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7 de março de 2020

Proposta municipal de fim-de-semana: visita à Igreja Matriz para conhecer a história das lápides funerárias

Muitos entram e visitam a maior Igreja do Alto Alentejo. Muitos são os que se questionam sobre a genealogia e as lápides funerárias. Pois aqui vos deixamos um pouco de história.
Existem, atualmente, três campas brasonadas no cruzeiro, duas do lado do Evangelho e uma do lado da Epístola. Luís Keil refere-se a elas aquando da sua vista à Igreja, pois ocupavam o espaço principal do Coro. Destaca-se em bom estado uma das lápides da família Matos -árvore ladeada por dois leões, sendo o do lado esquerdo encimado por elmo.
Se percorrermos a Rua Direita do Castelo, podemos observar o mesmo símbolo heráldico desta família, que supostamente, que teve importância na construção do convento de Nossa Senhora da Conceição, na segunda metade do séc. XVI. Reconhece-se ligações desta família aos familiares do Santo Ofício, por via das famílias Mouzinho e Carrilho.
A outra lápide com brasão, formada por cinco flores-de-lis (símbolo dos Carrilho), pertence a António Carrilho Bijos, a António Rodrigues Mousinho e seus herdeiros. Curiosamente, saindo do centro em direção à Rua da Costa, vamos encontrar o Terreiro dos Bijos. Esta família, pertencente à nobreza, também pertenceu ao Santo Ofício.
Existe ainda uma sepultura de Vasco Martins de Melo, que foi alcaide da vila e que pode ser vista.
Mas não deixe de subir as escadas em caracol, localizada no interior da Igreja, que o levam ao Museu de Arte Sacra, e num segundo momento à Torre.
Sugerimos a leitura da publicação “ Igreja Matriz de Castelo de Vide de Santa Maria da Devesa ” de Rosário Salema Carvalho, que se encontra na Biblioteca Municipal e à venda no Posto de Turismo.
O Museu de Arte Sacra carece de marcação prévia nos fins-de-semana. Mais informações no Posto de Turismo Municipal- Tel 245 908227

11 de janeiro de 2020

Visita à Igreja de Santa Maria da Devesa como “proposta de fim-de-semana”


A proposta municipal para os visitantes este fim-de-semana é encabeçada pela sugestão de uma visita à Igreja Matriz de Santa Maria da Deveza, que está aberta ao público entre as 9:30 e as 12:30 horas e as 13:30 e as 17 horas.
Trata-se de “uma das mais belas e monumentais igrejas da Região - a Igreja de Santa Maria da Devesa, oráculo da maior freguesia do concelho”.
Não é possível definir com exatidão o ano da fundação da Igreja de Santa Maria da Devesa, mas os documentos de arquivo remontam para o final do séc. XIII ou início do séc. XIV.
A invocação a Santa Maria da Devesa é única no nosso país e é possível que esteja relacionada não apenas com o local onde se encontra, o qual era denominado como "as terras reguengueiras da coroa pertencentes à devesa do prado", mas também com a necessidade de defesa e proteção divina por parte dos castelo-videnses.
A atual igreja data do séc. XVIII, foi edificada ao longo de 84 anos e integra formas claramente barrocas. Aliás, é no portal principal, o de maior antiguidade, que se encontram formas visivelmente barrocas (como a concha).
No altar-mor encontra-se a imagem de Santa Maria da Devesa, uma imagem de pedra policromada do séc. XV. 
Pinturas da capela-mor e Museu de Arte Sacra
As pinturas da capela-mor são, na sua grande maioria, executadas pelo médico e pintor Dr. Adolfo João Lahmeyer Bugalho, entre 1952 e 1953, embora as do lado direito - O regresso do filho Pródigo e O repouso durante a fuga para o Egipto, sejam, respetivamente, de Luísa Maria Salema Cordeiro e de Alice Gordo Barata, ambas datadas de 1952.
No interior da Igreja, nomeadamente no Coro e Galerias, localiza-se o Museu de Arte Sacra Cónego Albano Vaz Pinto, que reúne peças pertencentes ao património religioso do concelho.
Outras sugestões
As restantes sugestões municipais são a Exposição de Pintura “Do we need trees?” de Oliveira Tavares na Sinagoga, a Exposição de Fotografia de Diogo Margarido na Igreja de S. João Baptista e o Sarau de Dança Senior Domingo no Centro Municipal de Cultura (15h30).© NCV

