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8 de janeiro de 2020

Festival Terras sem Sombra: concerto pelo grupo “Utopia Ensemble”no sábado dia 2 de Maio na Igreja Matriz Castelo de Vide

A 16.ª temporada do Festival Terras sem Sombra (ver mais notícias AQUI) passa por Castelo de Vide no fim-de-semana de 1 a 3 de Maio próximo, com um concerto e três atividades que foram conhecidas ontem em Lisboa durante uma apresentação pública que decorreu na Biblioteca da Academia das Ciências de Lisboa.
Em Castelo de Vide a programação inclui um concerto pelo grupo belga “Utopia Ensemble” no sábado dia 2 de Maio na Igreja Matriz de Santa Maria da Deveza (21:30 horas) intitulado “Passado, Presente e Futuro: Lamentações sobre Jerusalém”. Nessa mesma tarde decorrerá a partir das 15 horas uma visita guiada ao património sobre o tema”De volta a casa: memórias judaicas de Castelo de Vide” e na manhã de Domingo dia 3 de Maio terá lugar uma ação sobre a preservação da biodiversidade e dos recursos naturais intitulada “Um Alentejo Diferente: A Serra de São Mamede”.
Na sexta-feira dia 1 de Maio está a ser preparada uma das primeiras ações do programa “Terra sem Sombra Kids”, que constitui uma das novidades da presente temporada.


Todas as atividades são gratuitas
Este ano com o mote “Uma Breve Eternidade: Emoções e Comoções na Música Europeia (Séculos XII-XXI)”, o Festival abrange de 18 de Janeiro a 12 de Julho 13 concelhos alentejanos que recebem dezenas de iniciativas, com uma programação que engloba concertos, em locais de elevado interesse patrimonial, visitas guiadas ao património da região, assim como ações em torno da preservação da biodiversidade e dos recursos naturais. Todas as atividades são gratuitas.
Este ano o país convidado é a República Checa - com quatro concertos em terras Alentejanas, - sucedendo aos Estados Unidos e à Hungria. Uma temporada onde não faltarão novidades, como um concerto surpresa, em junho, e o “Terra sem Sombra Kids”, com dois fins de semana temáticos para os mais pequenos.
Duas distinções e apresentação em Praga (República Checa)
O Festival Terras sem Sombra foi o vencedor na categoria cultura do prémio "Distinção Comunicação Social do Litoral Alentejano – 2019" e foi incluído na edição de 2019-2020 do "El Libro de Oro de la Música en España" como reconhecimento do papel do Festival na aproximação do Alentejo raiano à Extremadura espanhola.
Publicado pela Fundación Orfeo, "El Libro de Oro" é um diretório que reune anualmente informações sobre as grandes orquestras, teatros, auditórios, concursos, festivais e entidades da vida musical espanhola. O Terras sem Sombra é a única entidade portuguesa listada na obra, surgindo na categoria dos Festivais que se realizam na Extremadura (Cáceres e Badajoz/ Alentejo).
Por outro lado, amanhã dia 9 de Janeiro, as vozes do Alentejo vão elevar-se, em Praga, no convento Anežský klášter (fundado no século XIII), com a atuação do Grupo Coral Os Bóinas, de Ferreira do Alentejo, ensaiados por Fernando Candeias, na apresentação do programa para 2020 na República Checa, país convidado da 16ª edição temporada. © NCV

27 de maio de 2022

Atividades do Festival Terras sem Sombra começam esta 6ª feira em Castelo de Vide e Póvoa e Meadas

Clicar na imagem para ampliar o cartaz.
As atividades do Festival Terras sem Sombra no concelho de Castelo de Vide começam esta sexta-feira a partir das 16:30 no Parque João José da Luz (Jardim Grande) estendendo-se a Póvoa e Meadas com uma concerto de Vera Soldado e João Maroco pelas 21:30 horas no Largo do Rossio.
No Parque João José da Luz pelas 16:30 hora Luís Eusébio (luthier e músico) anima uma “oficina para miúdos e graúdos” sobre “Como se constrói um instrumento de cordas?”.
Logo de seguida, e no mesmo local, as arquitetas Susana Bicho e Susana Moura desenvolvem uma atividade intitulada “Não há duas folhas iguais: as plantas do nosso jardim”.
Organizado pela Associação Pedra Angular, o Festival Terras sem Sombra volta a pisar terras de Castelo de Vide na sua edição deste ano. O programa inicialmente divulgado abrangia apenas o sábado e o Domingo dias 28 e 29 de Maio.
Baluarte da Memória e Nuno Teotónio Pereira
Mas o programa de sábado também foi ampliado com duas novas iniciativas: o Terras sem Sombra Kids, pelas 11 horas com a ação “Cubos mágicos: o Baluarte da Memória” dinamizada pelo escultor António Mira que idealizou o espaço e é o autor do conjunto de esculturas.
Depois, pelas 15 horas, o programa inclui agora também, na área do património cultural, a ação “Planear no sítio e para o sítio: Nuno Teotónio Pereira em Castelo de Vide, numa visita à exposição que está patente nos Paços do Concelho guiada pelo arquiteto Luís Pedro Cruz que comissariou a exposição.
De referir que foi cancelada atividade inicialmente prevista sobre Garcia d’Orta e intitulada “Não Hei-de Dizer Senão a Verdade”: Garcia de Orta, Um Castelo-vidense no Mundo” que seria orientada por Teresa Nobre de Carvalho.
Ana Quintans atua sábado no Convento de S. Francisco
À noite de sábado, pelas 21:30 horas, a soprano Ana Quintans com o “Ensemble Bonne Corde” interpretam a obra “Rompendo as Trevas: Lamentações da Semana Santa”, de Joseph Hector Fiocco no Centro de Arte e Cultura da Fundação Nossa Senhora da Esperança.
Finalmente, na manhã de Domingo (9:30 horas) o programa do Festival Terras sem Sombra para Castelo de Vide inclui a atividade “No Reino das Aves: A Barragem de Póvoa e Meadas” orientada pelo ornitólogo Gonçalo Elias e pelo fotógrafo de natureza Dinis Cortes.
Os pontos de encontro é o Jardim do Rossio em Póvoa e Meadas e o Parque João José da Luz em Castelo de Vide, sendo disponibilizado transporte até ao local da atividade (09:30, nas atividades de Biodiversidade). © NCV

