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26 de dezembro de 2024

Documentário de Francisco Manso sobre Garcia de Orta estreia esta noite na RTP2 (20:30 horas)
- filme destina-se ao Museu Garcia de Orta

O documentário de Francisco Manso intitulado “Garcia de Orta” sobre o médico e naturalista português nascido em Castelo de Vide tem estreia nacional esta noite na RTP2 (20:30 horas). O cineasta é igualmente o autor do argumento deste trabalho.
Produzido em 2024 o documentário tem a duração de 50 minutos, “faz várias referências a Castelo de Vide e irá trazer mais valor a este castelo-vidense ilustre que trouxe luz à medicina do século XVI”, como referiu recentemente António Pita, adiantando que “brevemente também passará a estar disponível no Museu Garcia de Orta”.
Recorda-se que este trabalho contou com um apoio financeiro de 19 935 euros (mais IVA) por parte da Câmara Municipal de Castelo de Vide (ver notícia AQUI), considerado “mais um investimento na cultura e no conhecimento que ficará para o futuro”.
Quem é Francisco Manso
Francisco Manuel Manso Gonçalves de Faria nasceu em Lisboa a 28 de Novembro de 1949. Frequentou a Faculdade de Direito de Lisboa e tem o Curso de Cinema e Audiovisuais do AR.CO e o Curso de Áudio e de Assistentes de Realização da RTP.
É membro da Academia Portuguesa de Cinema. Para além de “Abandonados”, realizou 8 filmes de longa-metragem, tendo produzido 2 deles, 5 séries e filmes para televisão e mais de 120 documentários. Entre eles, destaca-se as produções “O Nosso Cônsul em Havana” (2019), “O Cônsul de Bordéus” (2010) e “O Testamento do Senhor Napumoceno” (1997). © NCV
O médico e naturalista Garcia d’Orta
O naturalista Garcia de Orta foi considerado um génio da medicina portuguesa. Revolucionou a medicina pois, segundo ele, só acreditava no que lhe era confirmado pelo que via, pela ciência experimental.
Nasceu por volta de 1499 em Castelo de Vide, filho de judeus sefarditas espanhóis, que vieram viver para aí expulsos pelos Reis Católicos.
Estudou na Universidade de Salamanca e licenciou-se em medicina em Alcalá de Henares, em 1523.
Voltou para Castelo de Vide e mais tarde, em 1526, obteve licença para praticar medicina em Portugal, tendo-se mudado para Lisboa. Tornou-se médico do Rei D. João III.
Em 1533 foi escolhido para dar aulas de Filosofia Natural na Universidade de Lisboa.
Partiu em Março de 1534 para a Índia. Orta estabeleceu-se como médico em Goa, tendo atingido enorme reputação.
D. João III concedeu-lhe a ilha de Mumbai, ainda quase deserta, onde teve uma quinta. Recolhia e analisava as plantas dos locais que percorria, que até então eram conhecidas apenas superficialmente no Ocidente. A algumas delas, Orta reconhece grande valor medicinal.
Foi médico e amigo pessoal do poderoso sultão de Ahmadnagar, Nizan Shahi, tendo contactado com comerciantes e viajantes de todas as nacionalidades e religiões
O seu celebrado livro "Colóquios dos Simples e Drogas Medicinais da Índia", que provocou uma verdadeira revolução no meio científico ocidental, foi editado em Goa em 1563.
Para além do seu valor científico, a obra de Orta inclui a primeira poesia impressa do seu amigo Luís de Camões, com quem conviveu em Goa. O livro foi escrito em português e traduzido em latim e foi editado pelo médico e Botânico Charles de L´Escluse, também conhecido por Clusius, tendo tido a partir daí enorme divulgação nos meios científicos europeus.
Garcia de Horta morreu em Goa em 1568. Após a sua morte a Inquisição iniciou uma forte perseguição à sua família. Esta perseguição culminou com a exumação dos restos mortais de Garcia da Orta, em 1580, e a sua condenação à fogueira por judaísmo. 
(texto promocional do documentário divulgado pela RTP

3 de dezembro de 2021

Filmado em Castelo de Vide:
filme “O Nosso Cônsul em Havana” esta sexta-feira (22:53 horas) na RTP1