23 de fevereiro de 2019

Percurso Pedestre da Torrinha PR2 é proposta de fim-de-semana

Circular, com 12,3 kms duração de cerca de 4:30 horas e grau de dificuldade moderado, o Percurso Pedestre da Torrinha PR2 é desta vez a proposta municipal de fim-de-semana. “Com um fim-de-semana primaveril, propomos que desfrute da natureza e percorra os caminhos rurais, observando a arquitetura popular, as igrejas e as antas. Bom fim de semana!”.
Os interessados podem passar pelo Posto de Turismo, entre as 9 e as 13 e as 14 e as 17 horas para recolher o folheto do percurso. Recomenda-se calçado prático.
Do ponto de partida e chegada, junto ao edifício das antigas Termas de Castelo de Vide, avista-se quase toda a zona granítica onde o percurso se vai desenvolver. O troço descendente desenvolve-se em trilho e em caminhos ladeados por muros de pedra solta, para além dos quais os terrenos estão densamente arborizados. Cruzaremos pela primeira de quatro vezes o Ramal de Cáceres da Linha do Leste, depois do que poderemos optar por uma derivação que nos levará até à Anta dos Pombais. Antes de cruzarmos a linha pela terceira vez teremos ao nosso lado a Anta do Pincho. Utilizaremos uma pouco movimentada estrada municipal que depois deixaremos para passar a utilizar antigos caminhos de pé posto ladeados por muros de pedra. Desembocaremos em frente da Igreja do Bom Jesus, a partir de onde a encosta nordeste do monte - onde se aloja Castelo de Vide - se inicia. A Estrada da Circunvalação é atingida, mas, logo após um troço mais íngreme é como que o último desafio para a conquista da Praça Alta. © NCV

2 de fevereiro de 2019

Proposta de fim-de-semana: visita ao Museu de Arte Sacra na Igreja de Santa Maria da Devesa


A proposta municipal de fim-de-semana sugere desta vez uma visita ao Museu de Arte Sacra na Igreja de Santa Maria da Devesa.
O Museu de Arte Sacra (ver mais informação AQUI) convida-o a uma visita interessante, pautada pela coleção das imagens de santos e outras obras de arte religiosas. O horário de 2ª feira a Sábado é das 9 às 12:30 horas e das 13:30 às 17 horas.
Invocação única em Portugal
A invocação a Santa Maria da Devesa é única no nosso país e é possível que esteja relacionada, não apenas com o local onde se encontra, o qual era denominado como "as terras reguengueiras da coroa pertencentes à devesa do prado", mas também com a necessidade de defesa e proteção divina por parte dos habitantes de Castelo de Vide. © NCV

3 de novembro de 2018

Proposta municipal de fim-de-semana:
visitar o Museu de Arte Sacra na Igreja Matriz


A proposta municipal para este fim-semana sugere uma visita ao Museu de Arte Sacra Cónego Albano Vaz Pinto na Igreja Matriz de Santa Maria da Deveza no centro da Vila.
O Museu de Arte Sacra convida-o a uma leitura interessante sobre a coleção ali patente das imagens dos santos e outras figuras religiosas. É visitável de 2ª-feira a Sábado das 9 às 12:30 horas e das 13:30 às 17 horas. Mais informações AQUI.
A invocação a Santa Maria da Devesa é única no nosso país e é possível que esteja relacionada, não apenas com o local onde se encontra, o qual era denominado como "as terras reguengueiras da coroa pertencentes à devesa do prado", mas também com a necessidade de defesa e proteção divina por parte dos habitantes de Castelo de Vide. © NCV

14 de julho de 2018

Proposta de fim-de-semana: comércio e artesanato no centro da Vila e visita à Senhora do Carmo no Domingo


A proposta municipal de fim-de-semana contempla desta vez um convite a visitar o comércio tradicional e o artesanato regional no centro da Vila e uma visita à Igreja da Senhora do Carmo, cuja festa tem lugar amanhã na Ribeira da Vide.
Um especial realce é dado aos talegos (bolsas) locais que foram criados, inicialmente em linho, para transportar a farinha e o pão e hoje “têm o fim que a pessoa lhe queira dar”. São confeccionados a partir de “recortes” de tecidos, muito coloridos e decorativos. A informação acrescenta que, para além da venda nas lojas de artesanato, algumas costureiras os produzem por encomenda e que mais informações podem ser obtidas no Posto de Turismo Municipal.
Senhora do Carmo no Domingo
A igreja de Nossa Senhora do Carmo – cuja festa decorre no Domingo com missa celebrada pelas 17 horas, fica situada num lugar denominado de Senhora do Carmo, na margem direita da Ribeira da Vide, a 1300 metros para Nordeste de Castelo de Vide, no alto de uma pequena colina. 
A ermida foi mandada construir por um certo Simão da Cruz, o qual se fez ermitão da casa que fundou, morrendo em 10 de Janeiro de 1669. Foi construída no séc. XVII e modificada no séc. XVIII. © NCV

12 de maio de 2018

Proposta de fim-de-semana:
visita à Oficina Museu Mestre Carolino

A proposta municipal de fim-de-semana sugere desta vez uma visita à Oficina Museu Mestre Carolino, na Rua Nova, considerando-a “um espaço - memória de um ofício secular”: “visite o local e fique a saber um pouco mais da sua história”. 