22 de maio de 2019

Festival Terras Sem Sombra poderá estender-se a Castelo de Vide a partir do próximo ano


O Festival Terras Sem Sombra poderá estender-se a partir do próximo ano a Castelo de Vide na sequência de contactos e negociações que estão a decorrer neste momento entre a Associação Pedra Angular e a Câmara Municipal de Castelo de Vide, segundo foi tornado público ontem durante a Semana de Castelo de Vide que está a decorrer na Casa do Alentejo em Lisboa até ao próximo sábado.
Na ocasião, o diretor-geral da Pedra Angular, José António Falcão, esclareceu que o Festival, que se realiza sempre na época baixa (entre Janeiro e Julho), conta com o Alto Ptrocínio do Presidente da República, está a crescer e alargar-se para o Alto Alentejo nas suas três vertentes: música, património e biodiversidade do Alentejo. Em Castelo de Vide poderão realizar-se eventos nestas áreas durante quatro dias.
Festival “Sons com História” (27 a 30 de Junho)
Durante uma reunião de trabalho (vd fotos junto) foram passados em revista e apresentados os "projetos culturais em curso", durante um encontro com agentes e personalidades promotoras de dinâmicas culturais no concelho. Para além do Festival Terras sem Sombra, Ana Paula Russo apresentou o Festival “Sons com História” que terá lugar de 27 a 30 de Junho próximo em Castelo de Vide (ver notícia AQUI), e analisadas algumas atividades no quadro do Ciclo Presencista no Alto Alentejo e da concretização das possibilidades de residências artísticas. Foi ainda feita referência ao Festival da Água e do Tempo – Clepsidra (xx a xx de Julho), cuja edição deste ano será apresentada hoje. 
O programa de ontem terminou com a apresentação do “cachafrito” como “prato de inspiração judaica”.
O Festival Terras Sem Sombra
Fundado em 2003, o Festival Terras Sem Sombra premeia a descentralização cultural, a formação de novos públicos, a inclusão, a sustentabilidade e a irradiação do Alentejo. Com concertos agendados em importantes igrejas históricas da Diocese de Beja, o Festival pretende construir pontes entre o património edificado religioso e a música, e divulgar os aspectos mais interessantes e genuínos da paisagem e biodiversidade.
Uma programação de qualidade internacional integra – para além dos concertos – conferências temáticas, visitas guiadas e acções de pedagogia artística. A valorização dos recursos naturais constitui outra das suas prioridades: a cada espectáculo associa-se uma acção de em prol da biodiversidade, com a participação, ombro a ombro, dos artistas, do público e das comunidades.
O Festival recebeu em 2008 o Prémio Vasco Vilalva da Fundação Calouste Gulbenkian e em 2011 o Prémio Melhor Evento da Entidade Regional de Turismo do Alentejo. © NCV
A reunião na Casa do Alentejo. Fotos © NCV

30 de maio de 2023

Festival Terras sem Sombra trouxe um "concerto para dois violinos" à Igreja do Convento de S. Francisco

Fotos © DR/NCV
Fotos © DR/NCV
Castelo de Vide recebeu o Festival Terras sem Sombra com um concerto para dois violinos e com a presença do embaixador da Hungria em Portugal, Miklós Halmai, que já tinha participado na apresentação do espetáculo há dias em Lisboa durante a Semana de Castelo de Vide na Casa do Alentejo.
O regresso do Festival Terras sem Sombra a Castelo de Vide “proporcionou, neste último sábado, uma noite musical fantástica com um duo de excelentes violinistas húngaros a interpretarem composições do século XVII ao século XX”, referiu o autarca nas redes sociais.
Violino do Estado Húngaro fabricado em 1778
António Pita explicou que “a presença do prestigiado violinista Vilmos Zsabadi, artista de mérito da república húngara, tocou num violino de coleção do Estado Húngaro, fabricado em 1778 e avaliado em 1 milhão de euros, motivos que reforçaram a vinda do Embaixador da Hungria Miklós Tamas Halmai que prolongou a sua estadia para conhecer melhor a nossa vila” (ver notícia em separado).
A continuidade do “Terras sem Sombra”
“Num momento de grande incerteza sobre o futuro deste Festival”, António Pita expressou publicamente os seus “sinceros votos para que a Direção do mesmo, liderada superiormente pelo prof. José António Falcão, encontre os meios necessários para garantir a sua continuidade, porquanto Terras Sem Sombra é um evento verdadeiramente imprescindível para o nosso território”. © NCV

17 de dezembro de 2025

Festivais Terras sem Sombra e Ibérico de Música de Badajoz formalizaram acordo de colaboração

Fotos © TSS/NCV
As entidades organizadoras do Festival Terras sem Sombra e do Festival Ibérico de Música de Badajoz formalizaram, no úçtimo sábado dia 13 de Dezembro em Badajoz um acordo de cooperação plurianual destinado a reforçar a colaboração transfronteiriça nas áreas da música, da musicologia e do património musicológico, com especial incidência na Extremadura, no Alentejo e no Ribatejo.
Considerado “um passo histórico na cooperação cultural em territórios de baixa densidade”, o acordo de cooperação plurianual foi assinado entre o Festival Ibérico de Música de Badajoz (FIMB) e o Festival Terras sem Sombra (TSS) e tem como objectivo o reforço da colaboração transfronteiriça nas áreas da música, da musicologia e do património musicológico, com especial incidência na Extremadura, no Alentejo e no Ribatejo.
O acordo foi subscrito pela Sociedade Filarmónica de Badajoz, entidade organizadora do FIMB, representada pelo seu presidente, Javier González Pereira, e pela Pedra Angular – Associação de Salvaguarda do Património do Alentejo, responsável pelo Festival Terras sem Sombra, representada pelo presidente da direcção, José António Falcão.
A assinatura deste acordo insere-se num momento estratégico para os territórios de baixa densidade do interior ibérico, num horizonte marcado por iniciativas de dimensão europeia como a Mostra Espanha 2026, a Mostra Portugal 2027, Évora Capital Europeia da Cultura 2027 e as comemorações do Ano Beethoven, sublinhando o papel da cultura como instrumento de coesão e afirmação internacional.
Entretanto, foi confirmado que o Festival Terras sem Sombra (TSS) regressa aos palcos alentejanos em Fevereiro de 2026 e o programa da 22ª temporada será anunciado oportunamente. © NCV