O filme “O Nosso Cônsul em Havana”, parcialmente filmado em Castelo de Vide e com figurantes locais, é exibido pela primeira vez esta noite (22:53 horas) na RTP1.
A obra é livremente inspirada no período em que Eça de Queiroz foi Cônsul de Portugal em Cuba, à época colónia espanhola.
No ano de 1872, Eça de Queiroz é nomeado Cônsul em Havana por Andrade Corvo, ministro dos Negócios Estrangeiros do novo governo, este de carácter mais liberal. Em Cuba, colónia espanhola, continua a escravatura, agora alimentada pelos chineses contratados, os quais saem da China via Macau, com documentos portugueses, sendo já cerca de 100 mil. Eça vai para Havana com a missão de resolver o problema dos chineses, tratados como escravos nas plantações de cana-de-açúcar.
Com Elmano Sancho como protagonista, O Nosso Cônsul em Havana é um filme inspirado em factos reais, que se desenrola durante o período em que Eça de Queiroz iniciava a carreira diplomática como Cônsul Português em Havana. Do elenco fazem também parte Joaquim Nicolau, João Lagarto, Pedro Frias, Luísa Cruz, António Capelo, Ivo Arroja, Mafalda Banquart, Rodrigo Santos, Luísa Cruz, entre outros.
Com a duração de 109 minutos, a realização é de Francisco Manso e a produção de Francisco Manso Audiovisuais, com argumento de António Torrado e José Fanha e música de Luís Cília. © NCV

19 de novembro de 2020

Filme “O Nosso Cônsul em Havana” estreia esta quinta-feira em 14 cinemas de todo o país
- exibição em Castelo de Vide ainda sem data

O filme “O Nosso Cônsul em Havana” estreia hoje quinta-feira dia 19 de Novembro em 14 salas de cinema em todo o país.
Realizado por Francisco Manso e com Elmano Sancho no papel de Eça de Queiroz o filme acompanha o lado menos conhecido do escritor: o de defensor dos Direitos Humanos enquanto Cônsul Português em Cuba.
O filme, com uma duração de 110 minutos, é considerado uma “ficção biográfica” e resulta da série televisiva com o mesmo título, que contou com filmagens em diversos locais do país entre os quais Castelo de Vide e Portalegre. Tal como na série de TV o guião é da responsabilidade de António Torrado com a colaboração de José Fanha.
Numa mistura de ação, drama, romance e até um toque de comédia, o filme acompanha a chegada de Eça a Havana e o desfilar de personagens com quem convive, desde as mais altas eminências políticas a fazendeiros e grandes proprietários, às mulheres por quem se apaixonou e aos inimigos que fez no Casino de Havana e noutros palcos de jogo e de decisões geopolíticas.
O filme pode ser visionado em Lisboa (5 salas) e também no Porto, Setúbal, Santarém, Leiria, Albufeira, Coimbra, Viseu, Funchal e Ponta Delgada.
Em Castelo de Vide só em 2021
Segundo o NCV conseguiu saber junto da empresa distribuidora ainda não está aprazada qualquer data para exibição da obra em Castelo de Vide, onde também foi filmada a série de televisão com o mesmo título. Essa exibição muito provavelmente só será programada para o ano de 2021, tal como aliás acontece com outros concelhos onde decorreram as filmagens em Portugal. © NCV

10 de novembro de 2020

Filme “O Nosso Cônsul em Havana” (110 minutos) apresentado em Lisboa e nos cinemas a partir de dia 19

Realiza-se na manhã de amanhã, quarta-feira dia 11 de Novembro, em Lisboa um visionamento de imprensa que serve de apresentação pública do filme “O Nosso Cônsul em Havana”, produzido e realizado por Francisco Manso, que se anuncia nos cinemas a partir de quinta-feira dia 19 de Novembro.
O filme, com uma duração de 110 minutos, é considerado uma “ficção biográfica” e resulta da série televisiva com o mesmo título, que contou com filmagens em diversos locais do país entre os quais Castelo de Vide e Portalegre. Tal como na série de TV o guião é da responsabilidade de António Torrado com a colaboração de José Fanha.
Sinopse do filme
Em 1872, Eça de Queiroz é nomeado Cônsul em Havana por um novo governo português de carácter mais liberal e parte com o objetivo de enfrentar as autoridades locais em defesa dos trabalhadores chineses que são atraídos para plantações de cana de açúcar, mas acabam explorados e escravizados.
“O Nosso Cônsul em Havana” é uma ficção que se inspira livremente no período em que Eça de Queiroz foi Cônsul de Portugal nas Antilhas espanholas. Seguimos a história de Lô, uma menina chinesa que embarca clandestinamente para Cuba e que é ajudada por um marinheiro de bom coração, Castellano, que a entrega às freiras do Convento de Santa Clara.
Para ajudarem Lô a escapar das garras do grande escravocrata da Ilha, Don Zulueta, vão convergir pessoas de bem e defensoras da liberdade: o jornalista e livre-pensador Vicente Torradellas; D. Antónia Morales, proprietária de terras; a Madre Filomena; o próprio Eça de Queiroz e o seu amigo Juan, um rapazito engraxador cheio de manhas e artimanhas necessárias à sobrevivência numa cidade como Havana.
Durante o tempo em que aí está, Eça não deixa por mãos alheias os seus méritos de sedutor e vive um amor escaldante com Mollie, filha do General americano Robert Bidwell (que viremos a descobrir ser traficante de armas), uma jovem moderna e apaixonada que se sente tão à vontade à mesa do póquer como no jogo da sedução.
O realizador e produtor Francisco Manso
Francisco Manuel Manso Gonçalves de Faria nasceu em Lisboa a 28 de Novembro de 1949. Frequentou a Faculdade de Direito de Lisboa. Tem o Curso de Cinema e Audiovisuais do AR.CO e o Curso de Áudio e de Assistentes de Realização da RTP.
É membro da Academia Portuguesa de Cinema. Realizou 8 filmes de longa-metragem, tendo produzido 2 deles, 5 séries e filmes para televisão e mais de 120 documentários. Entre eles, destacam-se as produções “O Cônsul de Bordeús” (2010) e “O Testamento do Senhor Napumoceno” (1997). © NCV