“No início do séc. XVI instalaram-se na Rua Nova, junto à Fonte da Vila, 12 oficinas de ferreiro, onde desenvolviam a sua atividade vários artífices judeus, que haviam sido expulsos de Espanha e entretanto convertidos forçosamente ao cristianismo, passando a ser conhecidos por cristãos-novos”.
“Nos anos cinquenta do século XX, ainda existiam cinco oficinas a funcionar na referida rua. Entre elas, a da família Tapadejo, agora Oficina-Museu. O último artífice desta oficina foi Mestre Carolino Tapadejo, que a ocupou e lhe conferiu "alma" entre 1945 e 2001. Neste período formou quase meia centena de aprendizes, com mestria na arte de trabalhar o ferro, desde as formas arcaicas até às mais novas técnicas de moldar aquele nobre metal”. © NCV

21 de abril de 2018

Proposta de fim-de-semana convida a um passeio pela Judiaria

A proposta municipal para este fim-de-semana convida a um passeio pela Judiaria de Castelo de Vide 
"Localizada na encosta voltada a nascente, em zona íngreme e acidentada, a Judiaria de Castelo de Vide desenvolveu-se pelas ruas da Fonte, do Mercado, do Arçário, do Mestre Jorge, da Judiaria e da Ruinha da Judiaria, convergindo todas estas calçadas para a Fonte da Vila, de grande valor artístico quinhentista e que da Judiaria faria parte".
"O estabelecimento da Inquisição e a publicação do Édito de 1492 promulgado pelos Reis Católicos Fernando e Isabel contribuíram para o crescimento do Bairro Judeu de Castelo de Vide".
"Da presença judaica em Castelo de Vide restam alguns testemunhos materiais, tais como as portas ogivais de habitação e de oficina (algumas decoradas com símbolos profissionais), o urbanismo, a toponímia e o edifício da antiga Sinagoga, localizado na confluência da Rua da Judiaria e Rua da Fonte, com orientação Este/Oeste". 
"Sugerimos uma visita à Sinagoga-Museu, onde poderá saber mais sobre a comunidade judaica que aqui viveu. No piso superior é exposto o tema Judaísmo (história, rituais, restrições...) e no piso inferior revelam-se os contributos que a comunidade judaica deu para o desenvolvimento da vila, bem como destaque para Garcia D'Orta, a diáspora e a herança". © NCV

14 de abril de 2018

Proposta de fim-de-semana: passeio pela Barragem com visita à necrópole da Boa Morte

Para além do II Ekos Vitifestum – Festival de Tunas da Ekosiuvenis, a proposta municipal de fim-de-semana convida desta vez a um passeio de automóvel pelas margens da barragem de Póvoa e Meadas e a uma visita à necrópole da Boa Morte. 
“Sugerimos um passeio de automóvel pelas margens da Barragem de Póvoa e Meadas, onde pode observar a Necrópole da Boa Morte. Se o tempo estiver de feição, sugerimos que realize o PR4 – Barragem da Póvoa, um percurso interessante e aprazível pelas margens da Barragem”. 
“A necrópole é constituída por oito sepulturas individuais, associada a um amplo assentamento humano que, nos inícios do período medieval, se estabeleceu nas antigas margens da Ribeira de Nisa. As sepulturas encontram-se alinhadas e tem como característica comum o fato de se tratarem de caixas retangulares, forradas lateralmente com estojos graníticos irregulares e toscamente afeiçoados. Verifica-se ainda a existência de lajes que teriam servido de cobertura das ditas sepulturas. Este cemitério foi descoberto e parcialmente violado no ano de 1971, tendo na ocasião aparecido alguns interessantes objetos cerâmicos (bilhas) e metais (anel e fivela)”. © NCV

17 de fevereiro de 2018

Proposta municipal de fim-de-semana: uma visita à "Vila Medieval - Cidadezinha Moderna"

“Depois da folia do Carnaval, a nossa sugestão vai para um passeio até ao Burgo Medieval de Castelo de Vide – "a vila medieval - cidadezinha moderna", de que nos fala João António Gordo, autor da publicação datada de 1943”.
Capa do trabalho
datilografado de J.A. Gordo
“Visite o Castelo, datado do séc. XIV; a entrada para o Castelo faz-se a SE, com barbacã, através de uma porta em arco quebrado, que através de um túnel dá acesso ao pátio - a designada Praça de Armas. É possível subir à Torre de Menagem e, da janela da Torre, ter uma das vistas mais bonitas para a vila de Castelo de Vide. A Praça de Armas permite ainda o acesso ao Núcleo Museológico do Megalitismo, onde o visitante pode aprofundar conhecimento sobre este riquíssimo património do Concelho de Castelo de Vide. (Horário: 9h00 – 13h00 / 14h00 – 17h00)”.
“Passeie depois pelas ruas estreitas e sinuosas do burgo, observando as Portas da Vila e de S. Pedro, a calçada da Rua Direita, a fachada da Igreja de Nossa Senhora da Alegria (séc. XVII), os portais góticos de algumas casas e claro, o edifício da Casa da Câmara, datado do séc. XV. Bom passeio!”. © CMCV/NCV