5 de junho de 2025

“Mercado Filipino” celebra em Castelo de Vide o 127º aniversário da Independência das Filipinas

Clicar na imagem para ampliar o cartaz.
Durante todo o fim de semana – de hoje até Domingo - o Parque João José da luz (Jardim Grande) em Castelo de Vide acolherá um “mercadinho multicultural”, onde se poderão saborear pratos típicos, bebidas, artesanato e música das Filipinas, “em harmoniosa convivência com a cultura local”.
Este evento enquadra-se nas celebrações do 127º aniversário da Independência da República das Filipinas que foi transferido para Castelo de Vide no quadro de uma parceria entre a Câmara Municipal de Castelo de Vide, a Embaixada das Filipinas em Portugal e o Festival Terras sem Sombra (TSS), que este ano convida as Filipinas como país homenageado.
“Aceitando o convite do Presidente da Câmara Municipal, António Pita, o Embaixador das Filipinas, Paul Raymund P. Cortes, decidiu transferir para Castelo de Vide as comemorações oficiais do Dia da Independência das Filipinas em Portugal, reconhecendo os laços de amizade entre a comunidade filipina e esta vila alentejana”, como refere um comunicado distribuído pela Câmara Municipal.
A iniciativa deverá atrair a Castelo de Vide no próximo fim-de-semana um grande número de elementos do corpo diplomático convidados para as celebrações (ver notícia em separado)
Festival Terras sem Sombra: música e património natural e cultural
De acordo com a Câmara Municipal de Castelo de Vide, este fim de semana será assim “uma celebração da amizade entre Portugal e as Filipinas, unindo tradições e património numa experiência intercultural memorável de elevada qualidade artística e organizativa que distingue o “Festival Terras sem Sombra” (ver mais informação e programa AQUI).
O ponto alto do fim de semana será o concerto do prestigiado coro “The Philippine Madrigal Singers”, um dos mais reconhecidos a nível internacional, que atua no âmbito do Festival Terras sem Sombra. O espetáculo, com entrada livre, terá lugar no próximo sábado dia 7 de junho, às 21:30 horas na Igreja Matriz de Santa Maria da Devesa, “prometendo um momento de rara beleza musical”.
O programa do Festival Terras sem Sombra em Castelo de Vide contempla ainda dois momentos dedicados ao património natural e cultural: no sábado 7 de Junho, às 15 horas, realiza-se uma atividade sobre “Património Cultural” no Museu Garcia de Orta e no Domingo dia 8 de Junho, às 9:30 horas, será a vez de uma atividade de Biodiversidade, explorando a riqueza natural da região. © NCV

25 de setembro de 2019

Confirma-se que o Festival “Terras Sem Sombra” se estende a Castelo de Vide de 1 a 3 de Maio de 2020

Fotos © D.R./NCV
Está confirmado que o Festival “Terras Sem Sombra” se estende a Castelo de Vide (ver notícia e mais informações AQUI) já no próximo ano com um “grande concerto” já marcado para a noite de sábado dia 2 de Maio, segundo confirmou agora o Presidente da Câmara Municipal, António Pita.
Visitas culturais e ambientais
Para além desse “ponto alto”, o autarca adiantou também que “o programa prevê, entre os dias 1 e 3 de Maio, várias atividades em torno do património e da biodiversidade, e visitas de âmbito cultural e ambiental a cargo de Serafim Riem e de João Filipe Bugalho”.
“Continuamos a trabalhar na programação do futuro”, sublinha António Pita na sequência da reunião mantida na passada sexta-feira com a direção do prestigiado Festival Terras Sem Sombra, ao qual “o Presidente da República se tem associado como reconhecimento de uma invulgar militância cultural”.
O Festival vai ser apresentado internacionalmente em Janeiro na República Checa (Praga) e em Madrid (Fitur), sendo que muito brevemente iremos divulgar o programa detalhado. 
O Festival Terras Sem Sombra
Fundado em 2003, o Festival Terras Sem Sombra premeia a descentralização cultural, a formação de novos públicos, a inclusão, a sustentabilidade e a irradiação do Alentejo. Com concertos agendados em importantes igrejas históricas da Diocese de Beja, o Festival pretende construir pontes entre o património edificado religioso e a música, e divulgar os aspectos mais interessantes e genuínos da paisagem e biodiversidade.
Uma programação de qualidade internacional integra – para além dos concertos – conferências temáticas, visitas guiadas e acções de pedagogia artística. A valorização dos recursos naturais constitui outra das suas prioridades: a cada espectáculo associa-se uma acção de em prol da biodiversidade, com a participação, ombro a ombro, dos artistas, do público e das comunidades.
O Festival recebeu em 2008 o Prémio Vasco Vilalva da Fundação Calouste Gulbenkian e em 2011 o Prémio Melhor Evento da Entidade Regional de Turismo do Alentejo.
Centrado no Baixo Alentejo e no Alentejo Litoral, este Festival realiza-se sempre na época baixa (entre Janeiro e Julho) e conta com o Alto Ptrocínio do Presidente da República; tem vindo a crescer e alargar-se para o Alto Alentejo nas suas três vertentes: música, património e biodiversidade do Alentejo. © NCV

16 de março de 2020

Festival Terras sem Sombra adiou atividades programadas para Viana do Alentejo e Beja