9 de setembro de 2020

Filme “O nosso cônsul em Havana” chega aos cinemas provavelmente em Novembro


O filme “O Nosso Cônsul em Havana”, de Francisco Manso, chegará às salas de cinema, previsivelmente em Novembro, através da Zero em Comportamento / Projectos Paralelos. Trata-se de uma ficção livremente inspirada no período em que Eça de Queiroz foi Cônsul de Portugal nas Antilhas espanholas. O argumento é de António Torrado, com a colaboração de José Fanha, e o filme é um compacto da série de televisão que, entre outros locais, foi filmado em Castelo de Vide e Portalegre.
É do conhecimento geral que José Maria de Eça de Queiroz é considerado um dos mais brilhantes e internacionais escritores da literatura portuguesa, tendo escrito nove romances, vários contos e inúmeros artigos de jornais.
Mas talvez não seja tão difundido que Eça dedicou a sua atividade profissional à carreira diplomática, tendo começado precisamente por Cuba em 1873, daí seguindo para Newcastle e depois para Bristol, onde esteve entre 1874 e 1878. Finalmente, em 1888 seria nomeado cônsul em Paris, que foi o seu último posto consular.
Chegado a Havana com 27 anos, imbuído das novas correntes ideológicas (a Democracia, o Socialismo e a República) e literárias (o Positivismo e o Realismo) que circulavam pela Europa de então, Eça encontra uma ilha onde se defrontavam duas potências – uma em declínio, a Espanha, outra em ascensão, os Estados Unidos da América – e onde ainda vigorava a escravatura, mas também onde já fermentava o espírito independentista dos cubanos, através de conspirações e pronunciamentos, que culminaram na renúncia da Espanha à ilha, em Dezembro de 1898.
Em Cuba, Eça encontrou milhares de chineses que, acossados pela fome no seu país, embarcavam para a colónia Espanhola, sobretudo a partir do porto de Macau, atraídos para as plantações de cana-de-açúcar por intermediários gananciosos e que os exploravam como escravos.
Ao contrário de muitos países, que se colocaram à margem do problema (caso da Inglaterra, que se limitou a impedir a saída dos chineses pelo porto de Hong-Kong), o governo português reconheceu a esses chineses a protecção do consulado português, visto que possuíam documentação portuguesa, por terem partido do porto de Macau.
O seu empenhamento em defesa desses chineses (os coolies), e a forma como o cônsul-escritor enfrentou as inúmeras oposições das autoridades locais e dos fazendeiros, são um exemplo invulgar de humanitarismo, num tempo em que ainda não havia instâncias supra-nacionais (tipo Organização Internacional do Trabalho) que zelassem pelos direitos dos mais fracos.
Nesse sentido, Eça foi grande um precursor da Defesa dos Direitos Humanos.
Mas Eça era também um boémio e sedutor e enquanto está colocado em Havana, não deixa por mãos alheias os seus méritos e vive um amor escaldante com Mollie Bidwell, filha do General americano Robert Bidwell, com falsa aura de herói da guerra da Secessão dos Estados Unidos da América. Mollie é uma jovem moderna e apaixonada que se sente tão à vontade à mesa do póquer como no jogo da sedução. © NCV

19 de agosto de 2020

Executivo Municipal delibera hoje sobre transferência de recursos financeiros para a Junta de Freguesia de Póvoa e Meadas