24 de dezembro de 2017

Natal em Castelo de Vide, Dezembro de 2017

A proposta municipal de Fim-de-Semana centra-se como não podia deixar de ser no Natal. Em Castelo de Vide, Dezembro de 2017.
Hoje é “noite de Consoada seguida de Missa do Galo e das tradições natalícias”. “Ao entardecer o madeiro na Praça D. Pedro V confortará algumas famílias, amigos e visitantes que “teimam” em socializar ao redor do lume, mantendo viva a tradição que se repete na noite de Fim de Ano, onde a roda humana à volta do fogo é vivida de forma intensa. Outros, após a ida à Missa do Galo, pelas 23h00, regressam a casa e fritam as azevias que serão degustadas com chá ou chocolate quente. Em alternativa degustam as cozidas, ambas com recheio de grão e sabor a canela”.
Presépio da Igreja Matriz
Fotos © J. Ventura/NCV
Amanhã, Dia de Natal, “tempo de reflexão, família, tradição e partilha!”. “É tempo de celebração e de reflexão. Às 12h00 há missa na Igreja de Santa Maria da Devesa e no final pode observar o precioso presépio que se encontra no altar-mor da Igreja”.
“Volta a família a reunir-se à mesa, em redor do perú recheado ou das carnes da matança, realizada para a preparação da festa. Na mesa não faltarão as filhós de abóbora, as azevias, mas também o arroz doce ou o bolo-rei, que já se encontra à venda no comércio tradicional”.
“Calce os patins e divirta-se em família!”
Tudo acompanhado pela pista de gelo ecológica que está a funcionar no Lageado da Igreja Matriz até ao dia 7 de Janeiro. 
O convite municipal é de que “traga os filhos e venha divertir-se na Pista de Gelo Ecológica, situada junto ao Lageado da Igreja Matriz. O horário é das 11h00 às 13h00 e das 15h00 às 22h00*. Calce os patins e divirta-se em família!”. E adianta que “tem também o insuflável e nos expositores dos artesãos locais encontrará aquele presente de última hora (no dia 24, cujo horário será até às 17h00). © NCV

10 de novembro de 2017

Proposta de fim-de-semana: passeio à descoberta da paisagem vitivinícola local

Foto © Joaquim Iria Batista/NCV
“Em Castelo de Vide existem muitos pequenos agricultores que têm produção vitivinícola; algumas vinhas podem ser vistas junto ao local do Prado (saída para Marvão, EN 246-1) e na Quinta do Machoquinho, no Sítio das Limpas da Melriça, (EN 246-1, saída para Alpalhão, cruzamento à esquerda para estrada em terra batida na zona da Anta da Melriça)”.
“O perfil dos sobreiros e azinheiras marca a linha do horizonte, traços de identidade da região que ocupa mais de um terço da área do território nacional”.
“O distrito de Portalegre é a sub-região que mais se diferencia pela originalidade e condição. Dispostas maioritariamente nos contrafortes da Serra de S. Mamede, em fragas cujos picos chegam a transpor os mil metros de altitude, as vinhas beneficiam do clima moderado pela altitude, mais fresco e húmido que o habitual, proporcionando vinhos frescos e elegantes. Os solos de origem predominantemente granítica convivem, nas cotas mais baixas, com pequenas manchas de xisto. Há inúmeras vinhas velhas na serra, com idades que chegam a ultrapassar os setenta anos. A casta Grand Noir tem feito parte do encepamento tradicional de Portalegre”. © CMCV/NCV

11 de fevereiro de 2017

Proposta municipal de fim-de-semana:
visita ao Museu Agrícola do Lar de Nossa Senhora da Graça de Póvoa e Meadas

O espaço museológico agrícola localizado nas instalações do Lar da 3ª Idade de Nossa Senhora da Graça de Póvoa e Meadas é uma das duas sugestões municipais de fim-de-semana no concelho de Castelo de Vide.
Inaugurado no passado dia 25 de Abril de 2016, este é um “espaço de cultura, com um legado de várias gerações que constitui património do Lar, onde estão expostos um conjunto de objetos, instrumentos e ferramentas do mundo rural”, um verdadeiro “lugar de aprendizagem”.
Para as visitas deve ser contactado o Lar ou a Junta de freguesia local, através do telefone 245 968 500 ou do email jfregpovoaemeadas@sapo.pt. © NCV