Reconhecendo o impacto do COVID-19 para a saúde pública, à escala nacional e global, assim como as perspectivas da sua evolução, a organização do Festival Terras sem Sombra, em linha com os seus parceiros e seguindo as recomendações da Direcção-Geral da Saúde, entendeu em prol do bem comum, adiar as actividades inseridas nos fins-de-semana de Viana do Alentejo (20/ 21 de Março) e Beja (3/4 de Abril).
Reagendamento na presente temporada
As mesmas serão reagendadas para datas a anunciar, inseridas na presente temporada do Festival Terras sem Sombra.
Cremos que, com a atitude responsável de todos, Portugal irá superar, em breve, este momento difícil. Por agora, urge proteger interesses maiores, a saúde pública e o bem-estar de todos, e, no caso vertente, dos muitos amigos do património cultural, da música e da biodiversidade que connosco partilham dos valores do Festival Terras sem Sombra.
Em Castelo de Vide de 1 a 3 de Maio?
Recorda-se que em Castelo de Vide a programação inclui este ano um concerto pelo grupo belga “Utopia Ensemble” no sábado dia 2 de Maio na Igreja Matriz de Santa Maria da Deveza (21:30 horas) intitulado “Passado, Presente e Futuro: Lamentações sobre Jerusalém”. Nessa mesma tarde decorrerá a partir das 15 horas uma visita guiada ao património sobre o tema”De volta a casa: memórias judaicas de Castelo de Vide” e na manhã de Domingo dia 3 de Maio terá lugar uma ação sobre a preservação da biodiversidade e dos recursos naturais intitulada “Um Alentejo Diferente: A Serra de São Mamede”.
Na sexta-feira dia 1 de Maio está a ser preparada uma das primeiras ações do programa “Terra sem Sombra Kids”, que constitui uma das novidades da presente temporada. © NCV

12 de março de 2026

Carolino Tapadejo é um dos 5 distinguidos deste ano com o Prémio Internacional Terras sem Sombra

Foto © TSS/NCV
O “divulgador cultural“ Carolino Tapadejo foi distinguido com o Prémio Internacional Terras sem Sombra referente ao Património que lhe será entregue no próximo dia 28 de Março pelas 17 horas no Auditório Municipal António Chainho, em Santiago do Cacém, numa cerimónia organizada em parceria com a Câmara Municipal local e queseráé presidida pela infanta D. Maria Francisca de Bragança, duquesa de Coimbra.
Prémio Internacional Terras sem Sombra regressa este ano com duas novas categorias para distinguir personalidades da música, património, ciência e serviço público e agracia cinco personalidades, uma portuguesa e quatro estrangeiras. Instituído em 2011, este prémio destina-se a homenagear figuras ou instituições que se tenham salientado, a nível global, em diferentes áreas de atuação do Festival Terras sem Sombra (TSS).
No que toca aos restantes premiados, eles são este ano o pianista espanhol Josep Maria Colom, investigadora francesa Lauriane Mouysset (Biodiversidade), o diplomata checo Martin Pohl (Serviço à Comunidade/ Cooperação Internacional) e a acordeonista francesa Judith Tahan (Sons sem Sombra/ Novos Talentos).
Carolino Coimbra Pina Tapadejo
Carolino Coimbra Pina Tapadejo nasceu em Castelo de Vide em 1947, iniciando jovem o ofício de ferreiro na oficina do pai. Após o 25 de Abril, desempenhou funções autárquicas, tendo sido presidente da Câmara Municipal entre 1980 e 1989. Destacou-se pela defesa pioneira da conservação da natureza, embargando a plantação de eucaliptos no concelho. Investigador da história local, tem dedicado especial atenção ao património judaico da vila, alargando este labor a diversos pontos de Portugal e Espanha. O seu percurso cívico e cultural foi distinguido com várias condecorações nacionais e internacionais. © NCV

29 de agosto de 2024

“Festival Terras sem Sombra” passa por Castelo de Vide nos dias 7 e 8 de Setembro


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A temporada de 2024 do Festival Terras sem Sombra retoma a sua programação deste ano em Castelo de Vide no próximo fim-de-semana de 7 e 8 de Setembro.
O Menir da Meada
No sábado dia 7 de Setembro o programa prevê pelas 15 horas uma visita ao património cultural que tem como tema principal o menir da Meada. Intitulada “No Coração de uma Paisagem Megalítica: o Menir da Meada”, atividade guiada pelo próprio Presidente da Câmara Municipal de Castelo de Vide, António Pita.
Música antiga na Igreja de Santiago
O dia termina com um concerto de música antiga na Igreja de Santiago (21:30 horas) com a duração de uma hora e meia pela reputada formação italiana Ensemble I Bassifondi na Igreja de Santiago.
Com Simone Vallerotonda (𝘈𝘳𝘤𝘪𝘭𝘪𝘶𝘵𝘰, guitarra barroca e direção musical), Stefano Todarello (𝘊𝘰𝘭𝘢𝘴𝘤𝘪𝘰𝘯𝘦, 𝘊𝘩𝘪𝘵𝘢𝘳𝘳𝘢 𝘣𝘢𝘵𝘵𝘦𝘯𝘵𝘦 e 𝘚𝘰𝘳𝘥𝘦𝘭𝘭𝘪𝘯𝘢) e Gabriele Miracle (percussão), a proposta musical “Roma600: Música da Nobreza e Música do Povo na Corte Pontifícia” percorre obras que evocam a vida musical do século XVII em todos os aspetos.
Geologia da Serra de São Mamede
No manhã de Domingo dia 8 de Setembro, pelas 9;30 horas, o Festival Terras sem Sombra assinala na sua passagem por Castelo de Vide o Ano da Geodiversidade com uma atividade na Serra de São Mamede intitulada “A Montanha Mágica: Geologia da Serra de São Mamede” sob a orientação de especialistas ainda a anunciar.
O Jardim Grande (Parque João José da Luz foi definido pela organização como ponto de encontro para as atividades nas áreas do património e da biodiversidade.
O Festival do Alentejo
Criado em 2003, o Festival Terras sem Sombra é uma iniciativa da sociedade civil que pretende dar a conhecer a um público alargado um território, o Alentejo, que sobressai pelos valores ambientais, culturais e paisagísticos e apresenta, em termos gerais, um dos melhores índices de preservação da Europa.
Nas últimas temporadas, o carácter internacional do Festival tem-se consolidado com a participação de países convidados (v.g., Estados Unidos da América, Brasil, Espanha, Hungria, República Checa, Bélgica). De igual modo, o desenvolvimento de novos projetos – como o Terras sem Sombras Kids – visam reforçar uma oferta cultural, de carácter lúdico e didático, especialmente dirigida a novos públicos e às famílias. © NCV