A minuta de Auto de Transferência de Recursos Financeiros do Município de Castelo de Vide para a Junta de Freguesia de Nossa Senhora da Graça de Póvoa e Meadas, no âmbito do Decreto-lei n.º 57/2019, de 30 de Abril, e o Auto de Arrematação da loja n.º 1 do Mercado Municipal de Castelo de Vide são os dois únicos pontos para “análise e deliberação” que constam da ordem de trabalhos publicada da reunião de hoje do Executivo Municipal.
Análise ao trabalho do Gabinete de Crise
Aos vereadores vai ser apresentada uma “Análise ao Trabalho desenvolvido pelo Gabinete de Crise – Covid-19”. Para simples conhecimento a “ordem do dia” inclui as nomeações para os Troféus Impala Televisão 2020 do documentário "Salgueiro Maia rumo à Eternidade" (Melhor Documentário do Ano) e da série "O Nosso Cônsul em Havana" (Melhor Série de Televisão do Ano), as "Férias Desportivas de Verão" (de 17 de Agosto a 4 de Setembro), uma comunicação da Secretaria de Estado do Turismo sobre “Promoção Turística - Covid 19” e as obras de requalificação em curso no Lar da 3.ª Idade Nossa Senhora da Graça de Póvoa e Meadas e ainda a nomeação de júri para o concurso de admissão por tempo indeterminado de 5 sapadores florestais na categoria de “assistentes operacionais”. © NCV

10 de agosto de 2020

"O nosso consul em Havana" nomeada para Melhor Série de Televisão do Ano nos Troféus Impala 2020

Clicar na imagem para amplar o cartaz.
A série de televisão “O nosso consul em Havana”, "produzida pelo realizador" Francisco Manso e "apoiada” pela Câmara Municipal de Castelo de Vide está nomeada para os Troféus Impala 2020 como Melhor Série de Televisão do Ano.
Voto telefónico
Neste contexto surgiu nalgumas redes sociais ligadas à Autarquia e ao Município um apelo à partilha da notícia e ao voto telefónico nesse documentário através do número 760 103 434, que acarreta um custo de 0,60 euros mais IVA.
A série junta-se assim ao documentário "Salgueiro Maia rumo à eternidade", também da responsabilidade de Francisco Manso e "promovido” pela Câmara Municipal que, como o NCV já noticiou, está nomeado para os Troféus Impala 2020 como Melhor Documentário do Ano.
”Castelo de Vide está duplamente de parabéns”
Clicar na imagem para amplar o cartaz.
O que deu azo a um comentário de António Pita nas redes sociais enfatizando que ”Castelo de Vide está duplamente de parabéns”.
“No ano de 2019, o nosso Município envolveu-se empenhadamente em dois projetos culturais de dimensão nacional, que agora estão nomeados para prémios Impala Televisão.
O primeiro, retratando a vida diplomática de Eça de Queiroz em Cuba em série televisiva de 13 episódios, procurou evidenciar a ação política em prol dos direitos humanos deste escritor aquando da sua missão enquanto cônsul de Portugal em Havana.
Recordamos as várias filmagens na nossa terra e o contributo dos figurantes de Castelo de Vide.
A segunda nomeação refere-se ao documentário sobre Salgueiro Maia”.
Por isso, nas palavras do autarca, “Castelo de Vide agradece ao realizador Francisco Manso, responsável por estes dois projetos, as oportunidades que tem dado a Castelo de Vide, facto que nos faz sentir muito orgulhosos pelo patamar da notoriedade onde nos coloca”. © NCV

16 de setembro de 2019

Câmra Municipal divulgou acesso ao "making of" da série "O Nosso Consul em Havana" (RTP)


"Making of" da série "O Nosso Cônsul em Havana". Realizada por Francisco Manso e escrita por António Torrado e José Fanha, esta série revela-nos um Eça surpreendente e de grandes convicções humanísticas. O "making of"mostra-nos os bastidores da rodagem, em locais tão diversos como Castelo de Vide, Portalegre, Entre-os-Rios, Penafiel, Tormes, Ílhavo, Carrasqueira, São Pedro do Sul, a Ilha da Madeira e Havana.
(Carregar na imagem para visualizar o programa completo)

29 de maio de 2019

Série televisiva "O Nosso Cônsul em Havana" em ante-estreia amanhã no Teatro da Trindade em Lisboa
- primeiro episódio emitido no dia 7 de Junho na RTP1

Clicar na imagem para ampliar o Convite.

