se decisivamente para melhorar a acessibilidade da população aos cuidados de saúde na região Alentejo” – sublinha a notícia do Jornal de Nisa. © NCV

23 de maio de 2007

Viatura Médica de Emergência e Reanimação destruída em acidente de viação

A muito recente VMER ou Viatura Médica de Emergência e Reanimação em serviço no distrito de Portalegre ficou totalmente destruída na sequência de um despiste na noite do domingo dia 20 de Maio.

Uma nova unidade VMER foi já deslocada de Lisboa para assegurar o serviço no distrito de Portalegre.

O acidente deu-se cerca das 21 horas, perto da passagem de nível da Cunheira. A viatura terá derrapado numa zona de terra e saído da estrada, de acordo com informação hospitalar ao Correio da Manhã. Os dois tripulantes e o médico e o enfermeiro que seguiam a bordo não sofreram ferimentos.

Suporte Avançado de Vida

Uma VMER é um veículo de intervenção pré-hospitalar de emergência, concebido para o transporte rápido de uma equipa médica (um médico e um enfermeiro ou tripulante de ambulância de socorro) directamente ao local onde se encontra a vítima, tendo como objectivo a sua estabilização precoce e o acompanhamento médico durante o transporte (quer de vítimas de acidente como de doença súbita). Para que tal seja possível as Viaturas Médicas estão equipadas com material de Suporte Avançado de Vida. © NCV


9 de maio de 2007

II Simpósio Internacional de Pós Stresse Traumático

Na sexta-feira dia 4 de Maio, a cidade de Portalegre recebeu a realização do II Simpósio Internacional de Pós Stresse Traumático, cuja organização foi da responsabilidade do Centro de Estudos de Saúde Mental da Escola Superior de Saúde de Portalegre, tendo o Governador Civil, Jaime Estorninho, presidido à respectiva Sessão Solene de Abertura.
O Simpósio – em que participou o comandante da os Bombeiros Voluntários de Castelo de Vide, Pedro Rabaça, como o NCV anunciou - decorreu no Auditório do Centro de Congressos da Câmara Municipal de Portalegre e contou com a participação dos melhores especialistas nacionais e internacionais da área, abordando temas pertinentes relacionados com esta temática, nomeadamente a "A Gestão do Stresse em Situações de Crise", "Intervenções em Catástrofes: Experiências, Relatos e Histórias" e "A Diversidade dos Contextos de Intervenção". © NCV

27 de abril de 2007

Unidade de Convalescença do Hospital de Portalegre na Quinta do Bonfim

Todos conhecem bem o problema da falta de cuidados de saúde continuados nesta região. Pois enquanto em Castelo de Vide não existir um hospital de retaguarda, eis que os castelovidenses vão passar a dispor da Unidade de Convalescença que o Hospital de Portalegre pretende abrir em breve.
Assim, na Quinta do Bonfim, em Portalegre, iniciar-se-ão em breve as obras da Unidade de Convalescença, com 20 camas, e que segundo adianta o jornal “Alto Alentejo” se integra na rede de Cuidados Continuados e Paliativos. © NCV

23 de abril de 2007

Projecto “Terapia Anticoagulante Oral”
deu Prémio de Serviço Público à ARS Alentejo

A Administração Regional de Saúde do Alentejo venceu recentemente o Prémio Serviço Público – Acessibilidade e Atendimento, atribuído no âmbito do Fórum Hospital do Futuro, com o projecto “A Terapia Anticoagulante Oral no Alentejo”.
Estes Prémios foram entregues em Lisboa, em cerimonia presidida pelo Ministro da Saúde, Correia de Campos, e tiveram como objectivo distinguir o trabalho realizado por pessoas ou entidades que tenham contribuído para o desenvolvimento da Saúde em Portugal e estimular a partilha de experiências inovadoras. Esta terceira edição dos Prémios Hospital do Futuro recebeu um total de 155 trabalhos a concurso, produzidos por de mais de 70 organizações de Saúde em Portugal, nas 15 categorias a concurso.

Projecto abrange toda a região

"
A Terapia Anticoagulante Oral no Alentejo”é um projecto que abrange toda a região e através deste passou a ser possível melhorar a prestação de cuidados de saúde aos doentes sujeitos à Terapia Anticoagulante Oral.
Na realidade, o sistema que a ARS Alentejo tem implementado em todos os Centros de Saúde do Alentejo, permite que os doentes façam a sua análise específica ao sangue para determinar o nível de anticoagulação, no Centro de Saúde da sua área sem ter de se deslocar ao Hospital de referência.
© NCV