5 de setembro de 2024

“Festival Terras sem Sombra” em Castelo de Vide este fim-de-semana com apoio municipal de 10 mil euros

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A temporada de 2024 do Festival Terras sem Sombra retoma a sua programação deste ano em Castelo de Vide no próximo fim-de-semana de 7 e 8 de Setembro.
O Festival conta com o apoio financeiro de 10 mil euros por parte da Câmara Municipal de Castelo de Vide e todas as três atividades são de entrada livre e gratuita.
Com António Pita no Menir da Meada
No sábado dia 7 de Setembro o programa prevê pelas 15 horas uma visita ao património cultural que tem como tema principal o menir da Meada. Intitulada “No Coração de uma Paisagem Megalítica: o Menir da Meada”, atividade guiada pelo próprio Presidente da Câmara Municipal de Castelo de Vide, António Pita.
Música antiga na Igreja de Santiago
O dia termina com um concerto de música antiga na Igreja de Santiago (21:30 horas) com a duração de uma hora e meia pela reputada formação italiana Ensemble I Bassifondi na Igreja de Santiago.
Com Simone Vallerotonda (𝘈𝘳𝘤𝘪𝘭𝘪𝘶𝘵𝘰, guitarra barroca e direção musical), Stefano Todarello (𝘊𝘰𝘭𝘢𝘴𝘤𝘪𝘰𝘯𝘦, 𝘊𝘩𝘪𝘵𝘢𝘳𝘳𝘢 𝘣𝘢𝘵𝘵𝘦𝘯𝘵𝘦 e 𝘚𝘰𝘳𝘥𝘦𝘭𝘭𝘪𝘯𝘢) e Gabriele Miracle (percussão), a proposta musical “Roma600: Música da Nobreza e Música do Povo na Corte Pontifícia” percorre obras que evocam a vida musical do século XVII em todos os aspetos.
Geologia da Serra de São Mamede
No manhã de Domingo dia 8 de Setembro, pelas 9;30 horas, o Festival Terras sem Sombra assinala na sua passagem por Castelo de Vide o Ano da Geodiversidade com uma atividade na Serra de São Mamede intitulada “A Montanha Mágica: Geologia da Serra de São Mamede” sob a orientação de especialistas ainda a anunciar.
O Jardim Grande (Parque João José da Luz foi definido pela organização como ponto de encontro para as atividades nas áreas do património e da biodiversidade.
O Festival do Alentejo
Criado em 2003, o Festival Terras sem Sombra é uma iniciativa da sociedade civil que pretende dar a conhecer a um público alargado um território, o Alentejo, que sobressai pelos valores ambientais, culturais e paisagísticos e apresenta, em termos gerais, um dos melhores índices de preservação da Europa.
Nas últimas temporadas, o carácter internacional do Festival tem-se consolidado com a participação de países convidados (v.g., Estados Unidos da América, Brasil, Espanha, Hungria, República Checa, Bélgica). De igual modo, o desenvolvimento de novos projetos – como o Terras sem Sombras Kids – visam reforçar uma oferta cultural, de carácter lúdico e didático, especialmente dirigida a novos públicos e às famílias. © NCV

5 de abril de 2022

Festival Terras sem Sombra volta a pisar terras de Castelo de Vide nos dias 28 e 29 de Maio
- música, património cultural e biodiversidade

O Festival Terras sem Sombra volta a pisar terras de Castelo de Vide na sua edição deste ano. Será no fim-de-semana de 28 e 29 de Maio. A organizadora Associação Pedra Angular já tornou público o programa completo.
Ana Quintan com Ensemble Bonne Corde
Na área da música sobressai a presença da soprano Ana Quintans com o “Ensemble Bonne Corde” que interpretarão a obra Rompendo as Trevas: Lamentações da Semana Santa, de Joseph Hector Fiocco na Igreja Matriz de Santa Maria da Devesa pelas 21:30 de sábado dia 28 de Maio.
Para além do soprano Ana Quintans, o Ensemble Bonne Corde integra também Diana Vinagre no violoncelo barroco e direção artística, Rebecca Rosen no violoncelo barroco e Miguel Jalôto no órgão.
Garcia de Orta, um Castelo-vidense no Mundo
Na área do património cultural foi programada uma atividade intitulada “Não Hei-de Dizer Senão a Verdade”: Garcia de Orta, Um Castelo-vidense no Mundo” orientada por Teresa Nobre de Carvalho, professora da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa.
A atividade realiza-se pelas 15 horas de sábado dia 28 de Maio e como “ponto de encontro” o programa refere o “Museu Garcia d’Orta”, certamente referindo-se ao Centro de Interpretação que está a ser instalado no antigo edifício das Termas na Fonte da Vila.
“No Reino das Aves: A Barragem de Póvoa e Meadas”
Na área da biodiversidade, o programa do Festival Terras sem Sombra para Castelo de Vide inclui na manhã de Domingo (9:30 horas) a atividade “No Reino das Aves: A Barragem de Póvoa e Meadas” orientada pelo ornitólogo Gonçalo Elias e pelo fotógrafo de natureza Dinis Cortes.
Como pontos de encontro são mencionados no programa o Jardim do Rossio em Póvoa e Meadas e o Parque João José da Luz em Castelo de Vide. O programa refere que será disponibilizado um autocarro para transporte até ao local da atividade (09:30, nas atividades de Biodiversidade).
Festival promove Alentejo desde 2003
O Terras sem Sombra surge em 2003 com a firme intenção de partilhar e projetar o legado cultural e natural do Alentejo. De carácter itinerante, a programação do Festival pretende dar a conhecer um território ímpar, contribuindo para a formação de novos públicos e a descentralização cultural. © NCV

8 de março de 2019

Terras sem Sombra em Valência de Alcântara: conjunto megalitico, Orquestra Clássica do Sul e Tejo Internacional

Tendo alcançado o estatuto de festival ibérico, o Terras sem Sombra estende-se em 2019, a Espanha. Março é um mês português na vizinha Extremadura, com actividades nas duas províncias, Cáceres e Badajoz, desta comunidade irmã do Alentejo. 