A série televisiva "O Nosso Cônsul em Havana", de Francisco Mnso, recentemente rodado parcialmente em Castelo de Vide vai ser apresentado em ante-estreia no próximo dia 30 de Maio (quinta-feira) no Teatro da Trindade em Lisboa.
Primeiro episódio emitido no dia 7 de Junho
O NCV soube entretanto que a emissão do primeiro dos 13 episódios da série está prevista para a próxima sexta-feira dia 7 de Junho na RTP1.
A Cãmara Municipal de Castelo de Vide convidou todos os figurantes e pessoas que colaboraram na realização desta série televisva para a RTP1 para se deslocaem a Lisba para assistir a esta ante-estreia. Os interessados deverão contactar e inscrever-se no posto de Turismo até ao dia 28 de Maio. © NCV

22 de maio de 2019

Série televisiva "O Nosso Cônsul em Havana" em ante-estreia a 30 de Maio no Teatro da Trindade em Lisboa
- primeiro episódio emitido no dia 7 de Junho na RTP1

Clicar na imagem para ampliar o Convite.
A série televisiva "O Nosso Cônsul em Havana", de Francisco Mnso, recentemente rodado parcialmente em Castelo de Vide vai ser apresentado em ante-estreia no próximo dia 30 de Maio (quinta-feira) no Teatro da Trindade em Lisboa.
Primeiro episódio emitido no dia 7 de Junho
O NCV soube entretanto que a emissão do primeiro dos 13 episódios da série está prevista para a próxima sexta-feira dia 7 de Junho na RTP1.
A Cãmara Municipal de Castelo de Vide convidou todos os figurantes e pessoas que colaboraram na realização desta série televisva para a RTP1 para se deslocaem a Lisba para assistir a esta ante-estreia. Os interessados deverão contactar e inscrever-se no posto de Turismo até ao dia 28 de Maio. © NCV

1 de novembro de 2018

Fotorreportagem: Forte participação de figurantes locais nas filmagens de "O Nosso Cônsul em Havana"

Fotos © J. Ventura/NCV 
Fotos © J. Ventura/NCV 

Filmagens de “O nosso cônsul em Havana” terminaram em Póvoa e Meadas

Foto © D.R./NCV
Fotos © D.R./NCV
Terminaram esta semana as filmagens da série televisiva “O nosso cônsul em Havana” programadas para Castelo de Vide. Com uma forte presença de figurantes locais. 
Os trabalhos de rodagem seguem agora para norte e, posteriormente, para Cuba.
O último dia no concelho foi preenchido com filmagens em Póvoa e Meadas, no palacete que foi de D. Maria Amélia “na presença dos actuais proprietários que gentilmente cederam o edifício para “decors” e que ainda tiveram tempo para brindar ao sucesso da série com o realizador” (ver foto), como referiu o presidente da Câmara Municipal, António Pita.
O autarca agradeceu “publicamente a prestimosa colaboração de todos quanto participaram e colaboraram na rodagem deste projeto cultural, bem como saudamos a compreensão pelos incómodos e transtornos”. Para António Pita esta foi “mais uma experiência cinematográfica que acreditamos ter valido a pena para a divulgação do nosso concelho”. © NCV
Fotos © D.R./NCV

28 de outubro de 2018

A história (real) de Eça de Queirós em Cuba que dá corpo à série “O Nosso Cônsul em Havana”