Proposta municipal de fim-de-semana:
actividades em família na Sinagoga Museu

Com entrada gratuita, uma das propostas municipais de fim-de-semana é a visita à Sinagoga Museu, que está aberta das 9 às 13 horas e das 14 às 17 horas (horário de Inverno).
"Da casa do Judeu se fez um Museu!" e " Da Casa Museu se fez um Museu e a Descoberta da Mezuzá e outros mistérios que há por cá!" são duas publicações disponíveis na Sinagoga Museu.
“O primeiro é um convite para uma visita à Sinagoga Museu e o segundo convida-nos para um jogo na Judiaria de Castelo de Vide, com o Gato Garcia como guia!”.
“O Guia encontra-se à venda na Sinagoga Museu. Adquira-o e passe um fim-de-semana diferente ao realizar o peddy-papper”. © NCV

28 de janeiro de 2017

Exposição ”Valor Arqueológico do Concelho”
continua no Posto de Turismo até 15 Fevereiro


Continua patente no Posto de Turismo, até meados de Fevereiro, um conjunto de fotografias referentes a valores patrimoniais de âmbito histórico-arqueológico do concelho, assim como um moinho manual de granito. “Este engenho de uso doméstico é bem elucidativo da importância dada à moagem de cereais para a alimentação humana, e cujo processo perdurou ao longo de muitas centenas de anos, abarcando várias culturas e civilizações”.
“As fotografias da Calçada de S. Paulo, Anta da Melriça e Chafurdão das Lancheiras são um convite para visitar ou revisitar esses e outros locais”.
“A Calçada de S. Paulo tinha início na zona da Moutosa, subia a serra com o mesmo nome pelo lado poente até ao cruzamento das Carreiras, passava pela Vargem e seguia até Portalegre. As calçadas eram construídas em troços de itinerários importantes, em zonas de declive, de pisos irregulares, porque estes eram alterados pelas chuvas. Em termos arquitectónicos, as lajes de granito eram dispostas verticalmente em toda a extensão das bermas, observando-se sulcos transversais para escoamento das águas. Hoje a calçada existe e é muito utilizada pelos caminheiros, nomeadamente pelos que descrevem o PR1 - Serra de S. Paulo”.
“A Anta da Melriça é a mais imponente das antas conhecidas na região, classificada como Monumento Nacional desde 1910”.
“Um Chafurdão é um exemplo de arquitetura popular; trata-se de uma construção de falsa cúpula com planta circular, que servia para abrigo dos pastores. O Chafurdão das Lancheiras está próximo da Barragem e antes do início da construção desta era possível observar o curso da ribeira de Nisa, bem como um troço da via primitiva que ligava Castelo de Vide a Nisa”.
“Em relação aos objectos, os mesmos podem ser apreciados no Centro de Interpretação do Megalitismo (Castelo) e no depósito arqueológico da Secção de Arqueologia Municipal, no Centro Municipal de Cultura (dias úteis, 09h00-12h30 e 13h30-17h00)”. © CMCV/NCV

21 de janeiro de 2017

Proposta municipal de fim-de-semana:
Exposição ”Valor Arqueológico do Concelho”
no Posto de Turismo até 15 Fevereiro

Encontra-se exposto no Posto de Turismo, até meados de Fevereiro, um conjunto de fotografias referentes a valores patrimoniais de âmbito histórico-arqueológico do concelho, assim como um moinho manual de granito. “Este engenho de uso doméstico é bem elucidativo da importância dada à moagem de cereais para a alimentação humana, e cujo processo perdurou ao longo de muitas centenas de anos, abarcando várias culturas e civilizações”.
“As fotografias da Calçada de S. Paulo, Anta da Melriça e Chafurdão das Lancheiras são um convite para visitar ou revisitar esses e outros locais”.
“A Calçada de S. Paulo tinha início na zona da Moutosa, subia a serra com o mesmo nome pelo lado poente até ao cruzamento das Carreiras, passava pela Vargem e seguia até Portalegre. As calçadas eram construídas em troços de itinerários importantes, em zonas de declive, de pisos irregulares, porque estes eram alterados pelas chuvas. Em termos arquitectónicos, as lajes de granito eram dispostas verticalmente em toda a extensão das bermas, observando-se sulcos transversais para escoamento das águas. Hoje a calçada existe e é muito utilizada pelos caminheiros, nomeadamente pelos que descrevem o PR1 - Serra de S. Paulo”.
“A Anta da Melriça é a mais imponente das antas conhecidas na região, classificada como Monumento Nacional desde 1910”.
“Um Chafurdão é um exemplo de arquitetura popular; trata-se de uma construção de falsa cúpula com planta circular, que servia para abrigo dos pastores. O Chafurdão das Lancheiras está próximo da Barragem e antes do início da construção desta era possível observar o curso da ribeira de Nisa, bem como um troço da via primitiva que ligava Castelo de Vide a Nisa”.
“Em relação aos objectos, os mesmos podem ser apreciados no Centro de Interpretação do Megalitismo (Castelo) e no depósito arqueológico da Secção de Arqueologia Municipal, no Centro Municipal de Cultura (dias úteis, 09h00-12h30 e 13h30-17h00)”. © CMCV/NCV