Organizado a convite a Junta de Extremadura, o ciclo de iniciativas resulta da parceria do festival com a Direcção-Geral de Turismo daquela comunidade autónoma e os municípios de Valência de Alcântara e Olivença. Em foco, a música clássica e contemporânea, o património cultural e a biodiversidade – que proporcionam experiências únicas e ligam, de maneira indissociável, as duas regiões. 
Valência de Alcântara, um tesouro a descobrir 
Esta vila raiana encontra-se vinculada a Portugal por velhos laços. Aqui se celebrou, em 1497, o casamento da infanta D. Isabel de Aragão – filha primogénita dos Reis Católicos – e do rei português D. Manuel I. Os esponsais são recriados, em cada Verão, pelos habitantes da localidade e da vizinha Marvão, na Boda Régia. Uma história inspiradora para quem se adentra num território cheio de surpresas, onde a fronteira pouco mais é do que uma convenção administrativa. 
Visita ao conjunto megalítico 
A tarde do dia 9, sábado, vai ser dedicada a partir das 15 horas, sob a orientação de Daniel Méndez, ao conjunto megalítico de Valência de Alcântara, um dos mais importantes (e em melhor estado de conservação) da Europa, configurando uma extensa paisagem sagrada. Abrange inúmeros monumentos funerários, formados por blocos de granito e xisto: dólmenes – ou antas – e menires. Alguns chegaram até aos nossos dias com outras funções e servem como marcos de terras, pontos de encontro ou, até, locais de celebrações religiosas e festas civis. 
Concerto Navegar é Preciso: Charles Ives, Bruno Soeiro e Mozart
O casamento de D. Isabel e D. Manuel teve lugar na principal igreja da povoação, Santa Maria de Rocamador. Trata-se de um notável monumento da arte gótica, vinculado ao culto da imagem negra da Mãe de Deus, devoção característica dos finais da Idade Média e que irradiou, a partir de um famoso mosteiro do Sul de França, Notre-Dame de Rocamadour, ao longo do Caminho de Santiago.
Este templo, referência fundamental da rota jacobeia na Extremadura, acolhe, às 19 horas do mesmo dia, o concerto Navegar é Preciso, pela Orquestra Clássica da Sul, sob a direcção de Rui Pinheiro. Em palco vai estar um programa de excepção: The Unanswered Question, de Charles Ives, um excepcional autor norte-americano, mas pouco ouvido na Península Ibérica; Sillages, do português Bruno Soeiro; e a Sinfonia n.º 41 “Júpiter”, obra cimeira de Mozart.
Orquestra Clássica do Sul, com sede em Faro, destaca-se no panorama da música portuguesa, oferecendo uma programação diversificada, inovadora e de elevada qualidade artística. Rui Pinheiro, o seu maestro titular desde 2015, imprimiu-lhe uma marca muito particular, em que transparece o entusiasmo pela música contemporânea e o trabalho com Kenneth Hesketh, Alison Kay, Augusta Read Thomas, Stephen MacNeff, Pedro Faria Gomes, Luís Soldado e Luís Tinoco, entre outros importantes compositores.
Nas águas do Tejo Internacional: avifauna e paisagem
A manhã de domingo tem por alvo o Tejo Internacional, que abrange o vale do troço fronteiriço do rio, de reconhecida importância do ponto de vista da conservação da biodiversidade, em que a perturbação humana é reduzida. Este território sobressai pelo conjunto das suas arribas, albergando biótopos característicos, nomeadamente zonas de montado e matos onde predominam a esteva, o rosmaninho e a urze e estepes cerealíferas, bem como elementos da flora e da fauna de inegável interesse.
Ressaltam as linhas de água com comunidades vegetais ripícolas e, no domínio da avifauna, espécies preservadas por convenções internacionais. É uma importante área de nidificação em que se podem observar a águia-de-bonelli, a águia-real, o abutre-fouveiro e o abutre-do-egipto. Abriga também populações de cegonhas-pretas, muito raras.
Visita guiada no Balcón del Tajo
O Parque Natural do Tejo Internacional designa dois espaços naturais protegidos, um na província de Cáceres, em Espanha, e outro no distrito de Castelo Branco, em Portugal. Ambos vão ser percorridos pelo Terras sem Sombra, a bordo do navio Balcón del Tajo, com a capacidade de 80 passageiros, numa visita guiada por Roberto Ramallete, Dinis Cortes e João Carvalho. A saída far-se-á de Valência de Alcântara, às 9:30 (hora local).
Todas as actividades, são de acesso livre e sem inscrição prévia, partindo o Terras sem Sombra a seguir para Olivença, Beja, Elvas, Cuba, Ferreira do Alentejo, Odemira, Barrancos, Santiago do Cacém e Sines. © NCV

23 de maio de 2022

Festival Terras sem Sombra alargado à sexta-feira dia 27 de Maio em Castelo de Vide e Póvoa e Meadas

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As atividades do Festival Terras sem Sombra em Castelo de Vide no próximo fim-de-semana foram alargadas a um terceiro dia e começam afinal na sexta-feira dia 27 de Maio a partir das 16:30 no Parque João José da Luz (Jardim Grande) estendendo-se a Póvoa e Meadas com uma concerto de Vera Soldado e João Maroco pelas 21:30 horas no Largo do Rossio.
No Parque João José da Luz pelas 16:30 hora Luís Eusébio (luthier e músico) anima uma “oficina para miúdos e graúdos” sobre “Como se constrói um instrumento de cordas?”.
Logo de seguida, e no mesmo local, as arquitetas Susana Bicho e Susana Moura desenvolvem uma atividade intitulada “Não há duas folhas iguais: as plantas do nosso jardim”.
Organizado pela Associação Pedra Angular, o Festival Terras sem Sombra volta a pisar terras de Castelo de Vide na sua edição deste ano. O programa inicialmente divulgado abrangia apenas o sábado e o Domingo dias 28 e 29 de Maio.
Garcia de Orta, Ana Quintans e observação das aves
Na área do património cultural foi programada uma atividade intitulada “Não Hei-de Dizer Senão a Verdade”: Garcia de Orta, Um Castelo-vidense no Mundo” orientada por Teresa Nobre de Carvalho, professora da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, realiza-se pelas 15 horas de sábado dia 28 de Maio e como “ponto de encontro” o programa refere o Centro de Interpretação que está a ser instalado no antigo edifício das Termas na Fonte da Vila.
Ana Quintans na Igreja Matriz
À noite de sábado, pelas 21:30 horas, a soprano Ana Quintans com o “Ensemble Bonne Corde” interpretam a obra “Rompendo as Trevas: Lamentações da Semana Santa”, de Joseph Hector Fiocco na Igreja Matriz de Santa Maria da Devesa.
Finalmente, na manhã de Domingo (9:30 horas) o programa do Festival Terras sem Sombra para Castelo de Vide inclui a atividade “No Reino das Aves: A Barragem de Póvoa e Meadas” orientada pelo ornitólogo Gonçalo Elias e pelo fotógrafo de natureza Dinis Cortes.
Os pontos de encontro é o Jardim do Rossio em Póvoa e Meadas e o Parque João José da Luz em Castelo de Vide, sendo disponibilizado transporte até ao local da atividade (09:30, nas atividades de Biodiversidade). © NCV