La Columnata Egipciana ou Casa de las Infusiones, 
onde Eça passava muito do seu tempo livre em Havana.
Muito a propósito, a nossa leitora Ana Barrigas recordou este fim-de-semana nas redes sociais a história (real) da passagem de Eça de Queirós por Cuba que dá corpo à série “O Nosso Cônsul em Havana” cujas filmagens decorreram nos últimos dias em Portalegre, Castelo de Vide e Póvoa e Meadas. Escrita por Mário Quartin Graça como memória de uma visita cultural a Cuba, publicamos em seguida essa mesma história.
“Há meia dúzia de anos, num final de Abril como este, participei numa visita cultural a Havana, organizada pela então embaixatriz e conselheira cultural da embaixada de Cuba em Lisboa. Quando fomos tomar uma bebida no café La Columnata Egipciana, na calle Mercaderes, em pleno centro histórico da cidade, café onde Eça costumava abancar e que é ali recordado com um grande retrato seu em uma das paredes do estabelecimento, li aos meus companheiros de viagem o texto seguinte:
Consul de 1872 a 1874 com 27 anos
José Maria d’Eça de Queiroz foi nomeado cônsul de lª classe de Portugal nas Antilhas Espanholas em 16 de Março de 1872. Parte de Lisboa no dia 9 de Novembro e, chegado a Havana, aqui toma posse do seu cargo no dia 20 de Dezembro. Tinha então 27 anos. Quinze meses depois, em 20 de Março de 1874, é transferido para o consulado em Newcastle, na Inglaterra. No meio do exercício das suas funções em Havana, em 1873, pediu licença para se ausentar, tendo passado cerca de cinco meses e meio nos Estados Unidos e no Canadá. Porquê?
Homem do norte de Portugal, pouco habituado ao calor, desde jovem com uma saúde débil, que manteve até à sua morte com 55 anos, o clima local não lhe era propício. Já em 1869, ao regressar a Portugal de uma viagem de dois meses pelo Egipto e pela Palestina, voltara com a saúde muito abalada. Alguns dos melhores gastroenterologistas portugueses do nosso tempo, baseados nas referências escritas de Eça, além de familiares e amigos, admitem que o seu mal crónica fosse uma amebíase, então uma enfermidade endémica no Egipto, na Palestina e também em Cuba.
“Singularidades de uma rapariga loira”
Tal como aconteceria em Inglaterra (Newcastle e depois Bristol) e em França (Paris, onde faleceu em 1900), também em Cuba Eça de Queiroz pouco ou nada se integrou na sociedade local. Era pessoa muito reservada e, então ainda solteiro, vivia num hotel e as suas conversas limitavam-se aos hóspedes, em geral americanos, que por lá apareciam. De resto, as suas ocupações profissionais pouca folga lhe davam. Talvez por isso, no seu período cubano, além de algumas, poucas, cartas a amigos, limitou-se a escrever o conto “Singularidades de uma rapariga loira”, oferecido como brinde aos assinantes do Diário de Notícias, de Lisboa.
Atividade consular intensa
Porquê uma actividade consular tão intensa em Havana? Porque então chegavam a Cuba, em sucessivos desembarques, milhares de chineses, recrutados por engajadores e embarcados em Macau, território administrado por Portugal, paras trabalhar no cultivo da cana-de-açúcar, numa situação muito próxima da escravatura e em condições infra-humanas. Vinham por contratos de oito anos mas, uma vez estes terminados, não tinham condições para regressar à China. Era, além de escravatura, uma escravatura sem fim à vista.
“Mais pão e menos chicote” para os chineses
Através de relatórios enviados a Lisboa, Eça ia dando conta desta situação e das diligências que praticava junto das autoridades coloniais espanholas no sentido de aliviar as péssimas condições de vida impostas aos “coolies”. Algo terá conseguido porque, mais tarde, os chineses deram-lhe de presente uma bengala com castão de oiro porque, como ele próprio escreveu, lhes pôde garantir por algum tempo “mais pão e menos chicote”.
Certamente reflexo dos seus relatórios para Lisboa, as autoridades portuguesas viriam a, justamente quando Eça deixava Cuba, decretar a proibição de Macau ser o ponto de partida dos emigrantes chineses para as Antilhas, situação que tivera início em 1851 após a abolição da escravatura em 1845 e que era devida à falta de braços na então colónia espanhola.
Independência das Antilhas
Eça de Queiroz foi também testemunha da guerra de independência das Antilhas contra o domínio espanhol que decorreu entre 1868 e 1878, germe do que viria a ser mais tarde o conflito armado entre os Estados Unidos e Espanha, que levou à independência das Antilhas em 1898. Nas suas observações, porventura superficiais, Eça considerava que aquela insurreição não tinha em Cuba importância local, respaldo popular, nem força bastante; não obstante, julgava tratar-se de um movimento imparável, porque a sua força estava em Madrid, nos cubanos lá residentes e nos abolicionistas espanhóis; estava em Nova Iorque, na emigração cubana; estava na opinião pública dos Estados Unidos e estava na influência de certos jornais norte-americanos que iam propalando a ideia de uma intervenção do seu país. Mas, curiosamente, observava Eça, estava também nos cubanos ricos que, embora aparentemente dedicados a Espanha, apoiavam secretamente os revoltosos.
Influência na literatura e no jornalismo cubanos
Apesar da sua curta permanência em Havana, a influência de Eça de Queiroz nos escritores cubanos do início do século XX foi grande. Ángel Lázaro, na revista Carteles, de Havana, escreveu que “Eça de Queiroz foi um escritor que influiu muito beneficamente na literatura e no jornalismo cubanos da nossa época”. Ídolo da geração que em 1917 e 1918 trabalhava na revista Cuba Contemporánea, Eça era muito lido em Cuba, a tal ponto que nenhum prosador estrangeiro tenha sido tão admirado e seguido pelos seus homens de letras, fascinados pela sua ironia e pala sua arte de escrever. Enfim, Eça era aqui, em Cuba, tão familiar que a numerosa colónia galega de Havana lhe chamava “o nosso Eça”. E, nos dias de hoje, para os cubanos cultos, Eça de Queiroz continua a ser uma referência e um exemplo como grande mestre do realismo que foi. 
Mário Quartin Graça
(subtítulos da responsabiliade da Redação do NCV)
Painel de azulejos existente em La Columnata Egipciana 
ou Casa de las Infusiones. Feitos em Portugal na prestigiada 
fábrica viúva Lamego.