30 de dezembro de 2016

Proposta municipal de fim-de-semana:
madeiro na Praça D. Pedro V, pista de gelo,
Espaço Criança e um passeio até ao castelo

Foto © N. Preciado/NCV
A proposta municipal para este fim-de-semana em Castelo de Vide, com votos de Bom Ano Novo, sugere que “traga os filhos e venha divertir-se na Pista de Gelo Ecológica, situada junto ao Lageado da Igreja de Santa Maria da Devesa. Funciona todos os dias, das 11h00 às 13h00 e das 15h00 às 22h00”.

Para além disso, “dispõe ainda do Espaço Criança, no Atrium dos Paços do Concelho e na Praça D. Pedro V, onde decorrem atividades paralelas (no dia 30 entre as 14h00 e as 19h00 e no dia 31 entre as 11h00 e as 13h00 e as 14h00 e as 18h00)”.
No último dia do ano, “ao entardecer o madeiro na Praça D. Pedro V confortará algumas famílias, amigos e visitantes que "teimam" em socializar ao redor do lume, mantendo viva a tradição”.
E “no dia 1 de Janeiro sugerimos um passeio até ao Castelo, obra de iniciativa de D. Dinis, mas só concluída no reinado de seu filho, D. Afonso IV, em 1327. Propomos que suba à Torre de Menagem e se deixe deslumbrar pela magnífica vista panorâmica que dali se alcança”. © CMCV/NCV

19 de novembro de 2016

Proposta municipal de fim de semana:
três miradouros de Castelo de Vide

Aproveitando o Outono, a “proposta de fim-de-semana” divulgada pela Câmara Municipal no seu site “é admirar Castelo de Vide a partir de alguns miradouros que, certamente, despertarão em si vontade de descobrir esta vila”.
“Se um miradouro deve ser um lugar aprazível para o regalo dos nossos olhos, para a meditação e devaneio do espírito, estes lugares constituem lugares privilegiados”.
Igreja de Nossa Senhora da Penha
“Do ponto mais alto da Serra de São Paulo vemos a Igreja de Nossa Senhora da Penha. Esta igreja remonta ao séc XVI. Sobranceira à vila, a escadaria leva-nos ao topo de onde a vista é única. A meio da escadaria, sente-se, e leia os dizeres da pedra e peça três desejos:
"Cadeirinha de Nossa Senhora,
Cadeirinha do meu bem,
Onde Nossa Senhora se sentou,
Sento-me eu também”
“O interior da igreja é pequeno. Com planta circular, tem nave trapezoidal e o teto com abóbada de berço. O altar está colocado na parede oeste, é de estilo barroco, e tem um nicho ao centro com a imagem da Senhora da Penha. Na parede norte existe uma pia em mármore para água benta. Tem ainda um arco de volta perfeita, com porta gradeada em ferro, que comunica com a capela-mor. Todo o conjunto é revestido de azulejos”.
Miradouro da Praça Alta, junto ao Forte de S. Roque
O Forte de S. Roque é um exemplo de arquitectura militar moderna abaluartada, constituído por quatro baluartes dispostos nos vértices de polígono interno que formam um retângulo cuja porta tem acesso a noroeste.
Manuel Azevedo Fortes mandou construir o forte entre os anos de 1705-1710, enquanto governador da Praça de Castelo de Vide.
O Forte de S. Roque, assim como toda a fortificação de Castelo de Vide, foram alvo de várias intervenções, a última das quais em 2002. O Forte encontra-se encerrado ao público mas a praça, sobranceira ao forte, permite vistas panorâmicas de encanto.
Jardim Miradouro Penedo Monteiro
Este Jardim Miradouro situa-se sensivelmente a meio da Estrada de Circunvalação, num sítio denominado Penedo Monteiro. Local privilegiado, aprazível, onde se pode admirar a vegetação e o casario envolventes.
Após um arranjo paisagístico nos anos de 1975/1976 este espaço conhecido por Penedo Monteiro integrou a classificação de Miradouro. Uma sebe de buxos, limitando o talude, espaços jardinados, escadas, fonte, relógio de sol, estrelas e um grande motivo central procurando a mais humilde e despretensiosa expressão rural de modo a conseguir uma integração ambiental natural.
Na retaguarda da fonte, foram ali colocadas algumas mesas e bancos em pedra de granito, servindo como parque de merendas, ou de lazer para os dias quentes de Verão ou mesmo Outonais, visto serem sombreados por frondosas árvores. © CMCV/NCV

8 de outubro de 2016

Proposta de fim-de-semana: destaque para a desfolhada no Domingo e sugestão de visita ao Castelo