28 de julho de 2021

Projeto “Onde a Vida Acontece” antecede este fim-de-semana o Festival Terras sem Sombra

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Foi anunciada a concretização no próximo fim-de-semana (sexta-feira e sábado) do Projeto “Onde a Vida Acontece” que antecede a realização das atividades do festival Terras sem Sombra (ver notícia AQUI). 
Aliás as duas realizações surgem interligadas nos convites públicos à participação surgem o Presidente da Pedra Angular e o diretor-geral do festival ao lado do Presidente da Câmara Municipal de Castelo de Vide.
Castelo de Vide e Póvoa e Meadas
Na sexta-feira dia 30, pelas 17 horas está programada a atividade “De pequenino se torce o pepino” no Parque João José da Luz (Jardim Grande) de que são curadoras Susana Bicho e Susana Moura, a que se adiciona a atuação do grupo “Os Sabugueiros”.
Às 21:30 horas no Jardim do Rossio em Póvoa e Meadas, será a vez de um concerto do “Guitolão Trio”, constituído por António Eustáquio (Guitolão), André Gaio Pereira (Violino) e Fábio Palma (Acordeão), em que será apresentado o seu trabalho “Estação #60”.
Casa da Cidadania Salgueiro Maia e Jardim Ventura Porfírio
No Domingo dia 31 de Julho o “Onde a Vida Acontece” inclui pelas 19:30 horas a atividade “Cidadania e Memória: conhecer a Casa Salgueiro Maia” (sic) orientada pelo técnico de património Paulo Morais. Segue-se a partir do meio dia a atividade “A Excelẽncia da Mesa: Produtos de Castelo de Vide” no Jardim Ventura Porfírio (Rua do Outeirinho) orientada por Susana Chaves, técnica do Gabinete Sócio-Cultural da Câmara Municipal.
“Terras sem Sombra” em Castelo de Vide
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Recorda-se que no sábado dia 31 de Julho o Terras sem Sombra inclui um concerto do “Utopia Ensemble” na Igreja Matriz de Santa Maria da Devesa pelas 21:30 horas subordinado ao tema “Porque vagueias alma minha? Polifonia europeia do renascimento e do maneirismo”.
Património cultural com o “investigador” Carolino Tapadejo
Na área do “património cultural” realiza-se nesse sábado uma atividade intitulada “De volta a casa: memórias judaicas de Castelo de Vide” orientada pelo “investigador” Carolino Tapadejo, a partir das 15 horas com ponto de encontro junto do Posto de Turismo.
“Um Alentejo diferente: A Serra de S. Mamede” com Gonçalo Elias e Nuno Félix
Por outro lado, na área da Biodiversidade, tem lugar no Domingo dia 1 de Agosto a atividade “Um Alentejo diferente: A Serra de S. Mamede” orientada pelo ornitólogo Gonçalo Elias e pelo técnico de arqueologia Nuno Félix, a partir das 9:30 horas com ponto de encontro junto do Coreto do Parque João José da Luz (Jardim Grande). © NCV

4 de junho de 2023

Participantes do Festival Terras sem Sombra visitaram legado de João José le Cocq na “granja do Prado”

Fotos © Terras sem Sombra/NCV
O programa do Festival Terras sem Sombra em Castelo de Vide terminou na manhã do passado Domingo dia 28 de Maio com a atividade “Da Agricultura à Biodiversidade: A Granja do Prado e o Legado de João J. le Cocq” que foi orientada pelo ornitólogo Gonçalo Elias (residente em Castelo de Vide) e pelo fotógrafo de natureza Dinis Cortes.
“Por gentileza das famílias Azevedo Coutinho e Duarte Ferreira os participantes do Festival Terras Sem Sombra tiveram o privilégio de passear demoradamente junto ao bosque das exóticas, pela vinha e pela alameda dos plátanos, sentindo-se a história singular desta Quinta onde foi produzido o primeiro vinho tipo espumante em Portugal”, refere o Presidente da Câmara Municipal de Castelo de Vide, que acompanhou os participantes, e para quem a Quinta do Prado é “um espaço que nos transporta para um outro país”.
O autarca avançou ainda que “quase 30 aves foram identificadas por Gonçalo Elias e Dinis Cortez, dois ornitólogos de excelência que guiaram o grupo em jeito de introdução à próxima publicação “Guia das Aves da Albufeira de Póvoa e Meadas”, que será lançada na abertura do Festival da Água”. © NCV

15 de fevereiro de 2026

Internacionalizar o Alentejo: apresentada em Lisboa a 22ª temporada do Festival Terras sem Sombra
- em Castelo de Vide a 7 e 8 de Novembro