24 de outubro de 2018

Rodagem de “O Nosso Consul em Havana” condiciona trânsito entre amanhã e Domingo (em Póvoa e Meadas)

Os trabalhos de rodagem da série televisiva “O nosso Cônsul em Havana” têm dado lugar a uma série de proibições de estacionamento e lmitações de circulação na Vila. a partir de amanhã e até ao dia 28 de Outubro.
Amanhã dia 25 de Outubro (5ª feira) será proibido estacionar simultâneamente nos Largos Capitão Salgueiro Maia e João José Le Cocq entre as 10 e as 21 horas.
Depois, no sábado dia 27 de Outubro serão afetados o Largo Capitão Salgueiro Maia e a Praça D. Pedro V entre as 9 e as 20 horas.
Póvoa e Meadas no Domingo
E este ciclo de limitações de estacionamento termina no Domingo dia 28 de Outubro em Póvoa e Meadas abrangendo a Rua do Mártir (Largo do Rossio – Póvoa e Meadas) das 14 à 1 hora da manhã de dia 29.
Para além destes períodos, a circulação de trânsito é alvo de outros condicionamentos. Amanhã, dia 25 de Outubro (5ª feira) o condicionamento será entre as 10 e as 21 horas no Parque João José da Luz, Largos Capitão Salgueiro Maia e João José Le Cocq e Rua Nova; e no sábado dia 27 das 9 às 20 horas na Rua do Mestre Jorge, Largo Capitão Salgueiro Maia e Praça D. Pedro V. © NCV
Clicar na imagem para ampliar o Aviso.

17 de outubro de 2018

Condicionamentos de trânsito durante a rodagem da série “O Nosso Consul em Havana”

Os trabalhos de rodagem da série televisiva “O nosso Cônsul em Havana” dão lugar a uma série de proibições de estacionamento na Vila a partir de amanhã e até ao dia 28 de Outubro.
Amanhã dia 18 (5ª feira) será proibido estacionar na Avenida da Aramenha durante todo o dia (das 7 às 19 horas).
Depois, na próxima semana, seguem-se as datas de 25 de Outubro (5ª feira) com proibição simultânea nos Largos Capitão Salgueiro Maia e João José Le Cocq entre as 10 e as 21 horas.
No sábado dia 27 de Outubro será afetados o Largo Capitão Salgueiro Maia e a Praça D. Pedro V entre as 9 e as 20 horas.
Póvoa e Meadas nos dias 28 e 29
E este ciclo de limitações de estacionamento termina no Domingo dia 28 de Outubro em Póvoa e Meadas abrangendo a Rua do Mártir (Largo do Rossio – Póvoa e Meadas) das 14 à 1 hora da manhã de dia 29. 
Apesar de constarem na agenda do Executivo Municipal de hoje para deliberação (ver notícia AQUI), estas proibições de estacionamento foram objeto de um despacho do Presidente da Câmara Municipal, António Pita, e publicadas num edital datado de dia 12 de Outubro (que se publica junto). E precedidas por um aviso genérico do vereador Nuno Calixto datado de 11 de Outubro (ver notícia AQUI).
Condicionamentos adicionais
Para além destes períodos, a circulação de trânsito é alvo de outros condicionamentos, nomeadamente na Rua 5 de Outubro nos dias 16 e 17 (ver notícia AQUI), na Avenida da Aramenha e na Rua 5 de Outubro amanhã dia 18 (das 7 às 19 horas), nos dias 23 e 24 (terça e quarta-feira) na Rua de Santo Amaro; no dia 25 de Outubro (5ª feira) o condicionamento será entre as 10 e as 21 horas no Parque João José da Luz, Largos Capitão Salgueiro Maia e João José Le Cocq e Rua Nova e no sábado dia 27 das 9 às 20 horas na Rua do Mestre Jorge, Largo Capitão Salgueiro Maia e Praça D. Pedro V.
As determinações de António Pita advertem ainda para o facto de ficarem “sem efeito quaisquer prescrições (sic) de quaisquer veículos utilizados nos casos de emergência médica, segurança pública e proteção civil”. © NCV

16 de outubro de 2018

Série televisiva “O nosso cônsul em Havana” já se filma em Castelo de Vide

Fotos © D.R./NCV
“O nosso cônsul em Havana” já se filma em Castelo de Vide. “A série televisiva dedicada a um período da vida diplomática de Eça de Queirós já roda na nossa terra e por aqui ficará esta azáfama até ao final do mês”, sublinha o Presidente da Cãmara Municipal nas redes sociais.
“Hoje as gravações foram num sítio especial e memorável que nos trouxe uma enorme saudade do amigo António Belo”, continua o autaca. “A ícone taverna do Pisco foi sempre um “decor” singular que felizmente agora se irá perpetuar quase no seu ambiente original. Mesmo sem o casal Belo-Pisco, o cheiro do peixe frito, as portas do Far-West e o bruaá de vozes atropeladas de outros tempos... é um ambiente fascinante!“.
António Pita termina a sua nota com um agradecimento “aos novos donos, família Pinto, pela colaboração e disponibilidade para ajudar Castelo de Vide”. © NCV
Fotos © D.R./NCV

Projeto de Regulamento Municipal de Bolsas de Estudo sobe amanhã a reunião da Câmara Municipal

Será presente amanhã na reunião da Câmara Municipal de Castelo de Vide para aprovação o projeto de Regulamento Municipal de Bolsas de Estudo a enviar para aprovação definitiva por parte da Assembleia Municipal na sua reunião ordinária de Novembro. Este projeto foi sujeito à habitual período de discussão pública por 30 dias não tendo recolhido qualquer sugestão de alteração.