A proposta municipal sobre o que fazer este fim-de-semana destaca o cartaz da tradicional recriação da desfolhada pelo Rancho Folclórico (Domingo às 16 horas no Lajeado) e sugere aos interessados “subir até ao Burgo Medieval de Castelo de Vide e conhecer um pouco da sua história” sobre o castelo, incluindo a Igreja de Nossa Senhora da Alegria e os antigos Paços do Concelho. Embora sem qualquer referência ao Dia Nacional dos Castelos celebrado ontem mesmo, as sugestões são acompanhadas de um texto e 3 fotos que a seguir se republicam.
“O que fazer no fim-de-semana? Porque não subir até ao Burgo Medieval de Castelo de Vide e conhecer um pouco da sua história.
O Castelo de Castelo de Vide
Feitas e desfeitas as fortificações medievais ao longo do séc. XIII, ao sabor dos interesses senhoriais que quase sempre brigavam com os interesses da coroa e também com os da população, que preferia ter como senhor o longínquo rei, levanta-se definitivamente o castelo, por iniciativa de D. Dinis, concluindo-se já no reinado de seu filho, Afonso IV, em 1327.
Foi assim que Vide passou a Castelo de Vide.
O castelo situa-se no canto S das fortificações medievais, que integram o primitivo burgo, constituindo as suas muralhas o prolongamento das da cerca urbana. Os muros desenham um polígono ligeiramente trapezoidal que apresenta a Torre de Menagem, de secção rectangular, no ângulo S, e, no tramo NO um cubelo que flanqueava o ângulo N do primitivo pátio.
A Torre de Menagem, maciça até ao nível do adarve, apresenta uma sala de planta octogonal com aljube cilíndrico descentrado e grandes janelas rectangulares.
As Portas da Vila, desalinhadas e em arcos quebrados, situam-se a SE, dando acesso à Rua Direita. Esta atravessa o velho burgo para sair no tramo oposto pelas Portas de São Pedro, também desalinhadas mas em arcos redondos. Uma rua perpendicular a esta dá acesso a duas portas secundárias, com arcos redondos, que se encontram emparedadas nos tramos SO e NE.
A Torre de Menagem apresentou-se esventrada durante muitos anos em resultado da explosão que a mutilou no ano de 1705, quando os espanhóis a ocuparam. Mais tarde, com o terramoto de 1755, voltou a sofrer danos.
Após várias intervenções, as obras de reconstrução da torre foram dadas como concluídas em 1978.
Está protegido como Monumento Nacional desde o Dec. 16-06-1910, DG 136 de 23 Junho 1910.
Igreja de Nossa Senhora da Alegria
Uma bonita igreja que está situada no terreiro da Nossa Senhora da Alegria lindíssimos.
Os azulejos de padrão da Igreja de Nossa Senhora da Alegria encontram-se aplicados no interior e também no exterior do edifício, numa manifestação rara da presença de elementos cerâmicos de padronagem sobre o portal principal e a envolver e a revestir o nicho com a imagem da padroeira do templo, ela própria em cerâmica com a legenda pintada no azulejo que lhe serve de plinto: N.S.DA / ALEGª / RIA.
Os Antigos Paços do Concelho
Num recanto da rua do Relógio encontra-se uma velha e pequenina casa de pórtico ogival, escada exterior e arco aberto, a ligar aquela rua com a rua do Balcão que se diz ter sido o primeiro Paço do Concelho, onde os Vereadores ditaram as regras e posturas municipais, nos séculos XIV e XV”. © CMCV/NCV