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Evocando Camões, “Alegres Campos, Verdes Arvoredos“ é o tema que o Festival Terras sem Sombra apresenta na sua edição de 2026, a 22ª temporada que decorre de Fevereiro a Dezembro e mantém o modelo que articula música, património e biodiversidade.
Com a República da Polónia como país convidado, esta edição reforça a projeção internacional do Festival e estende a programação a 13 concelhos do Alentejo, integrando pela primeira vez Alcácer do Sal e Grândola, e a um do Ribatejo (Coruche), além da promessa de um concerto-mistério a anunciar ao longo da temporada.
Entre os momentos altos destacam-se o regresso do Prémio Internacional Terras sem Sombra, com duas novas categorias, e a estreia absoluta, em Beja, da ópera ”Maria Stuart“ de Martin Hennessy, , numa produção da Compañía de Ópera LaJoven.
Programa de 7 e 8 de Novembro em Castelo de Vide
Nesta sua 22ª temporada, o Festival Terras sem Sombra passa por Castelo de Vvide no fim-de-semana de 7 e 8 de Novembro (ver notícias AQUI)e o programa inclui (ver quadro acima) um Concerto de Música para Quatro Ttrompas com o Hornet Quartet na Igreja do Convento de S. Francisco no dia 7 pelas 21:30 horas.
Na tarde desse mesmo dia a ação no domínio do património será sobre o “Património que protege: oratórios, nichos e capelas” e na manhã de Domingo dia 8 de Novembro terá lugar uma ação de Biodiversidade intitulada “Do bosque ao montado: os carvalhos da Serra de São Mamede”. © NCV

26 de maio de 2022

Festival Terras sem Sombra: atividades no Baluarte da Memória e sobre Nuno Teotónio Pereira no sábado
- cancelada atividade sobre a figura de Garcia d’Orta

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O programa do Festival Terras sem Sombra em Castelo de Vide no próximo sábado foi alterado com duas novas iniciativas: o Terras sem Sombra Kids, pelas 11 horas com a ação “Cubos mágicos: o Baluarte da Memória” dinamizada pelo escultor António Mira que idealizou o espaço e é o autor do conjunto de esculturas.
Depois, pelas 15 horas, o programa inclui agora também, na área do património cultural, a ação “Planear no sítio e para o sítio: Nuno Teotónio Pereira em Castelo de Vide, numa visita à exposição que está patente nos Paços do Concelho guiada pelo arquiteto Luís Pedro Cruz que comissariou a exposição.
Cancelada atividade sobre Garcia d’Orta
Por outro lado, na área do património cultural, fica sem efeito a atividade inicialmente prevista intitulada “Não Hei-de Dizer Senão a Verdade”: Garcia de Orta, Um Castelo-vidense no Mundo” que seria orientada por Teresa Nobre de Carvalho, professora da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, que tinha como “ponto de encontro” o Centro de Interpretação que está a ser instalado no antigo edifício das Termas na Fonte da Vila. © NCV

1 de abril de 2026

Carolino Tapadejo recebeu galardão “Património” do Prémio Internacional Terras Sem Sombra

Fotos © TSS/NCV
Fotos © TSS/NCV
Carolino Tapadejo, descrito pela organização como “divulgador cultural castelovidense”, recebeu no passado sábado o galardão “Património” do Prémio Internacional Terras Sem Sombra (ver notícia anterior AQUI).
A cerimónia de entrega teve lugar no passado sábado no Auditório Municipal António Chainho, em Santiago do Cacém, e foi presidida pela Infanta D. Maria Francisca de Bragança, duquesa de Coimbra.
Além da família do galardoado, estiveram presentes a vice-presidente da Câmara Municipal de Castelo de Vide, Helena Esteves, e o Presidente da Junta de Freguesia de São João Baptista, Nuno Vaqueiro.
Sinais” de Fernando Alves e “Desabafos” de António Pita
Carolino Tapadejo e Castelo de Vide estiveram em destaque pela voz do seu amigo Fernando Alves, cujo elogio foi também retransmitido na sua rubrica "Sinais" na TSF, que pode ser ouvida AQUI.
Este Prémio Internacional tem como finalidade homenagear figuras ou instituições que se tenham destacado, a nível global, em diferentes áreas de atuação do Festival e, neste ano, distinguiu cinco personalidades.
O ex-presidente António Pita, que não pode estar presente por razões de saúde, dedicou “ao comendador Carolino Tapadejo, que foi justamente homenageado este sábado no âmbito do Festival Terras Sem Sombra”, a sua crónica da passada sexta-feira nos “Desabafos” da Rádio Portalegre.
A Câmara Municipal de Castelo de Vide também felicitou publicamente Carolino Tapadejo nas redes sociais “pela distinção e por elevar o nome do Concelho além fronteiras”. © NCV
(ver AQUI todas as fotos do evento)

8 de junho de 2025

Festival Terras sem Sombra começou com a atividade “Garcia de Orta no seu museu”

Fotos © TSS/NCV
O Festival Terras sem Sombra deste ano começou este sábado ao princípio da tarde com uma atividade dedicada à obra e legado de Garcia d’Orta, um eminente português do século XVI filho de Castelo de Vide.
Guiada por Teresa Nobre de Carvalho, Professora da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, esta visita ao património (“Não Hei-de Dizer Senão a Verdade: Garcia de Orta no seu Museu”) celebrou a vida e o legado deste notável filho da terra.
Receções nos Paços do Concelho
Foto © TSS/NCV
O embaixador das Filipinas em Lisboa, Paul Raymund P. Cortes, e o agrupamento The Philippine Madrigal Singers foram recebidos pelo Presidente da Câmara Municipal, António Pita, numa sessão de boas-vindas nos Paços do Concelho, momento que antecedeu o início da programação deste ano do Festival Terras sem Sombra no concelho.
O grupo coral “The Philippine Madrigal Singers” já se encontrava em Castelo de Vide há dois dias e já tinha mesmo sido recebido pelo Executivo Municipal. Durante a estadia, os músicos das Filipinas aproveitam para conhecer o território e contactar com a comunidade local, numa jornada de intercâmbio cultural que culminou no concerto de sábado (7 de Junho, às 21:30 horas), na Igreja Matriz de Santa Maria da Devesa.
De referir que o grupo coral filipino aproveita ainda a sua presença na região para um segundo concerto (ver notícia AQUI) este Domingo (18 horas) na Igreja Matriz de Santo António das Areias (Marvão). © NCV
Fotos © TSS/NCV