A segunda reunião ordinária de Outubro do Executivo Municipal decorrerá, como habitualmente, a partir das 9 horas nos Paços do Concelho e Gabinete do Presidente.
Rodagem de "O nosso Cônsul em Havana"
Além disso a vereação é chamada apenas a analisar e deliberar sobre um conjunto de “interrupções temporárias de trânsito na Vila, para efeitos da rodagem da série televisiva "O nosso Cônsul em Havana" e toma conhecimento de que está marcada uma conferência de imprensa de apresentação da série na quinta-feira dia 25 de Outubro.
Compromissos e apoio social na piscina
A ordem de trabalhos publicada pelo Presidente António Pita inclui depois a tomada de conhecimento de um “Acordo de Compromisso celebrado entre o Município de Castelo de Vide e a Curadoria de Artes de S. Paulo – Brasil” (ver notícia AQUI) , de uma “Declaração de Compromissos de Parceria celebrado entre o Município de Castelo de Vide e a Associação de Escolas de Verão” e do Programa de Apoio Social - Piscina Coberta - Época 2018/2019 (ver notícias AQUI e AQUI).
6ª alteração orçamental
Acrescem a ata da reunião do Conselho Municipal de Segurança de Castelo de Vide realizada há 3 meses, no dia 12 de Julho de 2018, uma tomada de posição do Grupo Parlamentar “Os Verdes” sobre a “carência de Enfermeiros no Alentejo”, as Atas das Jornadas Internacionais da Idade Média “Espaços e Poderes na Europa Urbana Medieval” (ver notícia AQUI).
Anuário Financeiro dos Municípios
Finalmente a agenda de trabalhos inclui para conhecimento as 6ªs alterações ao Orçamento da Despesa e às Grandes Opções do Plano do ano financeiro de 2018, bem como a “Análise do Anuário Financeiro dos Municípios Portugueses 2017”. © NCV

23 de setembro de 2018

Alentejo 360 acompanhou os "castings"
da série televisiva "O Nosso Cônsul em Havana"



Francisco Manso regressa a Castelo de Vide para gravar um novo projecto, desta vez a série televisiva "O Nosso Cônsul em Havana". 
Estivemos nos castings para figuração e pequenos papéis - que tiveram lugar na Sociedade 1º de Dezembro - e conversámos com o realizador, bem como com António Miranda, Vice-presidente da autarquia.
A série, que será transmitida na RTP, será rodada também em Portalegre, Ílhavo, São Pedro do Sul e Porto. © Alentejo 360/NCV
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20 de setembro de 2018

“O Nosso Cônsul em Havana” (RTP1): “casting” para figuração hoje e amanhã na Sociedade 1º de Dezembro

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Decorrem hoje e amanhã nas instalações da Sociedade Recreativa 1º de Dezembro - entre as 16 e as 20 horas - as sessões de "casting" para seleção local de "figurantes e atores para pequenos papéis" durante a rodagem da série televisiva “O Nosso Cônsul em Havana” (RTP1) que, em Castelo de Vide, está prevista durante o próximo mês de Outubro.

A realização de Francisco Manso, que já bem conhece Castelo de Vide, vai produzir umas éruie de 13 episódios que deverão ser emitidos na RTP1 ainda durante o ano de 2019. © NCV
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18 de setembro de 2018

Série “O Nosso Cônsul em Havana” (RTP1) - “casting” para figuração na 5ª e 6ª feira

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Nos próximos dias 20 e 21 de Setembro (5ª e 6ª feira) vão decorrer nas instalações da Sociedade Recreativa 1º de Dezembro - entre as 16 e as 20 horas - as sessões de "casting" para seleção local de "figurantes e atores para pequenos papéis" durante a rodagem da série televisiva  “O Nosso Cônsul em Havana” (RTP1) que, em Castelo de Vide, está prevista durante o próximo mês de Outubro.
A realização de Francisco Manso, que já bem conhece Castelo de Vide, vai produzir umas éruie de 13 episódios que deverão ser emitidos na RTP1 ainda durante o ano de 2019. © NCV
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