13 de junho de 2015

Proposta de Fim de Semana:
Santos Populares em festa 

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Este fim- de- semana, aconselhamos os visitantes a entrar no Posto de Turismo Municipal, sito na Praça D. Pedro V, cujo horário é das 9H00 às 13H00 e das 14H00 às 18H00 e visitarem a exposição dedicada aos Santos Populares (ali patente até à festa de S. Pedro). Pequenos apontamentos sobre este Santo Milagreiro, casamenteiro, padroeiro da cidade de Portalegre e cultuado por toda a região da serra de S. Mamede.
E porque não celebrar o Santo António no arraial que vai decorrer na Praça? Haverá sardinha assada, açorda, petiscos e bebidas que animarão o seu serão a partir das 18 Horas, do próximo dia 12 de Junho. A festa promete e a animação será da responsabilidade de Bruno Pires.
Santo António na região de Portalegre
Santo António é o padroeiro principal da cidade de Portalegre e é cultuado por toda a região, pelo país e um pouco por todo o mundo católico. Crúzio e franciscano, pregador, teólogo e milagreiro. Casamenteiro, protetor dos gados e dos militares, ajuda no achamento de objetos perdidos - é também um " Santo Popular".
Sempre que dele se fala, como um conto, acrescenta-se um ponto! É uma realidade com todas as propriedades do Património Imaterial: tem história, está na história, gera histórias, artefactos, lendas, mezinhas.
Popular, no seu dia 13 de Junho, é senhor de tradições em ruas estreitas, becos e largos solarengos, na maior parte dos casos em centros urbanos, nos centros históricos, mas também hoje nos bairros da periferia e nos suburbanos.
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Vida, legenda, iconografia e devoções
Desconhece-se a data exata de Fernando Martins de Bulhões. Nasceu em Lisboa no último quartel do séc. XII, 1188 ou 1190, embora a tradição diga que nasceu a 15 de Agosto de 1195.
Oriundo de uma família nobre, estudou na escola da catedral olissiponense (próxima da casa onde terá nascido), tendo ingressado com 18/20 anos de congregação dos Cónegos Regrantes de Santo Agostinho, instalados no mosteiro de São Vicente de Fora. Em 1211/1212 transferiu-se para o mosteiro de Santa Cruz de Coimbra, da mesma ordem, onde aprofundou os seus estudos e foi ordenado sacerdote., aí tendo escrito ou preparado a sua obra mais importante: Sermones Dominicales.
A 13 de Junho morre em Arcela, perto de Pádua, na Itália.
A sua vida foi bem estudada nos nossos dias por frei Henrique Pinto Rema e Francisco da Gama Caeiro.
Na maioria das suas representações Santo António surge vestido com o hábito franciscano, atado à cintura com uma corda com três nós simbólicos (proeza, obediência e castidade), salvo exceções.
A sua iconografia conheceu uma variedade de símbolos, sendo os principais: as chamas saindo da sua mão, atributo a Santo Antão Abade, cujo nome tomou; o coração inflamado, vindo de Santo Agostinho, patrono da sua primeira ordem; o ramo de lírio, símbolo da sua pureza, "copiado" de São Bernardino, que difundiu o seu culto; o Menino Jesus; o crucifixo, florido ou não; os peixes escutando a sua pregação; e a mula, ajoelhada frente a uma custódia consagrada.
Em Castelo de Vide existe uma ermida dedicada ao santo milagreiro onde decorriam alguns atos devotos. As festas mais importantes localizavam-se contudo na igreja paroquial de Sant'Iago Maior. Já decorriam em meados do Séc. XVIII, segundo uma memória assinada em 1758 pelo padre da freguesia, Domingos de Figueiredo.
O programa de 1926 previa para dia 12 de Junho , ao meio dia, " a anunciação de festas pelos sinos das freguesias" e " alguns morteiros". Nesse dia havia também uma eucaristia abrilhantada pela orquestra do Asilo de Nossa Senhora da Esperança, saindo às cinco da tarde a procissão pelas principais artérias da vila. Depois das dez da noite, decorria o arraial no "lindo largo de S.Thiago", com venda de fogaças, iluminações, bailes campestres, a tradicional fogueira, descantes populares, e subindo ao ar alguns foguetões de vistas do afamado Pirotécnico das Mouriscas"
Santo António em Castelo de Vide

DSC 0243É um dos heróis do cristianismo a que as populações da serra de S. Mamede mais manifestam devoção, embora nunca sentido na região como padroeiro. Santo António de Lisboa é titular, apenas, de uma paróquia no concelho de Castelo de Vide, Marvão e Portalegre e orago em poucas ermidas.
É, contudo, uma presença constante nas devoções dos habitantes dos três concelhos da Serra de S. Mamede. Encontramos a sua imagem nas igrejas, capelas, nas ermidas, sobre as portas, representado em azulejo. Surge ainda nas palavras, nos sentimentos e nos objetos artísticos que, ao longo de alguns séculos, foram expressando complexa e multifacetada.
O tão repetido " milagre da mula" em Castelo de Vide, Marvão e Portalegre – onde existiram comunidades judaicas e cristãs-novas numerosas e importantes – terá sido utilizado como veículo de propaganda e proselitismo, transformando Santo António de Lisboa num estandarte da contra-reforma na região.
Na vila, a existência de uma igrejinha antoniana, construída em 1700 por iniciativa de Sebastião Fernandes Ramilo e de sua mulher Ana Vaz Barbas, teve apenas como fim servir de lugar de sepultura para os seus fundadores.
da orações tradicionais de devoção ao santo. Transcreve-se uma versão de Castelo de Vide:
" Santo António se levantou,/Seus sapatinhos calçou,/ Suas sagradas mãos curou,/Caminhou e caminhou./Nossa Senhora lhe disse:/António onde vais?/ 'Eu Senhora, consigo vou '/
'Tu comigo vens./Tu na terra ficarás./ Todas as missas que disserem,/Tu, António, ouvireis./Todas as almas que se perderem,/Tu, António, as salvareis.".
Adaptação de "Santo António na região de Portalegre", obra publicada por Ruy Ventura em 2013, por Maria do Carmo Alexandre.
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